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cantinho da casa

cantinho da casa

TABU/ TASKMASTER

Dois programas de entretenimento diferentes, que passam à mesma hora, gravei o da RTP1, porque não posso deixar de ver o da SIC, pela sensibilidade dos temas que trata.

Mas ainda não me habituei ao humor de Bruno Nogueira durante a apresentação ao público. Dentro de mim há um grande silêncio. Embora seja uma realidade o que muitos de nós pensamos, comentamos, e criticamos, quando vemos uma pessoa obesa.

Em tempos também "participava" desses pensamentos e comentários, até ver os programas  "Biggest Loser", e por cá o "Peso Pesado".

Hoje tenho respeito por essas pessoas. Ninguém sabe o que está por trás disto.

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imagem daqui

Gravado o Taskmaster,  verifiquei que os protagonistas são os mesmo, o convidade foi António Zambujo.

Num comentário  neste meu post    diz isto " a TV portuguesa gosta sempre de encher chouriço, tira ritmo à coisa (e isso num programa de humor é fatal) e de passar largos minutos na chachada", passei à frente  algumas partes, as tarefas eram mais importantes.

Desta vez, Jessica Athaide ficou aquém dos outros, que estiveram bem, mas continuo a gostar de Inês Aires Pereira. 

Super divertida, admite a sua "burrice" , é ágil e divertida.

Deixo aqui registada em fotografia a cena da fonte.

Se quiserem ver como se passou a cena "o urinol", vejam o vídeo a partir do minuto 58.

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Grande Inês!

 

e adormeci

No Instagram, foi demais! Cerca de 60 000 pessoas/seguidores, em directo, a ver o Bicho.

 

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À meia-noite em ponto, começou o tão divulgado "Princípio,Meio e Fim", na SIC.

Um início um pouco parado, fui entrando no programa, como Bruno Nogueira, Nuno Markl, Salvador Martinha, e Filipe Melo, diziam, no guião que demorou cerca de vinte minutos.

Depois foi evoluindo até que começou a cena do jantar.

Acho que não vi mais de dez minutos o que tanto queria ver.

Adormeci.

Acordei já o programa tinha acabado.

Não tenho box, agora, vou ver na internet.

Pelo que li no Instagram, parece que foi muito bom.

 

opinião

Hoje estive a servir de ama do meu sobrinho neto.

A mãe  veio buscá-lo para almoçar,  disse que ficaria em casa com ela mesmo em tele trabalho, cuidava dele, o que não é tarefa nada fácil, sabendo eu o que ela passou no primeiro confinamento, mesmo que com alguma ajuda minha.

 Da tarde,depois da sesta dele, fui para casa daminha sobrinha brincar com o menino, ele  solicita-a para tudo,quer atenção e a  mãe não consegue trabalhar.

Ora, durante a manhã, e para desanuviar do sempre e repetitivo Canal Panda, que ele muito gosta, ouvi um pouco da Opinião Pública na SIC Notícias.

Opiniões diversas sobre o fecho das escolas, até que uma dada altura ouvi um senhor que disse ter um bebé.Manifestava algum desagrado pela atitude do governo pois tem de cuidar do bebé, e tele trabalha, especificando o que já tinha feito de trabalho,  até ligar para lá ...mas tinha a esposa, também, em tele trabalho.

Até aqui tudo bem, mas não gostei de o ouvir dizer que o governo não ajuda nada a quem está em tele trabalho e com os filhos em casa.

Eu pensei em tanta gente que ficou desempregada, com filhos, sem dinheiro para comer e pagar as contas do mês,e o estado tem de subsidiar quem está a trabalhar?

Todos sabemos que se uma família tiver filhos e se um deles estiver em tele trabalho, o outro fica com as crianças até aos doze anos, e recebe dois terços do salário base pagos pela entidade empregadora e pela Segurança Social.

Já agora,o estado tem de sustentar tudo e todos?

Acho que nos habituamos demais aos subsídios.

 

as tardes de domingo na televisão

recebo as notícias no telemóvel, li a semana passada as críticas que foram feitas ao programa da TVI, ao domingo, e em directo, sobre a não utilização das máscaras pelos apresentadores.

não vejo estes programas, mas no zapping que faço, páro para ver o que passa, tinha reparado, sim, neste pormenor, mas também no programa da SIC.

hoje, liguei a televisão, vi algumas notícias na RTP3, passei depois por estes canais e verifiquei que no palco da TVI  cantava uma brasileira, sem máscara, o que justifica-se, mas as bailarinas usavam máscaras.

depois, aparecem os apresentadores, também com as suas máscaras, reconheci, pela voz, Maria Cerqueira Gomes.

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passei para a SIC, nenhum dos apresentadores usam máscara, ouvi alguém dizer qualquer quer coisa como "manter a distância", o que se verifica.

ora bem, as críticas à TVI foram muitas, que as acataram, estão a cumprir as regras da DGS.

pergunto, por que a SIC não as cumpre, também?

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#fiqueemcasa 20

Foi, hoje, um dia cheio de trabalho, sobretudo na cozinha.

Aproveitei o forno ligado ,fiz um bolo.

Aspirei. Coloquei as cortinas nos lugares.

Passei as capas das almofadas decorativas, passei as  toalhas, mas a roupa de cama e de vestir ficaram no cesto.

Depois de tomar um chá, sentei-me no sofá para ler um pouco,mas estava tão cansada  que, de comando na mão, saltava de canal em canal, não vi nada que me agradasse.

No Jornal da Noite da SIC, passou esta lindíssima música cantanda em português por um grupo holandês, que me lembrou que, algures no tempo, a ouvira ao vivo.

Na altura  fiquei emocionada, mexeu muito comigo.

Hoje, desafinada que sou, cantei-a com eles.

Matutava quando e onde a ouvira.

Sabia que a ouvira várias vezes com as mesmas pessoas.

E fez-se luz!

Seria o ano de 1995, os colegas formaram um coro,ensaiavam na Gulbenkian.

Eu não cantava, ia assistir, algumas colegas também. No final, íamos beber um copo.

O grupo era formado por homens e mulheres ( vou recordar estes anos com a minha amiga Mafalda),  o maestro era professor de música e maestro de uma banda filarmónica. Foi aí que eu ouvi.

Houve um espectáculo, não me recordo onde.

Foi com eles que aprendi a gostar da canção, que estava esquecida, relembrada, hoje, por Rogrigo Guedes de Carvalho.

 

Há mais em português cantadas pelo grupo.