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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

"quase perfeito"

Maria Araújo, 17.08.14

 

 

 

Sereno, delicioso, "quase perfeito", este blog, que todos os dias espreito.

 

Um post:

 

 

"Dar importância apenas ao que tem fundamento e deixar de lado o que não acrescenta nada ou que não faz bem. investir neste exercício diário.

Interiorizar que o silêncio é de ouro - e continua a ser a melhor resposta para pessoas de má fé.
Ir sempre até onde a força permitir, e perceber que há em nós um bocadinho mais de uma força que nem sonhávamos existir. Mas está lá.
Gostar e amar sem pedir nada em troca, perceber como isso é reconfortante. Ter mais paciência, tolerância e perdoar os erros (os nossos e os dos outros).
Obedecer ao que manda o coração, mas não esquecer de manter, pelo menos, um pé no chão.
Saber que é tão bom encontrarmos o nosso caminho, mas aceitar que não tem nada de errado se às vezes nos perdermos.
Manter um sorriso na cara e não deixar de acreditar, mesmo quando a vida fecha uma porta (ou várias). É só a vida a testar os nossos limites, a nossa força de vontade e a nossa resiliência.
Perceber que não conseguimos abraçar o mundo inteiro, mas que é sempre possível abraçar algumas pessoas e fazer toda a diferença."

Giane...

Maria Araújo, 27.05.13

Vi nos dois jornais, ambas com apelido Sousa, na SIC, Clara,  e em direto, na TVI, Judite, as entrevistas que fizeram a Reinaldo Gianecchini, o ator brasileiro a quem, há dois anos, foi diagnosticado um cancro linfático.

Em Portugal para lançar o seu livro " Vida, Arte e Luta", e de autoria de Guilherme Fiuza, todo o discurso, nas duas entrevistas, foi de uma serenidade, sensibilidade e coragem sem limites.

O próximo programa, a não perder, de modo algum, com o jovem talentoso, David Oliveira em " Alta Definição".

Foto da web.

 

 

 Sinopse

Gianecchini enfim se permitiu encarar o pensamento proibido: ‘Pode ser que  tenha chegado a minha hora.’ No que olhou pela primeira vez para  a cara da morte, a sua morte, bem de frente, foi tomado por uma calma profunda.  Por um momento perdeu de vista os médicos, as enfermeiras, a empresária, a mãe,  os parceiros profissionais e afetivos, a legião de fãs. Enxergou com clareza o  verdadeiro lugar de todo mortal em sua condição mais pura: a  solidão.
E se sentiu forte nesse lugar. Entendeu que fora  exatamente dali que, ainda menino, vislumbrara o seu caminho – um caminho que o  diferenciava de todos os membros de sua família, de todos os exemplos que havia  à sua volta no interior, de tudo o que ouvira na escola. Sozinho, deixara  Birigui de ônibus e ganhara o mundo.
Agora, a sós com seu medo,  Giane foi sendo tomado de certa excitação. O que seria aquilo? Se não era  masoquismo, devia ser coragem.
Estava pronto para a travessia. Qualquer  uma.