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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

os prazos de validade

Maria Araújo, 18.01.18

Sempre que vou às compras, tenho atenção aos prazos de validade, sobretudo dos lacticínios.

A manteiga é um dos produtos que menos gasto cá em casa, logo, quando a compro, faço as contas ao tempo que poderei gastá-la dentro do prazo, ou até uma ou duas semanas depois da validade, e porque gosto de a ter no frigorífico para alguma emergência à falta de margarina para algum bolo ou cozinhado.

O que acontece é que a maioria das vezes que ponho manteiga no pão, uso a Mimosa ou a Matinal, é quando faço torradas ou apetece-me aquecê-lo um pouco.

Quando os sobrinhos andavam no 1º ciclo, e mais tarde no secundário, nas escolas aqui da zona, almoçavam  comigo, por vezes comiam manteiga com pão e não pão com manteiga, ela gastava-se rapidamente.

Agora, são inúmeras as vezes que, quando me lembro de ver o prazo de validade, como foi o caso desta última embalagem, chega a passar um mês e, como é óbvio, vai para o lixo. 

Um produto que compro de longe a longe é a massa folhada, que adoro. Tenho o cuidado de ver o prazo, mais uma vez faço contas ao tempo que poderei cozinhá-la, compro normalmente duas embalagens.

Nas férias de Natal, a Sofia almoçou comigo,usei uma das embalagens. Sabia que deveria cozinhar a outra o mais breve possível, mas mesmo que passasse uns dias da validade, não havia nada a temer.

Hoje, pensei fazer  um prato  de massa folhada com bacalhau e espinafres ( adoro este legume) com molho bechamél ( que faço na hora).

Quando a tirei do frigorífico, reparei que o prazo de validade acabara há 9 dias. Não me preocupei, visto que há produtos que se aguentam por mais uma ou duas semanas, não estava empolada, nada a temer, pensei.

Abrindo a embalagem para estender a massa, esta rachou em várias partes. Não me recordo de alguma vez  ter acontecido isto, vim procurar na net. Mas não encontrei nada que me fizesse entender que o facto de ela rachar fosse sinal de estragada.

Continuei o meu cozinhado e quando decido pôr o recheio na massa, peguei nela, cheirei-a. Parecia-me boa. Virei-a, volto a cheirar e, dedididamente: " vai para o lixo!"

Amassei-a entre as minhas mãos e, infelizmente, deitei-a para o lixo, ao mesmo tempo que comentava para o meu decote: " Isto não pode ser, Maria. Tu não és mulher de desperdiçar nada. Tens de ter cuidado com o que compras. Em vez de comprar duas, compras uma. Se precisares de alguma coisa urgente, tens um supermercado à tua porta".

E o que fiz com o recheio?

Cobri a travessa de pirex com molho béchamel, coloquei o refogado de espinafres e as lascas de bacalhau em cima desse molho, pus uma fatia de pão de mistua em cima do refogado, cobri-o com o restante molho, e foi ao forno.

Não gosto de encher o prato e detesto que me sirvam enchendo o prato de comida. Ponho no prato o suficiente, sirvo-me as vezes que me apetecer.

Comi tudo.

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Numa semana foram para o lixo, metade de uma embalagem de manteiga, os cogumelos acabados de comprar, ontem, e a massa folhada de hoje.

Não posso, nem devo, repetir isto.

Mas quando vem alguém a casa e quer manteiga e não tenho, sinto-me mal.

 

 

 

 

a MAC é fixe

Maria Araújo, 23.07.15

 

no post de hoje que a MAC publicou, cliquei neste link de decoração e encontrei umas boas dicas para guardar os produtos de maquilhagem.

por que estes utensílios tenho-os eu, aproveito as dicas para organizar o armário da casa de banho

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os meus pinceis de maquilhagem estão à vista na casa de banho e num frasco como o da imagem, mas sem os grãos de café. uma excelente dica para que eles não fiquem caídos, cada um para seu lado. 

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 cuvetes para gelo (e tenho uma nova à espera de uso) para guardar as sombras

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tupperwares para guardar discos de maquilhagem, cotonetes, algodão, mantém a gaveta ou cesto, no meu caso, organizado 

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adorei!

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finalmente, e porque quando se vai muma viagem tenta-se levar o minímo possível de tralha (é o meu caso) guardar os pinceis de maquilhagem numa caixa de óculos de sol é o ideal e não ocupa muito espaço.

 

MAC é fixe e partilha, com muito boa disposição, o que gosta e segue.

há mais para ver aqui.

 

O que é nacional é bom

Maria Araújo, 07.04.15

e muito bom!

Todos os dias ouvimos falar de novos talentos, do que se faz por cá, do interesse e empenho dos empresários em desenvolverem novos produtos, mais atractivos e modernos, dignos de reconhecimento nos mercados estrangeiros e, sobretudo, cá dentro.

Saltitando de site em site, encontrei esta notícia sobre design nacional, que  Rita Paião publicou no sábado passado, aqui.

 

Porque o que é nacional é bom e temos, de todos juntos, dar mais valor ao que é made in Pt, o artigo de hoje vai-lhe mostrar 7 exemplos de 7 marcas distintas com diferentes histórias. O que é nacional é relativo à nação, ao país, por isso devemos olhar para mais uns exemplos com olhos de ver. Os portugueses gostam muito de olhar para o que se faz fora partilhar e dar valor, mas esquecem-se de dar valor ao que realmente se faz em Portugal que tanto sucesso e qualidade tem! Por norma, só quando os portugueses são destacados no estrangeiro e quando ganham prémios é que nós, pequeninos, vamos ver e realmente dar o valor devido. Enfim, esperemos que a cabecinha de cada um vá mudando com o tempo. Esteja com atenção, nós somos de facto muito bons! Dê valor! Siga-me e fique a saber as novidades…

 

E as peças que mais gostei do design nacional, são:

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a carpete inspirada no nosso azulejo

 

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as cadeiras concha

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 a secretária

 

Para veres mais, clica aqui.