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um telefonema

por Maria Araújo, em 05.12.18

9h20  toca o telemóvel, um número que desconheço, mas atendo. 

Voz de um homem:

- Bom dia, peço desculpa mas ligou para este número.

Eu -  Eu não, e desconheço-o, certamente que o senhor está enganado.

Ele - Ah, mas aqui diz loja. A senhora não ligou mesmo? 

Eu - Loja?!

Ele - O nome PVL não lhe diz nada? 

Eu - Sim,  trabalhei uns anos por aí, mas agora não.

Ele - Ah! Por acaso, o nome A não lhe diz nada?

Eu - Sim, mas... Desculpe, diga-me o seu apelido.

Ele - V

Eu - Ó A, sou a L ( risos).

Ele - Ah!  És tu? Sabes que tenho um registo com o nome loja e não sabia o que era isto, e como não associei a nada, liguei.

O que aconteceu, de certeza,  foi ter-me enganado a registar o teu nome. Olha, temos de combinar um jantar. E brevemente encontramo-nos no habitual jantar  ( que não vou) de Natal.

E depois de uma risada via telemóvel, porque nenhum de nós reconheceu a voz, despedimo-nos até ao próximo jantar de grupo ( que ele raramente vai).

 

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telefonema inesperado

por Maria Araújo, em 10.10.18

Dentro de 6 horas, vou no comboio urbano para o Porto  e apanhar o comboio Alfa das 9:40h com destino a Lisboa.

Da clínica, é habitual ligarem a confirmar a minha presença na(s) consulta(s).

A consulta está marcada desde Abril, ainda não tinha recebido a chamada, antecipei-me, liguei ontem.

Tudo confirmado.

Estava a preparar as coisas para a viagem, às 22:25h toca o telemóvel.

O número era da clínica. Achei estranho, nunca me ligaram à noite.

A primeira consulta não era possível tê-la, a segunda mantém-se, perguntava a senhora se era possível marcar outra data ou aceitava que outro médico fizesse o tratamento.

Óbvio que não iria noutra data, para isso vou ao Porto, aceitei a segunda proposta.

Mas havia um senão. A única hora disponível era às 12h30, hora que chego a Lisboa.

Tentei que ela percebesse que já tinha bilhete comprado há dias, que não posso perder dinheiro da viagem ( e a consulta é cara) pelo que pedi que avisasse a médica que esperasse 15 minutos (a maioria das vezes entro para a consulta cerca de 20/30 minutos depois da hora marcada) logo que desembarcar, apanho um táxi.

Ficou combinado.

Depois terei de esperar pela consulta das 15h (vou arriscar na recepção que contatem a assistente e que veja a hipótese de o médico antecipar a consulta...esta é apenas para confirmar se tudo está bem, e eu sei que sim.São cinco minutos).

Desde 2007 que ando por lá, nunca tal coisa aconteceu.

 

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consulta marcada

por Maria Araújo, em 22.09.17

Depois deste post de ontem, e disposta a prescindir da aula que tão bem me faz , às 9h30 peguei no telefone e liguei para o hospital.

Trinta segundos de espera, atendem , passam a chamada para a especialidade, que também não demora a atender, pedi se era possível marcar a consulta tratamento para a médica x, e a resposta foi esta:

" dia 23 de Novembro estão abertas as marcações a partir das 15h,  a senhora escolha a hora que entender".

Escolhi a hora, dei o nome e data de nascimento.

Ficou a consulta marcada.

Ainda tive tempo de tomar o pequeno-almoço, vestir a roupa do ginásio, preparar a mala, tirar o carro da garagem.

Cheguei à entrada do ginásio, deixei o carro com os piscas ligados, atrás dos que estavam estacionados, fui à recepção saber se ainda havia senhas  para a aula ( já passava das 10h15), havia senhas, sim, fui estacionar o carro no parque.

Correu bem.  Fiquei satisfeita ( mas vou fazer a reclamação).

 

 

 

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coisas do dia

por Maria Araújo, em 19.04.17

 

creditos-exist.jpg

 

 

Ontem, ligaram-me da super linha, pediram-me autorização para gravar a chamada, convidaram-me a contrair um empréstimo... A chamada caiu. Não ligaram mais.

Acabei de receber a chamada. Novo pedido de autorização para esta ser gravada... Aceitei, com certeza.

Mas o recado foi dado antes que a senhora deitasse tudo cá para fora.

" Não estou interessada em créditos, levei anos a pagar os que tinha, liquidei-os muito antes do prazo terminar, não estou interessada em contrair nada, não quero mais compromissos com o banco. Não, muito obrigada".

Ela agradeceu em nome do banco e desligou.

Era o que me faltava.

É como a publicidade do crédito ao António...

Depois não se queixem do crédito mal parado.

 

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a cena repetiu-se

por Maria Araújo, em 30.12.16

agua-boa.jpg

 

Ontem, final da tarde o telemóvel tocou. Vi o número, que não conheci, decidi atender.

A voz de uma mulher pergunta se está a falar com a senhora x. Respondo que sim.

E começa a descarregar o que queria: fazer um pequeno inquério à qualidade da água da companhia.

Respondi, sabendo eu o que viria a seguir. A cena de 2011 ia repetir-se.

Estava preparada para as perguntas sobre: estado civil, número de filhos, profissão...

Antes de desligar agradece e diz que brevemente iria ser contactada. 

Ao início da tarde, descia eu a rua, toca o telemóvel.

Atendi. Era mesma voz.

Cumprimenta, pergunta se sou a senhora tal, que é da empresa x e que ontem tinham ligado. Que estava uma tarde bonita, cheia de sol, que a chuva não quer vir e tal.

Cortei a conversa e perguntei o que queria.

Repetiu que era da empresa x, que queriam fazer o teste à qualidade da água ( o teste do copo), que precisavam de ajuda, que ganham uma comissão quando vão a casa apresentar o produto.

Interrompi-a de novo dizendo que já conhecia o teste e o produto, que há uns anos alguém veio com a mesma conversa, que não nos largam, que não estava interessada em nada, que me desculpasse, não estava disposta a receber ninguém em minha casa, até porque tivera uma má experiência.

A mulher insistia que precisava de ganhar a comissão.

Eu interrompia dizendo que entendia, que sabia disso, mas não queria nada.

Voltava à carga comentando que o facto de eu ter tido uma má experiência não significava que todos são mal educados, e que quem cá viesse, seria educado. E suplicava constantemente que a ajudasse.

Insisti, também, que não. Que lhe desejava boa sorte mas não queria ninguém em minha casa a fazer o teste que conhecia, e que me desculpasse mas desta vez não podia ajudar.

E do outro lado ouviu-se um lamento.

Custou-me decepcionar a mulher, mas não dá.

Quando estas pessoas (con)vencem, metemo-nos em maus lençóis / despesas.

 

 

 

 

 

 

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a chamada

por Maria Araújo, em 05.05.16

16:30h o telefone fixo tocou, um número local, que não me era desconhecido, atendi.

Reconheci a voz mas esperei que se identificasse, o que fez de imediato.

Havia ligado para o telemóvel, que estava com a bateria descarregada eu nem dera por nada, tão grande é a importância que dou lhe dou.

E diz a voz masculina:

- Olá, está boa?

- Sim, obrigada - e sorri porque tinha a certeza do que iria dizer.

- Tenho uma surpresa para si. Quando pode passar por cá?

- Eu sei qual é a surpresa - comentei, sorrindo - Só não sei qual o dia que, até por que foi uma brincadeira minha.

- Então já sabe que tenho aqui o seu bilhete para o Rock in Rio. Quando pretende vir cá levantá-lo?

- Amanhã de manhã. 

E ficou combinado passar no Banco Santander e levantar o bilhete.

Vou, finalmente, saber qual o dia e que concerto vou assistir...se é que vou.

 

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telefonei ao trolha

por Maria Araújo, em 14.10.15

"Ah, e tal, tive um trabalho com uma máquina (máquina? comentei de mim para mim), depois era tarde, e ontem também não pude, o tempo passou e esqueci-me. Hoje não posso, passo aí amanhã."

"Eu disse ao senhor que tinha de vir até hoje. Amanhã vou para Lisboa, não é possível". 

E pensando eu que ele ia dizer que vinha no sábado e preparada para lhe dar a resposta, talvez porque se lembrou que o tinha avisado que ia estar todo o fim de semana fora, diz-me ele: "Segunda-feira ligue-me e eu passo aí, sem falta!"

São mesmo trolhas, caramba!

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os telefonemas

por Maria Araújo, em 02.07.15

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Os meus vizinhos pensam que eu sou uma desmazaleda, não quero saber do carro que, coitado, está com o pneu furado, parece um carro abandonado, cheio de pó...

Acordei muito cedo a pensar no carro, não voltei a adormecer e às 9:05h estava a ligar para a oficina.

"(...) a minha chamada nem é para si, mas para o senhor S. Quero mostrar o quanto estou zangada convosco. Quando digo que não preciso do carro é relativo, porque preciso sempre para alguma coisa mais urgente ou para me deslocar para fora da cidade. Há uma semana que o carro está parado, eu entendo que possam ter muito serviço, mas não tiveram a consideração e a delicadeza de pegar no telefone e informarem-me que ainda não fora possível mudar o pneu"

"Ah, mas a senhora disse que um familiar seu ia mudá-lo..."

"Sim, mas na segunda-feira logo de manhã, também liguei a dizer que não fora possível ele vir cá e perguntei se me resolviam o assunto, a menina disse que sim, passei aí, deixei a chave e os documentos, uma vez que eu ia para fora. Se acham que não podem, digam e eu vou à recauchutagem aqui perto de casa e tento resolver o assunto. Sou vossa cliente há pelo menos 12 anos, mereço alguma consideração. Eu não tenho nada a apontar ao vosso trabalho, sempre foram eficientes, mas acho que desta vez está a ser demais."

"Ah, mas sabe que começam as férias, que há muito trabalho..."

"Eu sei disso e tenho sido compreenvia, entendo muito bem, mas mais uma vez digo que deviam ter tido alguma consideração e ligavam-me."

"O senhor S vai já buscar o carro, desculpe. Está a cair uma chamada, vou ter de atender."

Entretanto, vou tomar o meu banho matinal e vejo o minha barriga, braços e pernas cheia inchaços.

"Porra, será que isto é mesmo mosquito, melga, ou será outra coisa mais complicada!?"

E fui ao Hospital Privado Braga Centro para ver se conseguia uma consulta de dermatologia (ontem tive a sorte de ter uma de oftalmologia) mas não, só no dia 23 e como ainda não abriu a urgência, voltei para casa.

Liguei para a mesma rede, mas nos arredores, por sorte havia uma vaga para as 10.45h mas o médico só dava 15 minutos de tolerância.

Eram 10:15h, sem saber se tinha autocarro, pedi para marcar e, entretanto, saio apressada de casa, pergunto na paragem a hora do autocarro...só às 11horas e faltavam 20 minutos. Decidida a ir de táxi, fui à paragem na rua ao lado onde os vejo estacionados e hoje nem um havia.

Voltei para a paragem e às 11h  lá chegou o dito autocarro.

Entretanto, liguei para o hospital a informar que já estava no autocarro, se ainda era possível ter a consulta. A funcionária disse que ia avisar o médico, mas eu estava muito atrasada. 

Preparada para receber o não e ir à urgência, cheguei com 25 minutos de atraso...mas consegui. Esperei cinco minutos e entrei para a sala de consultas.

Felizmente os inchaços são mesmo picada de melga ou qualquer outro maldito insecto que me anda há um mês a deixar-me doida de coçar e com tantas marcas que tenho no corpo. Desta vez eram feias, fiquei mesmo preocupada.

Lá vou eu ficar pedrada com o anti histamínico, mais um gel que não o fenistil, chego a casa, vou à janela da cozinha espreitar e o carro ainda lá.

Fiz o almoço, a Sofia chegou,  estavamos sossegadas a almoçar. Depois do almoço,  fui à cozinha, voltei à janela e "o carro não está!".

Eram 13:50h. A minha sala de jantar tem três janelas que dão para as traseiras e logradouro, e não ouvi nada, nem sequer o motor do carro.

Onde andaria o meu pensamento?

Quem veio tinha a chave, não ligou a dizer que já estava em baixo e ia levar o carro.

O mais importante, finalmente, é que foi resolvido mas desconfio que se não tivesse ligado logo de manhã ainda não era hoje que vinham buscá-lo.

Uma revisão a pneus, instalação elétrica (o rádio não funciona) e mais umas pequenas coisas, espero ter o carro amanhã. Sábado preciso muito dele.

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A voz

por Maria Araújo, em 25.06.15

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Estava a aspirar a casa (não é a semana da empregada), quando o telefone tocou.

Pensando que era o mecânico que vinha buscar o carro, que não veio, fui atender.

Uma voz masculina perguntou se era a senhora Maria A, (estive para dizer que era uma familiar dela, como fiz hoje de manhã a uma das três operadoras do nosso mercado de telecomunicações e...despachei-a) respondi que sim (será que gostei da voz, ahahahaha!) e o senhor apresenta-se e diz que está a falar do Holmes Place, pede desculpa por não terem respondido aos e-mails e que provavelmente não receberam o primeiro mas que estava muito interessado que eu passasse lá, que tinha uma aula especial hoje, e que teria muito prazer que fosse à aula.

Sorri...

Expliquei que tinha falado com uma menina sobre o assunto, que hoje não podia ir à aula experimental porque estou sem carro, que fica para a próxima semana, e que passo lá para marcar o dia.

Muito simpático, mais um pedido de desculpa, desligou.

Mas se eu não tivesse ligado, ainda hoje não tinha resposta.

 

 

 

 

 

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Convites recusados

por Maria Araújo, em 16.08.14

 

Convite para um fim de semana na aldeia, recusado. Convite para passar o dia na praia, recusado.

Ficou alinhavado passar o fim de semana em Vila do Conde e à noite bebermos um copo no Forte de São João.

Hoje de manhã enviei mensagem a confirmar.

Acabei de receber chamada.

Não é possivel.

Como a próxima festa do vinil, no último sábado deste mês (já não vou há um ano) será no Forte de São João, a proposta é ir a malta de Braga (estarei por Madrid, se tudo correr bem) festejar o final da época balnear.

E como no próximo fim de semana vão cinco mulheres passar 3 dias a Baiona (quem tem filhos, os pais ficam com eles) a noite de hoje fica sem efeito.

Por casa neste sábado cheio de sol e com vontade de sair à rua, tomei uma decisão: vou tirar as fotos do pôr-do-sol, deste ano, algures no monte de Santa Maria Madalena, Falperra.

 

Pôr-do-sol no Bom Jesus, em agosto(um mês muito quente) de 2013.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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