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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

frio glacial?!

Maria Araújo, 27.10.18

Fui à consulta anual de oftalmologia, no Hospital da Luz.

Numa mensagem que recebera, o utente não precisa de ir ao balcão principal, vai directaente à especialidade onde, no pequeno balcão da sala de espera, duas funcionárias fazem o serviço.

Pensei que seria rápido, mas não é. Além de a sala estar completamente cheia de utentes, forma-se uma razoável fila de espera, juntam-se os médicos que vêm ao balcão dar alguma instrução às funcionárias e/ou chamar o utente para a consulta.

Fui chamada com uma hora de atraso ( o normal, neste serviço). Azar meu esqueci-me de levar o livro  que leio actualmente.

Vale a simpatia do médico, que me trata por tu, que comentou que continuo elegante, que fui operada há nove anos,  já me conhece desde então, que o tempo passa depressa ( se passa!).

Examinou os olhos, estão bem, mas apesar de há um ano ter feito exames completos, achou que devia fazer novo exame às células, voltei para a sala de espera, estive mais trinta minutos à espera. Feitos estes, seria chamada para o médico comunicar-me o resultado, passaram outros trinta minutos. 

Entrei de novo, nada há que se tivesse alterado, despediu-se com um beijinho e: "vemo-nos dentro de um ano"

À saída, e verificando que as funcionárias do serviço também fazem a cobrança das consultas, não me apeteceu esperar, agora na fila mais pequena, desci e fui ao balcão  principal, que não tinha ninguém.

Hora de almoçar, o bar da praia estava fechado, o céu ora estava azul, ora as nuvens escondiam o sol, o vento norte era muito forte e frio. Desci à praia, por minutos.

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Antes de regressar a casa, ainda passei por Apúlia para comprar legumes frescos e flores.

No rádio do carro as notícias informavam que uma massa de ar frio e o vento forte faziam descer a temperatura aos 0º, prevendo-se queda de neve para Bragança. "Ou oito, ou oitenta", murmurei.

À medida que me aproximava da cidade, as nuvens escuras ameaçavam chuva e o vento continuava muito forte. Passei no horto, comprei amores e avenca.

No regresso a casa, uma carga de água fez-me o favor de tirar o pó do carro, que muito precisa de uma boa lavagem.

Em casa, calcei  umas meias quentes, que comprei recentemente, o frio chegou e parece que é para ficar.

 

 

 

 

 

 

 

que ela venha, a chuva

Maria Araújo, 15.10.17

Ontem, para oeste as nuvens cinzentas e escuras davam a entender a ameaça de chuva, e que era bem-vinda.

Mas por cá, o tempo estava seco e abafado. 

Hoje de manhã, as nuvens que encobriam o sol deixaram cair por terra a ideia da vinda da chuva.

O calor continua, o corpo fica entorpecido, não apetece fazer nada.

Fui ver a meteorologia.

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 .

Mas a cor cinza do céu, é agora  de fumo  dos incêndios e que o vento traz para o centro. Nem o Monte de Santa Marta das Cortiças se vê.

A ser verdadeira esta previsão, que a chuva venha, não em cargas fortes capazes provocar enxurradas, mas certa, contínua e se possível durante muitos dias.

 

 

 

nortada na praia

Maria Araújo, 05.08.17

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que não tinha os muitos banhistas de Agosto, havia espaço para as toalhas, os tapa-ventos e os guarda-sois.

As ondas do mar traziam as infinitas algas que se depositavam na praia. 

Estive duas horas, sentada, a ler, até que, por volta das 13h, hora que o vento norte soprava com mais intensidade e a areia fina colava-se ao corpo, decidi deixar a praia.

Mais  quatro dias de nortada, e o vento muda.