Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

cantinho da casa

cantinho da casa

dia 13, sexta-feira

em Apúlia, antes do confinamento do fim de semana, um dia de praia sereno, com as temperatura da água e do ar agradáveis. 

IMG_20201113_120634 (2).jpg

IMG_20201113_124911.jpg

IMG_20201113_125005.jpg

IMG_20201113_125141.jpg

E de repente, veio uma onda mais forte, se não estivesse atenta, levava-me as sapatilhas...levou a mensagem.

IMG_20201113_151048.jpg

IMG_20201113_151128.jpg

Fui buscar o carro ao centro, passei pelos restaurantes de Cedóvem, àquela hora chegavam clientes para almoçar.

IMG_20201113_125228.jpg

IMG_20201113_125310.jpg

Almocei na esplanada de um restaurante, apenas eu. Comi bem, estava saboroso,não ia deixar ficar mais de metade da dose, trouxe o que sobrou.

Uma gata preta andava de volta da mesa,queria comer. A dona do restaurante tirou-a dali, mas ela escapava-se, até que se sentou em cima das minhas pernas.Meiga, muito meiga.Tomara que a minha gata fosse como esta!

IMG_20201113_150506.jpg

A dona deste restaurante lamentou amanhã não abrir, e disse-me que se a hora de fecho fosse às15:00h, não faltariam clientes, dava tempo para os servir e fechar a horas.

Segui para Ofir, os surfisitas andavam por lá, caminhei mais um pouco pela beira-mar.

IMG_20201113_140536.jpg

Saí da praia, fui pelo pinhal, passei em casa da minha sobrinha ( vive no Rio de Janeiro) consegui falar com ela pelo whatsapp, disse-lhe que tinha uma visita.

IMG_20201113_143118 (2).jpg

IMG_20201113_143916 (2).jpg

Fui tomar café, estava o céu encoberto,mas a temperatura continuava agradável.

IMG_20201113_150611.jpg

Gosto de Esposende,  não dava tempo para fazer a marginal a pé, fui ver umas lojas giras.

IMG_20201113_153931 (2).jpg

Antes de regressar a Braga, ainda passei pela margem do rio.

IMG_20201113_160839 (2).jpg

IMG_20201113_160844 (2).jpg

IMG_20201113_161008 (2).jpg

IMG_20201113_161414 (2).jpg

Fui buscar o menino ao Colégio.

Quando a mãe chegou, fomos dar um passeio pelas redondezas, o menino na sua moto, deu show.

IMG_20201113_182515 (2).jpg

Dia 13, sexta-feira, foi um dia muito fixe, a não ser ter comprado uma raspadinha e ter saído o dinheiro da carteira, como sempre.

 

depois de Chaves,Amarante

Ainda sobre as mini férias em Chaves, e porque decidimos passar por Amarante, saímos de Vila Real...

IMG_6382.JPG

pouco faltava para metermos pelo Alto Douro Vinhateiro, mas não havíamos planeado  ficar mais de dois dias fora de casa,ficará para uma próxima  saída, de preferência sem COVID.

Chegamos a Amarante,carro estacionado, surge-nos a Igreja de São Gonçalo.

Nãofaltavam turistas, portugueses e espanhois, nas esplanadas e  a fotografar o exterior da Igreja.

IMG_20200827_161943 (1).jpg

IMG_6387.JPG

passamos pelos claustros

IMG_6389.JPG

IMG_6391.JPG

Gostei da abóbada, com as figuras  de São Gonçalo, São Tomás, São Domingos e São Pedro Mártir (a precisarem de restauro).

IMG_6397.JPG

IMG_6395.JPG

IMG_6392.JPG

IMG_6390.JPG

No exterior, era imprescindível atravessar a Ponte sobre o Rio Tâmega e fotografar tudo o que nos aliciava a vista.

IMG_6399.JPG

IMG_6400.JPG

IMG_6403.JPG

IMG_6402.JPG

IMG_6407.JPG

IMG_6404.JPG

IMG_6415.JPG

e do outro lado da ponte, espreitei esta linda entrada e verifiquei que é um Hotel Michelin 5 estrelas, 2020.

IMG_6406.JPG

IMG_6410.JPG

Hotel Casa da Calçada Relais & Châteaux

IMG_6401.JPG

Estava na hora de regressarmos a casa, não sem antes procurarmos uma pastelaria para comprarmos aquele doce muito conhecido em Amarante: o doce fálico ( semelhante às  tíbias de Braga).

 

passeio por Chaves # 1

Há algum tempo que pensara visitar Chaves. Tenho lido alguns roteiros sobre esta cidade que não visitava há quase 30 anos, e dar um passeio pelos jardins do Vidago Palace Hotel, em Vidago.

Não podia ir mais de três dias, não queria deixar a gata muito tempo sozinha, tenho a família fora, ninguém para cuidar dela, então desafiei a minha amiga N,que  manifestara interesse em ir comigo para onde quer que fosse, assim como ela precisava muito de sair e distrair-se, tratei de fazer a reserva neste hotel, que uns familiares seus recomendaram.

Check-in a partir das 15:00h,estacionamos o carro para vermos onde ficavam os três restaurantes em vista, dois deles ficam um ao lado do outro,tirei a primeira fotografia.

IMG_20200826_131359.jpg

Seguimos para o centro,a fome apertava, mas quando quisemos ir a este, já não serviam almoços. Ouvia-se cantar ao vivo,estava cheio,fomos então ao do lado.

Cheio, também, ficamos em lista de espera, éramos os últimos, ninguém podia estar dentro do espaço, sentamo-nos numa mesa da esplanada do café em frente, o funcionário ia chamando à medida que saíam clientes.

1598722909938.jpg

Entramos depois das 14:30h, fomos comendo as entradas, o serviço não demorou. 

Depois da refeição, pensamos ir fazero check-in,mas ficando fora dacidade, decidimos, apesar do calor, ver o que fosse possível, ao final da tarde seguíamos para o hotel, tinhamos uma piscina à nossa espera.

Descemos a rua em direcção ao Castelo, a entrada não era por onde pensaramos,seguimos na direcção do rio. Estavamos na margem direita,o que viamos enchia-nos os olhos e,à sombra das árvores, tratamos de fotografar o lindo espelho que é o rioTâmega.

IMG_20200826_162243.jpg

E atravessamos a Ponte de Trajano

IMG_20200826_163029.jpg

Vimos a cúpula de uma igreja, fomos espreitar. A igreja de São João de Deus, pequena, com uma abóbada que lhe dá bastante luz.

1598725551942.jpg

Seguimos na direcção do Jardim do Tabolado, na margem esquerda, arborizado, tranquilo, com acessos pedonais, a serenidade do rio Tâmega, faz inveja a esta bracarense que gosta de jardins. 

Um coreto,um  parque infantil, as piscinas, a ponte de pedras,poldras, que atravessam o rio.

IMG_20200826_164217.jpg

1598728559326.jpg

Atravessamos a ponte pedonal, que o liga à outra margem, esta comercial, as cadeiras deste bar (fechado) convidavam a uma bebida fresca.

IMG_20200826_165624.jpg

E acabamos esta primeira visita com o regresso ao nosso hotel, para o check-in e um bom banho na piscina do hotel. 

 

 

 

 

 

 

 

do fim de semana # 1

Sábado, pela primeira vez,  fomos à actividade "Sessões Pais & Bebé" nesta biblioteca, assistir ao conto " A Carochinha e o João Ratão",  para crianças dos 12 aos 36 meses de idade.

Além da história,  pretendia-se que as crianças tomassem  contacto  sensorial com os objectos que faziam parte da história.

A história demorou o tempo suficiente para as crianças a ouvirem, a maioria portou-se muito bem contrariamente a alguns pais que falavam muito alto e perturbavam a actividade.

No final, os miúdos brincavam com legos, pequenas garrafas de plástico com areia, brinquedos, enquanto outros sentavam-se à volta de uma pequena mesa para a sessão de pintura.

Eu e a minha sobrinha não estávamos à espera que o bebé ( meu sobrinho neto) tivesse um comportamento exemplar. Sempre atento à história, era a canção que captava a atenção dos miúdos, na interacção com os outros bebés, na brincadeira com os materiais que, pelo tacto, visam promover o desenvolvimento da criança.

IMG_20190427_164001.jpg

IMG_20190427_165418.jpg

Depois da sessão, fomosao lanche numa esplanada, e um passeio pelo centro da cidade. O bebé, que adora empurrar o carrinho, lá foi de mão dada com a mãe, a outra tia avó empurrava o carrinho e eu fotograva a cena.

IMG_20190427_180459.jpg

Combináramos passar o domingo na praia, passaríamos por Fão, almoçaríamos por lá, queríamos ver o tapete de flores feitos de pétalas de camélias, pampilos, cravos e cardos, para a festa do Bom Jesus de Fão, estando o tempo com sol, aproveitaríamos, também, para levar o bebé à praia e deixá-lo sentir a areia nos pés.

Deixámos o carro no parque do aldeamento, fomos pelo paredão junto ao rio Cávado em direcção a Fão.

IMG_5225.JPG

IMG_5228.JPG

IMG_5226.JPG

IMG_5229.JPG

IMG_5232.JPG

Chegamos à praça, não vi o tapete de flores na rua.

Aproximamo-nos da igreja, lá estava ele aos pés do altar, lindo e cheio de luz.

IMG_5236.JPG

IMG_5237.JPG

Um espelho permitia que víssemos o outro lado do tapete.

IMG_5246.JPG

Subi as escadas que me levaram atrás do altar para tirar uma fotografia de outro ângulo quando escuto um homem que, sentado junto a uma mesa, presumo que guardava o crucifixo do Senhor onde tinha a seus pés uma bandeja com dinheiro, me disse que teria uma perspectiva mais bonita de todo o tapete se subisse as escadas que  dão acesso ao coro, estas do lado direito da igreja.

Comentei que esperava ver o tapete na rua,a resposta foi que há um tapete que é feito na rua, sim, de quatro em quatro anos e quando a imagem do Senhor dos Passos vai no cortejo da procissão. 

IMG_5250 (2).JPG

E assim o fiz...

IMG_5251.JPG

IMG_5254.JPG

 

pensamos no tempo, na cidade

e nem sempre é o tempo que faz na praia.

IMG_20180714_172341.jpg

Fizesse sol, nevoeiro, chuva ou vento,  combinara passar o dia na casa de praia com a minha sobrinha e filhotes.

IMG_20180714_200807.jpg

Na cidade o tempo estava um pouco encoberto e com algum vento, convidei a minha irmã para vir comigo.

Auto-estrada fora,  a sobrinha tinha ido almoçar com uns amigos, tinhamos a chave da casa, fomos para a piscina.

IMG_20180714_173022.jpg

O tempo convidava à praia, a piscina é para os dias de vento,  no momento que saímos de casa, chegam eles.

Os bejinhos, os abraços, eles ficavam por casa, fomos nós à praia.

A temperatura  estava óptima, não havia vento, fomos para a restinga de Ofir.

IMG_20180714_173832.jpg

A água do mar estava agradável, maré alta, tivemos cuidado com o banho.

Desafiei a minha irmã fazermos o regresso pelo margem do rio, que ela não conhecia.

IMG_20180714_182016.jpg

Ficou encantada, nunca vira Esposende do outro lado da margem, parecia uma criança a brincar no rio.

IMG_20180714_182502.jpg

Dirigimo-nos ao passadiço, fizemos o percurso até casa por este.

O fim de tarde continuava sereno, sem vento.

IMG_20180714_204551.jpg

Ficamos para jantar.

IMG_20180714_220235.jpg

As crianças foram dormir, a conversa estava agradável, mas era hora de regressar a casa.Já não sou das que adora conduzir à noite na auto-estrada, vinte minutos nas calmas, à meia-noite estavamos em Braga.

E a noite continuava serena e linda.

Pensar que o tempo que faz na cidade é o mesmo que faz na praia, é errado. 

E as praias do norte enganam-nos, também.

Fossem todos os dias de praia como o de hoje.

Foi um dia maravilhoso.

 

doidices minhas

captura de ecrã.png

 

Tinha escrito neste meu post que num dia de sol iria dar um passeio pela Foz no Porto.

Ora o dia chegou mais cedo, e inesperado, pois estava à espera de ir a uma consulta à clínica em Lisboa mas como o pequeno problema que tinha num dente podia ser resolvido no Porto, sexta-feira, ligaram-me, foi marcada uma consulta para hoje ao fim da manhã.

Gostei da médica (jovem e simpática) meia hora no consultório, tudo correu bem, feita a reparação, saí com destino à Foz, tinha a tarde para mim, estava quente, decidi ir a pé.

Mais à frente da clínica, reparei numa loja com umas roupas engraçadas, para todas as idades e estilos, com uns preços bastante interessantes, entrei, e apesar de muitas das peças serem tamanho único, comprei duas blusas.

Era hora de almoço, estava com fome, fui caminhando até que vi o supermercado Bom Dia, atravessei a rua cujos semáforos foram feitos para os automobilistas pois estive uma eternidade à espera que abrisse o dos peões, almocei por lá.

Uma horita a descansar, aproveitei para ler e comentar alguns blogs.

Mal eu imaginava o que tinha para andar. A paragem de autocarro estava ali à minha frente, não me passou pela ideia apanhá-lo e sair na rotunda do Castelo, queria tomar por lá o café, fui andando, andando, andando e o Forte ( Castelo do Queijo) não me aparecia à frente.

Passo ao lado do Parque da Cidade, calculei que estava perto da rotunda, mas a cada 100 metros comentava comigo " que doida, Maria, fazeres estes quilómetro a pé. Porque não apanhaste o autocarro?" , e continuava a andar na expectativa de ver o Forte, a rotunda, o mar.

Não fazia a miníma ideia do comprimento da Avenida da Boavista ( sempre fizera o percurso de carro), cheguei 45 minutos depois de sair do supermercado, junto à Cufra.

Sentei-me na esplanada a tomar o café, deixei-me estar a ver o mar, reparei que os autocarros que vão para o centro param perto  do Castelo, fui dar um passeio pelo paredão, em direcção à Foz do rio Douro, caminhei cerca de 4 km, até à Praia dos Ingleses... E fiquei por aqui.

Surge-me aos meus olhos uma paragem de autocarro, apanhei o 500 que passava em São Bento, onde queria ficar para regressar a casa (cansada que estava adormeci no comboio, ahahah!).

Contas feitas, andei cerca de 9,5 km.

captura de ecrã.png

E o que vi?
Vi muitas pessoas na praia, casais 3ª idade que apanhavam sol, uns vestidos, outros em fato de banho, pescadores, namorados, estrangeiros, grupos de jovens que brincavam na praia, pescadores, esplanadas cheias e...muito, muito LIXO!

"Que praias sujas, que mau aspecto! De que estão as Câmaras à espera para as limpar? Do Verão?"

Com tanto turista cá de dentro quanto lá de fora, é tempo de limpar ", comentei. Até um skate carcomido da água do mar jazia junto às rochas perto do passadiço. Fiquei desolada, porque era de mais o lixo que se estendia ao longo da praia.

À parte a minha desolação, deliciei-me com o passeio e, como seria de esperar, cá estão algumas das fotografias.

 

IMG_4251.JPG

IMG_4252.JPG

IMG_4254.JPG

IMG_4256.JPG

IMG_4258.JPG

IMG_4260.JPG

IMG_4282.JPG

IMG_4284.JPG

IMG_4290.JPG

IMG_4300.JPG

IMG_4301.JPG

IMG_4303.JPG

IMG_4305.JPG

IMG_4309.JPG

IMG_4314.JPG

 

E o lixo

IMG_4268.JPG

IMG_4269.JPG

IMG_4277.JPG

 

queríamos a chuva

Em Novembro passara na ponte sobre o rio Cávado, o caudal metia dó, era escassa água que no verão delicia os habitantes da zona.

Ontem, passei lá. As águas do rio corriam em quantidade e força em direcção à foz, não se via o arvoredo e a terra seca do verão passado. 

Hoje, a trovoada tem andado por aqui, a chuva é abundante, o granizo bate nas vidraças das janelas.

Já não podemos queixar-nos que a água não chega para as pastagens, a agricultura, subir o caudal dos rios.

A chuva veio para ficar. Pena que o vento, e os tornados, que também chegaram ao norte, façam estragos.

Queríamos a chuva, Março trouxe-a em abundância.

E já só queremos o sol, os dias de Primavera, as roupas leves e confortáveis... Mas vamos ter de esperar mais um tempinho.

5 (1).jpg

 

Portugal recomenda-se?!

Quando hoje de manhã vejo as notícias no telemóvel e este vídeo  que me chamou a atenção, comentei apenas isto:

" Inacreditável! Será que estou a ver bem?! No Verão mataram a floresta, estão agora a matar o rio?"

 

 

A tristeza deste país está no assassinato da nossa natureza e fauna.

A saga dura há anos.

Vamo acabar com isto?

 

 

um almoço em Ponte de Lima

Do grupo do ano passado cinco pessoas não puderam ir ao almoço.

Fomos nove, em dois carros.

O restaurante fica a curta distância da saída da auto-estrada.

IMG_2002.JPG

Um restaurante modesto,  o átrio com belas flores, o interior bem arranjado.

As entradas vieram para a mesa: favas estufadas, pataniscas, chouriços grelhados e broa.

Vinho tinto maduro.

O arroz de sarrabulho veio no tacho, os rojões em travessas regionais.

IMG_1999.JPG

Estava bom. Comemos bem.

Para sobremesa pedimos, pudim à Abade de Priscos pêra borrachona, gelado..

Bem servido. Contudo, não se comparava à  saudosa gastronomia do restaurante do senhor Cunha ( fica na nossa memória os bons pratos que cozinhava).

Conversa agradável e riso, muito riso

IMG_2014.JPG

Depois do almoço fomos dar um passeio pelo centro de Ponte de Lima.

O cinzento do céu e a temperatura agradável convidavam a fazermos o percurso da avenida dos plátanos, na margem direita do rio Lima onde se viam os amantes da canoagem que ora subiam ora desciam o rio.

IMG_2035.JPG

IMG_2032.JPG

IMG_2041.JPG

IMG_2045.JPG

IMG_2050.JPG

IMG_2049.JPG

IMG_2053.JPG

Estavamos em cima da hora para o regresso a casa.

Amanhã volta a azáfama da escola.

Os almoços ou jantares não são de mais. São os possíveis e com pessoas que sabem conviver.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lisboa é...

muito mais interessante nesta época do ano.

Menos turistas, anda-se melhor nos transportes e nas ruas.

Pena que há muitas obras e atrasa os transporte.

Receei não chegar a Santa Apolónia a horas de apanhar o Alfa para Braga.

Fui ver a loja COS com uma linha intemporal, linda, com peças que são o meu estilo, fiquei encantada com a colecção.

Mas são peças caras, porém, de boa qualidade. 

IMG_1032.JPG

IMG_1030.JPG

Desci a avenida,  passei a estação do Rossio, mais à frente encontrei a loja Mundo Fantástico da Sardinha.

A loja está um pouco espalhafatosa, mais parecia uma loja de brinquedos, mas delirei com as paredes cobertas com latas de sardinhas.  Divididas por décadas, cada ano tem registado um acontecimento importante e um nascimento célebre que marcaram esse ano:

IMG_1078.JPG

 

IMG_1076.JPG

IMG_1065.JPG

 O 25 de Abril

IMG_1069.JPG

 Portugal vencedor do Europeu de Futebol

IMG_1062.JPG

Descolinização da Colónias Portuguesas.

Ano de nascimento da minha primeira sobrinha

IMG_1047.JPG

Gosto de passar no MUDE ( em obras) e ver o que está em exposição, segui para a Praça do Comércio.

IMG_1084.JPG

E lembrei-me que o sol estaria a pôr-se, fui na direcção do rio.

IMG_1090.JPG

 Uma banda tocava e cantava samba, a senhora idosa  dava show de dança,  os transeuntes paravam para ( a) ver a banda.

IMG_1095.JPG

 E foi então que a máquina fotográfica entrou em acção perante o lindíssimo pôr-do-sol ( fotografias do meu iphone, neste post)

IMG_1109.JPG

IMG_1103.JPG

IMG_1105.JPG

IMG_1116.JPG

Segui pela rua Áurea, este lindo edifício, antigo Banco Totta e Açorescaptou-me a atenção.

Passei em A Padaria Portuguesa, era hora de lanchar, não havia pão de sementes, comi uma torrada de pão saloio e um pingo.

O pingo chegou primeiro. A torrada demorou cerca de 15 minutos e torrada demais. Se não estivesse paga, não esperava por ela (para a fama que A Padaria tem, o serviço não é nada de especial ).

IMG_1122.JPG

As decorações de Natal começam a aparecer, dão vida à noite nas ruas. 

IMG_1136.JPG

IMG_1138.JPG

 

No dia seguinte fui à consulta de manhã, não foi demorada, saí mais cedo do que imaginara.

Marcara viagem de regresso para as 16h, tinha tempo para dar um salto ao MAAT. 

Na paragem do autocarro, um funcionário da carris ajudava os estrangeiros.

Lembrei-me que não é costume haver fucionários por ali, perguntei qual o transporte que deveria apanhar para Belém. Informou-me que tinha o eléctrico e que estava ali para vender bilhetes.

E foi quando contei que há dois anos e em Abril passado, fora a Belém com amigas e que os autocarros estavam cheios não conseguiramos chegar à máquina para obter os bilhetes.

Explicou-me que a venda de bilhetes na paragem começou em setembro, porque as pessoas queixavam-se disso e do receio de pagarem multa. 

Aproveitei para perguntar qual o autocarro que deveria apanhar quando saísse de Belém e em direcção a Santa Apolónia.

O "28", respondeu-me.

Agradeci todas as informações, vendeu-me o bihete para o eléctrico, que achei muito caro. Paguei 2,85  ‎€.

Fui ao MAAT, não vi o interior, apenas queria fotografar.

IMG_1143.JPG

IMG_1146.JPG

IMG_1154.JPG

IMG_1155.JPG

IMG_1159.JPG

IMG_1161.JPG

IMG_1165.JPG

IMG_1172.JPG

IMG_1173.JPG

IMG_1181.JPG

IMG_1183.JPG

IMG_1186.JPG

O tempo ameaçava chuva, decidi comer algo leve antes de apanhar o autocarro "28".

Fui ao café restaurante à saída do espaço MAAT. 

Oito funcionários que contei. Três do lado de dentro do balcão, dois do lado de fora, os restantes na cozinha ( vieram à porta, vi-os), poucos clientes almoçavam, esperei vinte minutos pela tosta.

Quando o simpático funcionário a trouxe à mesa, pediu desculpa e justificou que a tostadeira estava avariada. 

Mas compensou. A tosta vinha companhada de umas batatas fritas que me fizeram esquecer o tempo de espera.

IMG_1187.JPG

Quando deixei o restaurante, chovia bastante. Dirigi-me para a paragem.

Encontrei o mesmo funcionário da carris com quem falara de manhã. Falava ao telemóvel,  perguntei ao colega se aquela era  a paragem do autocarro "28".

"Não, é aquela ali", respondeu-me.

Cerca de quinze minutos depois, vejo ao longe o autocarro 728. As pessoas entraram e, de repente, pensei: "Será que é este o  meu autocarro?" 

Dirigo-me à porta, fiz a pergunta ao condutor, que  não me deu resposta, fechou-a e arrancou. 

Olhei o placard que indicava o tempo de espera dos próximos autocarros. Não havia nenhum "28".

Consultei o mapa na paragem. Estava lá o número 728. Os meus olhos seguiram as paragens e lá estava Santa Apolónia.

Fiquei lixada. Ninguém diz o número completo. Se o autocarro é o setecentos e vinte e oito, porque dizem vinte e oito?

Passou o 728 na direcção oposta, volto ao placard que indicava sete  minutos para chegar à minha paragem.

Calculei que iria dar a volta perto dos Jerónimos, tem paragem por alguns minutos onde entram os estrangeiros. A senhora ao meu lado comentou que se viesse cheio não pararia.

"Como?!", comentei. " Tenho de apanhar o comboio, nem que me meta à frente, ele tem de parar."

Observei de novo o placard, os minutos que faltavam eram os mesmos, aquilo não avançava (não sei que raio de sistema de contagem dos minutos é aquele. Um minuto demora três a passar, bolas!). 

Passaram quinze minutos desde que ele passara no sentido oposto, chegou.

Diz a senhora: " Não vem cheio, tem sorte".

Entrei, ia dizer o destino, comentou a condutora: " não precisa dizer para onde vai, é tarifa única, paga 1,85 €"

"Bolas", comentei para os meus botões " no eléctico paguei 2,85‎€, aqui tem um percurso maior e pago 1,85 ‎€?"

E lá partiu.  Contente porque o trânsito andava, embora com muitas paragens, eis que após passarmos a Praça do Comércio,vê-se a confusão das obras.  E o autocarro não avançava. E eu a perder a paciência.

Mas chegámos.

Chovia imenso. A maioria dos passageiros saiu em Santa Apolónia.

Faltavam quinze minutos para o Alfa partir.

Aos senhores da carris, por favor, não confundam as pessoas. 

Se alguém quer saber qual o autocarro que deve apanhar, não digam, no caso, o "28". Digam o "728".

Estava sujeita a perder o comboio.