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Antes do casamento

por Maria Araújo, em 25.06.12

 

Da revista Sábado , quem sabe, ao ler este artigo, podemos analisar as nossas relações, investir nelas e assegurar a estabilidade e a duração do casamento?

Por isso, homens e mulheres comprometidos, antes do casamento, façam estes testes e fiquem com a garantia de que podem ter um  casamento duradouro, para toda a vida... ou não.

 

 

 

 

"Pode uma fórmula matemática ajudá-lo a encontrar a sua suposta alma gémea? Os sites de encontros como o Match.com, o eHarmony ou o OkCupid afirmam que é possível encontrar a pessoa certa através de variáveis como o humor, a inteligência e a personalidade. Outras empresas, como a suíça GenePartner, vão ainda mais longe: propõem-se fazer o mesmo através de um teste de ADN. Os pretendentes recebem em casa um kit com instruções e material para a recolha de saliva e o teste fica pronto em 15 dias.

(Sou cética a estas fórmulas).

 

Os estudos mais recentes apontam na direcção oposta. Um grupo de investigadores da Northwestern University concluiu há pouco tempo que o que acontece nos sites de encontros se pode comparar a uma ida ao supermercado: quando há muitas opções de escolha, as pessoas tendem a ser preguiçosas e a optar pelo mais imediato.

 

Outro problema é que, ao recolherem informação sobre pessoas que nunca se viram, se descuram aspectos importantes para o sucesso de uma relação, como a compatibilidade sexual ou a maneira como reagem em situações de stress. (De acordo)

 

 

Conclusão: “Oitenta anos de estudo sobre os relacionamentos mostram que é impossível prever se uma relação vai dar certo com base em informação sobre duas pessoas que não se conhecem”, explica Eli Finkel, o autor do estudo da Northwestern University publicado na revista Psychological Science in the Public Interest.

 

Um conselho? Regresse às origens. “Não há melhor maneira de perceber se é compatível com uma pessoa do que passar tempo com ela, convidá-la para beber um café ou uma cerveja”, diz Finkel.

 

(Origens, sim. Nada mais simples do que um encontro e uma conversa informal, sobre tudo e nada).

 

No século passado, Hugo Gernsback já tinha essa ideia. O inventor luxemburguês com nacionalidade americana defendia que ter uma relação duradoura não precisava de ser um jogo de sorte. Também acreditava que só interagindo é que um casal podia perceber se tinha potencial para resultar. Foi a pensar nisso que inventou estes quatro testes básicos, publicados em 1924 numa revista da sua autoria, a Science and Invention, e que hoje lhe podem dar vontade de rir

 

Teste dos nervos   

     

 - Dos quatro testes propostos para avaliar a compatibilidade de um casal, este é o mais estranho. Porquê? Porque envolve um revólver. Defende o inventor que, para uma relação funcionar, é importante que pelo menos um dos parceiros consiga manter o sangue-frio numa situação de tensão.

Este teste consistia em sentar o casal frente a frente numa mesa e depois uma terceira pessoa, que estaria mesmo ao lado, de pé, disparar um tiro para o ar. Ambos seriam monitorizados e filmados. Se os dois se mostrassem muito assustados com o tiro, o casamento não tinha futuro.

(ahaha! Difícil controlar os nervos, com uma arma perto).

 

Teste do odor corporal


-Já nos anos 20 se dizia que o odor corporal era um factor relevante na escolha de um parceiro. Hugo Gernsback estava mesmo convencido de que a maioria dos casamentos não resultava por causa de uma incompatibilidade de cheiros. Por isso, propôs o chamado teste de odor corporal.

“Uma experiência desagradável mas útil”, descreveu na revista Science and Invention. Um dos parceiros era fechado dentro de uma espécie de cápsula transparente, onde deveria transpirar bastante. Esta cápsula teria apenas um tubo para o exterior, por onde a outra pessoa pudesse avaliar o odor do parceiro. Os sinais vitais da pessoa que ficava de fora também eram monitorizados. Se o cheiro do parceiro não provocasse reacções de repulsa, a relação era segura.

(Há cheiros que são suportáveis, mas os corpos são diferentes e temos que ver o lado da tensão, que provoca mau estar e um cheiro desagradável na própria pessoa e no outro).

 

Teste de atracção física

 

- Haverá coisa mais importante numa relação do que a atracção física? Hugo Gernsback achava que não. Por isso, propunha que antes do casamento se pudesse medir o nível de atracção do casal. Como? Monitorizando o ritmo cardíaco nas situações de maior intimidade. Se, quando se abraçassem ou beijassem, as pulsações disparassem e a respiração ficasse mais ofegante, era bom sinal. Caso contrário, ficava provado que não havia atracção entre os dois e, como tal, a relação não tinha futuro.

 

( A mais válida, a mais empática, a mais envolvente)

 

Teste da simpatia


- Implicava que a mulher acompanhasse o parceiro numa situação incómoda ou traumática. Por exemplo, ir com ele dar sangue. Isto servia para avaliar a sua empatia pelo parceiro. Se durante a recolha ela mostrasse nervosismo ou excitação (ou contracções musculares e respiração profunda), era sinal de que o casamento podia dar certo.

 

(A mulher sofre por ele, com certeza que dá certo).

 

 

 

 

 

 

 

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O que se diz por aqui

por Maria Araújo, em 13.05.08

Penso muito nas atitudes dos homens para com as mulheres. Não sei o que se passa com eles. Por tudo e por nada chamam-nos de "querida". Mal nos conhecem, e se lhes damos um pouco de atenção, usando da sinceridade que algumas mulheres, como eu, têm, pensam que encontraram a mulher dos seus desejos e sonhos, vêm com palavras ternas, meigas, de "querida, és uma mulher muito interessante, és capaz de mudar a minha vida, temos muito que dizer um ao outro" e blá, blá, blá... Não é que eu desconfie de tudo o que dizem,mas há certas atitudes que têm que me fazem duvidar. E usam sempre a mesma linguagem!

Depois, quando já nos conhecemos um pouco melhor, e quando as promessas de encontros começam a ser ditas da boca para fora  sem que cumpram o que dizem, e quando nós, mulheres, entendemos que já está na hora de cumprir o prometido, arranjam sempre um pretexto:  "No próximo fim de semana não porque o meu filho vem passar o fim de semana a casa"; "amanhã não pode ser porque tenho trabalho importante para fazer"; "Sábado também não posso porque vou tratar do jardim". Se telefonamos, não atendem o telefone, estão ocupados, não é a hora certa...

Se eles nos ligam, estamos prontas para os atender nem que para isso tenhamos de sair do lugar onde estamos ou de deixar o que fazemos, seja ele no trabalho, em casa, perto dos nossos familiares, na casa de banho, em qualquer cantinho, mas estamos sempre lá, na hora, no minuto certo, para os escutarmos. E o tempo vai passando, voando, cada minuto já era, e nós, as mulheres sinceras, compreensivas, meigas, ontinuamos à espera que eles apareçam para um pouco de conversa, intimidade, partilha.

Eles não entendem, ou não querem entender. Estão na sua zona de conforto, subtilmente vão construindo a sua vida e nós aqui ficamos à espera...até um dia.

 

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