Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

cantinho da casa

cantinho da casa

50.º aniversário do Dia Mundial do Meio Ambiente.

Hoje, 5 de Junho, assinala-se o Dia Mundial do Ambiente.

ambiente.jpg

captura de imagem daqui

No Instagram, sigo este fotógrafo) já escrevi sobre ele há algum tempo) em que na foto publicada refere  os desperdícios industriais e de plástico que enchem os quatro rios que circundam a divisão (província) de Daca, e em Novembro de 2022 foram encontrados 30 000 toneladas de plástico, metade das quais no rio da capital, o Buriganga.

IMG_20230605_172150.jpg

 

E a propósito desta foto, encontrei um vídeo que alerta para a hora de agir pelo ambiente que, infelizmente, há anos que se fala, se discute, fazem-se manifestações, mas os governos, e todos nós vamos adiando, como se o planeta aguente mais um pouco.

A propósito deste dia, na  página de Instagram do Mercado da minha cidade, dá algumas dicas de como poupar no plástico.Mas há muito mais a fazer, porque quem lá vai, serve-se de um saco de plástico que o vendedor tem disponível para cada compra que faz. É um desperdício!

 

 

IMG_20230605_171340.jpg

Há pelo menos 3 anos que levo os meus sacos de plástico quando vou às compras ao mercado.

Tenho uma caixa com sacos para congelamento que depois de usados, lavo-os, seco-os, e levo-os para comprar os legumes.

Quando não têm utilização, vão para a reciclagem.

Quanto aos produtos a granel, sigo os passos que a minha mãe me ensinou, até porque ia sempre com ela ao mercado fazer as compras para toda a semana, era eu uma menina: compro produtos a granel. 

Cozinho-os,divido em doses e congelo.

Assim como os legumes: bróculos, couve-flor, hortaliça, feijão verde, ervilhas, pimento e o tomate muito maduro que depois de lavado e dividido em doses, uso para todo o ano. Aqui em casa já passou o tempo do concentrado de tomate.

 

 

Pantanal

Gosto de ver a novela da SIC, embora passe um pouco tarde, deixo a gravar quando tenho de me levantar cedo no dia seguinte.

Ora, a propósito de uma fotografia e dos vários vídeos que recebi da sobrinha que anda a viajar com o marido e os  filhos por Mato Grosso, agora pelo Pantanal, pensei que aquela onça que aparece na novela fosse alguma montagem, e que este felino estivesse em extinção. Mas estava enganada, não estão em extinção e viram várias. E soube que são as maiores do mundo.

Estavam fascinados com as onças, e eu vi-as no vídeo.

E como seria de esperar, a fotografia de uma delas.

Fiquei encantada.

 

IMG_20220704_194711.jpg

 

 

sardas falsas

Há dias,a minha irmã falou-me das minhas sardas, das muitas que já tive mas  que, com o decorrer dos anos e os cremes que usei e uso, além dos cuidados com o sol, nas estações frias são menos evidentes, aumentam no verão, e de como gosta de as ver no meu rosto.

Na minha adolescência, muitas colegas da escola as invejavam.

Ah! A Irene! Tinha o dobro das minhas.

Talvez fossemos  as únicas da escola com sardas.

Uma bela altura, as sardas foram moda e como não havia nada a fazer para quem as queria, com um marcador fino,  castanho, faziam pintinhas no rosto.

As celebridades estão a usá-las, voltou a moda.

img_828x523$2022_03_31_17_12_37_303031.jpg

Os tempos são outros, tudo se inventa no que àmaquilhagem do rosto diz respeito, e, por isso, já não são só os marcadores que vingam.

De Miranda by Sapo, o vídeo:

 

 

 

 

2% de vida não é 0%

2% de vida é alguma coisa.

Perder um familiar, um amigo, alguém com quem nos relacionamos virtualmente, e o tempo nos leva a conhecermo-nos, darmos lindos passeios, sentarmo-nos à mesa num convívio sincero e descontraído, constrói-se uma linda amizade.

Quando a doença vem, sabendo que as hipóteses de viver são infímas, a dor é imensurável.

Perder uma pessoa jovem que sofreu de cancro, sendo ela desconhecida para nós, lê-se uma notícia, vai-se espreitar  quem é, ouve-se  uma voz pura, verdadeira, que diz que 2% de vida não é zero por cento, 2% de vida é alguma coisa, dói. Dói por ela, dói por quem não temos cá, dói porque a qualquer momento bate-nos à porta.

Grandes lições de luta e de vida aprendemos nós ( eu aprendo) de quem sofreu, e sofre de cancro.

Doeu-me ler a notícia e ouvir o original de "Nightbirde" , a linda voz que partiu aos 31 anos de vida.

 

"quando regressardes, lembrai-vos que...

sois os meus convidados, não os meus mestres."

Certamente que este vídeo é conhecido, foi publicado durante a pandemia de 2020, vídeo este de um autor desconhecido, e que hoje, em Portugal, e em muitos cantos do mundo onde o vírus está a infectar e matar milhares de pessoas, vem a propósito de que este texto é a lição que podíamos tirar do que a natureza nos quer dizer há muitos anos.

Ela sabe o que faz, e mais cedo ou mais tarde viríamos a sofrer as consequências do mal que lhe fazemos.

 

já Era!

bananeiro-1.jpg

todos  os anos, no dia de Ceia de Natal, no Centro Histórico desta cidade, há o encontro dos amigos, dos familiares, dos conhecidos, dos estrangeiros, de gerações que se encontram no Centro Histórico para beberem o Moscatel e comerem a banana.

Uma tradição ( a história aqui) que começou há muitos anos, o meu falecido cunhado, e os amigos, foi a segunda geração a dar continuidade a este encontro.

Cada ano que passava levava-se um amigo, e o amigo deste, depois vieram os jovens do Erasmus, os turistas e até aos dias de hoje que geraram uma multidão que passou além fronteiras.

É, também, ao fim-de-semana que os amantes da bicicleta procuram esta casa, ao final da manhã, para recuperarem as energia...porque eu vejo-os quando vou dar a minha volta pelo centro.

Ora, este ano, com o coronavírus a impedir ajuntamentos, festas, celebrações de cariz religioso, até ao passado dia 18, era  de conhecimento que a casa ia estar aberta neste dia.

Com as novas medidas, a autarquia implemementou outras, locais, de modo a evitar ajuntamentos, sobretudo nas esplanadas abertas, cobertas e fechadas em todo o Centro Histórico, acrescentando que  "A tradição do Bananeiro ou tudo o que a ela se assemelhe, este ano, não será admitida”.

Acredito que o estabelecimento estará aberto,como é habitual,no dia 24, até às 13h.

A PSP estará pelo Centro Histórico a controlar quem anda na rua, e a impedir ajuntamentos, mas que não vai faltar quem passe lá e beba o  Moscatel, garanto que vai haver.

Veio a propósito este assunto, uma brincadeira que a Imobiliária Era publicou no Instagram, que consiste em sabermos quem somos nós no Natal.

Uma característica psicológica é associado ao mês em que nascemos, e uma palavra, um acção, um lugar, um objecto, um doce, todos estes relacionados com o Natal, ao dia que nascemos.

Gostei do que vi, tratei de procurar a característica que me definia: "empolgada" .

Pois bem, no dia de nascimento estava lá o Bananeiro.

Desde 2008 que o Natal é em minha casa, uns anos com toda família ( seria este o ano), outros com metade, quando os sobrinhos vão aos sogros, pelo que nem sempre vou ao Bananeiro neste dia,tudo depende do tempo que estou na cozinha a fritar as rabanadas e os bolinhos de jerimum.

Mas é verdade que fico empolgada para ir ao Bananeiro, não pelo Moscatel e pela Banana, mas porque é lá que encontro e vejo pessoas que  há muito anos deixei de ver, pelo ambiente de festa, de risos, de alegria, de brindar  à saúde, à amizade, à família.

Então, este ano, o Bananeiro, já ERA!

casa-das-bananas.jpg

Não há Moscatel, nem banana, na tarde do dia 24, mas todos nós podemos celebrar o dia recordando os anos anteriores. 

E vendo o vídeo, "encontrei" um amigo que não vejo há mais de um ano, a quem vou enviar por e-mail, pois certamente não imagina que em 2018 apareceu aqui.

 

era.jpg