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cantinho da casa

cantinho da casa

continuo sem poder fazer chamadas.

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aqui, pedi a portabilidade à operadora de origem, enviei para a nova.

há uma chamada com uma proposta muito boa, dá-me o texto do decreto-lei de portabilidade que, de imediato, enviei para a nova,  para voltar para esta.

a outra não teria lido o e-mail, ou ignorou para ver se "colava", o tempo passava, e contactos,nada!

fui à loja de origem, o número já não constava no registo.

fui à loja da nova ( uma jovem muito simpática informou-me que a portabilidade tinha sido feita nessa manhã: anteontem)

depois de explicar que tinha uma proposta melhor na origem, pedi o CVP para nova portabilidade.

quando passei, de naque sempre fora a minha operadora, não percebiam nada do que se passava, nem sequer a proposta que me foi feita. 

após nova explicação do que se passou, foi então que me foi dito que teria de inserir o cartão da nova operadora, porque esta tinha a portabilidade, que visse se tinha uma mensagem. e que alguém da iria ligar-me nesse dia.

assim fiz.

a portabilidade fora feita, sim,mas teria de registar o novo cartão na aplicação, com certeza que teria de carregar o cartão. eu não o fiz.

e recebi a chamada da minha operadora.

finalmente, ia resolver este imbróglio!

forneci o CVP da nova operadora. fui informada que levaria cerca de 48h a submeter o pedido de portabilidade.

ontem,  de recebi uma SMS que diz que a mesma será submetida hoje, e que devo esperar uma mensagem da operadora anterior.

e andei eu da loja  "x" para loja "y" a resolver um assunto que poderia ter sido feito por telefone, mas... não podia fazer chamadas porque não tinha rede móvel.

contactos só no whatsapp, no wifi de casa.

e eu contiunuo à espera que entre a sms a informar que foi feita a portabilidade, para que eu possa então tirar este cartão e pôr o novo, que recebi na segunda-feira passada.

para as operadoras, tudo é rápido quando se trata de aliciar o cliente.

e entretanto, já passou uma semana.

confuso, não é?

é!

coisas do meu dia

em Janeiro, já se previa o confinamento, fora ao cemitério pôr flores decorativas, não plásticas,que tinha em casa.

ontem, com o primeiro dia do desconfinamento para as creches e escola do 1º ciclo, pensei que talvez o cemitério estivesse aberto, fui ver ao google, e sim,confirmava.

quando lá cheguei, as flores estavam intactas, não desbotara a cor

mas este post é para contar o seguinte:

estava na campa dos meus avós, mais à frente, umas mulheres de etnia cigana limpavam a campa dos seus familiares, comentavam que o cemitério não devia ter fechado, e tal.

estava eu a encher o balde com água, reparei que as duas mais velhas estavam à procura de alguma coisa no caixote do lixo.

ouvi-as comentar qualquer coisa, mas  não liguei.

 voltararam à campa, até que a mais velha  diz-me que a neta perdera o telemóvel e que teria sido ali pela beira da torneira, assim como dez euros que ela os vira e apanhara, mas o telemóvel não.

eu comentei que se alguém levasse o telemóvel também levava o dinheiro, que procurasse melhor ou que perguntasse  se ela teria deixadoi o telemóvel em casa ou no carro.

ela respondeu que a neta tinha a certeza que o trouxera, e comentou que ela viera de táxi.

decidi ajudar a mulher perguntei se sabia o número de cor que ligava, talvez o taxista desse pelo telemóvel e atendesse.

mas ninguém atendeu

ela agradeceu, desejou-me muita saúde, e foi para junto dos familiares.

de repente, ela aproximou-se e pediu-me se lhe fazia um favor

resposta afirmativa minha, pediu-me  que fizesse uma chamada, que a pagava

deu-me um número, alguém atendeu, pergunto se era para falar com ela

respondeu que sim, passei-lhe o telemóvel para a mão.

falou algo que não percebi nada, não demorou mais de trinta segundos, entregou-me o telemóvel e agradeceu.

fui às outras campas dos meus familiares e ,quando estava de saída, passei perto,vi -a e perguntei se sabia alguma coisa do telemóvel.

respondeu-me:"o telemóvel apareceu, está na florista".

dei o bom.dia e saí.

na ida à campa dosmeus familiares, e para prevenção, guardei os dois números para onde ela tinha ligado:
1º "cigana do cemitério que perdeu o telemóvel

2º  " chamada  que a cigana fez"

e porque guardei estes números?
porque se me ligassem,sabia com quem estava a falar.

apagá-los-ei mais para a frente.

 

 

 

 

a crise ainda não chegou à cidade

Várias  vezes num mês, e esta semana assim aconteceu, recebo chamadas de uma menina que me pergunta se conheço alguém que queira vender ou comprar casa:" Apesar da pandemia, ainda temos clientes que procuram casas para comprar ou vender. Gostaria de saber se conhece alguém que esteja interessado na compra ou venda da sua""

A minha resposta é " Não conheço ninguém".
Desejando votos de feliz Natal, Páscoa e/ou outra festa, recebo sempre uma SMS .

Aqui está a confirmação das chamadas que recebo.

 

 

 

# fique em casa 12

publicado no post anterior, desafio dos pássaros, a meio da tarde  recebi uma chamada de um número que não faz parte dos meus contactos. Não costumo atender,mas como recentemente o telemóvel desligava-se e foi de novo formatado, perdi alguns contactos,  resolvi atender.

A pessoa foi directa a dizer o meu nome,não reconheci a voz, perguntei quem falava.

Ela estranhou a minha pergunta, até que a voz soou a alguém que não ouvia há muito,muito tempo.

Gostei de a ouvir? Sim.

Gostei de alimentar a conversa ?Não.

Por que a ouvi durante 1h20m? Porque já foi uma amiga e não é mais há uns anos. Mas por algum  respeito que ainda tenho por ela,ouvi-a.

E porque tão cedo não volto a ouvi-la...espero eu.

 

 

 

não há paciência!

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Estamos vários utentes na sala de espera do hospital, para exames, uma mulher fala muito alto ao telemóvel com o alta voz ligado.

Ouve-se a pessoa do outro lado que  até um f°&@ -se ouvimos.

Porque o  vestido fica bem com os sapatos, porque isto e aquilo, sempre a repetir as mesma coisas, até que diz:

"Olha estou aqui no hospital à espera de entrar para fazer o exame. Estão muitas pessoas à espera.

Olha perdi uma nota de cinco euros. Não sei onde caiu. Já viste, perder uma nota? Uma vez perdi dinheiro, andamos eu (...) por toda a cidade à procura do dinheiro."

Uma jovem que estava a meu lado, viu-me estender a cabeça para ver quem era a pessoinha que falava tão alto.

E sorriu.

Apeteceu-me chamar a mulher a atenção que devia falar mais baixo, estava num hospital, onde devemos falar num tom de voz baixo.

Mas poderia receber uma resposta mal educada, fiquei na minha a escrever este post. 

Incomodava-me, e penso que a quem estava ali. 

Volta à carga com os cinco euros:

" Já viste, perder cinco euros?! Eu paguei os exames, tinha o dinheiro. Estava embrulhado com umas notas de dez,   deve ter caído quando o guardei no porta-moedas. Olha, pelo menos que fosse um pobre a encontrar o dinheiro"

E repetia " que fosse um pobre a encontrar o dinheiro".

Fui chamada para fazer o exame, não ouvi mais nada.

 

 

chamadas "sem nome"

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Ontem, fui buscar o sobrinho neto ao colégio, e como o tempo é de sol, levei o carro de bebé. Também queria levá-lo a ver a iluminação de Natal.

Seguia tranquilamente o meu caminho, uma senhora pôs-se ao meu lado, acompanhando o meu passo, comentou comigo:

- Chamadas sem nome, que nervos!

Olhei para ela, não disse nada. Não era comigo, estaria a resmungar alto e para si própria.

E continuou:

- Chamadas sem nome, apetece deitar o telemóvel para o chão. Havia de ser proibido fazer chamadas sem nome.

Sorri sem nada dizer. Acho que esperava um comentário meu, que não aconteceu.

- Porque fazem chamadas sem nome? Devia ser proibido. 

Estuguei o passo, não era nada comigo, atravessei a rua, não fiz qualquer comentário.

Ficou para trás.

Ouvi-a resmungar.

 

telemóvel avariado!

Marcara, para hoje, uma massagem reafirmante que recebera de presente no outono passado (as Termas fecham entre Dezembro e Fevereiro), saí de manhã cedo em direcção às Termas de Cadelas.

Da cercival até aos dedos das mãos e dos pés, costas e ventre, foram 40 minutos deliciosos, que vou repetir, muito em breve.

No regresso, passei pelo Ikea, fiz o meu passeio pela loja, comprei umas coisas que precisava (há outras que já tenho em mente comprar, mas alguém tem de ajudar-me a carregar, também porque vou pintar o escritório, depois da Páscoa, vai ser tudo a seu tempo), enquanto via as novidades, o telemóvel tocou , um familiar precisava falar comigo. A conversa foi rápida.

Compras feitas, pego no telemóvel para ver mensagens de whatsapp e espreitar o Sapo blogs, a imagem desaparecia.

Após várias tentativas, guardei-o na mala.

Quando já almoçava, tentando novamente ir à internat, o telemóvel não dava sinal de si. Nem sequer ligava.

Trouxe as compras a casa.

Com a garantia do aparelho, fui à loja.

Atendeu-me uma miúda muito simpática mas que não gostei de a ver com a chiquelete na boa. É feio.  E

O telemóvel vai para a marca.

Embora soubesse a resposta que a funcionária ia dar, perguntei se não tinha um de susbtituição: " Não temos telemóveis para emprestar".

Comentei que deviam estar preparados para isto, ela repetiu que não têm telemóveis, ao que respondi que " deviam ter telemóveis para emprestar ao cliente, este pagaria uma caução que seria devolvida se o aparelho fosse entregue em boas condições, quando o procedesse ao levantamento do seu telemóvel".

E vim para casa sem nada, tenho um velhinho que já não sei como funciona.

Vou buscar o meu sobrinho neto bebé ao colégio, e acabar a tarde com um passeio pelo centro da cidade, com ele e a mãe, que está prestes a sair do trabalho.

Rendeu bem este dia quente de Primavera. Com estas temperaturas, já apetece fazer praia.

Bom fim-de-semana.  

 

 

 

 

 

 

 

um telefonema

9h20  toca o telemóvel, um número que desconheço, mas atendo. 

Voz de um homem:

- Bom dia, peço desculpa mas ligou para este número.

Eu -  Eu não, e desconheço-o, certamente que o senhor está enganado.

Ele - Ah, mas aqui diz loja. A senhora não ligou mesmo? 

Eu - Loja?!

Ele - O nome PVL não lhe diz nada? 

Eu - Sim,  trabalhei uns anos por aí, mas agora não.

Ele - Ah! Por acaso, o nome A não lhe diz nada?

Eu - Sim, mas... Desculpe, diga-me o seu apelido.

Ele - V

Eu - Ó A, sou a L ( risos).

Ele - Ah!  És tu? Sabes que tenho um registo com o nome loja e não sabia o que era isto, e como não associei a nada, liguei.

O que aconteceu, de certeza,  foi ter-me enganado a registar o teu nome. Olha, temos de combinar um jantar. E brevemente encontramo-nos no habitual jantar  ( que não vou) de Natal.

E depois de uma risada via telemóvel, porque nenhum de nós reconheceu a voz, despedimo-nos até ao próximo jantar de grupo ( que ele raramente vai).

 

confirmou-se

o telemóvel ficou na casa da praia, pedi à recepcionista o favor de o desligar.

Quarta ou quinta-feira, com os dias de calor que vêm neste início de Agosto, a massa de ar quente continental fará subir a temperatura até aos 37º, algo raro em Esposende, decidido está irmos à praia, vou buscá-lo.

Eu tenho telefone fixo, mas parece-me que há quem o tenha avariado há muito tempo e não se dê à canseira de chamar o técnico. 

Fico possessa. E protesto.

Quando estou em casa, prefiro usar o fixo, mas há  familiares que são dependentes do telemóvel que até já comentaram comigo que quando o telefone toca, dizem que sou eu, por que só eu o uso.

Agora, falta saber até que ponto o telemóvel vai fazer-me falta.

Não estou preocupada.