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cantinho da casa

cantinho da casa

Seg | 21.06.21

coisas que me irritam nas pessoas

Maria Araújo
  sejam  elas o presidente,o trolha, o jornalista, o médico: usarem a máscara na ponta do nariz e andarem sempre a puxá-la para cima. sugiro que dêem um nó nas pontas e adaptem-nas às orelhas que nada disto acontece. a semana passada, fui jantar a uma pizaria muito frequentada pela  família. o jovem empregado tinha-a mal colocada, estava torta, e sempre que se aproximava dos cliente, ela ia para baixo do nariz. apeteceu-me dizer-lhe que uma pessoa que serve à mesa não pode (...)
Seg | 26.04.21

do fim de semana

Maria Araújo
Entrei sexta-feira ao final da tarde em casa, com o sobrinho neto, saí hoje de manhã para o levar ao colégio, como de costume. A mãe vai mudar de casa, o trabalho é muito, sábado e domingo de tarde fiquei com o menino. As lojas abriram no dia 19, não faço a mínima ideia como estão, do que há, do movimento no centro da cidade. Estou há dez dias limitada às saídas de carro para ir buscar o menino ao colégio. Ginásio, zero! Então, hoje, depois do fim de semana em casa, (...)
Ter | 16.03.21

a falta de civismo nos jovens

Maria Araújo
fui buscar o sobrinho neto ao colégio, no final da rua passo por uma mãe, ou avó?, com um rapaz nos seus onze anos. ele com a máscara a tapar orosto, ela com a máscara debaixo do queixo. percebi que ela resmungava quando passava por mim, dizia: "estou cheia de calor, tenho de andar com esta merda,já não se aguenta mais"   vinha para casa, avenida da liberdade,sinal abriu para os peões,dois jovens na casa dos dezoito anos, nas suas bicicletas ultrapassam  os peões, tivemos (...)
Seg | 28.12.20

os saldos pós Natal

Maria Araújo
na verdade, os saldos começaram antes do Natal. Talvez os preços não fossem de saldos verdadeiros, mas eu comprei umas calças com 40% de desconto, posso dizer que foi de saldo. Hoje de manhã, depois do ginásio, fui para os lados do  Braga Parque, mas não para lá ir, o trânsito estava caótico quer à ida, quer à vinda. Por volta das 16:00h, saí de casa, não só porque precisava de arejar a cabeça, estive vários dias sem sair, mas também porque precisava de ir à lavandaria. (...)
Qui | 03.12.20

comércio tradicional

Maria Araújo
procuro fazer as compras de Natal no comércio tradicional, e porque prefiro e gosto do comércio de rua, procuro as lojas do centro comercial quando não existe cá fora. ontem, fui ao Braga Parque para comprar na Primark este modelo de botas para usar em casa. todos os (...)
Seg | 26.10.20

agora,sim!

Maria Araújo
depois de um fim de semana de chuva, o sol tímido da manhã trouxe para a rua muitas pessoas que aproveitaram para as compras, como eu, para a conversa nas esplanadas, para as tarefas de rua. finalmente, exceptuando algumas pessoas que falavam ao telemóvel, e as que fumavam o seu cigarro, todas,mas todas, tinham máscaras. os meus vizinhos do r/c e do 1ºandar não usam máscara na rua. estava a chegar a casa, o vizinho do r/c subia a rua usando máscara. há muito que o governo devia (...)
Seg | 10.08.20

domingo na cidade

Maria Araújo
omtem, fui almoçar a casa da mana. depois do  almoço, fomos dar um abraço aos sobrinhos netos,  que vão para Lisboa, e  dentro de uma semana já estarão no Brasil  ( 4 meses em Portugal). adoraram estar este tempo todo por cá. mas a escola vai começar,o regresso é inevitável. tirámos uma foto de família ( não estava a família toda) passamos pela Sé de Braga. antes da pandemia, ao domingo,  todos os bares estavam fechados. estão, agora, as esplanadas cheias. há que (...)
Qua | 29.01.20

coisas minhas, de hoje

Maria Araújo
E como  se não chegasse o que  aconteceu ontem,  4ª feira é o dia que tenho mais livre de compromissos, pelo que vou sempre por volta das 17:30h  buscar o sobrinho neto ao colégio. Chovia, seria melhor levar o carro. Meti a chave na  ignição, o carro não deu sinal de si (  há cerca de três semanas fui jantar fora, quando fui levar a minha amiga a casa, parámos a conversar dentro do (...)
Qui | 05.12.19

chamadas "sem nome"

Maria Araújo
Ontem, fui buscar o sobrinho neto ao colégio, e como o tempo é de sol, levei o carro de bebé. Também queria levá-lo a ver a iluminação de Natal. Seguia tranquilamente o meu caminho, uma senhora pôs-se ao meu lado, acompanhando o meu passo, comentou comigo: - Chamadas sem nome, que nervos! Olhei para ela, não disse nada. Não era comigo, estaria a resmungar alto e para si própria. E continuou: - Chamadas sem nome, apetece deitar o telemóvel para o chão. Havia de ser proibido (...)