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vai ser desta que

por Maria Araújo, em 15.06.18

vamos ter, finalmente, uns dias bons de praia?
A ver o vento, por que calor vamos ter, nos dias 18, 19, 22 e 23,  teremos belos dias para aproveitar o sol.

Mas cuidados com os escaldões!

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onde andas tu, Verão?

por Maria Araújo, em 08.06.18

Devido ao tempo que faz, frio e chuva ( o edredão voltou à cama, durmo de pijama de algodão e meias que os pés não aguentam o frio que faz à noite), a caminhada HP  ao Santuário do Sameiro, programada para amanhã, foi adiada para o dia 16.

O ano passado fomos ao Bom Jesus, estava muito calor.

Vim espreitar os posts que escrevi no mês de Junho de 2017, tudo era sol e calor.

Embora não suporte as temperaturas muito altas, faz-me falta o sol, as manhãs de praia que costumo fazer nesta altura do ano. Estamos nas festas dos Santos Populares, mas o Verão não quer nada connosco.

Se de repente o tempo muda, passamos do frio para o calor, dos casacos de inverno, o oito, que algumas pessoas vestem,sem necessidade  alguma, para o oitenta, dos vestidos decotados e curtos, e das sandálias, que eu ainda não usei este ano, guardadas nas caixas, no armário.

 

primeiros dias de Junho de 2017

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As previsões...

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O tempo mudou de mais, muitas foram as Primaveras que começava a praia em Abril e acabava em meados de Setembro, pergunto: " onde andas tu, Verão?".

 

 

 

 

 

 

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trovoada, um espectáculo!

por Maria Araújo, em 02.06.18

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Na minha adolescência, de férias  com a família, na praia, no mês de Agosto, vi pela primeira vez, em várias frentes,  um espectáculo de relâmpagos que caíam no mar.

O meu irmão mais velho tinha pavor ao vento forte, mas gostava da beleza da trovoada, fomos  para o grande quintal da casa da praia ver este belo espectáculo que ia aumentando de instensidade ao mesmo tempo que as nuvens ficavam mais carregadas e a escuridão aumentava também, até que me apercebo que estava demasiado "em cima" de nós, os estrondos assustavam-me, fugi para dentro de casa, os outros ficaram. "Não há que temer, as faíscas caem no mar", diziam.

Desde então nunca mais vi nada idêntico...até ontem.

Não tenho medo de mais da trovoada quando estou dentro de casa, mas fora, depende do lugar onde me encontro.

Fui ao funeral de um colega numa aldeia do concelho da Póvoa de Lanhoso.  À saída de Braga, para  Este, as nuvens escuras e carregadas anunciavam uma forte carga de água. Saímos à hora marcada, não choveu em todo o percurso até chegarmos à aldeia. 

Outros colegas chegavam, paravam na berma da estrada, desconhecíamos o lugar onde ficava a igreja, era ainda cedo para a cerimónia fúnebre, quando uma forte carga de água nos impediu de sair do carro seguida de uma poderosa faísca e do estrondoso trovão que seria o primeiro de muitos que iríamos apanhar pelo caminho até à igreja.

Depois de perguntarmos onde ela ficava, seguimos debaixo de fortes descargas eléctricas, os raios potentes de luz assustavam-nos, mas ao mesmo tempo estando nós dentro do carro não temíamos. O nosso receio era as  muitas árvores junto da estrada, teríamos de estacionar o carro tanto quanto possível afastado delas.

Num largo perto da igreja, decido estacionar o carro junto a uma paragem de autocarro, quando uma descarga seguida de um forte trovão assustou-nos de mais. Tínhamos pressa de ir para a igreja, ficarmos mais seguras.  Quando já estávamos à porta, fechávamos os guarda-chuvas, no campo em frente à igreja um raio de luz cai mesmo à frente dos nossos olhos, o estrondo foi tal que parecia que tudo caía em cima de nós.

Foi esta a segunda vez na minha vida que apanhei um grande susto e me levou para dentro da igreja, mas antes ainda perguntei a um senhor, que me parecia ser o sacristão, se a igreja tinha pára-raios. A resposta foi que não sabia, entramos, muitos dos nossos colegas ocupavam os bancos, esperavam o corpo que ainda não tinha chegado para a cerimónia fúnebre, sentamo-nos, ficamos mais tranquilas. 

Acalmou um pouco o tempo, mas quando nos pareceu que a trovoada e a chuva teriam ido para outras bandas, não, voltaram os trovões, por  mais algum tempo.

Quando a cerimónia acabou já não tínhamos a chuva e a trovoada.

Fomos à casa de campo da minha amiga. Quando chegamos lembrou-se que deixara no carro ( fui eu que levei  meu) o comando do portão, teríamos de saltá-lo.

Primeiro ela. Pensando que eu não conseguiria saltar (ahahah!),foi buscar o escadote, passou para o lado de fora para eu subir e saltar para o outro lado. 

O sol de final de tarde sorria, estava um ar fresco e perfumado, a relva verde molhada da chuva, não nos impediu de vermos as árvores de fruto ( tudo obra dela) que, disse a M,  à excepção dos quivis e talvez os maracujás, este ano não vão dar nada,  

Adorei ver as poucas  flores da romã e do maracujá. São lindas!

 

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doidices minhas

por Maria Araújo, em 23.04.18

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Tinha escrito neste meu post que num dia de sol iria dar um passeio pela Foz no Porto.

Ora o dia chegou mais cedo, e inesperado, pois estava à espera de ir a uma consulta à clínica em Lisboa mas como o pequeno problema que tinha num dente podia ser resolvido no Porto, sexta-feira, ligaram-me, foi marcada uma consulta para hoje ao fim da manhã.

Gostei da médica (jovem e simpática) meia hora no consultório, tudo correu bem, feita a reparação, saí com destino à Foz, tinha a tarde para mim, estava quente, decidi ir a pé.

Mais à frente da clínica, reparei numa loja com umas roupas engraçadas, para todas as idades e estilos, com uns preços bastante interessantes, entrei, e apesar de muitas das peças serem tamanho único, comprei duas blusas.

Era hora de almoço, estava com fome, fui caminhando até que vi o supermercado Bom Dia, atravessei a rua cujos semáforos foram feitos para os automobilistas pois estive uma eternidade à espera que abrisse o dos peões, almocei por lá.

Uma horita a descansar, aproveitei para ler e comentar alguns blogs.

Mal eu imaginava o que tinha para andar. A paragem de autocarro estava ali à minha frente, não me passou pela ideia apanhá-lo e sair na rotunda do Castelo, queria tomar por lá o café, fui andando, andando, andando e o Forte ( Castelo do Queijo) não me aparecia à frente.

Passo ao lado do Parque da Cidade, calculei que estava perto da rotunda, mas a cada 100 metros comentava comigo " que doida, Maria, fazeres estes quilómetro a pé. Porque não apanhaste o autocarro?" , e continuava a andar na expectativa de ver o Forte, a rotunda, o mar.

Não fazia a miníma ideia do comprimento da Avenida da Boavista ( sempre fizera o percurso de carro), cheguei 45 minutos depois de sair do supermercado, junto à Cufra.

Sentei-me na esplanada a tomar o café, deixei-me estar a ver o mar, reparei que os autocarros que vão para o centro param perto  do Castelo, fui dar um passeio pelo paredão, em direcção à Foz do rio Douro, caminhei cerca de 4 km, até à Praia dos Ingleses... E fiquei por aqui.

Surge-me aos meus olhos uma paragem de autocarro, apanhei o 500 que passava em São Bento, onde queria ficar para regressar a casa (cansada que estava adormeci no comboio, ahahah!).

Contas feitas, andei cerca de 9,5 km.

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E o que vi?
Vi muitas pessoas na praia, casais 3ª idade que apanhavam sol, uns vestidos, outros em fato de banho, pescadores, namorados, estrangeiros, grupos de jovens que brincavam na praia, pescadores, esplanadas cheias e...muito, muito LIXO!

"Que praias sujas, que mau aspecto! De que estão as Câmaras à espera para as limpar? Do Verão?"

Com tanto turista cá de dentro quanto lá de fora, é tempo de limpar ", comentei. Até um skate carcomido da água do mar jazia junto às rochas perto do passadiço. Fiquei desolada, porque era de mais o lixo que se estendia ao longo da praia.

À parte a minha desolação, deliciei-me com o passeio e, como seria de esperar, cá estão algumas das fotografias.

 

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E o lixo

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um chapéu especial

por Maria Araújo, em 19.04.18

embora o assunto da imagem seja a cor azul bebé, com os muitos sinais que tirei, esta semana, e me impediram de dar um salto até à praia, com este chapéu especial não há sol que me afecte.

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 imagem daqui

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querias sol e praia?

por Maria Araújo, em 17.04.18

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Estavas toda feliz porque ias pôr o corpinho ao sol, por que deixaste para agora o que devias ter feito antes?

Pois é, estavas constantemente a comentar que tinhas de marcar a consulta de dermatologia para tirar umas verrugas, era hoje, depois amanhã, quando decidiste pegar no telefone foi-te dito que a tua médica  já não trabalha no hospital.

Procuraste outros nomes, leste currículo, " vou tentar esta" comentaste, consulta marcada e lá foste tu, hoje.

Simpática, a médica, diz que não estranhes porque o teu corpo vai parecer que um gato te arranhou, «amanhã está melhor, passe betadine, não apanhe sol».

Foram verrugas e sinais, só um foi para analisar, dentro de 2 /3 semanas voltas lá para tirar mais alguns. 

E tu que és cuidadosa, que devias ter ido mais cedo.Pensaste que eram apenas três verrugas, toma!

«Dou prejuízo ao hospital com a quantidade de adesivo que gasto » comentou a enfermeira que cobria o teu corpo de adesivos.

E agora? Querias sol e praia, Maria? 

Vai, mas contenta-te com um passeio pela beira-mar, que tanto gostas.

 

 

 

 

 

 

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coisas do tempo

por Maria Araújo, em 26.03.18

Prevista que está a chuva a partir de 4ª feira, e que se vai manter por cá até meio da primeira semana de Abril, fui dar um passeio pela praia.

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Em Ofir os praticantes de body board e surf andavam por lá, o sol era quentinho, embora o vento fosse frio, desta vez não almocei no bar do costume. A esplanada coberta desapareceu, não queria almoçar  na esplanada ao sabor do vento, que nem era forte, mas sentia-me mais confortável se estivesse protegida.

Fui na direcção de Esposende procurar a antiga esplanada, que mudara de proprietário, estivera fechada algum tempo, há muito que não gozava do sol neste lugar.

E que bem se estava.

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Depois do almoço, fui dar a volta pela praia.

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As altas dunas de areia que o mar e o vento trouxeram eram demasiado altas, ocupavam o caminho até à praia. E como seria de esperar, o areal está mais pequeno, continuam as imensas pedras ao longo do areal, os cafés em cima da praia (que devia ser proibidos existirem) com sinais de destruição e lixo.

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À medida que me aproximava do local onde o rio desagua, e que estivera em obras a última vez que por lá passei, fui vendo as mudanças da obra do homem. E quando chego à beira do local onde outrora se viam muitos pescadores, porque ali dava-se a junção do rio Cávado com o mar, eis que vejo um areal artificial de praia onde algumas pessoas   pescavam, outras passeavam.

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Não queria acreditar como um lugar inacessível é agora um local de veraneio.

Ao fundo, na ínsua que sofrera obras com a colocação de geocilindros e que estavam praticamente cobertos de areia, vê-se, agora, a descoberto e com alguns sinais de destruição, e porque o mar não perdoa.

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Acredito que estas obras são feitas no sentido de protegerem as populações, mas tanto desvio, tanto artifício, e o mar continua a fazer das suas, vejo estas construções caírem por terra, mais ano, menos ano.

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 A Sofia ( 19 anos)  e o Diogo (21 anos) andavam na escola do 1º ciclo, costumava levá-los à praia nos primeiros dias de Setembro, antes de as aulas começarem. Em 10/15 anos muito mudou nestas praias do norte.

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Coisas do tempo...

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a serenidade

por Maria Araújo, em 26.03.18

desta segunda-feira, meio-dia, deu-me um clique de ir almoçar à praia.

O bar do costume já não tem a esplanada coberta, procurei o meu preferido em Esposende.

Está um belo tempo, lia o meu livro enquanto esperava o hambúrguer.

Um(a) simpática companheiro(a) aproximou-se da minha mesa, quando o seu dono  foi à casa de banho.

E ficou por aqui à espera que lhe desse  um pouco do meu almoço, que entretanto  foi posto na mesa.

O seu dono saiu da casa de banho,.pediu desculpa  por ele/ ela estar a " incomodar"'.

Comentei que não dera nada ao cachorro, ele sentou-se, em frente a mim, desejou-me bom apetite, concentrando-se no seu café.

De quando em vez, sentia que o seu olhar vinha na minha direcção. E o seu cão  que gostou de mim, sentava-se a meu lado.

Finda a minha refeição, peguei no telemóvel e dexei-me levar pela escrita deste post.

O dono do cão, ou cadela, deixa-se estar sentado ao  sol,  fumando o cigarro. 

Eu diria que gostou da minha "companhia",' mas fosse ele mais velho uns anitos, quiçá o seu animal fosse pretexto para uma conversa  banal, sem interesse.

Pela quantidade de professores que almoçavam e /ou tomavam café, presumo que ele também é : "tenho hoje e amanhã", respondeu a alguém.

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um sábado

por Maria Araújo, em 11.02.18

Fui meter gasolina no carro e em vez de regressar a casa, entrei na auto-estrada e fui até à praia.

Aproveitei para comprar peixe fresco. Dei uma volta pelo paredão.

Segui na direcção de Esposende com intenção de tomar um chá, lembrei-me do café junto à praia onde, no outono e inverno, almoçávamos umas boas sandes.

O café estava fechado.

Espreitei aquela extensão de praia onde passávamos dias inteiros ao sol, nas dunas quando estava vento.

Com o passar dos anos, o mar resolveu, por culpa do homem, trazer pedras e mais pedras, agora só possível caminhar calçada.

No regresso, passei na MO de Esposende, queria ver os saldos ( a única peça que comprei nos saldos, foi no Continente, um casaco de malha por 12 euros). Desde que a Mac divulgou no seu blog as malhas Baby Wool nunca mais quis outras marcas, este ano comprei quatro peças.   

Na colecção de primavera, gostei das calças pretas com ilhós. Adoro estes pormenores na roupa, experimentei e comprei.

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Cedovém, Apúlia

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Cepães, Esposende

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Sabia que estávamos na final do Campeonato do Mundo de Futsal, que jogávamos com a Espanha, à noite, ao passar pelas notícias vi que ganhámos. Parabéns, Selecção.

O meu Braga ganhou ao Vitória de Setúbal, espero que continue a ganhar mais jogos, o Benfica está, agora, na liderança. Até ao final da época, vai ser renhida a disputa pelo primeiro lugar.

Durante três dias, tomo um relaxante que me dá uma moca de sono do caraças, acho que dormi sentada no sofá o tempo todo que estive "a ver" TV, e esta noite foi seguidinha, acordei com o despertador, às 10h, para ir ao hospital levar a terceira das cinco injecções.

 

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1° dia de Inverno

por Maria Araújo, em 21.12.17

que chega hoje, resolvi fazer as compras de legumes e frutas em Apúlia.

Feitas estas, vim dar uma volta pela praia. Estou neste momento na esplanada frente ao mar a usufruir de um sol quente, maravilhoso, enquanto não chega a baguete de frango com tomate e ovo, o panachê.

Várias famílias,  casais jovens, um deles estrangeiro, mochilas no chão,tomam a vitamina D que o sol nos oferece, gratuitamente.

Na praia, estava um homem em calções, fazia ginástica, outro no relvado junto a um café fazia os seus exercícios de iôga.

Passando pelo pequeno edifício do Socorros A Náufragos, porta aberta, entrei e pedir autorização para fotografar o interior.

Ninguém por ali. E tirei umas quantas fotos.

Tirei o meu agasalho, estou a deliciar-me com a refeição simples e o panachê.

Está quente, tirei a camisola, a t-shirt que visto é suficiente.

Chega hoje o Inverno, mas aqui na praia está uma temperatura de Primavera.

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FELIZ NATAL.

 

 

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