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Seja no telemóvel, seja no PC, tenho o hábito de ver as estastísticas, mas raramente espreito as páginas mais visitadas e a origem das visitas.
Hoje de manhã, no telemóvel, enquanto tomava o café no bar do ginásio, o scroll foi mais abaixo e reparei nisto:

"A que propósito escrevi eu este post?!", pensei.
Mas a coincidência foi que, ontem, no zapping pelos canais fixei-me no programa da RTP1, que de quando em vez vejo, " Em Casa de Amália".
Achei estranho estar presente o Professor Júlio Machado Vaz, que muito admirava ver e ouvir os seus programas na RTP.

A canção que ouvi, "Ó Zé Aperta o Laço" interpretada por uma cantora que não sei quem é, e que me fez recordar a minha mãe, que gostava e cantava as canções de Maria Clara, especialmente esta.
O tema da tertúlia era a mãe do ProfessorJúlio Machado Vaz.
Fui ver o link.
E foi então que percebi por que estava o Professor neste programa.
Não me lembrava, de todo, que é filho da cantora Maria Clara.
A canção que quero lembrar,de novo, no post que escrevi em 2015.
que não ligava o PC, e como tem vindo a acontecer há mais de um ano, o relógio e a data ficam desactualizados, é preciso ir às definições para sincronizá-las.
Liguei-o há 15minutos, são 15h30 e neste momento ele marca dia 15,10h43.
E eu não sei o que fez com que istoacontecesse.
Mas também deixei de me preocupar, precisamente porque ando ocupada e à noite não gosto de o ligar .
O telemóvel serve para pequenos textos ou imagens, mas também anda a falhar, está com três anos, e a bateria prega-me partidas.
Quando for de vez, compro outro.
Aproveitando que hoje é dia de " uma música", cá vai:
de 1993
com trinta anos.
e os belos tempos de discoteca
com trinta anos.
Vi num reels, no Instagram, algumas canções que fazem 30 anos que foram editadas.
Escolhi esta para hoje, canção que adoro e anima qualquer festa ou sunset que se vá.
( Para a semana há mais)
“a história de Freddie Mercury é contada em paralelo com as experiências daqueles que testaram positivo para o VIH e perderam entes queridos durante o mesmo período. Médicos, sobreviventes e defensores dos direitos humanos (…) relatam a intensidade de viver durante a pandemia de sida e o pânico moral que provocou”
Há uma semana, vi, na RTP2, o documentário sobre os últimos dias de vida de Fredide Mercury, e o espectáculo realizado em 1992, em sua homenagem, que a banda organizou em Wembley, coa a participação de cantores e bandas mais conhecidos da música de então.
George Michael, com a canção" Somebody to Love You"
ainda em modo Maria Makeba