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cantinho da casa

cantinho da casa

ajudar custa?!

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Não!
Projecto Amor Animal precisa da nossa ajuda, e a Rute Sousa, uma das fundadoras do Projecto, terá o seu aniversário no próximo dia 16,  gostaria de ter um presente especial,  e que nós podemos realizar, que é fazermos uma doação que ajude a saldar a conta do Veterinário, conforme foi muito bem especificado neste pequeno parágrafo que a Sofia escreveu e que trouxe do Clube de Gatos do Sapo:

"A Rute Sousa uma das fundadoras do Projecto, vai fazer anos no próximo dia 16 de Junho e a única prenda que pede é que ajudem a saldar a conta do Veterinário que com os últimos salvamentos de gatinhos bebés que tiveram que ficar internados, mais os medicamentos habituais e já com as contas pendentes de outros salvamentos, vai chegar aos 1000 € é evidente que este valor nunca será possível chegar, mas se quem puder conseguir doar 1 € pelo menos?!

Já imaginaram 1000 pessoas a doar 1 €, sim sou uma sonhadora?".

 

António Gedeão  escreveu que  "o sonho é uma constante da vida, tão concreta e definida, como outra coisa qualquer..."  por que não realizar o sonho da Sofia, até por que ela,  diariamente, dá-nos música para a alma vibrar

(que tantas vezes precisamos), e o aniversário da Rute Sousa  do Projecto Amor Animal?

Se desejas colaborar, aqui ficam os dados:

www.facebook.com/projecto.amoranimal
projecto.amoranimal@gmail.com
Como ajudar:
IBAN: PT50 0023 0000 45474786214 94
SWIFT: ACTVPTPL
 
 

Eu já o fiz.

 

fui à clínica veterinária

levar os cinco gatinhos e a gata mãe, não só para saber o sexo deles mas também porque queria ter a certeza de que todos estão bem.

Quando chegaram à clínica, a gata que estava assustada, mas nunca fizera qualquer gesto de agressão, fizera xixi durante a pequena viagem de carro. Os gatinhos miavam. Mal abrimos a transportadora, a enfermeira foi buscar uma toalha para limpá-los, e à gata. Sem nunca reclamar, a gata deixou fazer tudo. Que maravilha! Fosse a minha gata como esta!

O staff ficou encantado com eles.

Foram todos desparasitados, a mãe gata não miou uma única vez, deixou fazer tudo aos filhotes e a ela.

A minha sobrinha comentou que a gata está mais magra, a veterinária confirmou, embora ela coma bem, mas levamos oito embalagens de comida húmida, que à experiência foi dado um pedaço, a gata adorou, para comer todos os dias enquanto der de mamar aos filhotes, alternando com a ração. 

Todos estão muito bem. Os gatinhos pretos são mais magros que os beges, há um que passa por cima dos outros e quer mamar.

A Kim, a cadela das minhas sobrinhas, adora os gatinhos e se se aproxima um pouco mais de um dos gatinhos beges, este levanta as patinhas e bufa para ela, que fica assustada e foge.

A gata mãe ainda não tem nome, vai ser esterilizada logo que os gatinhos comerem ração e ficará em casa delas, pois está visto que a Kim entende-se muito bem com ela.

Adora a nossa companhia, se estiver deitada com os filhotes bem aconchegados a si, mal nos vê entrar, levanta-se e vai comer. É um amor, não reclama nada.

Dentro de quinze dias, voltamos à clínica para mais uma desparasitação de todos, e se os gatinhos tiverem deixado de mamar, estarão em condições de viajar para viverem as suas vidas felizes com as novas famílias.

Os cinco gatinhos são maioritariamente "meninas". Os dois pretos são macho e fêmea, dos três beges, dois são fêmeas e um macho.

Espero muito em breve levá-los aos seus novos donos.

Aqui estão fotografias e o vídeo, na clínica veterinária.

 

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A mudança

A selvagem, provocadora e aventureira Kat, a minha gata, mudou radicalmente. Pelo menos nestes dois últimos dias.

Ontem, quando regressei do Fitness, entrei em casa e reparei que estava sem o colar de protecção.

Estupefacta, perguntei: "Kat, como conseguiste tirar o colar?"

Peguei na bichinha, levantei-a para ver se tinha arrancado algum ponto. Pareceu-me estar bem.

E andava eu, Maria tonta, à procura do colar, enquanto ligava para a clínica para saber o que fazer. Encontrei-o junto do sofá, bem escondido.

Tentei colocá-lo, mas ela não me deixava.

Liguei à minha irmã, que estava perto da minha casa, e pedi-lhe ajuda. Mas foi o texas!

A minha irmã, com receio que ela a arranhasse, não se atreveu. Conseguimos metê-la na caixa de transporte, e fui à clínica.

Foi o fim do mundo. Mazinha, miaus fortes, a enfermeira agarrava-a e eu tentava meter o colar. De repente, percebemos porque a bichinha "berrava" de dor. O colar meteu-se na boca. A enfermeira, que continuava a segurar a Kat, pediu-me  que o comprimisse e tentasse retirá-lo.

Consegui. Foi um alívio para a bichinha.

 Depois, passei uma gaze à volta do corpo e apertei-o à que está em volta do colar, de maneira que não ficasse apertado demais.

Foi uma batalha díficil, mas conseguimos.

Com o colar, o seu caminhar é torto. Anda de lado. Faz-me rir. Mas estou ansiosa que ela ande à vontade. Até Sábado vai ter de andar com ele.

E, desde que regressámos a Kat está um doce. Calma, deita-se no sofá e passa a tarde neste sossego.

Quem a viu e quem a vê!