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que dores!

por Maria Araújo, em 29.09.15

 

zápěstí-zhora-bolí.jpg

 

hoje não me apeteceu ir ao mercado municipal, fui comprar alguma fruta e legumes (acabei por trazer pouca coisa, não gostei da sua frescura) num mercadinho perto de casa.

Na esquina da rua, estava uma senhora a vender marmelos, figos, nozes e ovos. Com intenção de a ajudar e porque gostei do aspecto dos produtos, comprei marmelos e nozes. Pedi para os guardar enquanto ia fazer as compras no mercadinho.

No regresso a casa, na passadeira alcatroada e com faixas pintadas a branco, que sempre atravessei e atravesso, senti o tacão da minha sandália escorregar e, pimba! Caí e bati com o pulso direito no chão!
Duas senhoras vieram socorrer-me. Os sacos das compras caídos, levantei-me e disse: "que dores! ano passado fracturei este pulso, não é nada bom que isto aconteça". E contorcia-me de dor.

Agradeci às senhoras o apoio, os sacos das compras vieram para a mão esquerda e segui caminho com a mão direita encostada ao peito. Apesar das dores, movimentava-a bem, fiquei descansada. 

Cheguei a casa, pus gelo.

Julho passado, em casa da minha irmã, não vendo uma cadeira que estava perto da porta do quarto, a minha perna esquerda bateu num canto e o este pulso foi chocar na parede. Fiquei com um grande hematoma na perna e fortes dores no pulso. Dei um grito...mas os meus sobrinhos não deram por nada. Depois gozaram comigo, os sacanas.

Uns dias mais tarde, voltei lá e bato com a perna na cadeira. Reparei, então, que encostado a um móvel e junto à cadeira, estava o aquecedor.

Lixada, entrei no quarto do meu sobrinho, que vive no Porto, vem só de fim de semana, e procurei um lugar onde pudesse arrumar o aquecedor sem estorvar ninguém (não sei se o aquecedor continua onde o arrumei).

Hoje,  a primeira coisa que me veio à ideia quando senti as dores, foi: " Caramba, logo hoje que quero aliviar o cesto cheio de roupa para passar a ferro! Não quero voltar ao que passei há um ano e espero que não seja nada que me impeça de ir às aulas de antigravity." 

Agarrar o hammock com as mãos e os pés, é fundamental. Não caímos de certeza, e eu já me sinto muito segura no que faço.

O pulso já não me dói, está um pouco inchado, ainda não peguei no ferro, e amanhã vou às minhas aulas.

 

 

 

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"Down dog"

por Maria Araújo, em 25.03.15

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Já referi várias vezes neste cantinho que pratico, duas vezes por semana,  Pilates e Body Balance, atividades que gosto, libertam-me de stress e ensinam-me a controlar a respiração e a postura do corpo. 

Na primeira trabalhamos, essencialmente, a respiração e a postura; na segunda,  uma combinação de Ioga, Pilates e Tai Chi, trabalhamos a coordenação, a flexibilidade, a postura, a respiração e o alongamento do corpo, exigindo concentração da nossa mente.

Em setembro passado fui vítima de uma queda que me fez interromper as minhas atividades por dois meses.

Comecei com hidroginástica, que não exigia grandes movimentos do pulso e regressei às outras atividades  cerca de três meses depois, quando tinha autorização médica para fazer todo o género de exercícios que , segundo o mesmo, obrigasse o pulso a trabalhar.

Seis meses depois, ainda tenho alguma dificuldade em apoiar a mão direita no chão.  Em Body Balance, um dos exercícios que mais me custa fazer é na posição de downward dog, ou down dog, para os professores, quando a perna direita está dobrada, junto ao braço direito, e tenho de levantar  a perna esquerda, imprimir força e levá-la até junto do braço esquerdo. Esse movimento de levantamento da perna obriga-me a fazer força na mão direita, contra o chão, para que a perna fique posicionada.  Sinto algum desconforto, recorro à opção que é mais confortável: apoiar o joelho no chão, junto ao braço e levantar-me.

Com a perna direita isso não acontece porque a força vai para a mão esquerda.

Mas ontem, à hora do almoço, aconteceu algo que me pôs danada contra mim própria (sou sempre a mesma distraída e as coisas acontecem).

Ligo o computador, entro na página do Sapo e leio a notícia da queda do avião da Germanwings.

Reparo que era hora das notícias (que só vejo ao jantar), vou ligá-la, pego no comando  e movimento-me para trás, sem me lembrar que tinha a mesinha da sala atrás de mim. Vou contra ela e caio de costas, batendo em cheio com o pulso esquerdo no chão. E que dores!

Fiquei assustada: " Raios, era o que me faltava ter partido o direito, vai ser agora o esquerdo!" comentei com os meus botões.

Não consegui levantar-me porque tinha de apoiar a  mão direita no chão, arrastei-me até ao sofá, apoiei o braço nele e levantei-me, indo de imediato buscar gelo para pôr no pulso que estava inchado e doía-me bastante. Depois, fiz uma massagem com Voltaren e a coisa passou.

 

sem nome.png

Hoje de manhã, fui à aula de Pilates. Um dos exercícios consta em posicionarmo-nos de 4, fazer força com as mãos contra o chão e, à vez, levantamos a perna e o braço contrário.

E o que aconteceu? As minhas duas mãos, à vez, não suportaram a força que tinha de imprimir e aguentei  poucos segundos nesta posição. O meu corpo tremia com o esforço que fiz para me manter em equilíbrio.

Mas aprendi que, quando temos dificuldade em apoiar as mãos no chão, devemos fazê-lo com os punhos fechados, pois facilita a execução do exercício.

Entretanto, já tinha pensado comprar protetores de pulsos e verificar se as minhas mãos suportam a força dos exercícios, mas esqueço-me de os comprar. 

No sábado tenho consulta de ortopedia, vou pedir conselho  ao médico para o uso deles.

 

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E o ditado diz: "cá se fazem, cá se pagam"

por Maria Araújo, em 10.12.14

A propósito do meu post anterior, será que alguém "escutou" meu pensamento e vingou-se?!

Tenho o hábito de lavar os sacos de plásticos que não são reutilizáveis e colocá-los no balde da reciclagem.

Depois de lavar a loiça, lavei o saco de uma carne que cozinhei e deixei que a água escorresse para a pia e fui pô-lo no balde.

Teriam saltado uns pingos para o chão e eis que escorrego, bato com a nádega direita no chão, ao mesmo tempo que a mão direita bate com força dentro do vaso que está junto ao balde, vira-se e espalha a terra no chão. A minha sorte foi a terra amortecer a batida do pulso, caso contrário, teria batido no chão e seria o diabo. Doeu "bué".

Fui lavar as mãos e massagei o pulso com Voltaren. E está um pouco inchado.

Tenho hematoma na nádega? Não sei, fiquei mais preocupada com o pulso.

Criticaste, cantinho, o tempo que esperas na clínica? Toma!

Não tenhas cuidado, não vás ter de regressar a mais sessões (lá para fevereiro) mais cedo do que o previsto.

Cá se fazem, cá se pagam (cruzes, canhoto)!

 

 

 

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A fisioterapia

por Maria Araújo, em 19.11.14
Seria hoje o último dia da fisioterapia, já esfregava as mãos de contente porque quero começar a preparar as decorações de Natal, quando ontem, o médico me diz: "o pulso está bom, a recuperação tem sido positiva, mas vai fazer mais quinze sessões.".
Quinze sessões são três semanas! No mínimo estou lá 1:15 horas, mais as idas e vindas a pé, chego a casa quase de noite.
Bolas!
 

 

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