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"Mas vêm aí com tudo"

por Maria Araújo, em 21.08.16

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No jornal da RTP1 foram entrevistados vários brasileiros, inclusive miúdos de uma favela bem perto da cidade olímpica, e estrangeiros sobre os Jogo Olímpicos e a segurança no Rio de Janeiro.

Todos estavam de acordo que o Rio estava bonito, que ninguém temia nada, mas acabados os jogos voltaria tudo ao antes: a violência, o crime, a insegurança, o medo.

Há minutos, recebo uma mensagem no whatsapp:

 

"Já tenho saudades das Olímpiadas. Foi um momento único no Rio de Janeiro. Agora vem a depressão.

Crise política e financeira e de segurança estiveram esquecidas até agora. Mas vêm aí com tudo".

 

Palavras da minha sobrinha, que vive no Rio, e não deixou de ver e apoiar alguns dos atletas portugueses.

Voltam as preocupações da sua segurança, à nossa família.

 

 

 

 

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Madrid (1)

por Maria Araújo, em 04.09.14

Uma cidade belíssima, cheia de vida, diurna e nocturna, imponente nos seus edifícios, uma cidade que quase não pára, foi a ideia com que fiquei de Madrid.

Quatros dias que lá estivemos, acomodadas num hotel que reservamos dois dias antes de viajarmos, no centro de tudo, Porta do Sol, foi certeiro. Tínhamos tudo ali tão perto.

O primeiro dia foi o pior: saímos de casa às 3:30h, viajamos para o Porto no Getbus das 4h e embarcamos pontualmente às 6:30h para Madrid.

Do metro do aeroporto até à Porta do Sol, foi rápido, fomos de imediato tomar um pequeno almoço e a seguir dirigimo-nos para o hotel que guardariam as malas até ao check in.
Para nossa surpresa e contentamento, o recepcionista disse que talvez tivesse quarto disponível e poderíamos fazer o check in naquele momento.

E assim foi. Por volta das 11horas estavamos no quarto.

Deitamo-nos um pouco e pela hora do almoço saímos e fomos à descoberta da zona Gran Via e Palácio dos Reis (este quase ao fundo da rua, como dizia a minha amiga).

Segurança em todo o lado; dois carros de polícia, no mínimo com 3 agentes (dizia a minha amiga que sentia-se segura), muito sol, calor demais, limpeza das ruas, muitos turistas e o vestuário que era o mais prático e confortável possível, sem idade.

Estátuas pessoais eram muitas, "espectáculos" de rua entretinham as pessoas, as moedas caíam nos chapéus ou qualquer coisa que servisse para uns trocos.

O único senão, na minha opinão, foi a comida. Não sabia o que escolher, não aprecio a maior parte da gastronomia espanhola, embora em Baiona tivesse comido muito bem.

Reparei que  os madrilenhos, à hora do almoço, frequentam os restaurantes e, ao balcão, convivem com os amigos e/ou companheiros de trabalho, bebem um copo de vinho, petiscam umas tapas e FALAM MUITO ALTO.

Com uma gastronomia variada, à excepção da tortilla de batatas,  em Madrid não encontrei as suas receitas típicas, como a sopa de alho,o cozido madrileno, dobradinha à la madrilena (como eu sou fã da nossa comida tão variada e boa!).

A simpatia dos empregados dos restaurantes não é das melhores. Se o cliente quer dar um jeito à mesa porque está quase em cima da mesa do lado, não mexem um dedo para satisfazer o cliente, o serviço chega a ser muito demorado para coisas tão simples como uma sande, há pratos que só são servidos dentro do restaurante e...não entendem os portugueses, confundem-nos com os italianos, só nos percebem se falarmos em Inglês.

Mas tudo isto passa ao lado.

Na verdade, adorei Madrid.

Há mais para contar...

 

 

do Porto para Madrid

 

 

 

Madrid

 

  

 saída do metro

 

 

os toldos que davam sombra às calles

 

 

depois de acomodadas e de um descanso bem merecido, "bora" lá conhecer as calles

 

 

 

 

 

 

 

 

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Poema ao não protesto

por Maria Araújo, em 02.12.13

De alguém que comentou este post:

 

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Primeiro vieram pelos funcionários públicos, 

e não protestei porque ganhavam muito e eram malandros,

Depois vieram pelos reformados,  

e não protestei porque ganhavam muito e não trabalham,

Depois vieram privatizar as empresas públicas e o ensino,  

e não protestei porque gastavam muito e eram ineficientes,

Depois vieram aumentar os impostos e tinha de pagar aos privados a saúde, segurança e educação, 

e não havia ninguém para protestar por mim.

 

 

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