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cantinho da casa

cantinho da casa

andei pelo Porto

estranhamente habituada a ver as ruas cheias de turistas, hoje, no Porto, consegui tirar as fotografias que quis sem ter quem se metesse à minha frente.

depois de sair da consulta, na Avenida da Boavista, a Casa da Música sem os jovens que costumavam saltar as escadas e a lomba com o skate, as portas fechadas, a rotunda com pouco trânsito,  apenas o jardim tinha algumas pessoas que aproveitavam o sol, um pouco mais fraco.

na Baixa, na Rua de Santa Catarina, no Bolhão, não se vê a azáfama das pessoas que entram e saem das lojas, há lojas que fecharam de vez, outras que estão em obras, algumas abertas com atendimento à porta.

levei um sande para comer, sentei-me numa pequena fonte na Avenida dos Aliados, outras pessoas faziam o mesmo que eu, deixei-me ficar até à hora de ir para o comboio.

na estação de São Bento, praticamente vazia, também fotografei o que em tempos não conseguia.

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em Braga, as decorações da Páscoa vêem-se na entrada do Arco da Porta Nova.

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verifiquei que há mais pessoas nas ruas desta cidade do que no Porto.

 

 

 

 

 

 

estou preocupada

Tinha pensado ir pé até ao Bom Jesus, subir e descer os escadórios, preciso de exercício físico  que, à excepção do fim de semana,  não há oportunidade para  fazer as aulas que gosto.

A minha irmã mais nova e a filha vieram ter comigo ( chegaram tarde, desistimos do Bom Jesus), mantivemos a distância necessária, e quando as pessoas se cruzavam connosco, fazíamos uma fila para não haver aproximação.

Ora, quando chegamos à zona do Parque da Rodovia, ficamos estupefactas. Aliás,eu até já estava a contar com o que vimos: muita gente, famílias com os filhos, grupos enormes que passeavam por lá, que se cruzavam sem qualquer distância. Desistimos de atravessar o parque, metemos por zonas de vivendas que ninguém escolhe para caminhar.

E assim fomos descansadas. Quando chegamos à zona do Leroy Merlim, a coisa descambou, não pelo número de pessoas que por lá caminhava,  mas porque a circulação de viaturas era demais.

E no Leroy Merlim, que eu pensei que estava fechado, o parque estava cheio e havia fila para entrar.

Fizemos o caminho com segurança, eu conheço esta zona, cruzámo-nos com  poucas pessoas.

Há minutos, no Instagram do Sapo, que eu procuro para ver o quadro de infectados COVID19, fiquei de boca aberta:

há algum tempo que o Norte tinha um baixo número de infectados, Lisboa e Vale doTejo tinha substancialmente o dobro, hoje, inverteram-se os números.

Não são muitos, mas o suficiente para, com o que vi hoje nos arredores da cidade, os casos aumentarem.

Já perto de casa, passou o meu vizinho do andar de cima, que nesta pandemia vai fazer a sua corrida matinal, parou por segundos e disse: "Impossível andar nos arredores. Há gente a mais na rua".

Estou desolada.

Espero enganar-me, mas com estes comportamentos, tão cedo não desconfinamos.

 

 

Acabei de ler que vai haver Conselho de Ministros para aprovar as novas regras, mas as escolas só abrirão depois da Páscoa. Mas as lojas poderão abrir no dia 17.

Urge as crianças em idade pediátrica voltarem às creches.O meu sobrinho neto precisa muito de ir para o Colégio.

Aguardemos o que por aí vem.

um pouco de sol

Saí de manhã cedo para apanhar o comboio para o Porto, estava nublado e húmido, soube bem o capuz do casaco que protegia o cabelo cortado no fim de semana.

Depois da consulta, o sol parecia querer dar um pouco de vida ao dia, fui ver as novidades, vi um casaco MaxMara que gostei muito e compraria se não custasse cerca de 1800 euros. 

Tanto que vi, comprei uma saia de 20 euros 

E pelas ruas do Porto, lembrei-me de tirar umas fotografias.

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o ruivo

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Manhã serena, precisava ir a esta loja (em frente  às caixas do Hipermercado Continente) com descontos de 23%, todos os dias da semana,  à 5ª feira é o dia da L'Óreal e Wella, precisava urgentemente de champô e condicionador, decidi ir a pé ( 2,5km), e  fazer o meu exercício, já que nem sempre vou ao ginásio neste dia.

No regresso a casa, a cerca de 200 metros do Hipermercado, ouvia o ruído de um soprador de folhas de rua.

Presumo que  tenho andado com mais atenção ao que se passa à minha volta, no que ao sexo masculino diz respeito, e se no sábado foi o Pappillon, hoje, um homem, jovem,  alto, vestido com umas calças cor camel e uma malha polar ?? verde que me parece ser uma das fardas que os funcionários da Câmara usam, de costas para mim, movimentava a máquina  que soprava as folhas juntos aos prédios que ficam numa rua abaixo e paralela à avenida que eu percorria, chamou-me a atenção pela cor do cabelo, que muito raramente se vê por cá: ruivo.

À medida que caminhava, os meus olhos curiosos não se desviavam deste homem de cabelo ruivo. Ele vira-se e uma  vejo uma interessante e comprida barba ruiva.

Percebeu que alguém o observava, levantou os olhos, baixou-os, continuou a sua tarefa.

À medida que me afastava deste homem ruivo, pensava nela.

E se há uns meses foi um jovem que me chamara a atenção, também funcionário da Câmara, pela sua barba e coque, hoje o ruivo, parece-me que a Câmara está a apostar num quadro de funcionários jovens,dinâmicos e modernos.

Gostei! E vou estar mais atenta.

 

 

 

 

Barcelona, dia 1

Com saída de Braga às 4:15h, o primeiro senão foi no parque de  estacionamento perto do aeroporto. A minha amiga enganou-se na entrada, tivemos de passar pelo aeroporto e encontrar o caminho. Perdidas nos acessos, o  receio de chegar atrasada deixara-nos preocupadas. Mas conseguimos.

A reserva havia sido feita via net, carro entregue, levaram-nos numa carrinha ao aeroporto, mesmo em frente ao park low cost, com preços muito bons, e com pessoas jovens e eficientes no tratamento com os clientes, quer à partida, quer à chegada.

Compramos bilhetes de ida e volta do aeroporto de Barcelona até à paragem na Praça da Catalunha, e vice-versa.

O check-in no apartamento era a partir das 14h, mas guardavam as malas até à hora.

O segundo senão foi no contacto que tinhamos, pois não havia um único letreiro a indicar que era ali o AP, embora o número da porta fosse o  indicado na reserva.

Ao lado tinha uma loja de vestuário feminino, que se encontrava fechada.

Fui perguntar numa outra loja mais à frente e responderam-me que era naquela que a receção era feita.

Depois de várias tentativas e já prestes a seguirmos com as malas atrás de nós, vê-se um jovem dentro da loja que vem abrir a porta.

As minhas amigas ficaram no passeio à espera enquanto, lá dentro, eu tentava convencer o jovem a deixar-nos entrar mais cedo para o AP, dizendo que em Madrid guardavam as malas sem termos de pagar para isso, e, por que o quarto estava disponível o check-in fora feito na mesma hora, pelo que se o apartamento não estivesse ocupado, poderia fazer o check-in mais cedo (queria que pagassemos uma tarifa com 50% de desconto para os clientes, para guardar as nossas malas na loja que,  mesmo assim, ficava por 2 euros cada mala).

Entretanto, entrou um casal de italianos que tivera a mesma dificuldade em encontrar a recepção. Levado pela cantiga (as minhas amigas viam-me lá dentro e comentavam que eu estava a namorar o rapaz, credo!) o  jovem, muito simpático, cedeu, e entramos todos nos nossos apartamentos por volta das 11horas.

O apartamento não correspondia, de todo, ao que vira no site, no que se refere à logística. Muitas falhas.

Estavamos muito cansadas mas tinhamos de aproveitar o dia para ver alguma coisa.

Depois de almoçarmos (é no estrangeiro que cedo aos Macs, aos Kings e aos Subs) subimos o Passeig de Gràcia, fomos até La Pedrera. Não me recordo quanto paguei  quando lá estive em outubro de 2013, mas sei que andaria pelos 18 euros, ou menos.  20 euros é o preço actual.

Elas ficaram-se pela vista exterior ( eu já conheço o interior) e seguimos para a Sagrada Família, agora mais cara a entrada, também. Elas quiseram conhecer o interior. E ficaram encantadas!

Seguimos depois para o Hospital de La Santa Creu i  Sant Pau, património mundial da UNESCO, agora um museu modernista, demos uma volta pelo exterior, estava na hora de fechar, a visita demorava cerca de 2 h, voltamos ao AP, descendo o Passeig de Gràcia, passando pela casa Milà, descemos as Ramblas, com  um supermercado Carrefour a jeito, fizemos as nossas compras, fomos para o apartamento e não saímos mais, de tão cansadas que estavamos.

Petiscamos umas ótimas fatias de presunto, queijo, pão, atum, acompanhados de um vinho tinto, pois claro.

Conversa  e risos qb, publicação de fotos no FB, dormir e, o primeiro dia passou.

 

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(em La Rambla)

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 (Praça da Catalunha)

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(La Pedrera)

 

Sagrada Família: exterior

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(fachada pronta) 

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(na escadaria) 

 

Sagrada Família: interior

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 (tecto)

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 (nós)

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(paineis) 

 

Hospital de La Santa Creu i San Pau: exterior

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(casa Batló)

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(edifício da Apple, com muitos jovens chamados de "gunas" )

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(continua)

 

 

 

 

 

"Lá se pensam, cá se fazem"

 

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 O meu irmão mais novo tem uma grande paixão por bicicletas.

Há cerca de 5 anos, começou a dedicar-se a elas, como hobby.

Compra peças, substitui, desmonta, altera, pinta, adapta-as ao tempo e aos lugares.

Desafio em desafio, com amigos e/ou sozinho faz longos percursos ao fim de semana e adquiriu o hábito de utilizar este meio de transporte para se deslocar para o trabalho.

Fato vestido, capacete na cabeça, mochila nas costas, raramente serve-se do carro para trabalhar.

Sempre atento ao que se passa nas grande cidades Europeias ou de qualquer outro continente, publica no FB o que vê, e "adverte" o nosso Presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, para o cumprimento do que prometeu aquando das eleições autárquicas.

Hoje publicou um vídeo  sobre Lisboa com o título "Ideias de Origem Portugesa" e, curiosa que sou, espreitei. 

Se em Lisboa, a cidade das setes colinas e das ruas com declinação acentuada é viável construirem-se ciclovias para todos os cidadãos, então, nesta cidade, plana, cheia de sol, acolhedora e com ruas largas, facilmente se podem adaptar ciclovias(as poucas que existem estão nos arredores e/ou numa via pedonal sem trânsito) junto aos passeios de modo a que os ciclistas circulem livremente e não ocupem as vias para os automobilistas, nem os passeios destinados aos transeuntes (se bem que estes têm o hábito de ocupar as vias destinadas aos outros).

Sigamos o exemplo que muitas cidades estão a fazer pelos cidadãos, até porque no Brasil a bicicleta dá pedal, como é exemplificado aqui: melhora a saúde e a auto-estima, propicia liberdade, de custo acessível, diminui o número de veículos nas ruas, diminui conflitos de trânsito, melhora todos os índices ambientais...