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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

Évora

Maria Araújo, 21.11.19

No dia seguinte, chovia em Lisboa, pensei que iríamos ter sol em Évora, apanhamos fortes cargas de água durante a viagem . 

Mal chegamos, chovia bastante nesta cidade alentejana, estava vento e frio, esperamos que passasse a chuva para visitarmos o centro.

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Fomos comer umas empadas ao Café ao Arcada, um café histórico que a minha sobrinha conhecia, ficou, contudo, decepcionada. O conceito mudara. 

No balcão, a caixa de pré-pagamento junto ao espaço de serviço dos funcionários, obrigava os clientes a fazerem uma fila impedindo aqueles de circular. Tudo mal organizado, serviço fraco, funcionários pouco simpáticos e eficientes, mesas por limpar: " hoje temos muita gente" , dizia a funcionária se algum cliente comentava a confusão.

Saímos dali, fomos procurar o restaurante Café Alentejo que o José da Xã me indicara.

Encontramos numa rua a escassos metros da Praça Giraldo, a porta fechada, tinha o número de telefone afixado, queríamos reservar mesa ( sugestão do José), ligamos imensas vezes, ninguém nos atendia.

A chuva deu alguma trégua, dirigimo-nos à Igreja de São Francisco, estava a decorrer uma missa, demos uma volta pelo exterior, fui ver a Capela do Ossos... E fiquei impressionada

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Hora de almoçar, passamos no restaurante Café Alentejo. Estava aberto!
Perguntaram se tínhamos reservado mesa, comentamos que ligáramos várias vezes mas não atenderam o telefone.

Levaram-nos para uma mesa que ficava num canto junto ao balcão, ficamos bem instaladas, escolhemos as entradas, e os pratos.

E comemos muito bem.

Gostei muito, José. 

Seguimos para a Catedral, e ficamos deslumbradas com as vistas. 

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Visitamos o Museu ( não é permitido fotografar), passamos pelo Templo de Diana.

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As nuvens ameaçavam chuva, abrigamo-nos algures num café.

Meio da tarde, ficava noite para regressarmos a Lisboa, andamos a explorar as ruelas lindas e cheias de estudantes e estrangeiros, deixamos para uma próxima visita, com sol e se possível na hora de Verão, os muitos Museus que ficaram por ver.

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Hei-de voltar, Évora.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

pelo Porto

Maria Araújo, 15.04.19

Um encontro com um casal amigo, saímos de Braga pela manhã, com chuva, para um passeio, tinhamos pensado visitar a Casa da Música, que a nossa amiga não conhecia.

 

Casa da Música 

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O casal costuma almoçar, de quando em vez, neste lugar, e que as meninas de Braga não conheciam, Porto Business School,  localizado nas bandas da Senhora da Hora. 

Passem por lá, é um espaço calmo, aberto a quem quiser almoçar ou tomar uma bebida,  com uma esplanada e um jardim propícios à conversa, sem pressa.

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Depois do almoço, o Sol abriu, fomos passear pelo jardim. 

E sentados na esplanada, aproveitei para tomar a minha vitamina D. 

 

Porto Business School

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Desta vez regressamos mais cedo a casa,  outras visitas ficarão para o próximo encontro, nas férias de verão. 

a cidade

Maria Araújo, 24.02.18

Na 5ª feira, depois do almoço, com tempo para dar um salto à Foz do Arelho, deixei a visita à cidade de Caldas de Rainha para 6ª feira, perguntei na bilheteira a hora do transporte: "às 17h30", foi a resposta. Estava fora de questão,  três horas era o tempo que desejava ficar lá.

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Alterei os planos, fui conhecer o centro da cidade: o Parque D.Carlos I. Mal passei o portão percebi que estava num extenso parque onde, àquela hora, pessoas de todas as idades passeavam e/ou sentadas nas esplanadas dos cafés existentes deliciavam-se com o sol quentinho da tarde fria de inverno. 

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Do belo mas degradado edifício que chama a nossa atenção lamentei o seu estado, imaginei alguém com muito dinheiro capaz de fazer daquela espectacular construção um hotel termal.

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O lago é o centro das atenções das crianças e adultos, o Museu José Malhoa ao fundo, o Parque das Merendas, o campo de ténis, as várias estátuas, as despidas árvores que ladeiam os caminhos, estarão, na estação que se aproxima, repleta de folhagens verdes darão um cenário lindíssimo ao longo do parque e um lugar ainda mais apetecível a todos.

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Na loja Bordalo Pinheiro foi-me dito que o edifício foi comprado, será um hotel num futuro breve. Fui procurar a sua história e encontrei-a aqui.

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Um parque que fez as minha delícias, saí pelo lado oposto, que entrara, vejo à minha frente a loja de fábrica Bordallo Pinheiro.  Subi ao 1º andar, o outlet, para ver as oportunidades, comprei três peças a um preço bastante simpático.

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Seguindo pela rua paralela ao parque, cheguei ao Hospital Termal Rainha Dona Leonor, fui ter à da Praça da Fruta. Fotos aqui e ali...

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... estava nra hora de regressar a Óbidos para um pequeno passeio pela Muralha e saborear a deliciosa ginginha em copo de chocolate.

 

 

 

promessa cumprida

Maria Araújo, 29.12.16

Prometera a mim mesma que iria ver a Alice, hoje.

Fui comprar uma caixa de chocolates para lhe oferecer.

Quando a vi, estava acompanhada da Joana, a prima grávida.

A Alice sorriu quando me viu.  Reconheceu-me, mas não conseguia dizer o meu nome.

Dei-lhe um abraço.

Sentamo-nos no banco do jardim.

Conversámos muito, mas ela não acabava as palavras.

Trazia um blusão com uma gola de pelo que o grande amigo Fernando, a pessoa que mais a visita, lhe ofereceu.

À medida que eu falava das nossas amigas, dos jantares que fazíamos, as palavras dela saíam com alguma fluidez.

Perguntei se a amiga Cândida a visitara.

Sim, e de vez em quando vai buscá-la para almoçar.

Falei na Cândida, o nome não mais lhe saiu da boca.

Ria-se de tudo e de nada.

Às tantas, ao longe, vejo alguém que procurava alguém.

Ninguém se reconheceu.

Esse alguém volta a aparecer no meu campo visual. Aproxima-se.

Era outra amiga nossa.

Rimo-nos da situação.

Conversámos, rimos, recordamos.

O telemóvel desta amiga toca, é outra que vem ter connosco.

Mais um abraço.

Arrefecera, fomos ao bar. 

Às 17 h o bar fechou, era a hora de Alice regressar "à sua casa".

Foi a útima a entrar na sala. Despedimo-nos dela.

Veio à janela espreitar. Sorria.

Atiramos-lhe beijos.

Vai passar o ano com a família.

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