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cantinho da casa

cantinho da casa

sobre as estatísticas

 

Há meses que vejo as estatísticas deste cantinho baixas, e,  que me lembre, exceptuando os primeiros anos do blog, andariam acima de 50.

Mas a verdade é que há alturas que não posso escrever, e apesar de estar reformada há alguns anos, tenho vida para além do blog.

Também  é certo que não sou de escrever, por aqui, sou mais de ler e comentar, e não  é todos os dias.

Já foi.

Quando trabalhava, aproveitava a hora do almoço para dar uma leitura geral, e em particular, no blog do meu falecido amigo Rui.

Aliás, era o grupo de amigos do blog dele que me lia.

Isto tudo para dizer  que ontem vi que estive em destaque, e agradeço-o à equipa do Sapo, mas nem sequer liguei o PC, estive em Lisboa,  andei pelo  Porto, e  daqui a pouco estou de saída para a Póvoa de Varzim, e o pouco que escrevi,e e escrevo é pelo telemóvel.

O  que a foto de um bolo de aniversário veio fazer?

Fez subir as estatísticas ( até parece que estou em guerra de  audiências ).

Escrito isto, obrigada a todos os que visitaram este cantinho. 

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sardas falsas

Há dias,a minha irmã falou-me das minhas sardas, das muitas que já tive mas  que, com o decorrer dos anos e os cremes que usei e uso, além dos cuidados com o sol, nas estações frias são menos evidentes, aumentam no verão, e de como gosta de as ver no meu rosto.

Na minha adolescência, muitas colegas da escola as invejavam.

Ah! A Irene! Tinha o dobro das minhas.

Talvez fossemos  as únicas da escola com sardas.

Uma bela altura, as sardas foram moda e como não havia nada a fazer para quem as queria, com um marcador fino,  castanho, faziam pintinhas no rosto.

As celebridades estão a usá-las, voltou a moda.

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Os tempos são outros, tudo se inventa no que àmaquilhagem do rosto diz respeito, e, por isso, já não são só os marcadores que vingam.

De Miranda by Sapo, o vídeo:

 

 

 

 

do Sapo blogs

já se lê muita coisa sobre esta etiqueta... 

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e decidi também falar dela com uma foto da autoria da minha amiga Zé, no nosso passeio que fizemos pelo Porto, ontem.

A primavera não é só o colorido das flores, do verde dos campos e das árvores, do sol e das noites de luar.

A primavera também é isto:

 

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Obrigada,Sapo.

 

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Estou no Porto, na sala de espera da clínica Malo, entrei no Sapo blogs, e, nos destaques, aparece o meu cantinho.

Não tenho tido tempo para quase nada, mas tenho algo positivo a escrever sobre este post em destaque.

Logo que puder, fá-lo-ei.

Obrigada, equipa do Sapo.

 

 

Natal?!

parece que sim.

já cai neve na página principal do Sapo.

mas, afinal, percebi que é o anúncio aos cabazes de Natal do Continente. 

 

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por acaso, hoje, fui dar uma volta pelo centro, e como esta semana vai ser mais calma para mim, pensei preparar a lista, muito restrita, de presentes de Natal que quero comprar, e tudo fabricado em Portugal.

 

É DESTA QUE LEIO ISTO

Foi a primeira vez que li este título, não sei o que me levou a entrar nesta página. 

É o mês da luta contra o cancro, tenho lido de mais sobre o assunto, é este artigo uma realidade que nós não nos apercebemos, ainda que tenhamos familiares doentes e sejamos os seus cuidadores.

Sobre o livro "As Que Não Morrem", vale a pena ler o texto, aqui.

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O diagnóstico de um cancro tem uma miriade de consequências: é a morte lenta que não só a doença causa, mas também a cura, brutal para o corpo. Mas é também o trabalho inexcedível (e muitas vezes invisível) das enfermeiras para, em simultâneo, cuidar e avaliar; a desumanização que o paciente se sente atravessar; o abandono daqueles mais próximos que não querem enfrentar "a besta". Em "As Que Não Morrem", a poetisa Anne Boyer — que sobreviveu a um cancro da mama triplo negativo — descreve tudo isso sem peneiras e com a qualidade que lhe fez ser premiada com o Pulitzer para não-ficção em 2020 por este livro. O SAPO24 publica alguns excertos desta obra.

de hoje

O tempo está de chuva...

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Enquanto espero que o verniz das unhas seque, ando pelo Sapo a ler notícias.

E fui ver a pergunta do dia.

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E votei na última.

Não esperava, de todo, ver uma grande percentagem de pessoas que não vai a bares e discotecas.

Há muito tempo que não vou a bares.

A semana passada, tive um aniversário.

Mais de metade das convidadas foi para casa, poucas foram beber um copo.

Eu não fui.

As discotecas já não me seduzem.

Prefiro conversar sentada à mesa do restaurante.

Hoje, vou jantar fora.

 

relatório do mês

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Os sacos térmicos de sementes, é o post que tem tido mais visitas, desde sempre.

E a verdade, é que o ponho todos os dias,  à noite, quando me deito, ajuda a relaxar e a adormecer, eu que ando na fase de dormir poucas horas. E no dia seguinte, vem o cansaço.

Há dois anos, o braço esquerdo não me deu tréguas durante dois ou três meses, até que fui à consulta de especiladidade de ortopedia, a solução era operar porque tenho bicos de papagaio. Mas, segundo opinião de especialista em neurocirurgia, era desnecessário.Valeu-me a fisioterapia e estes sacos térmicos que ponho todos os dias, desde então.

Às vezes, é o ombro direito que me prega das suas. Ontem, fui a uma consulta de fisiatria, tenho uma tendinite, vou voltar à fisioterapia, e aplicar um gel para  massajar duas vezes por dia.

Pode ser tolice minha, mas convenci-me que os sacos de sementes aliviam-me bastante a tensão muscular que tenho diariamente, e quando tenho dores, tomo um, e basta um, comprimido anti-inflamatório, e fico bem.

O ginásio também está a fazer-me falta.

E na próxima semana, desconfinados que estamos, regressam as aulas de grupo, e não vou poder ir.