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às vezes fazem-me de idiota?!

por Maria Araújo, em 04.10.18

Há precisamente uma semana, uma pessoa falou em comprar um presente de aniversário para alguém por quem temos uma considerável estima.

Como eu havia falado nisto, uma semana mais tarde a pessoa e mais uma colega foram deliciar-se com um tratamento, que gostaram muito,  falaram-me em comprar um voucher para oferecer a alguém que nós estimamos. E pediram-me para tratar da compra.

Eu concordei, respondi que nunca comprara um voucher neste sítio, ia ligar para saber como fazer para o adquirir.

Com uma delas por perto, fiz várias ligações, não conseguidas, elas deixaram o ginásio, eu regressei a casa.

Em casa tentei ligar do telefone fixo, consegui, obtive o esclarecimento que pretendia.

Cautelosa que sou, queria o ok das outras pessoas para comprar o voucher, até porque quem o pagaria era eu, esquecera-me que nuncative os seus contactos ( nem quero).E lembrei-me do messenger.

A pessoa costuma estar ligada, enviei a mensagem, não obtive resposta. Esperei até ao final da tarde, enviei segunda mensagem, e nada.

Passou o fim de semana,  zero resposta.

Segunda-feira,  à volta de uma mesa do bar sentava-se a pessoa, a colega, e mais quatro pessoas.

Aproximei-me, cumprimentei todas, perguntei à pessoa se lera as mensagens que enviara.

Com uma expressão no rosto de quem não entendeu nada, ou eu estava a ser parva, todas olharam para mim,  virou-se para o grupo e diz qualquer coisa sobre o fim de semana.

Sentindo-me ignorada, não obtendo resposta à minha pergunta, toquei-lhe no ombro e disse que depois falava com ela. Saí dali indignada.

Dez minutos depois, viu-me,  aproximou-se e perguntou-me: "Então M, o que foi que aconteceu?"

A minha vontade era dizer que não fora nada, que nada tinha importância, mas como respeito as pessoas, e ela é simpática e damo-nos bem como colegas,  expliquei -lhe.

E respondeu-me que tem outras contas no FB, ultimamente não ia à que eu conheço, que o problema do presente estava resolvido ( perguntei-me se alguma vez houvera problema), e nesse preciso momento pára para cumprimentar alguém.

Eu segui o meu caminho.

Passaram três dias, e entretanto a pessoa  já foi à sua conta de FB onde tem a mensagem que enviei, não respondeu com um pedido de desculpa, não me disse se ofereceram algum presente e o quê, e eu continuo a fazer figura de idiota porque sei que resolveram outra coisa e não me incluíram no grupo. 

Se tivesse comprado o voucher, como me foi pedido, e não fosse eu cautelosa, iriam dizer que tinham comprado outra coisa, ficaria eu com ele nas minhas mãos, com um gasto que não queria ter nesta altura.

Perante isto, prometera a mim mesma ignorar tudo  que se passou .

Hoje, falei com todas como se nada tivesse passado. E elas falaram comigo como se nada tivesse passado.

Mas fiquei aborrecida, porque quando alguém me pede alguma coisa e mostro disponibilidade, faço o que está ao meu alcance para colaborar.

Já vi que com algumas pessoas não vale a pena. Que não me peçam nada, não alinharei em nada.

Como em "Os Tubarões": estou fora!

 

 

Cantinho da Casa

Um lugar ao sol

por Maria Araújo, em 14.04.12

Estou registada no Clube Fashion há cerca de 2 anos. Já usufrui de algumas oportunidades a preços bastante razoáveis, face ao preço de custo.

Durante alguns meses esqueci-o (recebo por e-mail as campanhas e oportunidades) uma vez que a sua maioria distribui-se por Lisboa,Porto e Algarve.

Hoje, tinha mais um e-mail pelo que decidi clicar nas oportunidades. Descendo a página, parei. Algo me chamou a atenção.

Cliquei novamente. Depois de ler as condições e verificar alguns lugares e preços (pequeno almoço, refeição e/ou outros), comprei. E paguei online.

Então, durante 2 anos terei o prazer de disfrutar de,  ou oferecer, 7 (como eu gosto deste número) momentos de lazer, para duas pessoas.

Gostaria que o Clube estendesse outras e interessantes oportunidades, mais para norte.

 

 

 

 

 

Cantinho da Casa

914 - Bela a vida...

por Maria Araújo, em 07.02.11

O fim de semana foi muito agradável.

Chegámos a Cerveira às 15 horas, fizemos o check-in.

O hotel,  ****, não é nada de especial. Já estive em hotéis com o mesmo número de estrelas, com decoração mais bonita e melhor atendimento.

Marquei a massagem para Domingo. Fomos a Tuy, a cerca de 10 km de Cerveira. Aqui, enchi o depósito de gasolina.

Fomos ao outlet. Não gostei. Escuro, muita confusão. E muitos portugueses. 

Não comprei nada, nem fui lá para gastar dinheiro.

Regressámos ao hotel. A recepcionista avisou-me que tinha ligado para o meu telemóvel. A verdade é que não o ouvira.

Disse-me então que a massagista a tinha avisado de que o aparelho de aquecimento das pedras galvânicas não funcionava. Sugeriu-me que, se eu quisesse, falasse com ela para escolhermos outra massagem.

Ainda pensei fazer a de bambu mas, cara como era, cancelei.

A recepcionista insistia que falasse com a massoterapeuta.

Fiquei indignada. Pensei e comentei : "Se o aparelho está avariado, então por que  motivo a recepção não tinha conhecimento? Foi preciso alguém marcá-la para dar a informação?! "

O jantar foi num restaurante acolhedor, com boa comida portuguesa.  Jantámos arroz de feijão vermelho com hortaliça e filetes de polvo, que estavam óptimos.

A sobremesa constou de bolo de noz.

A noite foi para descansar.

De manhã tomámos um bom pequeno-almoço.

Deixámos o hotel e fomos passear para o parque de Cerveira.

Seguimos em direcção ao centro. Uma pequena vila muito limpa, com casas bonitas e arranjadas.

E, apesar de se ver a vila em pouco tempo, estivemos por lá a gozar o quentinho sol.

Hora do almoço e, pormenor interessante, todos os restaurantes têm mesas no espaço exterior.

As pessoas almoçavam serenamente, enquanto alguns veraneantes, como nós, tiravam  fotografias àquele lugar simpático e calmo.

Depois do almoço, regressámos pela EN, decidirams tomar café em Moledo.

Diferente a praia! Mais uns anos e, o que vai ser das nossas praias?!

Tomámos um café numa esplanada. O sol aquecia o corpo e a alma.

De regresso a casa, por Ponte de Lima, saímos em Vila Verde e fomos comprar uns doces numa pastelaria onde o fabrico é óptimo. Mas eu não comprei nada. Entre os doces de pastelaria e os de casa, prefiro estes.

Gostaria de ter muito mais fins de semana calmos, como este,  sem ter de pensar no trabalho.

 

Cantinho da Casa


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