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cantinho da casa

cantinho da casa

Qui | 14.12.17

quatro toques, quatro números

Maria Araújo
Há três dias, hora de almoçar, toca o  telemóvel, um número que não faz parte dos meus contactos, decidi atender. A voz de uma jovem perguntava-me se podia responder a um questionário. "Se não demorar muito", respondi, arrependida de ter atendido. Respondi a pouco mais de cinco perguntas. No final, perguntou-me o primeiro e último nomes, respondi com o penúltimo nome; a idade, o número do agregado familiar, que inventei, enfim, estas questões que me deixam fora de mim. Agradec (...)
Ter | 21.03.17

13:05h

Maria Araújo
Escuto a campainha da porta do prédio. Pelo intercomunicador pergunto "sim?" ( meu jeito de perguntar quem é). Percebi que era o carteiro, abri a porta.  Fui para a cozinha, estava a fazer o almoço. Dois minutos depois, a campainha da porta cá de cima, que tem um toque diferente, levou-me a pensar que o carteiro teria alguma coisa para entregar em mãos. E abri a porta. Surge-me um homem com cerca de 30 anos. Trazia uma identificação presa ao bolso do casaco que vestia, mas não (...)
Qua | 16.04.14

passo-me

Maria Araújo
quando estamos na aula de Pilates e, de repente, toca um telemóvel ( não é permitido para estas aulas que exigem concentração) uma , duas, três vezes. a dona(o) não se mexe. o toque incomoda... á terceira vez, o professor aproxima -se da pessoa(neste caso , uma jovem) e pede-lhe para desligá-lo. se toda(os) sabem que não é permitido levá-los para a aula, se há cacifos para guardarem os seus pertences, por que razão quebram as regras? estas pessoas não enxergam?           (...)
Qui | 01.08.13

Ele há cada uma!

Maria Araújo
Este prédio tem dois toques diferentes da campainha. Um mais forte se alguém toca da porta do prédio, o outro, mais grave, para cada um dos apartamentos. E são iguais para todos os andares. Há um intercomunicador para a porta do prédio. 21:40h, fui fechar os estores. A campainha da minha porta toca. Não abri a porta e perguntei de dentro "quem é?" Responde-me uma voz forte de homem. Não entendi o que ele dizia e ao mesmo tempo que espreitava pelo óculo, perguntei: "O que deseja?" (...)