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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

esta treta de falar para um gravador

Maria Araújo, 27.07.20

o meu carro avariou, isto é, ontem levei a minha sobrinha e filhote até Caldelas, quando chegámos ajudei a levar as compras até ao elevador.

quando entrei no carro liguei a ignição, engatei a primeira velocidade, ouvi um ruído, não angatou, tentei  a segunda velocidade,e nada.

segunda tentativa, o carro andou um pouco, e aos soluços, foi abaixo; segunda tentativa, terceira tentativa, nada! estava no meio da rua, não havia um único lugar para estacionar.

para chegar a casa teria de fazer um percurso de cerca 200m, tentei arrancar engatando a terceira velocidade e o carro começou a andar, engatei a quarta.

entretanto, tive de deixar passar um casal com um bebé, que atravessavam passadeira, depois de passarem,  tentei de novo engatar a primeira velocidade, sem sucesso, voltei à terceira, já estava no início da minha rua.

consegui estacionar o carro em frente à minha garagem, facilitaria tudo o que quer que hoje tivesse de fazer, e ainda bem que pensei nisso, porque o carro foi de reboque para a oficina.

de manhã cedo,fui de autocarro para o ginásio, quando cheguei a casa, liguei para a oficina, queria saber o que fazer, pediram-me para ligar para a companhia de seguros e pedir um reboque, não pagava nada ( nunca precisei,não me lembrava que não pagava), porque se fossem eles a pedir o reboque, eu teria de pagar 25 euros.

liguei ao meu agente de seguros que me disse para ir à carta verde procurar o número de assistência ao cliente, que a companhia resolvia o assunto em pouco tempo.

e foi aqui que a coisa me fez desatinar pois convenci-me de que iria falar com alguém ( e falei), só que o gravador, e após confirmar o número de telemóvel e a matrícula do carro, fez umas quantas perguntas que eu tinha de responder  sim ou não, que deveria dizer após ouvir um sinal, e eu respondia antes, pelo que a pergunta era repetida.

passei-me,no início, quando a voz  me pediu que dissesse a matrícula do carro, número a número,e eu referi o hífen,o que não foi aceite,então tive de esperar que a voz falasse, e eu de repetir, desta vez sem o hífen, e a coisa andou. 

e esta treta toda para chegar  à conversa com o colaborador que num minuto confirmou a matrícula do carro e a cidade,e informou que o reboque passaria daí a 45 minutos...

"quê?"  perguntei, "a oficina fecha às 12h30", comentei.

"não se preocupe, o reboque vai buscar o carro e resolve a questão do horário",respondeu.

entretanto, já passava da hora de fecho da oficina, mesmo assim liguei. atendeu-me a recepcionista. informei-a de 

 que o carro ia à hora do almoço,gostaria de saber como fazer estando fechada, imediata foi a resposta:

que dissesse ao senhor do reboque para deixar o carro estacionado em frente ao portão e a chave do carro na caixa do correio.

e esta,hein!

entretanto,chegou o reboque, e como este não podia fazer a manobra até à garagem, que fica  atrás do prédio, a marcha atrás funcionava, eis que tentei engatá-la,nada!  e o carro foi empurrado até ao reboque.

de tarde tive os sobrinhos netos (cariocas) cá em casa, fomos os três a pé,com o calor que estava, buscar o primo deles à creche.

 

 

reparação demorada

Maria Araújo, 28.03.19

do choque,  e após vários adiamentos a pedido da oficina, na reparação do automóvel, hoje, finalmente, ficou lá.

E porquê?

declaração de seguro amigável foi feita um mês depois do choque.

aguardar a data da peritagem (foi rápida).

espera do telefonema da companhia de seguros a confirmar a ordem de entrega do carro na oficina.

segunda semana de fevereiro, com a data prevista para entrega do carro na oficina, viajara eu para a capital, emprestei o carro à sobrinha S. Ao estacioná-lo na garagem, fez mal a manobra, riscou todo o lado direito e ficou sem a barra lateral e parte do pára-choques.

na data marcada na oficina, expliquei o que acontecera, reparavam a parte deles eu trataria do resto.

no mesmo dia, recebera uma chamada da oficina para voltar lá, precisavam de falar comigo: o pára-choques estava partido. fazendo a reparação que lhes competia, iriam mexer nele, precisava de levar um novo.

feitos os telefonemas necessários na marcas e na concorrência, o pára-choques custava 220 euros.

o chefe da oficina achou muito caro, iria tentar nas sucatas encontrar um que estivesse em bom estado.voltei para casa com o carro.

passaram mais 15 dias,  recebo um telefonema em que me informavam que encontraram em Espanha, que custava 50 euros mais IVA, queriam a minha autorização para mandar vir, que, como é óbvio, aceitei.

mais uma semana à espera.

nova data marcada, para o início desta semana, volto a receber um telefonema em que me pediam que o carro fosse entregue no dia 28.

felizmente, o carro é utilizado para as minhas saídas fora do cento da cidade, não quis um carro de substituição.

lá ficou, hoje, para amanhã, ao final da tarde, o levantar.

com tudo isto, passaram três meses.

 

 

 

 

 

 

 

o seguro morreu de velho

Maria Araújo, 18.01.19

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Neste post, escrevi o que aconteceu quando bateram no meu carro.

Pois bem, depois de esperar até ao dia dez por uma chamada da companhia de seguros, decidi tomar a iniciativa de tratar do assunto, enviando um e-mail para o meu agente ( e amigo) de seguros a comunicar o ocorrido nesse último Domingo de 2018, pedindo esclarecimentos para o que eu poderia fazer.

Não obtendo reposta imediata da parte deste, na terça-feira passada, enviei novo e-mail.

A resposta foi-me dada no final do dia: que passasse no gabinete, no dia seguinte, com a cópia da declaração amigável.

Nunca tive de preencher uma declaração amigável, não fazia a mínima ideia qual o prazo para comunicar à companhia, lera na internet que seriam cinco dias, razão pela qual eu decidi agir, mas o meu amigo  confirmou que são sete dias.

Quando viu a cópia da declaração comentou de imediato que estava incompleta: não estavam registadas a data, a hora, feridos, testemunhas. E foi preenchido naquele momento, por mim.

O verso também não estava preenchido: descrição pormenorizada do acidente e os dados referentes , no caso, ao meu veículo.

Preenchidos estes, e assinada por mim, uma vez que, afinal, sou eu que  participo o acidente, o meu agente ia contactar a minha companiha de seguros e esta, por sua vez, contactaria a companhia de seguros do casal. Provavelmente, hoje ou segunda-feira terei alguém a ligar-me.

A simpatia e a prontidão do jovem casal fez-me acreditar que tudo se resolveria rapidamente, fico na dúvida se o casal  apresentou a declaração amigável à companhia, ou se a companhia está em falta comigo.

Se  o seguro morreu de velho,  ajo eu. Não quero ter uma surpresa desagradável.

 

bateram no meu carro

Maria Araújo, 30.12.18

Imagem relacionada

Nem ao fim de semana o trânsito desta cidade deixa de ser caótico na zona que vem da A11 para a  variante do Braga Parque.

Também não imaginava que as pessoas vão para o Lidl passear e ver as novidades, arrependi-me logo de ter entrado para umas compras. Carro estacionado, vamos aproveitar, tentamos ser rápidas.

Feitas estas, tinha de deixar a minha amiga em casa, mas fui na direcção que sempre tomo, preferia dar uma volta maior a ter de me meter nas rotundas congestionadas de trânsito.

Mas ela achou que seria mais  rápido ir à rotunda. Quando chegamos, estava um caos. A alternativa seria seguir pela direita e apanhar a rotunda do Instituto de Nanotecnologia, voltar para trás, subíamos a ponte aérea e estavamos em casa.

Fiz-lhe a vontade.

Já na rotunda alternativa, ocupei a faixa da esquerda, entrei, fiz parte da mesma, dei o pisca para a direita para entrar na minha faixa.  Os carros à minha frente pararam para dar prioridade aos peões que atravessavam a passadeira. Parei e, de repente, um estrondo no meu carro.
Que susto! Toda eu tremia.

E a minha amiga só dizia que a culpa era de quem bateu.

Saímos do carro, o trânsito ficou mais congestionadao, vesti o colete.

De um Smart saiu um jovem casal. Ela conduzia o carro, super à vontade, disse logo que tinha a culpa, que bateu por trás, mas que eu não devia ter parado, que seria melhor sairmos dali e falarmos sobre o assunto. Sugeriu o parque de estacionamento do McDonald's. Metemo-nos nos carros, comentei com a minha amiga: " e se ela foge?". O carro surgiu atrás do meu. 

Munida da declaração amigável, tratamos de preenchê-la e embora ela insistisse que tinha a culpa, que batera por trás, tinha de assumir a responsabilidade, de quando em vez deixava escapar que eu não devia ter parado na rotunda. Ele, o companheiro, reafirmou que eu estava ali parada, que eles iam contornar a rotunda, que bateu no meu carro porque não estavam à espera de encontrar um obstáculo.

A  minha amiga  pede ao jovem rapaz que vá com ela e veja como nós fizemos, que há uma faixa que se estreita e onde existe uma passadeira, e que obriga que só um carro entre na via, reenforçando o motivo que nos levou a parar.

Esclarecido os destalhes, feito o  esquema do choque, e com uma simpatia que me agradou, despediram-se de nós com beijinhos.

Nunca a atitude do casal foi de arrogância e/ou má educação.

Com o carro amolgado: farolim de trás partido, pára-choques levantado, alguns pequenos arranhões, termino o ano de 2018 com este pequeno incidente que me deixou abalada dos nervos quando  o choque se deu.

 

a carta verde

Maria Araújo, 17.05.17

 

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Maio, o mês de pagar o seguro do carro e da casa, é costume receber o aviso de pagamento com um mês de antecedência ( o último foi com dois meses ).

Passou Abril, entramos em Maio e o aviso não chegava ( nem chegou) . Ainda pensei que viesse por correio.

Os dias passam, no dia 28 tenho de substituir o selo no carro, no dia três, enviei um e-mail ao agente cobrador.

Resposta:  zero!

Passou mais uma semana, nem e-mail, nem por CTT, nem o agente deu notícias. Liguei para este no dia oito.

"Ah, eu li o teu e-mail e na mesma altura reencaminhei para a seguradora, deves estar a receber."

Passaram estes dias e nada.

Ontem, borrifei-me no agente ( amigo meu) liguei para a seguradora.

"Contactou o agente?" perguntou a senhora.

Expliquei tim tim por tim tim  o que se passava, que estamos no limite e preciso de ter a carta verde.

Uns minutos depois, dá-me a entidade, a referência e o valor para efectuar o pagamento no multibanco. Após efectuar isto, enviam a carta verde.

Se for como há dois anos que nunca mais chegava,  tive de ligar ao agente e deslocar-me lá para a receber. Quinze dias depois do prazo limite recebi a da companhia. Fiquei com duas.

Hoje fiz o pagamento do seguro do carro, porque o da casa nem vê-lo.

Aguardo até terça-feira. Se nada chegar por CTT, lá vou ter de ir, mais uma vez, ao cobrador para emitir uma carta verde.

Quanta eficiência!

 

 

 

 

 

 

O que fiz do recibo do seguro?

Maria Araújo, 19.11.15

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Organizada que sou com as contas, as faturas, os recibos, há pouco, e porque recebo via CTT o recibo do seguro do carro e da casa, faço o pagamento pelo netbanco.

Abro a gaveta onde costumo guardá-los e não o encontrei. A pasta onde tenho o contrato não tem nada, não sei o que fiz do papel. Nunca me aconteceu coisa semelhante.

Depois de remexer a gaveta duas três vezes, fui buscar a capa onde guardo os recibos e faturas das finanças, não fosse por engano, estar junto a uma delas. Nada!

O pagamento deve ser efectuado até ao dia 28, a única solução foi enviar um e-mail à companhia de seguros e pedir que enviem uma cópia, por esta mesma via.

E a minha máquina fotográfica está com um problema, tenho seguro dela,  preciso de a levar à loja, e não encontro a garantia.

Bolas! Onde anda a minha cabeça?