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fim de semana na praia

por Maria Araújo, em 21.07.18

com a chave de casa da praia da minha sobrinha, vamos aproveitar o fim de semana, faça sol ou nevoeiro,  para relaxar, ler, passear, e usufruir da  piscina  se estiver vento na praia.

A Sofia, que não gosta de praia mas adora piscina, também vai.

As temperaturas não são altas, mas as ideais para mim.

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pensamos no tempo, na cidade

por Maria Araújo, em 15.07.18

e nem sempre é o tempo que faz na praia.

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Fizesse sol, nevoeiro, chuva ou vento,  combinara passar o dia na casa de praia com a minha sobrinha e filhotes.

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Na cidade o tempo estava um pouco encoberto e com algum vento, convidei a minha irmã para vir comigo.

Auto-estrada fora,  a sobrinha tinha ido almoçar com uns amigos, tinhamos a chave da casa, fomos para a piscina.

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O tempo convidava à praia, a piscina é para os dias de vento,  no momento que saímos de casa, chegam eles.

Os bejinhos, os abraços, eles ficavam por casa, fomos nós à praia.

A temperatura  estava óptima, não havia vento, fomos para a restinga de Ofir.

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A água do mar estava agradável, maré alta, tivemos cuidado com o banho.

Desafiei a minha irmã fazermos o regresso pelo margem do rio, que ela não conhecia.

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Ficou encantada, nunca vira Esposende do outro lado da margem, parecia uma criança a brincar no rio.

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Dirigimo-nos ao passadiço, fizemos o percurso até casa por este.

O fim de tarde continuava sereno, sem vento.

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Ficamos para jantar.

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As crianças foram dormir, a conversa estava agradável, mas era hora de regressar a casa.Já não sou das que adora conduzir à noite na auto-estrada, vinte minutos nas calmas, à meia-noite estavamos em Braga.

E a noite continuava serena e linda.

Pensar que o tempo que faz na cidade é o mesmo que faz na praia, é errado. 

E as praias do norte enganam-nos, também.

Fossem todos os dias de praia como o de hoje.

Foi um dia maravilhoso.

 

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fui à praia

por Maria Araújo, em 19.06.18

apliquei o protector solar antes de sair de casa.

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A rotina de sempre, quando se chega lá: abre-se o guarda-sol, estende-se a toalha, vai-se refrescar o corpo na água do mar, dão-se pequenos passeios pela praia.

Debaixo do guarda-sol, ora de costas, ora de frente, e para que as pernas, a parte do corpo que mais quero bronzear, ganhem tom, bolas! saí de lá exactamente como cheguei: branca.

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No pequeno mercado da praia, fiz compras de peixe, legumes e fruta, comprei flores, também.

Cheguei a casa  por volta das 15h45, pus a secar mais duas das seis pesadas cortinas da sala, tomei um banho e fui fazer duas aulas de Pilates.

O jantar foi uma sopa e caldeirada de peixe, cerejas e damascos para sobremesa.

As previsões indicam que sexta-feira o  vento é de leste, será um bom dia de praia, voltarei lá ( e os meus sobrinhos netos cariocas chegam nesse dia para mais umas férias, abraçá-los-ei de tarde).

Antes que cheguem as férias da maioria dos portugueses, há que aproveitar a praia para os que têm o privilégio, como eu, de ir nesta altura.

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as previsões

por Maria Araújo, em 19.06.18

são de chuva, mas por aqui, na esplanada do café da praia, tomo o café e preparo-me para umas horas de vitamina D,  debaixo do guarda-sol, descansar a mente de preocupações, e acompanhada de um livro, porque o tempo está excelente.

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vai ser desta que

por Maria Araújo, em 15.06.18

vamos ter, finalmente, uns dias bons de praia?
A ver o vento, por que calor vamos ter, nos dias 18, 19, 22 e 23,  teremos belos dias para aproveitar o sol.

Mas cuidados com os escaldões!

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onde andas tu, Verão?

por Maria Araújo, em 08.06.18

Devido ao tempo que faz, frio e chuva ( o edredão voltou à cama, durmo de pijama de algodão e meias que os pés não aguentam o frio que faz à noite), a caminhada HP  ao Santuário do Sameiro, programada para amanhã, foi adiada para o dia 16.

O ano passado fomos ao Bom Jesus, estava muito calor.

Vim espreitar os posts que escrevi no mês de Junho de 2017, tudo era sol e calor.

Embora não suporte as temperaturas muito altas, faz-me falta o sol, as manhãs de praia que costumo fazer nesta altura do ano. Estamos nas festas dos Santos Populares, mas o Verão não quer nada connosco.

Se de repente o tempo muda, passamos do frio para o calor, dos casacos de inverno, o oito, que algumas pessoas vestem,sem necessidade  alguma, para o oitenta, dos vestidos decotados e curtos, e das sandálias, que eu ainda não usei este ano, guardadas nas caixas, no armário.

 

primeiros dias de Junho de 2017

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As previsões...

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O tempo mudou de mais, muitas foram as Primaveras que começava a praia em Abril e acabava em meados de Setembro, pergunto: " onde andas tu, Verão?".

 

 

 

 

 

 

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trovoada, um espectáculo!

por Maria Araújo, em 02.06.18

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Na minha adolescência, de férias  com a família, na praia, no mês de Agosto, vi pela primeira vez, em várias frentes,  um espectáculo de relâmpagos que caíam no mar.

O meu irmão mais velho tinha pavor ao vento forte, mas gostava da beleza da trovoada, fomos  para o grande quintal da casa da praia ver este belo espectáculo que ia aumentando de instensidade ao mesmo tempo que as nuvens ficavam mais carregadas e a escuridão aumentava também, até que me apercebo que estava demasiado "em cima" de nós, os estrondos assustavam-me, fugi para dentro de casa, os outros ficaram. "Não há que temer, as faíscas caem no mar", diziam.

Desde então nunca mais vi nada idêntico...até ontem.

Não tenho medo de mais da trovoada quando estou dentro de casa, mas fora, depende do lugar onde me encontro.

Fui ao funeral de um colega numa aldeia do concelho da Póvoa de Lanhoso.  À saída de Braga, para  Este, as nuvens escuras e carregadas anunciavam uma forte carga de água. Saímos à hora marcada, não choveu em todo o percurso até chegarmos à aldeia. 

Outros colegas chegavam, paravam na berma da estrada, desconhecíamos o lugar onde ficava a igreja, era ainda cedo para a cerimónia fúnebre, quando uma forte carga de água nos impediu de sair do carro seguida de uma poderosa faísca e do estrondoso trovão que seria o primeiro de muitos que iríamos apanhar pelo caminho até à igreja.

Depois de perguntarmos onde ela ficava, seguimos debaixo de fortes descargas eléctricas, os raios potentes de luz assustavam-nos, mas ao mesmo tempo estando nós dentro do carro não temíamos. O nosso receio era as  muitas árvores junto da estrada, teríamos de estacionar o carro tanto quanto possível afastado delas.

Num largo perto da igreja, decido estacionar o carro junto a uma paragem de autocarro, quando uma descarga seguida de um forte trovão assustou-nos de mais. Tínhamos pressa de ir para a igreja, ficarmos mais seguras.  Quando já estávamos à porta, fechávamos os guarda-chuvas, no campo em frente à igreja um raio de luz cai mesmo à frente dos nossos olhos, o estrondo foi tal que parecia que tudo caía em cima de nós.

Foi esta a segunda vez na minha vida que apanhei um grande susto e me levou para dentro da igreja, mas antes ainda perguntei a um senhor, que me parecia ser o sacristão, se a igreja tinha pára-raios. A resposta foi que não sabia, entramos, muitos dos nossos colegas ocupavam os bancos, esperavam o corpo que ainda não tinha chegado para a cerimónia fúnebre, sentamo-nos, ficamos mais tranquilas. 

Acalmou um pouco o tempo, mas quando nos pareceu que a trovoada e a chuva teriam ido para outras bandas, não, voltaram os trovões, por  mais algum tempo.

Quando a cerimónia acabou já não tínhamos a chuva e a trovoada.

Fomos à casa de campo da minha amiga. Quando chegamos lembrou-se que deixara no carro ( fui eu que levei  meu) o comando do portão, teríamos de saltá-lo.

Primeiro ela. Pensando que eu não conseguiria saltar (ahahah!),foi buscar o escadote, passou para o lado de fora para eu subir e saltar para o outro lado. 

O sol de final de tarde sorria, estava um ar fresco e perfumado, a relva verde molhada da chuva, não nos impediu de vermos as árvores de fruto ( tudo obra dela) que, disse a M,  à excepção dos quivis e talvez os maracujás, este ano não vão dar nada,  

Adorei ver as poucas  flores da romã e do maracujá. São lindas!

 

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doidices minhas

por Maria Araújo, em 23.04.18

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Tinha escrito neste meu post que num dia de sol iria dar um passeio pela Foz no Porto.

Ora o dia chegou mais cedo, e inesperado, pois estava à espera de ir a uma consulta à clínica em Lisboa mas como o pequeno problema que tinha num dente podia ser resolvido no Porto, sexta-feira, ligaram-me, foi marcada uma consulta para hoje ao fim da manhã.

Gostei da médica (jovem e simpática) meia hora no consultório, tudo correu bem, feita a reparação, saí com destino à Foz, tinha a tarde para mim, estava quente, decidi ir a pé.

Mais à frente da clínica, reparei numa loja com umas roupas engraçadas, para todas as idades e estilos, com uns preços bastante interessantes, entrei, e apesar de muitas das peças serem tamanho único, comprei duas blusas.

Era hora de almoço, estava com fome, fui caminhando até que vi o supermercado Bom Dia, atravessei a rua cujos semáforos foram feitos para os automobilistas pois estive uma eternidade à espera que abrisse o dos peões, almocei por lá.

Uma horita a descansar, aproveitei para ler e comentar alguns blogs.

Mal eu imaginava o que tinha para andar. A paragem de autocarro estava ali à minha frente, não me passou pela ideia apanhá-lo e sair na rotunda do Castelo, queria tomar por lá o café, fui andando, andando, andando e o Forte ( Castelo do Queijo) não me aparecia à frente.

Passo ao lado do Parque da Cidade, calculei que estava perto da rotunda, mas a cada 100 metros comentava comigo " que doida, Maria, fazeres estes quilómetro a pé. Porque não apanhaste o autocarro?" , e continuava a andar na expectativa de ver o Forte, a rotunda, o mar.

Não fazia a miníma ideia do comprimento da Avenida da Boavista ( sempre fizera o percurso de carro), cheguei 45 minutos depois de sair do supermercado, junto à Cufra.

Sentei-me na esplanada a tomar o café, deixei-me estar a ver o mar, reparei que os autocarros que vão para o centro param perto  do Castelo, fui dar um passeio pelo paredão, em direcção à Foz do rio Douro, caminhei cerca de 4 km, até à Praia dos Ingleses... E fiquei por aqui.

Surge-me aos meus olhos uma paragem de autocarro, apanhei o 500 que passava em São Bento, onde queria ficar para regressar a casa (cansada que estava adormeci no comboio, ahahah!).

Contas feitas, andei cerca de 9,5 km.

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E o que vi?
Vi muitas pessoas na praia, casais 3ª idade que apanhavam sol, uns vestidos, outros em fato de banho, pescadores, namorados, estrangeiros, grupos de jovens que brincavam na praia, pescadores, esplanadas cheias e...muito, muito LIXO!

"Que praias sujas, que mau aspecto! De que estão as Câmaras à espera para as limpar? Do Verão?"

Com tanto turista cá de dentro quanto lá de fora, é tempo de limpar ", comentei. Até um skate carcomido da água do mar jazia junto às rochas perto do passadiço. Fiquei desolada, porque era de mais o lixo que se estendia ao longo da praia.

À parte a minha desolação, deliciei-me com o passeio e, como seria de esperar, cá estão algumas das fotografias.

 

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E o lixo

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um chapéu especial

por Maria Araújo, em 19.04.18

embora o assunto da imagem seja a cor azul bebé, com os muitos sinais que tirei, esta semana, e me impediram de dar um salto até à praia, com este chapéu especial não há sol que me afecte.

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 imagem daqui

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querias sol e praia?

por Maria Araújo, em 17.04.18

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Estavas toda feliz porque ias pôr o corpinho ao sol, por que deixaste para agora o que devias ter feito antes?

Pois é, estavas constantemente a comentar que tinhas de marcar a consulta de dermatologia para tirar umas verrugas, era hoje, depois amanhã, quando decidiste pegar no telefone foi-te dito que a tua médica  já não trabalha no hospital.

Procuraste outros nomes, leste currículo, " vou tentar esta" comentaste, consulta marcada e lá foste tu, hoje.

Simpática, a médica, diz que não estranhes porque o teu corpo vai parecer que um gato te arranhou, «amanhã está melhor, passe betadine, não apanhe sol».

Foram verrugas e sinais, só um foi para analisar, dentro de 2 /3 semanas voltas lá para tirar mais alguns. 

E tu que és cuidadosa, que devias ter ido mais cedo.Pensaste que eram apenas três verrugas, toma!

«Dou prejuízo ao hospital com a quantidade de adesivo que gasto » comentou a enfermeira que cobria o teu corpo de adesivos.

E agora? Querias sol e praia, Maria? 

Vai, mas contenta-te com um passeio pela beira-mar, que tanto gostas.

 

 

 

 

 

 

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