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doidices minhas

por Maria Araújo, em 23.04.18

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Tinha escrito neste meu post que num dia de sol iria dar um passeio pela Foz no Porto.

Ora o dia chegou mais cedo, e inesperado, pois estava à espera de ir a uma consulta à clínica em Lisboa mas como o pequeno problema que tinha num dente podia ser resolvido no Porto, sexta-feira, ligaram-me, foi marcada uma consulta para hoje ao fim da manhã.

Gostei da médica (jovem e simpática) meia hora no consultório, tudo correu bem, feita a reparação, saí com destino à Foz, tinha a tarde para mim, estava quente, decidi ir a pé.

Mais à frente da clínica, reparei numa loja com umas roupas engraçadas, para todas as idades e estilos, com uns preços bastante interessantes, entrei, e apesar de muitas das peças serem tamanho único, comprei duas blusas.

Era hora de almoço, estava com fome, fui caminhando até que vi o supermercado Bom Dia, atravessei a rua cujos semáforos foram feitos para os automobilistas pois estive uma eternidade à espera que abrisse o dos peões, almocei por lá.

Uma horita a descansar, aproveitei para ler e comentar alguns blogs.

Mal eu imaginava o que tinha para andar. A paragem de autocarro estava ali à minha frente, não me passou pela ideia apanhá-lo e sair na rotunda do Castelo, queria tomar por lá o café, fui andando, andando, andando e o Forte ( Castelo do Queijo) não me aparecia à frente.

Passo ao lado do Parque da Cidade, calculei que estava perto da rotunda, mas a cada 100 metros comentava comigo " que doida, Maria, fazeres estes quilómetro a pé. Porque não apanhaste o autocarro?" , e continuava a andar na expectativa de ver o Forte, a rotunda, o mar.

Não fazia a miníma ideia do comprimento da Avenida da Boavista ( sempre fizera o percurso de carro), cheguei 45 minutos depois de sair do supermercado, junto à Cufra.

Sentei-me na esplanada a tomar o café, deixei-me estar a ver o mar, reparei que os autocarros que vão para o centro param perto  do Castelo, fui dar um passeio pelo paredão, em direcção à Foz do rio Douro, caminhei cerca de 4 km, até à Praia dos Ingleses... E fiquei por aqui.

Surge-me aos meus olhos uma paragem de autocarro, apanhei o 500 que passava em São Bento, onde queria ficar para regressar a casa (cansada que estava adormeci no comboio, ahahah!).

Contas feitas, andei cerca de 9,5 km.

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E o que vi?
Vi muitas pessoas na praia, casais 3ª idade que apanhavam sol, uns vestidos, outros em fato de banho, pescadores, namorados, estrangeiros, grupos de jovens que brincavam na praia, pescadores, esplanadas cheias e...muito, muito LIXO!

"Que praias sujas, que mau aspecto! De que estão as Câmaras à espera para as limpar? Do Verão?"

Com tanto turista cá de dentro quanto lá de fora, é tempo de limpar ", comentei. Até um skate carcomido da água do mar jazia junto às rochas perto do passadiço. Fiquei desolada, porque era de mais o lixo que se estendia ao longo da praia.

À parte a minha desolação, deliciei-me com o passeio e, como seria de esperar, cá estão algumas das fotografias.

 

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E o lixo

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queríamos a chuva

por Maria Araújo, em 14.03.18

Em Novembro passara na ponte sobre o rio Cávado, o caudal metia dó, era escassa água que no verão delicia os habitantes da zona.

Ontem, passei lá. As águas do rio corriam em quantidade e força em direcção à foz, não se via o arvoredo e a terra seca do verão passado. 

Hoje, a trovoada tem andado por aqui, a chuva é abundante, o granizo bate nas vidraças das janelas.

Já não podemos queixar-nos que a água não chega para as pastagens, a agricultura, subir o caudal dos rios.

A chuva veio para ficar. Pena que o vento, e os tornados, que também chegaram ao norte, façam estragos.

Queríamos a chuva, Março trouxe-a em abundância.

E já só queremos o sol, os dias de Primavera, as roupas leves e confortáveis... Mas vamos ter de esperar mais um tempinho.

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Portugal recomenda-se?!

por Maria Araújo, em 25.01.18

Quando hoje de manhã vejo as notícias no telemóvel e este vídeo  que me chamou a atenção, comentei apenas isto:

" Inacreditável! Será que estou a ver bem?! No Verão mataram a floresta, estão agora a matar o rio?"

 

 

A tristeza deste país está no assassinato da nossa natureza e fauna.

A saga dura há anos.

Vamo acabar com isto?

 

 

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um almoço em Ponte de Lima

por Maria Araújo, em 18.04.17

Do grupo do ano passado cinco pessoas não puderam ir ao almoço.

Fomos nove, em dois carros.

O restaurante fica a curta distância da saída da auto-estrada.

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Um restaurante modesto,  o átrio com belas flores, o interior bem arranjado.

As entradas vieram para a mesa: favas estufadas, pataniscas, chouriços grelhados e broa.

Vinho tinto maduro.

O arroz de sarrabulho veio no tacho, os rojões em travessas regionais.

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Estava bom. Comemos bem.

Para sobremesa pedimos, pudim à Abade de Priscos pêra borrachona, gelado..

Bem servido. Contudo, não se comparava à  saudosa gastronomia do restaurante do senhor Cunha ( fica na nossa memória os bons pratos que cozinhava).

Conversa agradável e riso, muito riso

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Depois do almoço fomos dar um passeio pelo centro de Ponte de Lima.

O cinzento do céu e a temperatura agradável convidavam a fazermos o percurso da avenida dos plátanos, na margem direita do rio Lima onde se viam os amantes da canoagem que ora subiam ora desciam o rio.

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Estavamos em cima da hora para o regresso a casa.

Amanhã volta a azáfama da escola.

Os almoços ou jantares não são de mais. São os possíveis e com pessoas que sabem conviver.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Lisboa é...

por Maria Araújo, em 20.11.16

muito mais interessante nesta época do ano.

Menos turistas, anda-se melhor nos transportes e nas ruas.

Pena que há muitas obras e atrasa os transporte.

Receei não chegar a Santa Apolónia a horas de apanhar o Alfa para Braga.

Fui ver a loja COS com uma linha intemporal, linda, com peças que são o meu estilo, fiquei encantada com a colecção.

Mas são peças caras, porém, de boa qualidade. 

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Desci a avenida,  passei a estação do Rossio, mais à frente encontrei a loja Mundo Fantástico da Sardinha.

A loja está um pouco espalhafatosa, mais parecia uma loja de brinquedos, mas delirei com as paredes cobertas com latas de sardinhas.  Divididas por décadas, cada ano tem registado um acontecimento importante e um nascimento célebre que marcaram esse ano:

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 O 25 de Abril

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 Portugal vencedor do Europeu de Futebol

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Descolinização da Colónias Portuguesas.

Ano de nascimento da minha primeira sobrinha

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Gosto de passar no MUDE ( em obras) e ver o que está em exposição, segui para a Praça do Comércio.

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E lembrei-me que o sol estaria a pôr-se, fui na direcção do rio.

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 Uma banda tocava e cantava samba, a senhora idosa  dava show de dança,  os transeuntes paravam para ( a) ver a banda.

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 E foi então que a máquina fotográfica entrou em acção perante o lindíssimo pôr-do-sol ( fotografias do meu iphone, neste post)

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Segui pela rua Áurea, este lindo edifício, antigo Banco Totta e Açorescaptou-me a atenção.

Passei em A Padaria Portuguesa, era hora de lanchar, não havia pão de sementes, comi uma torrada de pão saloio e um pingo.

O pingo chegou primeiro. A torrada demorou cerca de 15 minutos e torrada demais. Se não estivesse paga, não esperava por ela (para a fama que A Padaria tem, o serviço não é nada de especial ).

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As decorações de Natal começam a aparecer, dão vida à noite nas ruas. 

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No dia seguinte fui à consulta de manhã, não foi demorada, saí mais cedo do que imaginara.

Marcara viagem de regresso para as 16h, tinha tempo para dar um salto ao MAAT. 

Na paragem do autocarro, um funcionário da carris ajudava os estrangeiros.

Lembrei-me que não é costume haver fucionários por ali, perguntei qual o transporte que deveria apanhar para Belém. Informou-me que tinha o eléctrico e que estava ali para vender bilhetes.

E foi quando contei que há dois anos e em Abril passado, fora a Belém com amigas e que os autocarros estavam cheios não conseguiramos chegar à máquina para obter os bilhetes.

Explicou-me que a venda de bilhetes na paragem começou em setembro, porque as pessoas queixavam-se disso e do receio de pagarem multa. 

Aproveitei para perguntar qual o autocarro que deveria apanhar quando saísse de Belém e em direcção a Santa Apolónia.

O "28", respondeu-me.

Agradeci todas as informações, vendeu-me o bihete para o eléctrico, que achei muito caro. Paguei 2,85  ‎€.

Fui ao MAAT, não vi o interior, apenas queria fotografar.

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O tempo ameaçava chuva, decidi comer algo leve antes de apanhar o autocarro "28".

Fui ao café restaurante à saída do espaço MAAT. 

Oito funcionários que contei. Três do lado de dentro do balcão, dois do lado de fora, os restantes na cozinha ( vieram à porta, vi-os), poucos clientes almoçavam, esperei vinte minutos pela tosta.

Quando o simpático funcionário a trouxe à mesa, pediu desculpa e justificou que a tostadeira estava avariada. 

Mas compensou. A tosta vinha companhada de umas batatas fritas que me fizeram esquecer o tempo de espera.

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Quando deixei o restaurante, chovia bastante. Dirigi-me para a paragem.

Encontrei o mesmo funcionário da carris com quem falara de manhã. Falava ao telemóvel,  perguntei ao colega se aquela era  a paragem do autocarro "28".

"Não, é aquela ali", respondeu-me.

Cerca de quinze minutos depois, vejo ao longe o autocarro 728. As pessoas entraram e, de repente, pensei: "Será que é este o  meu autocarro?" 

Dirigo-me à porta, fiz a pergunta ao condutor, que  não me deu resposta, fechou-a e arrancou. 

Olhei o placard que indicava o tempo de espera dos próximos autocarros. Não havia nenhum "28".

Consultei o mapa na paragem. Estava lá o número 728. Os meus olhos seguiram as paragens e lá estava Santa Apolónia.

Fiquei lixada. Ninguém diz o número completo. Se o autocarro é o setecentos e vinte e oito, porque dizem vinte e oito?

Passou o 728 na direcção oposta, volto ao placard que indicava sete  minutos para chegar à minha paragem.

Calculei que iria dar a volta perto dos Jerónimos, tem paragem por alguns minutos onde entram os estrangeiros. A senhora ao meu lado comentou que se viesse cheio não pararia.

"Como?!", comentei. " Tenho de apanhar o comboio, nem que me meta à frente, ele tem de parar."

Observei de novo o placard, os minutos que faltavam eram os mesmos, aquilo não avançava (não sei que raio de sistema de contagem dos minutos é aquele. Um minuto demora três a passar, bolas!). 

Passaram quinze minutos desde que ele passara no sentido oposto, chegou.

Diz a senhora: " Não vem cheio, tem sorte".

Entrei, ia dizer o destino, comentou a condutora: " não precisa dizer para onde vai, é tarifa única, paga 1,85 €"

"Bolas", comentei para os meus botões " no eléctico paguei 2,85‎€, aqui tem um percurso maior e pago 1,85 ‎€?"

E lá partiu.  Contente porque o trânsito andava, embora com muitas paragens, eis que após passarmos a Praça do Comércio,vê-se a confusão das obras.  E o autocarro não avançava. E eu a perder a paciência.

Mas chegámos.

Chovia imenso. A maioria dos passageiros saiu em Santa Apolónia.

Faltavam quinze minutos para o Alfa partir.

Aos senhores da carris, por favor, não confundam as pessoas. 

Se alguém quer saber qual o autocarro que deve apanhar, não digam, no caso, o "28". Digam o "728".

Estava sujeita a perder o comboio.

 

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a magia do Porto

por Maria Araújo, em 08.10.16

tem um sabor especial visto do rio Douro.

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"Mas vêm aí com tudo"

por Maria Araújo, em 21.08.16

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No jornal da RTP1 foram entrevistados vários brasileiros, inclusive miúdos de uma favela bem perto da cidade olímpica, e estrangeiros sobre os Jogo Olímpicos e a segurança no Rio de Janeiro.

Todos estavam de acordo que o Rio estava bonito, que ninguém temia nada, mas acabados os jogos voltaria tudo ao antes: a violência, o crime, a insegurança, o medo.

Há minutos, recebo uma mensagem no whatsapp:

 

"Já tenho saudades das Olímpiadas. Foi um momento único no Rio de Janeiro. Agora vem a depressão.

Crise política e financeira e de segurança estiveram esquecidas até agora. Mas vêm aí com tudo".

 

Palavras da minha sobrinha, que vive no Rio, e não deixou de ver e apoiar alguns dos atletas portugueses.

Voltam as preocupações da sua segurança, à nossa família.

 

 

 

 

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450 anos do Rio de Janeiro

por Maria Araújo, em 02.03.15

 

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a minha Sony

por Maria Araújo, em 16.05.14

só envia fotografias para o tablet mas para o computador, nada!

as minhas primeiras fotos, no passado domingo, no Porto.

gosto do Porto e de  Lisboa, duas grandes cidades cheias de luz e esplanadas junto aos rios, os lugares ideais para umas bebidas  naturais e refrescantes.

e este mês de maio está como gosto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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"Vejo-vos no Rio, um dia destes!"

por Maria Araújo, em 10.01.14

Um mês depois de o meu sobrinho neto, de 18 meses,  chegar do Rio de Janeiro para passar o Natal com a família do pai, na Guarda, e a família da mãe, aqui, neste cantinho, foi hoje o dia de me despedir dele(s).

O fim de semana vai ser no Porto com os avós paternos e domingo de manhã embarcam diretos ao Rio.

Vou ter saudades. É o meu primeiro sobrinho neto. A mãe andou aqui por casa desde bebé, gostaria de tê-lo também, agora que tenho tempo disponível, e dar continuidade às minhas pequenas tarefas de babby sitter, como outrora, quandos os meus sobrinhos eram crianças.

A vida destes jovens, nestes últimos quatro anos, tem sido do outro lado do Atlântico.

Gostariam eles de ficar, com certeza. E mesmo que digam que o Rio é o paraíso, o coração fica cá em Portugal.

As nossas despedidas são um beijinho como se fossemos para nossas casas, simplemente, e amanhã nos veremos.

Hoje, comenta a minha sobrinha: "Agora és tu que tens de lá ir. Prometeste que vais este ano."

E sorri.

Alguns passos dei, virei-me para trás e acenei-lhes: "Vejo-vos no Rio, um dia destes!"

Não sei quando, mas está bem. O projecto de viagem que tinha decidido em 2013 fora adiado para este ano.

Um dia destes, no skype, combinamos. Mas a decisão tem de ser tomada quase de impulso e ser ela, a minha sobrinha, a marcar a viagem para que eu não tenha tempo de lhe dizer "não".

Tenho eu coragem, 7 anos depois da minha viagem a Nova Iorque,  de voltar a atravessar o Atlântico?

Vamos envelhecendo, temos outros receios.

 

 

 

 

 

 

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