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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

assim não!

Maria Araújo, 11.03.20

Sabemos que o povo português, em tempo de crise, corre para os supermercados para abastecer a sua despensa não vá o diabo tecê-las,  é o salve-se quem puder, esvaziam as prateleiras,

Hoje, alguém contou-me que no supermercado onde costuma fazer as compras, havia filas para as caixas, os carrinhos estavam cheios, aqueles que tinham poucas compras para pagar, impacientemente esperavam pela sua vez....Uma senhora, com o carrinho cheio de tudo,  levava doze garrafas de azeite.

Assim não!

Ao final da tarde, passei no supermercado, trouxe bacalhau, lenços de papel, esgotados noutro supermercado onde gosto de os comprar, não há álcool. As prateleiras continuam abastecidas do que nos faz falta. E esqueci-me do azeite.

Contudo, contrariamente ao normal, este supermercado raramente está cheio( há os da concorrência bem perto), tem no máximoduas caixas abertas. 

Hoje, além de a clientela ser numerosa, os carrinhos iam cheios, faziam filas paras as quatro caixas abertas.

Nesta altura complicada para todos, comprei o suficiente para passar duas ou três semanas dentro de casa, se tiver de ser.

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ainda sobre o post do peluche

Maria Araújo, 14.11.19

quando chove, vou de carro  buscar o meu sobrinho neto ao Colégio, que me leva cerca de 10 a15 minutos ir e voltar..

Na terça-feira, estava cheia de pressa, não tinha saído de casa até à hora de o ir buscar, precisava de pão e bolachas para o lanche, passei pelo supermercado, estacionei o carro, tinha no máximo cinco minutos para me servir, pagar, voltar ao carro e seguir o  meu destino.

Estava na caixa, tinha uma senhora à minha frente, eu rezava para que se despachasse, até que os meus olhos vêem o cartaz dos peluches.

O cartaz grande que estava em frente à porta de entrada, deu lugar a um pequeno e virado para as caixas.

Até aqui, nada estranho. 

Li de novo a promoção e lá estava o "beije".

Ou seja, fizeram um cartaz novo e mais pequeno, mas não corrigiram o erro.

E esta, hein?!

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sobre o post

Maria Araújo, 07.11.19

dos peluches, passei hoje no supermercado,  para fazer umas compras.

Depois de pagar, decidi passar no balcão de apoio ao cliente e comunicar à funcionária que o cartaz dos peluches tem um erro ortográfico.

Foi comigo ao espaço onde estes se encontram, expliquei que o "beije" é uma forma do verbo beijar, não é uma palavra que tenha a ver com a bege dos peluches,neste caso.

Diz ela: pode ser que seja a marca do peluche.

E comentei: a marca do peluche é Zoko. No cartaz tem de tirar as letras " i" e " j" e substituí-las pela letra "g" e aí, sim, temos a cor do peluche. Não me leve a mal, mas não fica bem uma empresa de nome ter erros destes.

Tirou uma fotografia, e foi embora.

Nem um obrigada disse.

Eu achei que devia fazer esta observação.

 

 

 

 

não consigo perceber

Maria Araújo, 03.11.15

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a mentalidade da maioria das pessoas que não querem fatura  das compras que fazem.

Vária vezes escrevi  e comentei que nem sempre me lembro de pedir fatura, mas se me perguntarem se quero, respondo que sim.

Na caixa do supermercado, um senhor que deve andar pelos 75 anos, foi operário na empresa do meu pai, conheço-o bem, estava a  ser um pouco grosseiro por que uma senhora  se posicionou ao lado da operadora de caixa, e falava de alguém que , porvavelmente, conheciam.

Disse-lhe para se acalmar porque a senhora estava a conversar enquanto fazia o pagamento das compras. Por sua vez,a senhora que estava à frente dele dizia: "parece-me que esta gente não tem o almoço para fazer, não saem do sítio, só conversa e mais conversa".

Quando chegou a vez do senhor e a operadora pergunta-lhe se quer fatura, responde: "Não minha, senhora! Era o que faltava, eles querem controlar o que nós compramos! Não precisam saber da minha vida".

Conhecendo-o eu, meti-me  na conversa e disse que não era bem assim, mas interrompe-me logo: "Um amigo meu disse-me que as finanças foram em cima dele porque gastou mais do que aquilo que recebe. As finanças não têm nada que saber onde gasto o dinheiro. Se as pessoas ganham 500 e gastam mil, dão um passo maior que a perna, logo, eles controlam tudo e lixam-nos a vida."

A minha vez chegou, já eu tinha na mão o cartão do supermercado, o cartão e-fatura, e o multibanco.

Comentei entre dentes: "Não vale a pena argumentar com pessoas  idosas e com ideias retrógradas".

Paguei e trouxe a minha fatura.

 

 

 

 

queimei o jantar

Maria Araújo, 07.05.15

 

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já alguma vez vos aconteceu, à hora de fazer o jantar, estarem concentradas a ler ou a escrever no computador, e quando vão à cozinha vêem que o jantar está esturricado?

Que fazer?

Tens ovos, tens queijo, tens o frigorífico com o necessário para fazer uma salada e pouco mais,não tens pão porque estiveste toda a tarde fora e não passaste na padaria, a carne e o peixe estão no congelador. Pensas: " ao almoço, que raramente faço, consolamo-nos com bifes grelhados com ovos estrelados, está fora de questão comer ovos, vou ao supermecado comprar costeletas, algo que seja rápido de cozinhar", olhas o relógio da cozinha, são 21:05h, o supermercado está fechado, uma pizza ou um frango de churrasco pronto a comer, está a chover, desistes, lembras-te pedir para trazeram a casa mas, e o tempo que demora a chegar?"

Decido pelo que há e mais rápido e prático:"cozer massa espiral, desfiar peito de frango já cozido, cortar cogumelos frescos, fazer um molho com natas e, já está!"

Mas Maria, tem cuidado, não voltes ao tempo em que queimavas o jantar por causa  da teimosia em decifrares os enigmas deste senhor.

Para a próxima, levas o tablet para a cozinha e controlas o jantar.