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cantinho da casa

cantinho da casa

vento frio de março

de manhã, saí para ir à peixaria e à frutaria, estava um sol quentinho.

combinei um passeio higiénico, aqui pelo quarteirão, ao final da tarde, mas está um vento frio!

a temperatura, a esta hora, é de 9º.

de tarde, queria sentar-me ao sol na minha sala, mas a gata ocupava  a minha cadeira  junto ao computador.

passei-a para o lugar dela, puxei outra cadeira para o meu lugar, escovei-a para tirar o pêlo.

não é que ela salta para esta?

será que ela quer computar?

voltei a pô-la no lugar, ralhei com ela, e ficou.

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coisas do meu dia # a nortada

escrevi neste post, sobre as nortadas nas praia do Norte que normalmente se verificam por volta das 12/ 13 horas.

hoje, sem aulas no ginásio que me despertassem interesse, saí cedo de casa e fui à praia.

coisa rara, hoje achei que devia levar o pára-vento, e ainda bem que o levei.

mal saí do carro já se sentia o vento forte e fresco.

depois de tomar o café na esplanada, desci até à praia que, àquela hora, já estava bem composta, mas como o areal é extenso, há lugares para todos e muito mais, excepto ao fim de semana, que enche.

espetei o suporte do guarda-sol, mal o abri e coloquei no suporte, uma rajada de vento levou-o. fui a correr para o apanhar, gritei "cuidado!" a dois miúdos que brincavam na areia, porque o sacana do guarda-sol ia na direcção deles e podia magoá-los, ouvi o pai dizer para eles " apanha-o!" e um dos miúdos conseguiu agarrá-lo.

pedi desculpa. 

felizmente não magoou ninguém

voltei ao meu sítio, o pára-vento inclinava-se para a frente, a toalha estava cheia de areia,tentei espetar o guarda-sol  na areia e cobrir as pontas do tecido com areia, como sempre faço quando não levo o pára-vento.

mas as varetas estavam todas dobradas, proeza impossível.

depois tentei encontrar o bico do suporte do guarda-sol,mas não tinha pá ( coisa de miúdos), fiz uma cova com as mãos, mas  devia estar bem no fundo, desisti. lembrei-me que o Continente tem os suportes que custam a módica quantia de 1,50 €  e no Lidl 1,90 € ( mais caros aqui), vi-os a primeira vez estes dias, devia ter comprado um, mas amanhã tenho de lá ir fazer uma troca, vou ver se ainda há.

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então foi o caraças: sem guarda-sol, o pára-vento fazia pouca sombra, queria ler, com as pernas ao sol, nãotinha como  proteger o corpo,nãoqueria vestir a t-shirt.

nesta praia a areia é muito fina, logo, tudo estava coberto de areia que o vento trazia.

e eu,sozinha,resmungava e praguejava  por tudo e por nada:  ora era o pára-vento que não estava bem enterrado, ora era a toalha que se enchia de areia, ora era a garrafa da água que estava com areia (fui três vezes ao mar lavá-la).

levantei-me várias vezes para pôr o pára-vento direito. e eu olhava para os que estavam à minha frente e todos seguros, guarda-sóis direitos e eu não tinha como me safar.

ainda estive para pedir a um pai, que acabara de chegar, para me ajudar a pôr o pára-vento direito,mas achei que era melhor estar quieta.

peguei nas pedras da praia ( em crianças davamos o nome de  jogas) endiretei-o e com uma delas "martelei" os suportes. ficou bem, finalmente.

se alguém estivesse por perto diria que eu era tola. se bem que os telemóveis desta geração mudaram o conceito de tolo/doido, uma vez que falar sozinha na rua já ninguém  interpreta mal, é vulgar falar ao telemóvel, por isso poderiam pensar que eu estava a falar com alguém.

consegui ler alguma coisa, mas às 12horas o vento ficou mais forte, levantava-se muita a areia, por volta das 13:30h, saí da praia.

uma família almoçava de prato e talher, os pára-ventos e os guarda-sóis, seriam três, protegia-os.

sinceramente, não consigo comer com o vento, em vez de sandes com queijo, seria sandes com areia.

assim como a areia colada ao corpo,sentia-me um panado por fritar.

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fui espreitar a praia de Ofir. a não ser uma outra barraca ocupada,a praia estava deserta, pois claro,com a nortada que fazia. mas as esplanadas estavam cheias.

depois, e porque deixara o carro a cerca de 600m desta praia, junto áescola de surf, um grupo de jovens que andaria pelos 14anos, alguns com as máscaras colocadas, estavam junto a um contentor do lixo. o que se passou foi que uma das jovens queria abrir o tampo do contentor ( infelizmente estão sempre nojentas, as câmaras não se preocupam em  mandar lavaá-los) até que conseguiu abrir para pôr a máscara, só que esta fugiu com o vento. a miúda correu a apanhá-la e, entretanto,uma das amigas empurrou o tampo para cima e ela lançou a máscara para dentro antes que o vento fizesse, de novo, das suas.

fiquei contente de ver este gesto. os adolescentes ainda dão alguns exemplos de cidadania aos mais velhos.

meti por um caminho no meio do pinhal que vai dar a uma arriba da praia, queria fotografar a capelinha que está no cume de um pequeno monte. um grupo de crianças  de um ATL fazia piquenique, uma algazarra de vozes alegravam aquele bocado de pinhal.

não sei o nome da capelinha, sei que há uma romaria em Agosto.

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segui para Braga, ansiosa por tomar um duche e tirar a areia que trazia colada ao corpo.

foi um dia que nem corrreu mal.apesar da nortada, consegui estar 2h30 na praia e ler umas quantas páginas do livro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

um espectáculo lindo!

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Saímos de Braga no final da tarde,  o jantar era em Esposende, queríamos ver o pôr-do-sol.

Jantávamos na esplanada, a brisa era fresca, o céu estava a ficar com nuvens, pensei que não iríamos ter o sol para fotografar

E de repente, saíamos do restaurante, levanta-se um vento forte, as ondas do mar agitaram-se, uma nuvem negra, estreita e comprida ameaçou aquele pedaço de céu. Os toldos agitaram-se , os guarda-sóis tombaram, as pessoas levantaram-se das mesas. Este cenário durou quatro,cinco minutos. Eu dizia que parecia um tornado ( que seria).

Conta paga, fomos para o carro, metemos por Ofir, estava mais calmo. O céu tinha váriras cores,lindíssimas,.

Atravessávamos aponte,  o horizonte em tons de amarelo, eu conduzia, pedi às minhas amigas que tirassem forografias.

Decidi virar para Ofir, queria fotografar o espectáculo que se nos apresentava.

Telemóveis na mão, acima as minhas fotografias, em baixo as das minhas amigas.

da câmara da N ( uma boa câmera, uma boa fotografia)

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da câmara da M

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no norte é de nortada

decidi passar três horas na praia, tinha de regressar cedo, tinha compromissos de tarde. 

chega-se lá, está nublado, embora a temperatura seja agradável.

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há crianças (ATL???) que brincam na praia

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o Sol afasta as nuvens, o mar está sereno, aproveita-se para o bronze, o livro é a companhia.

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dá-se um passeio pela beira-mar

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às 13 horas, e raramente falha, o vento passa a Norte, e meia hora depois, a nortada leva-nos a sair da praia,caso não se tenha o pára-vento.

foi o que aconteceu hoje: às 13:30h, saí da praia, passei pelo mercado de Apúlia para comprar legumes.

fui comer um gelado e tomar o café, estive na esplanada, não mais de vinte minutos,tenho os braços um pouco queimados.

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saí desta praia por uma estrada diferente, de repente, vi-as.

parei o carro por segundos e tirei a fotografia.

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às 14h30, entrei na auto-estrada, sentia-se o calor.

aproveitar a praia sem vento, só de manhã, porque de tarde, o norte é de nortada.

 

 

 

frio glacial?!

Fui à consulta anual de oftalmologia, no Hospital da Luz.

Numa mensagem que recebera, o utente não precisa de ir ao balcão principal, vai directaente à especialidade onde, no pequeno balcão da sala de espera, duas funcionárias fazem o serviço.

Pensei que seria rápido, mas não é. Além de a sala estar completamente cheia de utentes, forma-se uma razoável fila de espera, juntam-se os médicos que vêm ao balcão dar alguma instrução às funcionárias e/ou chamar o utente para a consulta.

Fui chamada com uma hora de atraso ( o normal, neste serviço). Azar meu esqueci-me de levar o livro  que leio actualmente.

Vale a simpatia do médico, que me trata por tu, que comentou que continuo elegante, que fui operada há nove anos,  já me conhece desde então, que o tempo passa depressa ( se passa!).

Examinou os olhos, estão bem, mas apesar de há um ano ter feito exames completos, achou que devia fazer novo exame às células, voltei para a sala de espera, estive mais trinta minutos à espera. Feitos estes, seria chamada para o médico comunicar-me o resultado, passaram outros trinta minutos. 

Entrei de novo, nada há que se tivesse alterado, despediu-se com um beijinho e: "vemo-nos dentro de um ano"

À saída, e verificando que as funcionárias do serviço também fazem a cobrança das consultas, não me apeteceu esperar, agora na fila mais pequena, desci e fui ao balcão  principal, que não tinha ninguém.

Hora de almoçar, o bar da praia estava fechado, o céu ora estava azul, ora as nuvens escondiam o sol, o vento norte era muito forte e frio. Desci à praia, por minutos.

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Antes de regressar a casa, ainda passei por Apúlia para comprar legumes frescos e flores.

No rádio do carro as notícias informavam que uma massa de ar frio e o vento forte faziam descer a temperatura aos 0º, prevendo-se queda de neve para Bragança. "Ou oito, ou oitenta", murmurei.

À medida que me aproximava da cidade, as nuvens escuras ameaçavam chuva e o vento continuava muito forte. Passei no horto, comprei amores e avenca.

No regresso a casa, uma carga de água fez-me o favor de tirar o pó do carro, que muito precisa de uma boa lavagem.

Em casa, calcei  umas meias quentes, que comprei recentemente, o frio chegou e parece que é para ficar.

 

 

 

 

 

 

 

que ela venha, a chuva

Ontem, para oeste as nuvens cinzentas e escuras davam a entender a ameaça de chuva, e que era bem-vinda.

Mas por cá, o tempo estava seco e abafado. 

Hoje de manhã, as nuvens que encobriam o sol deixaram cair por terra a ideia da vinda da chuva.

O calor continua, o corpo fica entorpecido, não apetece fazer nada.

Fui ver a meteorologia.

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 .

Mas a cor cinza do céu, é agora  de fumo  dos incêndios e que o vento traz para o centro. Nem o Monte de Santa Marta das Cortiças se vê.

A ser verdadeira esta previsão, que a chuva venha, não em cargas fortes capazes provocar enxurradas, mas certa, contínua e se possível durante muitos dias.

 

 

 

nortada na praia

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que não tinha os muitos banhistas de Agosto, havia espaço para as toalhas, os tapa-ventos e os guarda-sois.

As ondas do mar traziam as infinitas algas que se depositavam na praia. 

Estive duas horas, sentada, a ler, até que, por volta das 13h, hora que o vento norte soprava com mais intensidade e a areia fina colava-se ao corpo, decidi deixar a praia.

Mais  quatro dias de nortada, e o vento muda.