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cantinho da casa

cantinho da casa

do post do José

de hoje, retirei esta frase:

"quantos dos actuais alunos do secundário já pegaram num verrdadeiro dicionário? Sim daqueles calhamaços com milhares de páginas e palavras com o respectivo significado!"

Lembrei-me que a propósito disto , ter escrito este comentário, e o José reagir :

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Na altura, enviei-lhe a foto do calhamaço, que terá 60 anos, e que ainda uso quando tenho dúvidas.

Deixo a foto de um "verrdadeiro" dicionário.

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De tanto uso que teve, uma família de seis filhos, a capa rompeu e o meu pai mandou à tipografia, que fazia muitos trabalhos para a nossa empresa, e ficou esta.

E a propósito de vocábulos, há minutos, no whatsapp do grupo de família, enviei uma fotografia de um gelado que fiz (trouxe a receita da net) com iogurte, banana congelada e manteiga de amendoim.

Como uso a manteiga de amendoim no pão, escrevi que " barro o pão com manteiga de amendoim".

Questionou um sobrinho: "Barro no pão???"

Comentei: " Barro, de barrar".

Tinha o velhinho dicionário à mão, e fui procurar a palavra.

Fotografei e escrevi " do dicionário velhinho cá de casa"

Resposta: " Eu teria dito untar".

Comentei : "Tu usarias untar, mas eu lembrei-me desta".

E enviei a foto.

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Tudo o que é vintage é moda, logo, o calhamaço da família é super vintage.

Basta ver a cor das folhas. 

 

a foto vintage

que pensava ter publicado há pouco mais de dois anos, e afinal foi em 2013

Estava eu no Instagram a ver fotografias e na revista NIT, uma notícia sobre tecidos e peças vintage.

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E lembrei-me da fotografia que estou com o meu irmão, e visto um babeiro ( na altura era o nome que davamos a esta peça de roupa), bordado à mão pela minha mãe.

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Pena que a fotografia seja tão antiga que não se consiga ver o bordado.

 

segunda opção

No início do ano tive conhecimento de uma loja de venda de roupa, e outros artigos vintage, no instagram, que fica aqui na cidade.

Vi a primeira "live". E fui conhecer a loja que não fica muito longe de casa.

Muitas marcas conhecidas, roupa de homem, também.

Desde então, comprei várias peças, de verão e, recentemente,  de outono-inverno.

As peças que comprei são novas, que por acaso tive a sorte de o tamanho ser S, da Massimo Dutti. Um casaco de treino da Nike, e umas calças de treino, que uso em casa, do Sporting Clube de Braga.

Mas também comprei usadas: um vestido da Massimo Dutti, uma saia plissada, sweats, blusas,uma carteira impecável, desta marca espanhola, que no site é esta.

Eu gosto de vestir o que compro, e quando não tenho paciência, não entro nas lojas.

No caso da segunda opção, tenho mesmo de vestir.

A roupa que deixei de usar, doei.

Este ano, tenho menos calças. Fartei-me das slim fit, quero as modelo alfaiate.

Na loja  segunda opção tem o que eu gosto, mas são grandes.

Também não me apetece vestir calças usadas.

Há peças de muitas marcas, peças  vintage, peças para todos os gostos e preços.

Grande parte do que vejo não vale a pena que gaste dinheiro. 

É por isto que vejo a live à quarta-feira.

Se há uma peça que eu gosto, peço para a reservar.

Hoje, fui vestir um casaco de lã, bege, tricotado à mão. Era usado.

Mas não o touxe.

As mangas eram abaixo do ombro e compridas para os meus braços.

Dei uma volta pela loja, vi muitas peças que achei que tinha a minha cara, mas não trouxe nada.

Os tamanhos não eram para mim.

Tudo o que comprei ao longo do ano, fez-me poupar uns quantos euros.

Há muito tempo que procurava roupa usada.

Eu sei que na Vinted há muito para ver e comprar, até porque já vendi sapatos e carteiras, novas, algumas com a etiqueta. Mas a roupa não consigo comprar sem a ver ao vivo.

Por isso, fiquei fã desta loja de Braga.

Fazem vendas para todo o país, inclusive Ilhas.

Um negócio familiar que parece correr bem E a simpatia e boa disposição de quem lá está cativam os clientes.

Fica aqui a página do Instagram.

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o elogio

Faz 26 anos, a Sofia, minha sobrinha

E faz 16 anos que a minha irmã mais velha faleceu.

Fui muito cedo ao mercado comprar legumes e fruta, assim como flores para as campas dos meus familiares.

Normalmente, trago as flores para casa e preparo os ramos, e, no dia seguinte, vouao cemitério, não perco muito tempo.

Hoje, fui directa para lá.

Nos muros com sombra, preparei os ramos, cortei os pés à medida dos vasos, uma vassoura e água para tirar o pó,  demorei mais tempo.

Mas antes disto, quando entrei no cemitério, fui à secretaria para pagar o aluguer da campa dos meus pais.

Como o PC é lento (há três anos disseram-me o mesmo), paguei, e combinei com a senhora que no regresso, passava lá e trazia a factura. 

Passado quase uma hora, fui buscar a factura.

Mas não era a mesma pessoa.

Uma senhora nos 60tas, entregou-ma.

Já estava a encostar a porta, ouvi qualquer coisa, como" que linda!"

Empurrei a porta e perguntei: "desculpe, disse alguma coisa?"

Respondeu : "Sim. Está tão bonita!"

Fiquei estupefacta.

Não me recordo de ouvir um elogio de alguém que não conheço.

Comentei que já tenho uma idade grandita.

Disse ela: " Está bonita com esse vestido. Fá-la mais jovem!"
Retroquei:  Não me identifico com roupas de mulheres maduras".

Agradeci o elogio, saí e ri-me.

De facto, e não exagerando, porque sei o que quero e gosto, visto roupas que são jovens mas que se adequam ao meu corpo e idade.

Há dois anos que "me virei" para estes modelos:
este ano vestido Benetton deste modelo ( nesta cor)

calças Benetton práticas e confortáveis.

Não uso roupa cavada, tudo tem de ter manga, e estas t-shirts, são as minhas preferidas para as calças e as saias.

O vestido que vestia hoje, é azul marinho, com manga curta, e trazia um colar que comprei em Madrid em 2014, que adoro e uso nesta época.

Este vestido comprei na segunda-feira, numa loja 2ª Opção, aqui na minha cidade, e que descobri no Instagram.

Tem mesmo boas opções.

Vendem para fora de Braga.

Já fez oito Lives, e garanto que vale a pena ver...Tem boas marcas, também.

E os preços são muito acessíveis.

Aqui o Instagram.

retrokitchen

é um pequeno restaurante na estreita rua do Anjo, no centro da cidade, junto ao Museu Pio XII.

Toda a decoração é vintage, os anfitriões foram buscar as mesas a uma escola, está a abellha maia  o  símbolo que foi a entrada de um restaurante na rua de Souto, onde  as crianças que passeavam com os pais tinham de se sentar na abelha e o banco ora subia, ora descia, ao som da célebre música da abelha (a Sofia sentou-se imensas vezes); as peças de Lego; os quadros alusivos ao cinema e à música: o quadro do menino que as famílias dos anos setenta tinham na parede do quarto; a louça variada Bordalo Pinheiro nas várias cores; verde, azul, rosa, cinza, um toque diferente ao que estamos habituados a ver.

Nas traseiras há um terraço com bar para uma bebida fresca nas noites quente de verão.

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Quem passa na rua não tem a noção de que é um restaurante peculiar na cidade.

As minhas sobrinhas (irmãs) tinham falado nele na altura da Páscoa, gostaram do ambiente, da comida, dos preços.

A conselho delas, uns dias mais tarde, passei lá para jantar com uma amiga, estava cheio, só por reserva. Adiámos para outra altura.

As minhas sobrinhas  estão cá de fim de semana. Tinhamos combinado jantar fora, falaram no Retrokitchen. Uma delas ia fazer a reserva. 

Houve alteração de planos, esgotadas as reservas  para jantar, decidimos antecipar para o almoço.

Almoço marcado, ontem, pela mais nova.

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Elas chegaram mais cedo ao restaurante, encontrámo-nos lá, eu, a Sofia e a minha irmã mais nova.

Estavamos nas entradas e diz a mana sobrinha, mais nova.

- Ontem, quando telefonei para fazer a reserva, deixei o meu nome, como de tinha de ser. Há pouco, quando aqui chegámos, o anfitrião abriu-nos a porta, dissemos que tinhamos mesa reservada.

- Em que nome ficou a reserva? - perguntou.

- Joana Vasconcelos.

- Oh! Ontem falamos que vinha cá a Joana Vasconcelos e afinal vejo duas lindas e elegantes jovens - comentou ele.

E a gargalhada na nossa mesa foi geral.

Ao que parece, já não é a primeira vez que alguém faz reserva com o mesmo nome de alguém conhecido, os anfitriões comentam se será a pessoa tal...

Então, para entrada comemos ameijoas de caldeirada, umas boas fatias de regueifa para molhar o pão, soube-nos muito bem.

Não há carta de ementa. Um dos anfitriões (um casal jovem) vem à mesa e diz qual a ementa.

Eu escolhi a moqueca de peixe, a Sofia e a mãe, bife com molho de pimenta,  e as sobrinhas manas, massa cozida em vinho tinto com espargos e queijo.

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Comida ótima a puxar um pouco ao picante, mas tudo muito bem cozinhado.

Para beber: cerveja, coca-cola e ice-tea.

Conversa, risos, as pessoas almoçavam, saíam do restaurane e nós continuavamos.

A Sofia come devagar, foi a última a acabar.

Sobremesas variadas, pedimos pana cotta de frutos silvestres, uma fatia de tarte lima e uma  de bolo de chocolate com molho de frutos silvestres.

No final café para três.

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Continuamos a conversa, os anfitriões despediram-se de nós, iam para uma feirinha que tinha lugar nos claustros, pagavamos à funcionária, ficaram a cozinheira e a funcionária.

Pedimos a conta. Pagamos 13 euros por pessoa.

Quem passar por Braga e deseja comer boa comida, e num ambiente familiar, deixe o carro numa rua ou parque no centro da cidade e passe pelo Retrokitchen. Garanto que vai gostar.

As minhas fotografias, do telemóvel, não foram as melhores, mas há muito para espreitar aqui.

 

casacos de pele vintage

ano passado comprei um casaco de pelo na Zara que agasalha, e bem, o corpo  nestes dias mais frios.

na altura que o comprei, encontrei uma prima (estudamos juntas) que adora casacos de pele. meteu-se, então, no negócio da moda, vai a Paris comprá-los. primeiro vendia-os em casa e nas feiras que há cá na cidade, o negócio corria bem, abriu uma loja de roupa, mas são os casacos que são mais procurados. 

adiante. na altura que a encontrei convidou-me a passar na loja e comprar um casaco de pele. 
como sou a favor da proteção e preservação dos animais, disse que não comprava casacos de pele e o de pelo que comprara chegava-me, ao que comentou "mas não são a mesma coisa".

"claro que não", respondi, "mas eu não visto peles".

com o frio que tem estado por cá, na página do FB publicou os novos modelos, bem giros, diga-se, acabados de chegar, e convidava as clientes a passarem na loja. 

gostei do modelo e cor de astracã, com preço sob consulta.

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astracã

 

 

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mas tem-nos muito lindos em vison

 

 

 

Com a Lia, vou para todo o lado

A minha amiga Emilia, esteve cá em setembro do ano passado, criamos laços de amizade fortes, damo-nos muito bem.

Há 5 anos, pensou vir para Portugal, aqui para o norte, e deixar o país da insegurança. Apesar de reformada, trabalhava para uma empresa em part-time. A crise estava a mostrar os seus efeitos na sociedade portuguesa, desistiu da ideia de regressar, até  que,  há quatro anos, decidiu deixar esse trabalho e foi viver para Campinas onde estão os dois filhos e os netos.

Veio a Portugal em  2007,  e no ano passado decidiu passar um mês de férias, queria visitar a família que tem na Figueira da Foz, a cidade onde nasceu. Andamos  3 semanas a passear.

Em finais de 2013 informou-me que tinha de voltar a Portugal para tratar de assuntos muito importantes.

Decidimos passar três dias em Lisboa, antes de seguir para o Brasil, no início de julho.

Vamos a Sintra, que não conhece e Lisboa, que comhece pouco

Chegou a semana passada. Assuntos em bom andamemto, ontem, combinamos um encontro em Espinho (uma familiar tinha um trabalho por cá, ela propos-me passar o dia comigo).

Decidimos dar um salto a Aveiro, pois já há muitos anos que não passava por esta cidade.

O tempo não foi muito, queríamos andar nos moliceiros,  mas o percurso era de 45 minutos não tinhamos almoçado e deviamos regressar a Espinho cedo.

Mas valeram as 3 horas que lá estivemos.

Entramos numa casa com artigos vintage, onde a Lia comprou uma blusa muito cool.

Tirei fotos da entrada, mostrei-as à dona da casa (ela ficou um pouco de pé atrás quando me viu de máquina fotográfica) mas acabou por dizer que podia  publicá-las no FB desde que fizesse publicidade. E eu guardei a máquina, não tive coragem de fotografar as peças de mobiliário de sala que mais gostei.

Em Espinho, enquanto esperavamos pelos familiares, fomos ver a praia. Fiquei desiludida.

Não sei qual a extensão desta praia entre o paredão e o mar, mas o que vi foi o suficiente para perceber que a época balnear está aí e o areal  tem pouco espaço para receber os banhistas.

Despedi-me da minha amiga e dos familiares e regressei a Braga(esta zona Porto-Braga , Porto-Aveiro, está muito bem servida de comboios urbanos). Saí de Espinho às 17 horas, às 18h cheguei a Braga.

No próximo dia 27 rumo de Braga para Lisboa e apanho a minha amiga em Coimbra para gozarmos  4 dias em Sintra e Lisboa, com a probabilidade de dar um salto a Cascais, que não vou há mais de 25 anos.

Vivesse a Lia em Portugal,  andaríamos constantemente a passear. É uma excelente companhia.