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um mês depois

por Maria Araújo, em 08.11.18

 

Tentei ir com os meus amigos, mas como o dia preferido é o de amanhã ( depois vão beber um copo) e como há vários dias da semana, desde setembro, que vou à Maia e chego por volta das 21h, ter de jantar, antes, ficava apertado para mim, optei por comprar o bilhete para o primeiro dia.

Os bilhetes esgotaram depressa e quando avisei a minha irmã, que chega muito tarde do trabalho, para  ir no domingo à sessão da tarde, ela passou pelo Theatro Circo, não havia bilhetes, mas estava aberta a possibilidade de haver mais um espectáculo neste mesmo dia, à noite.

A informação seria confirmada na quarta-feira seguinte, passei por lá, há sim, um novo espectáculo, comprei os bilhetes para ela e uma amiga nossa.

Quatro dias de espectáculo e domingo com duas sessões, os bilhetes esgotaram.

Penso que só este nome chama as pessoas a irem ao teatro, e fã que sou, sempre que vem a Braga, não perco nada seu.

E hoje é o dia de...

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 Baixa Terapia

 

Três casais que não se conhecem encontram-se inesperadamente no consultório da psico-terapeuta que os acompanha para uma habitual sessão. Mas desta vez, para espanto de todos, ela não está presente. A terapeuta deixou tudo preparado para a chegada dos casais – um pequeno bar onde não falta whisky e vários envelopes com instruções de como em conjunto deverão conduzir a sessão sem a sua presença. Esse é o objectivo: uma sessão sem o acompanhando da terapeuta, onde todas as questões são resolvidas em grupo. Cada envelope traz uma situação mais engenhosa que a outra o que acaba por transformar a sessão num caos hilariante. “Baixa Terapia” é uma comédia envolvente que conduz o público a um final surpreendente.

 
Com: António Fagundes, Mara Carvalho, Bruno Fagundes, Alexandra Martins, Fábio Espósito e Ilana Kaplan
 
Duração prevista: 1h45 + 15 minutos (conversa com os atores no final do espetáculo)

 

 

 

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"Os Monólogos da Vagina"

por Maria Araújo, em 02.01.18

é a minha homenagem a Guida  Maria, que faleceu hoje, na única peça que vi ao vivo, em Braga, em 2009.

O post, aqui.

 

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Os Guardas do Taj

por Maria Araújo, em 12.11.17

 

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(imagem da net)

 

 

Chegaram ao fim os quatro dias em Braga  das representações do dois actores Reynaldo Giannecchini e Ricardo Tozzi, os Guardas do Taj, uma peça sobre dois guardas do imperador que, de costas para a mais bela construção do mundo, o Taj Mahal, têm  o dever de protegê-lo, estando proibidos de olhar para trás. Se o fizessem algo de mau aconteceria...

Dois guardas amigos e companheiros desde sempre, com pontos de vista diferentes da vida, um sonhador, o outro racional, incapaz de fugir às ordens do imperador, e tendo como exemplo de ordem e bom soldado o pai, confrontam-se sobre o que para si o belo significa, e a mais bela construção do mundo, que levou 16 anos a construir, e para que outras construções mais belas não se fizessem, o imperador mandou cortar as mãos às  20 000mil pessoas que trabalharam nela...

Toda a peça tem momentos de humor, momentos de uma seriedade e sensibilidade únicas, dando-nos grandes lições sobre as escolhas que fazemos na nossa vida, da obediência  às ordens dos superiores, sofrendo nós as consequências delas.

90 minutos de humor e tragédia representada por dois grandes actores, "Os Guardas do Taj" é uma peça a não perder.

Póva de Varzim, Famalicao e Lisboa são os próximos palcos.

Os agradecimentos no final da peça. 

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(fotografias do telemóvel da minha amiga N)

 

 

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entrei e comprei

por Maria Araújo, em 31.03.16

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Perguntei à senhora da bilheteira, que conheço muito bem, por que uma atriz deste gabarito não vem à sala mais bonita do país.

Desde que a vi no "Cinco para a Meia Noite" que não me saía da cabeça ver o espetáculo em Famalicão.

Passei várias vezes perto do Theatro Circo ( vendem bilhetes para espetáculos no Centro Cultural Vila Flor e Casa das Artes), mas tão indecisa  que ficava, desistia. 

Hoje, entrei e comprei. 

Assim, não há arrependimento.

 

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A Ciência em 3 actos

por Maria Araújo, em 19.11.15

Hoje, em Braga (bilhetes esgotados).

 

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O Theatro Circo, em Braga, recebe o quinto encontro nacional da Fundação.  Sob as luzes, desta vez, estará a sociedade do conhecimento, em especial do conhecimento científico. “A Ciência em 3 actos: Sociedade, Prosperidade e Política” é o título o evento, que vai levar a Braga nomes como Jorge Calado e Geoff Mulgan.

 

O evento está dividido em três painéis. O primeiro, “A ciência é para todos?”, discute o significado de “literacia científica” e maneiras de a promover, seja através da educação formal, seja de outros meios. O segundo, “Mais ciência, mais prosperidade?”, levanta questões ligadas à relação entre investigação científica e prosperidade social e económica. Finalmente, «A ciência é uma boa política?» analisa a relação entre investigação e políticas públicas, seja do ponto de vista do benefício em apoiar as políticas em investigação empírica seja do ponto de vista dos riscos de “tecnocratização da política” ou de “politização da ciência” associados.

 

Tudo acontece em plena Semana Nacional da Ciência e Tecnologia de 2015, e na cidade onde está localizada uma das universidades mais dinâmicas do país, a Universidade do Minho. Contamos consigo.

 

 

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Hamlet

por Maria Araújo, em 05.11.15

hoje (com os bilhetes esgotados)  e amanhã no Theatro Circo.

Em cima da hora, consegui três bilhetes na plateia para amanhã. E a Sofia também vai.

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Mala Voadora | Shakespeare
 

A Mala Voadora faz um Hamlet – a partir da versão que chegou até nós com o epíteto “mau quarto”. Não somos uma companhia de teatro de repertório. Mas gostamos de “peças”. Com a mesma convicção com que não nos limitamos a elas. As peças, das mais ancestrais às “a estrear”, são mais uma matéria-prima – uma matéria que manipulamos com a liberdade que nos parecer favorável ao espetáculo (o texto ao serviço do espectáculo e não o espetáculo ao serviço do texto). Nunca vimos qualquer pertinência em sacralizar o “texto” e, como nos explicou Fernando Villas-Boas, Shakespeare também não. É a primeira vez que fazemos um Shakespeare. Talvez não tenha acontecido antes devido à nossa desconfiança em relação à ideia de “clássico”. Mas gostamos verdadeiramente desta peça, cheia de teatro: a companhia de teatro incluída na narrativa, uma peça (falsamente!) citada dentro da peça, Hamlet encenador, um pai que encena a própria filha que se encena para o pai, um conjunto de personagens que, com uma curiosa manha, encenam situações e representam papéis, umas para as outras. Para além da meta-teatralidade que daqui resulta, ou de um possível propósito auto-reflexivo que em Hamlet possa cumprir-se, o que verdadeiramente nos interessou foi a possibilidade, designadamente lúdica, que a peça oferece de potenciar o exercício de “fazer de conta”. 

 
Direção: Jorge Andrade | Tradução  e apoio dramatúrgico: Fernando Villas-Boas | Assistência de encenação: David Cabecinha | Cenografia: José Capela, com fotografias de José Carlos Duarte | Figurinos: José Capela | Desenho de luz: Daniel Worm d'Assumpção | Música original: Rui Lima e Sérgio Martins | Elenco: Anabela Almeida, Carla Bolito, Carlos António, David Cabecinha, David Pereira Bastos, João Vicente, João Villas-Boas, Jorge Andrade, Manuel Moreira e Marco Paiva | Apoio coreográfico: Marco da Silva Ferreira | Coprodução Mala Voadora e São Luiz Teatro Municipal 

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Oh!

por Maria Araújo, em 25.11.14

Só ontem vi nos placards das ruas de Braga que a Carminho vem cantar ao Theatro Circo, na próxima sexta-feira.

Convictas de que conseguiríamos bilhetes, passei por lá hoje e, "esgotado!" Oh, que decepção!

Entretanto, no dia 8 de janeiro temos o Grande Concerto de Ano Novo, com a Orquestra Original, Johann Strauss.

Acabei de fazer a reserva dos bilhetes agora mesmo, por telefone, antes que esgotem.

Adoro os concertos de Ano Novo.

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"Tribos" que me leva aos espectáculos

por Maria Araújo, em 05.09.14

Depois de ter visto e ouvido no jornal da noite a entrevista com António Fagundes, mais um dos meus actores preferidos, e saber que a peça de teatro "Tribos" também vem a Braga, decidi que não iria perder esta raridade  (há alguns anos fui vê-lo a Famalicão, na peça "As mulheres da minha vida" ) logo,  para não me esquecer, teria de comprar o bilhete hoje...até porque esgotam.

Coincidência, uma amiga minha, com quem combinara um jantar para este fim de semana, ligou-me a confirmar e vai daí que lhe falei nele, no actor,que ela admira, e decidimos ir as duas.

Entretanto, lembrei-me que ando há meses para aderir ao Cartão Quadrilátero, com descontos de 50% para todos os espectáculos e eventos, nas cidades de Braga, Guimarães, Famalicão e Barcelos, válido por ano, com o valor de 25 euros.

Como já estou registada na BilheteiraOnline, rapidamente fiz o pagamento via netbanco.

Cinco minutos depois, no e-mail, tinha o cartão. Devia imprimi-lo e, hoje mesmo, teria o meu desconto.

Fui ao Theatro para adquirir os bilhetes, apresento o meu cartão impresso, e diz a senhora da bilheteira: "se tivesse pedido aqui o cartão, dava-lho de imediato, não precisava de imprimir".

Pago os bilhetes, 12,50 pelo meu e 25 euros pelo da minha amiga. Os lugares da frente estão a esgotar. Consegui para a terceira fila perto do palco, mas não nos lugares do meio.

A senhora da bilheteira pede-me para aguardar uns minutos. Vai ao computador, regista o meu nome e uns segunds depois sai de uma máquina o cartão "físico" Quadrilátero.

Dando uma vista d'olhos ao placard, reparei que no pequeno auditório, mensalmente e à segunda-feira, costuma haver um ciclo de cinema com filmes que raramente passam nas salas de cinema.

Este mês não é específico de algum realizador e/ou país, já em outubro será dedicado ao cinema francês. 

Um dos posters chamou-me a atenção para o filme do dia 15: "O Salão de Jimmy", baseado numa história verídica, está já nos meus planos (se não me der a preguiça de sair à noite, o que é habitual, caseira que estou), até porque resido a cerca de 200 metros do Theatro Circo.

E o preço do bilhete com o cartão é de 1,75 euros.

A partir de hoje posso usufruir dos espectáculos que quiser por metade do preço.

Amanhã, João Pedro Pais, que não admiro nada, brevemente, Mafalda Veiga, Jafumega (que saudades de os ouvir) Jorge Palma (adoro) são espectáculos a pensar ver.

 

 

"A história de “Tribos” centra-se em Billy (Bruno Fagundes), que nasceu surdo no seio de uma família sem deficiências auditivas. Foi criado dentro de um casulo e soube adaptar-se ao comportamento pouco convencional da sua família. Mas quando Billy conhece Sylvia (Arieta Correia), uma jovem mulher prestes a ficar surda, contacta com uma nova realidade. Este será o ponto de viragem que o colocará, assim como ao público, perante a dúvida do que realmente significa o sentimento de pertença."

O espetáculo é uma premiada comédia da autoria da inglesa Nina Raine, que “promete criar uma inusitada relação com a plateia – entreter, provocar e ao mesmo tempo entregar um extraordinário momento ao público”, pode ler-se na sinopse. A peça estreou em Londres, em 2010, com um elenco anglo-saxónico e, em 2012, venceu o New York Drama Critics Circle para melhor peça estrangeira.

 

Com encenação de Ulysses Cruz, “Tribos” vai estar em cena em Lisboa de 10 a 28 de setembro, de quarta a sábado às 21h30 e aos domingos às 17h. Nos dias 3 e 4 de outubro apresenta-se no Coliseu do Porto, à 21h30. Braga, dia 5 de outubro, às 17h30 e 21h30.

Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais e custam entre 12,50 e 27,50 euros.

 

 

 

 

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"Festa e viagem"

por Maria Araújo, em 16.07.11

Tive o passeio de professores e funcionários da minha escolas. Com é habitual, o destino é Caminha, com pinhal e praia, onde  cada um faz o que lhe apetecer.

Tomámos o pequeno-almoço em Viana do Castelo, na Praça da República, onde as esplanadas convidam a desfrutar do sol, às energias
positivas, à conversa, à observação das pessoas que passam.

Seguimos depois, para Caminha, mais propriamente para o fresco e esplendoroso pinhal junto ao parque de campismo, e com acesso à praia.

Uns ficaram por aqui, outros para a praia.

Três colegas já regressavam ao pinhal “embrulhadas” nas suas écharpes e casacos, comentando:”Nem pensar! Está uma ventania e frio!”

Mas nós, aventureiros, continuámos o nosso caminho.  Junto aos arbustos, estendemos as toalhas  e, como a vontade que tínhamos que o sol
banhasse os nossos corpos com os seus raios de “aparente” calor, ali ficamos e estávamos bem. O malandro do vento, de vez em quando abria um pouco mais as portas e fazia com que areia viesse dar o seu ar de brincadeira aos nossos corpos “cobertos” de protector solar.

Os homens e uma das colegas, a  mais aventureira, foram jogar voleibol para longe dali.

Ainda pensei juntar-me a eles mas, quando me levantei e tentei vislumbrá-los, o vento era tão forte que fui deitar-me na minha toalha e
continuar a conversa com as mulheres.

Os jogadors regressaram, decididos a tomar banho. A Cristina, a aventureira, foi com eles.

Quando voltaram, tremiam de frio. Mas, ao que parece, a água estava boa. O frio era causado pelo forte vento.

Regressámos todos ao pinhal. Um dos colegas tinha ido caminhar e deixara a mochila e as sandálias. Não sabíamos o que fazer:” levar
os objectos e ele deduziria que tínhamo-los connosco, ou deixá-los lá e alguém os levar?” Trouxemo-los.

Era hora do almoço. A comida estava “espalhada” por várias mesas. Com 120 pessoas ali,  tinha que se evitar o ajuntamento.

O menu era o característico dos piqueniques, muito variado.Não podiam faltar a água,  o vinho, a cerveja, os sumos e a fruta.

Após o almoço, um grupo foi ao café junto á praia. Ao sol, com as anedotas de um colega, passámos uma horita deliciosa. Fartei-me de rir.
Fomos para o pinhal. Era hora do lanche. E que lanche! Como tinha almoçado bem, comi pão-de-ló com uma fatia de queijo e bolinhos de feijão, que adoro.

Havia cerveja, sumos, água, vinho.

Alguns homens jogavam à malha, outros às cartas, voleibol, as mulheres conversavam umas aqui, outras acolá.

Fui desafiada por três mulheres  a jogar à sueca.  Há muito tempo que não jogava, e a vontade não era muita, mas acabei por me sentar e, “bora lá com uma suecada”.

E ganhámos.

Depois do jogo, ora numa mesa, ora noutra, conversava com A, depois com B, C, porque aqui a cantinho dá-se bem com todos(as).

19:30h, era a hora de regressar.  Eu precisava de estar em casa até às 20:30h.
Tinha comprado o bilhete para ver o espectáculo de final de ano "nós somos", inserido no programa "Festa e Viagem" ,executado pelos alunos da escola de bailado Arte Total.

A Catarina, a minha ex-aluna do 5º e 6º anos, agora no 12º, continua a dedicar-se à arte do bailado e dá-me algum orgulho vê-la, porque,
desde os seus 5/6 anos que frequenta esta academia, indicada por mim à mãe, minha amiga e colega da escola.

Como tinha almoçado e lanchado bem, não me apetecia comer nada e, depois de um duche, vesti-me e fui para o Theatro Circo, a 5 minutos da
minha casa.

O espectáculo foi muito bom em que todos os alunos participavam, desde o mais novinho ao mais velho. Ao som de banda sonora com
músicas de “Goldeneye” , “Nothing  else matters”, tango, música pop, a performance convenceu os espectadores, quase todos pais, avós e/ou irmãos dos dançarinos.

No fina,  regressei a casa, espreitei o correio electrónico e o blog, e fui descansar, porque o  lazer na praia e pinhal, também cansa.

E agora algumas fotos, como sempre, neste cantinho.

Começo pelo fim.

 

A Catarina (foto tirada daqui)

 

 

 

 

 

 

O passeio a Caminha

 

. à espera dos autocarros

 

 


Em Viana

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As funcionárias da escola

 

 

Os homens do banho

 

 

 

 

 

Regresso ao pinhal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

À noite no Teatro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FIM

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...

por Maria Araújo, em 26.09.09

Acordo muitas vezes agitada e pensativa.

Por vezes volto a adormecer, outras não consigo e então, vira para um lado, vira para o outro, até que chegue o amanhecer . Saio repentinamente da cama e vou distrair, com os afazeres habituais, esta mente preocupada.

Hoje acordei às 6horas da manhã. Não me apetecia dormir, mas deixei-me estar.

Ás 8 horas saí da cama. O relógio despertar-me-ia às 10:30h, pois queria ir a uma aula de hidroginástica.

Era cedo de mais.

Decidi corrigir as fichas diagnóstico. Tanta asneira! Tantos espaços vazios!

E ontem chateei-me com os alunos. O calor que invadia as salas punha-os irrequietos e eu estava impaciente. Detesto trabalhar de tarde. As escolas não têm condições ´"físicas" para aguentar este calor.

No último bloco, já não tinha voz.

Custa-me  muito o arranque do ano lectivo.

À noite tinha um jantar de aniversário, que não fui. Nem tampouco para o forró, como previra.

Fiquei em casa a trabalhar.

Depois de corrigir as fichas, fui até à esplanada do café que fica perto de casa. Cedo ainda.

Sentada, pensativa, observando as pessoas que tomavam o café e desfrutavam da conversa de fim de semana.

Fui Fitness.  O  relógio do carro indicava 11:30h e a aula começava a essa hora.

Nunca chego atrasada. A hora do telemóvel é que estava atrasada.

Por sorte a aula tinha começado com atraso, também.

Adoro a hidroginástica. O ruído da água e o movimento dela no meu corpo alivia-me a mente.

Perdi-me noutros pensamentos, mais agradáveis.

Depois da aula fui ao banho turco.

Como sempre deito-me sobre a toalha , a  um canto, levanto as pernas ao alto encostando os pés à parede, ao mesmo tempo que massajo o rosto e a cabeça para sentir-me mais relaxada.

Regresso a casa. Apetece-me sair, dar uma volta pela beira-mar, mas, mais uma vez, o calor convida-me a desistir de conduzir.

Fiquei por casa.

Estou aqui a escrever o que me apetece.
São poucas as vezes que sinto esta tristeza e melancolia... A saudade dos familiares e pessoas amigas  que desapareceram... E outras coisas.

A tarde passa. Vou trabalhar mais um pouco. Depois vou sair. Dar uma volta a pé.

À noite vou ver "Os monólogos da vagina", aqui no Teatro Circo. Tive a sorte de conseguir um bilhete há cerca de 3 semanas, para a plateia.

Não sei porquê,mas acho que vou gostar de ouvir estas 3 actrizes fantásticas e vou sair de lá feliz ,por ser MULHER.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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