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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

música zen

Maria Araújo, 18.07.17

 Adoro massagens de corpo e de rosto, sinto-me rejuvesnecer, gosto que cuidem de mim.

Tenho muitas rugas de expressão desde os meus tenros anos de mulher. As que o tempo fizeram e fazem o favor de deixar vincadas nos cantos da boca, só mesmo com umas injecções de botox, elas reduziriam, o que eu não quero por que não gosto de rostos "plastificados".

Ora, segundo as especialistas na matéria, há cremes que atenuam estas rugas, com  alguns tratamentos ( massagens) os resultados saltam à vista.

Em abril passado, tive um convite para fazer um estudo da pele. A partir do momento que entramos no gabinete de tratamento, não nos largam mais.
Aceitei a promoção da altura, os tratamento ficavam a cerca de metade do preço, durante três meses teria duas sessões quinzenais.

No terceiro tratamento, a massoterapeuta perguntou-me o que achava do meu rosto. Respondi que a pele estava bem tratada e bonita, mas em relação às rugas estavam na mesma, "nada há fazer, a idade não perdoa", comentara.

Ela dizia que não, que notava que estavam menos vincadas, sobretudo nos cantos dos olhos.

Hoje tive a última sessão destas  massagens de rosto , que verdade seja dita, fazem-me bem à alma, sinto-me mais fresca e bem, estava decidida, caso a massoterapeuta me dissesse para continuar, a dizer-lhe que, por enquanto, não quero fazer mais nenhum tratamento. Não posso passar a vida gastar dinheiro nestas mordomias, há outras prioridades. 

Para já ficou feito, mais tarde liga-me.

Com esta treta toda, esqueci-me de vos dizer que o motivo deste post não era falar das massagens, mas da música zen que se ouve no SPA.

Já tinha reparado que esta música zen é uma seca. O volume está alto demais, o CD falha, não me deixa relaxar como no princípio, penso em merdas quando devia estar tranquila e adormecer, como já aconteceu.

Enquanto ela fazia o trabalho, apeteceu-me dizer-lhe que a música estava a incomodar-me, mas achei que seria inconveniente, não disse nada.

Durante o descanso não consegui relaxar nada, estava ansiosa que ela chegasse para sair dali para fora.

Quando voltou, perguntou-me se tinha adormecido ( parece que é normal as clientes dormirem um pouco), aproveitei para lhe dizer que não, que o volume estava alto demais, que não relaxei nada...

Interrompeu-me, dizendo que sim, que tenho razão, que o volume do som pode baixar-se, mas o CD não pode fazer nada, que já reclamaram com a sede para mudarem o CD, que substituam aquela música chata que de zen não tem nada, que preferim outras músicas, que ficam cansadas de as ouvir todos os dias.

Eu rematei que nos balneários ouve-se muita música agradável, que por vezes me põem a trautear, também, e com vontade de dançar, e que neste espaço dedicado ao relaxamento, outras músicas, um jazz ou um  blues, por exemplo, num tom baixo relaxariam muito mais que aquela música que de zen tem zero.

Conclusão: fiquei a saber que todos os ginásios e SPAS da rede ouvem as mesma músicas ao mesmo tempo, porque quem "comanda" a música é a sede, em Lisboa.

E esta, hein!?

 

 

adormeci

Maria Araújo, 21.04.17

Gosto de ir ao ginásio de manhã.

À excepção da terça-feira e domingo, todos os dias faço em média duas aulas.

Ontem à tarde, fiz uma aula de Pilates com bolas e fitas. São 45 minutos intensos mas saímos da aula bem dispostos.

Só que hoje custou  levantar-me.

As aulas estavam marcadas, tinha de chegar 10 minutos antes da primeira aula e já estava um pouco atrasada.

Tinha marcado a última massagem deste tratamento para depois da aula de Antigravity.

Sentia-me rota, a massagem viria mesmo a calhar.

A massoterapeuta fazia o seu trabalho com a eficiência que lhe era devida.

Eu estava bem demais.

Estava deitada de  barriga para baixo, quase adormeci.

Despertei quando ela me pediu para virar-me.

A não ser a música ambiente, o silêncio era de mais. Voltei à sonolência enquanto ela massajava a barriga e as pernas.

Se fosse o J, eu não caía neste torpor. De vez em quando, o J quebrava-o com alguma conversa.

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Ritual

Maria Araújo, 21.10.16

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Ontem, depois de duas aulas de Pilates, uma delas falei aqui , fui para a quinta de dez massagens Ritual Sacred Nature "Um tratamento combinado de corpo e rosto que promove uma nutrição profunda".

Antes de começar, o técnico pediu-me para tirarmos uma fotografia para fazer a divulgação dos produtos que são usados no SPA.

- Ah, e tal, fico mal nas fotografias.

- Não se preocupe, eu também fico mal, tiramos várias, escolhemos a melhor.

Não tive coragem de dizer que não, a colega tirou-nos várias fotografias, escolheu a melhor.

Depois passou à massagem que, como já disse aqui, é maravilhosa. Os produtos são uma delícia no corpo e rosto ( e este, especialmente, agradece).

Há mordomias que são bem pagas mas trazem-nos excelente benefícos, entre eles, boa disposição. 

 

 

Um Carapau com humor

Maria Araújo, 18.04.13

A propósito deste meu post, um comentário que me fez rir às gargalhadas.

Especialmente vindo de um grande amigo, o Carapau que não é, de modo algum, um Cara de Pau.

 

"Vou comentar, mas a brincar, como gosto. De qualquer maneira deixo este aviso prévio.  :)) E eu a pensar que a "massagem das velas" era outra coisa totalmente diferente. Estava a ver um quarto à média luz (luz de velas, claro) e umas mãos a massajar e a levarem alguém às nuvens! Afinal, se bem entendo a foto, trata-se de "despejar" a cera derretida na pele. Cá por mim "amandava" um grito que até a vela se apagava. Ando muito desactualizado. Ainda vou pela minha técnica.  :)) Bjo e boas massagens."

 

 

Ó Carapau, e se for num quarto com spa e vista para o mar, hein?