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uma "formosa" ave

por Maria Araújo, em 01.07.19

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(foto de minha autoria)

Do pequeno comboio que atravessa o Parque Natural da Ria  Formosa até à Praia do Barril, podemos desfrutar de uma paisagem e variedade de aves lindíssimas ( se por acaso passarem à nossa frente, ou tivermos a possibilidade de, com uns binóculos, observá-las no seu habitat, lá ao longe) regressávamos da praia e eis que vejo uma formosa ave branca poisar naquele pequeno vale, e, sem demora, antes que levantasse vôo e desaparecesse, consegui esta foto.

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uma foto # 26

por Maria Araújo, em 30.06.19

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Praia do Barril, Algarve.

Muito se fala na limpeza das praias, as do norte  precisam urgentemente destes alertas.

 

 

 

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de regresso à rotina

por Maria Araújo, em 26.06.19

mas sem tempo e vontade de escrever no blog, deixo mais algumas fotografias dos locais que há mais de 20 anos não visitava, mas foi muito bom voltar, e das praias que não conhecia.

Olhão ( 7:00h, não conseguia dormir, fui passear)

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Tavira

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Fuseta

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Praia do Barril

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do fim-de-semana # 2

por Maria Araújo, em 01.05.19

Visita feita à igreja, hora de almoçar, passámos pelos restaurantes de Fão, que estavam cheios, a espera era de 30 a 40 minutos.

Com um bebé era complicado esperarmos e a fome já apertava. Lamentamos não ter reservado mesa. Mesmo que levássemos o almoço para casa teríamos de esperar. E desistimos.

Sem alternativa para uma boa refeição, decidimos almoçar umas sandes no café-bar do costume, junto à praia.

Há jovens, contratadas nestes fins de semana de bom tempo, que deviam ser mais educadas e ter maior atenção com os clientes. Estão a prestar um serviço, olham para os cliente como se estivessem a fazer um favor, têm o dever de esclarecer as alternativas que podem oferecer se o serviço está demorado.

Estávamos com fome, perguntamos quanto tempo poderia demorar o serviço, a resposta foi seca, mas quando dissemos que poderiamos pedir uma entrada, a postura foi outra. Acabamos por não a pedir, a espera para servir a entrada demorava, também. Mas  as sandes chegaram à mesa em pouco tempo.
Depois do café, fomos à praia, queríamos pôr o bebé a andar na areia.

E ele adorou. Mexia os pés, as mãos pegava a areia, batia palmas, ria-se.

Regressámos a casa, fomos brincar para a relva, piscina limpa e a encher, estavamos só nós três por conta daquele espaço.

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O bebé pontapeava a bola, ia atrás dela. Sentado na relva fazia a sua ginástica do momento e que só as crianças têm agilidade e flexibilidade, aquilo que dei o nome de Pilates Baby.

E passamos para o baloiço.

Foi uma alegria imensa. Ria-se perdidamente.  A mãe segurava-o por trás, mas ele escorregava.

E eu aproximei-me, pus as suas mãozinhas fofas nas cordas, que não as largou, e eu por trás segurava-o pelas coxas e movimentava o banco para a frente e para trás, o miúdo delirou andar de baloiço ( sai  à tia avó e à mãe).

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Antes de regressarmos a Braga, passámos pela loja onde, por quem lá passa sente a frescura dos bons produtos que invadem as nossas narinas: a frutaria e mercearia.

Ao balcão estava uma senhora, a primeira vez que a vi na loja, que ao mesmo tempo que atendia um casal,  resmungava com o filho, que teria cinco anos, um reguila, com a resposta na ponta da língua.

Não ouvi metade da conversa, estava com o meu sobrinho neto ao colo e enquanto a mãe fazia as compras, eu escolhia umas maçãs, abstrai-me do que se passava por lá, até um determindado momento.

A cliente falava alto, não sei o quê, pois ouvia-se o som da televisão do canal do povo, até que passa à minha frente, estava eu a escolher maçãs, viu-me  com o bebé ao colo,  "saca" das bananas que tocam nas maçãs e uma cai ao chão. Pediu desculpa, não apanhou a maçã, e eu deixei-a no chão, não tinha como pegar nela e pô-la na caixa, de novo se põe à minha frente para escolher maçãs, até que a senhora do balcão, que me pareceu não gostar de ver a cliente ignorar-me, perguntou-me se queria que pegasse no bebé enquanto eu escolhia a fruta. 

Agradeci. A minha sobrinha tinha as compras feitas, pegou nele, eu fui escolher os morangos.

E foi então que ouvi algures como: "Ó Rui ( nome fictício) estás farto de comer gomas, pára com isso!".

Deito os olhos ao miúdo, vejo um pequenote de cabelo loiro, muito parecido com a senhora do balcão, que com ar de rufia lança de novo a mão ao saco das gomas.

De repente, e para que o miúdo deixasse de assaltar o saco das gomas, ouvi-a dizer:

" Ó Rui, olha que lindo bebé. Não queres ter um irmão como ele?!"

Responde  ele, grosseiramente: " Era o que tu querias, já temos a Luísa ( nome fictício)"

O pai da criança entra na loja, a mãe pede-lhe que leve o saco das compras da minha sobrinha, ao carro.

Eu agradeci, disse que o levava.

Já perto do carro, comento com a minha sobrinha que percebia-se que o miúdo dominava os pais,  era um mal educado, eles nada fizeram.

E foi então que ela me contou o que eu não ouvira antes.

O casal cliente que estava na loja, picava o miúdo para ouvir as asneiras que dizia.

Quando saíam da loja, perguntaram pelo pai, ao que a resposta dele foi: " O meu pai foi prós copos", no preciso momento que o pai entrava na loja.

Quando a mãe lhe falou do bebé, meu sobrinho neto, e a resposta foi, " Era o que tu querias, já temos a Luísa", virou-se para a minha sobrinha que o observava, e faz-lhe o gesto que todos nós conhecemos:

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E é isto que acontece em muitos lares portugueses. Não há regras, não há valores, não há respeito, não se incute o mínimo de educação.

Depois, mais crescidos, vão para a escola e tornam-se uns arruaceiros. Desafiam tudo e todos e a escola não consegue dar resposta ao que esta sociedade lhe dá.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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do fim de semana # 1

por Maria Araújo, em 28.04.19

Sábado, pela primeira vez,  fomos à actividade "Sessões Pais & Bebé" nesta biblioteca, assistir ao conto " A Carochinha e o João Ratão",  para crianças dos 12 aos 36 meses de idade.

Além da história,  pretendia-se que as crianças tomassem  contacto  sensorial com os objectos que faziam parte da história.

A história demorou o tempo suficiente para as crianças a ouvirem, a maioria portou-se muito bem contrariamente a alguns pais que falavam muito alto e perturbavam a actividade.

No final, os miúdos brincavam com legos, pequenas garrafas de plástico com areia, brinquedos, enquanto outros sentavam-se à volta de uma pequena mesa para a sessão de pintura.

Eu e a minha sobrinha não estávamos à espera que o bebé ( meu sobrinho neto) tivesse um comportamento exemplar. Sempre atento à história, era a canção que captava a atenção dos miúdos, na interacção com os outros bebés, na brincadeira com os materiais que, pelo tacto, visam promover o desenvolvimento da criança.

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Depois da sessão, fomosao lanche numa esplanada, e um passeio pelo centro da cidade. O bebé, que adora empurrar o carrinho, lá foi de mão dada com a mãe, a outra tia avó empurrava o carrinho e eu fotograva a cena.

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Combináramos passar o domingo na praia, passaríamos por Fão, almoçaríamos por lá, queríamos ver o tapete de flores feitos de pétalas de camélias, pampilos, cravos e cardos, para a festa do Bom Jesus de Fão, estando o tempo com sol, aproveitaríamos, também, para levar o bebé à praia e deixá-lo sentir a areia nos pés.

Deixámos o carro no parque do aldeamento, fomos pelo paredão junto ao rio Cávado em direcção a Fão.

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Chegamos à praça, não vi o tapete de flores na rua.

Aproximamo-nos da igreja, lá estava ele aos pés do altar, lindo e cheio de luz.

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Um espelho permitia que víssemos o outro lado do tapete.

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Subi as escadas que me levaram atrás do altar para tirar uma fotografia de outro ângulo quando escuto um homem que, sentado junto a uma mesa, presumo que guardava o crucifixo do Senhor onde tinha a seus pés uma bandeja com dinheiro, me disse que teria uma perspectiva mais bonita de todo o tapete se subisse as escadas que  dão acesso ao coro, estas do lado direito da igreja.

Comentei que esperava ver o tapete na rua,a resposta foi que há um tapete que é feito na rua, sim, de quatro em quatro anos e quando a imagem do Senhor dos Passos vai no cortejo da procissão. 

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E assim o fiz...

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" by the sea"

por Maria Araújo, em 24.04.19

à procura de saciar os meus olhos com os looks para o verão, trouxe da Vogue alguns modelos do desfile da Casa Chanel, que tiveram lugar na praia, com o tema Chanel By The Sea, ainda com o falecido Karl Lagerfeld.

Era menina para usar qualquer destes modelos. Tivesse eu dinheiro...

Há muito mais para ver aqui.

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dispensamos a praia

por Maria Araújo, em 21.04.19

mas fomos passear pelo pinhal e beira-mar.

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calor

por Maria Araújo, em 19.04.19

a meteorologia diz que amanhã, aqui na cidade, vamos ter 30º, mas no Domingo de Páscoa a temperatura desce 5º e a partir de terça-feira, vem o inverno, de novo.

Amanhã, sábado, o dia vai ser passado na praia.

Domingo venho a casa, porque todos os anos abro a porta à Cruz, e depois do almoço volto para a praia, regresso na segunda-feira, ao final do dia.

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do fim-de-semana

por Maria Araújo, em 25.03.19

de ontem, o vento que fazia na praia levou-nos para casa deste calmo lugar apetecível a estendermo-nos na espreguiçadeira, acompanhados (as)  pelo canto dos pássaros e/ou algumas pessoas que passam na pequena estrada do pinhal, e absorver todo o sol que este início de Primavera nos dá.

Depois, passear pelo jardim...

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e como foi o teu primeiro dia de Janeiro

por Maria Araújo, em 01.01.19

e do ano 2019, Maria?

Pois é. Ontem, prometera que iria molhar os pés na água do mar, como sempre o faço desde que o tempo esteja a favor, neste primeiro dia do ano, como fiz em 2017, já que em 2018 choveu e andei por  aqui.

Saí de casa em direcção à A11, paguei mais 5 cêntimos de portagem, parei em Apúlia para levantar dinheiro ( antes de sair de casa contei todas as moedas, tinha 1,80€ em moedas pequenas ), fui registar o euromilhões nesta localidade, entreguei 10€ , teria de receber troco 7,50 €.  Estava perto da porta reparei que só tinha moedas na mão, deixara a nota de 5€   esquecida em cima do balcão.

Na altura do registo, estava a meu lado um homem que também ia pagar o seu jogo, achei estranho nenhum deles me chamar para me avisar da nota esquecida.

Voltei para trás e diz o homem detrás do balcão e com a nota na mão: " é sua?".

"Sim. Obrigada", respondi, pegando nela,  e saí.

Pensei para o meu decote " O gajo ia ficar com a nota se eu não voltasse atrás. Não foi honesto".

Comentais vós: " Como assim, não foi honesto?!, e perguntais: "E por que não a daria?"

Porque quando entrei no carro e guardo o troco das moedas, reparei que me dera apenas 1,50€ quando deveria ter dado 2,50€.

Fui confirmar o valor de moedas que contara antes de sair de casa, confirmei que as únicas moedas de 1 euro e de 0,50€  fora ele que as dera.

Ainda pensei  voltar atrás, de novo, mas o homem poderia dizer que  dera o troco certo, e era a minha palavra contra a dele, já que eu não verifiquei o troco na hora que ele o deu.

Fiquei chateada pela falta de hosnetidade do homem. Não se faz. 

Esqueci o assunto ( tenho de estar mais atenta ao troco das compras que faço, já aconteceu não conferir e mais tarde perceber que não estava certo), lá fui eu estacionar o carro, pronta para  passear pela beira-mar, quando me lembro de tirar o telemóvel da carteira para o fotografar o mar, que estava lindo... e qual não é o meu espanto que não o encontro. Trouxera um livro para ler na praia, o telemóvel não aparecia, tirei tudo da carteira e nada.
Votei ao carro, não fosse estar caído, mas não me lembrava de o ter metido na carteira, em casa. 

"Que decepção", comentei para mim mesma, " não vou fotografar os meus pezinhos na água do mar".  Que cabeça a minha", murmurava.

Alguns pares dormiam agarradinhos (provavelmente sairam de dia do Pacha) nas dunas, as pessoas que iam na direcção do mar olhavam-os, pensariam o mesmo que eu.

Casais com filhos andavam pelas rochas, outros casais passeavam os seus cãezitos, dei um pequeno passeio pela beira-mar até que aproximei-me de um rochedo, sentei-me, tirei as sapatilhas e as meias, deixei a carteira junto ao rochedo e fui molhar os pés.

Garanto que a água não estava demasiado fria. Soube-me bem senti-la nos pés. Era a única pessoa que estava descalça com os pés na água.

A poucos metros de mim, um jovem casal observava-me, tirava  fotografias ao mar e a si próprios. 

Não tendo a minha máquina fotográfica e o telemóvel, deixo a fotografia do primeiro dia de 2017, porque descobri que as calças que vestia na altura, eram as mesmas que usei hoje.

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Sentei-me no rochedo onde estavam as minhas coisas, deixei-me ficar com os meus pensamento e que o meu olhar se perdesse no sereno azul e branco do mar.

Hora do almoço, pensei almoçar num dos bares de Ofir, mas decidi vir  para casa.

O regresso é sempre feito pela N 103, cheguei a casa, fui de imediato procurar o telemóvel, lá estava ele em cima da mesa da sala, e com várias chamadas da minha irmã, que estava preocupada. E liguei a dizer o que acontecera.

Depois do almoço, lembrei-me de ir visitar a Alice, mas ela não estava na Casa de Saúde, tinha ido passar o ano com a família. Há um ano que não vejo esta amiga, não imagino como estará a sua saúde mental.

Passei em casa do avô dos meus sobrinhos netos cariocas, saímos para dar um passeio pelo centro da cidade, que estava cheio de gente. A Brasileira estava fechada, assim como todos os cafés do centro, mas descobrimos que a Casa dos Pasteis de Chaves estava aberta, queríamos tomar um chá. 

Esta casa fez um bom negócio neste dia 1 de Janeiro. Não costuma ter clientes que encham a casa, mas hoje ganhou o dia.

E comenta a minha sobrinha, mãe dos meus sobrinhos netos carioquinhas: " se tivesse um negócio destes garanto que abria neste dia. Já repararam como está cheio?"

E o McDonald's estava à pinha, também.

Passei na única padaria do centro, também cheia de clientes, estavam a sair baguetes de pão quentinhas, comprei, e pelo caminho de casa consolei-me a comer os pedaços de pão que ia cortando com os meus dedos.

1º dia de Janeiro de 2019 muito tranquilo, como eu gosto. Que seja um  bom augúrio.

 

 

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