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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

Inspira-me

Maria Araújo, 02.10.14

Não há ano nenhum que estando de férias em agosto, não se fale no Natal.

"Ah, e tal, já reparaste que dentro de 4 meses estamos no Natal?!", pergunta que não falha.

E quando se aproveitam os saldos de verão e se fazem as compras a pensar nas prendas que se quer oferecer às amigas?

Este ano não foi excepção. Umas écharpes, uns brincos, um verniz das unhas,  e está resolvido o dilema que todos os anos, também, me defronto, quando não sei o que oferecer e para não repetir as prendas.

Depois, vem a família. "Ah, este ano é do irmão mais novo (os outros passam sempre aqui, neste cantinho), o ano dele cozinhar os deliciosos pratos do almoço de Natal".

E a F, minha sobrinha, que adora este dia e este ano não vem a Portugal porque o segundo filho nasce em dezembro, lá, no Rio de Janeiro:"Ah, vais lá tu quando o bebé nascer, ela precisa de apoio, e tal."

E eu só penso que, quando estivermos próximo desta festa da família, ela vai estar lá, do outro lado do Atlântico, cheia de calor, e com saudades da azáfama destes dias, da comida, das prendas.

Mas eles têm de seguir o seu rumo.

Muitos Natais temos para comemorar com eles, cá.

Haja saúde.

 

Angustia dissipada...

Maria Araújo, 07.02.09

E ontem fui ao Ministério Público testemunhar as malvadezas do meu vizinho.

Correu muito bem. A Magistrada foi muito simpática. Fiquei a saber que é uma grande amiga de uma colega da minha escola, que verdade seja dita, simpatizo muito com ela.

Pois bem, o relatório foi confirmado, assim como foi acrescentado muitos detalhes que eu tinha conhecimento  de há alguns anos, rfelatados pela própria mãe do meu vizinho.

Os tribunais não podem fazer tudo, é certo. Mas espero que, e se o gajo aceitar, tenha o tratamento adequado.

E perguntou-me a minha melhor amiga, cujos pais vivem no prédio aqui ao lado do meu, "Ele vai para o manicómio?".

"Sei lá!" , respondi eu.

Na verdade quero que a mãe do gajo tenha assistência alimentar e de higiene, e que ele vá para o diabo que o carregue, por que não admito que maltrate a mãe, (hoje na hora do almoço foi mais uma sessão de baile com a pobre senhora).

Foi com a minha persistência na PSPe no Ministério Público que consegui fazer com que o assunto avançasse.

O gajo não tem conhecimento de nada.

Intervindo a Segurança Social e a Assistência médica, pode ser que esta família de duas pessoas doentes, tenha um rumo.

Mais não posso contar.