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cantinho da casa

cantinho da casa

grama dos pampas

 cortaderia selloana,   é uma planta que se vê nesta época do ano espalhada pelos campos,  bermas de estrada, margens de rios.

Nem sempre é fácil chegar a elas. Ou estão em áreas privadas, ou com acessos difíceis de alcançar.

É uma planta bonita de alto porte, está na moda na decoração de ambientes, de montras, de esplanadas.

Na pesquisa que fiz, a sua beleza tem o seu lado negativo: 

 

 O capim-pampa pode deslocar plantas nativas e destruir seus habitats, reduzindo a biodiversidade.  As folhas em forma de lâmina podem causar danos físicos aos pássaros que se alimentam delas. A planta também compete com outras plantas nativas monopolizando recursos como sombra, luz solar e nutrientes do solo. Devido à grande área de superfície, as folhas representam um risco significativo de incêndio se colocadas perto de substâncias inflamáveis.

 

A propósito do post , tão real, tão maduro, tão verdadeiro, que li no blog da Isabel, a imagem que o acompanha é de uma grandiosidade que me levou escrever este post.

Há cerca de um mês, num dos sábados quentinhos que nos levou à praia, a minha sobrinha, que também gosta delas, queria algumas para um canto da sala, dizia que vira uma grande quantidade, no pinhal, à beira da estrada.

Quando passamos lá, parou o carro, eu fiquei dentro com o filhote, que não queria que a mãe saísse, mas fartou-se de rir quando a viu cortar algumas das poucas que ainda existiam. Mas estava difícil de as cortar, o pé ainda estava verde, desistiu.

Quando entramos na auto-estrada, parámos na estação de serviço, precisavamos de água para beber, vimos que no campo junto, eram imensas as plantas.

Mas também verificamos que o acesso era irregular e tinha muitas silvas e plantas rasteiras, não sabíamos nas que  nos íamos meter se tentássemos apanhá-las. Também anoitecia, não íamos correr o risco, ficaria para a próxima ida à praia.

E assim foi.

Princípio da tarde, ainda na hora de verão, no sentido contrário, junto à estação de serviço, lá estavam elas à nossa espera.

Pedi que parasse o carro,se tivessemos de apanhar era durante o dia, queria ver o terreno.

Nem perguntamos na estação de serviço se podiamos colher as plantas.

Ela ficou com o filho, eu, de tesoura na mão, fui ver o acesso.

Um ruído ensurdecedor de uma moto-serra aproximou-me de dois homens e uma mulher que cortavam outras, que não as gramas dos pampas, e perguntei se podia cortar algumas plantas.

Responderam que o terreno não era deles, que fizesse o que eu quisesse.

Onde eles se encontravam não me permitia chegar às plantas, que estavam muito perto deles, disseram-me para que uns passos mais à frente havia um caminho de terra batida. Sim, havia,mas tive de cortat algumas silvas para eu passar.

Baixinha que sou, aquelas plantas eram gigantes, e as mais bonitas e pomposas estavam afastadas. Metida no meio delas, nem via a sobrinha e o filho que estavam mais distantes, e mesmo que eles chamassem por mim, não ouvia,  e não aguentavam o ruído da moto-serra.

Fui puxando, fui cortando com a tesoura, que nem servia para isso, ora além,ora mais perto dos homens e da mulher que continuavam o seu trabalho. Cheguei a pensar que, com a moto-serra, eles iam oferecer-se para, num minuto, cortarem umas quantas para eu trazer.

E eu não tive coragem de pedir.

O que consegui trazer encheu a mala do carro.

Eram para distibuir pelas minhas sobrinhas. A minha irmã não pode ter plantas em casa que os gatos estragam-nas.

Quando apareci à minha sobrinha e filhote, eles ficaram super contentes, ele batia palmas e ria-se de ver tantas plantas.

Mas a minha cabeça latejava do ruído da moto-serra, as minhas mãos tinham golpes com sangue ( pouco), que resistiram durante uns quantos dias e sempre que as lavava ardiam.

Para minha casa trouxe poucas, apenas para o vaso que está num canto da sala, a grande quantidade ficou para as sobrinhas.

Gostaria de ter ido mais longe, onde estavam as mais bonitas, mas pensava em bichos, na vespa chinesa, e no ensurdecedor ruído que me fez sair daquele lugar tão rápido quanto possível. 

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coisas desta sexta-feira

Sexta-feira é o dia de levar o sobrinho neto ao colégio.

Deixei o menino no colégio, fui às compras ao supermercado Froiz, sito, no Retail Center. É um supermercado que não há no centro da cidade, ficam os dois nos arredores. Gosto da limpoeza, do atendimento, dos produtos deste supermercado.

Caíam uns pingos de chuva que deram para molhar  a estrada e o carro, mas nada demais.

Feitas as compras, liguei a ignição, e de repente, vi um fumegar que vinha de cima do capot. Fiquei logo alerta.

Desliguei a ignição. Pensei que se saísse da grelha poderia ser do depósito da água, mas também pensei que seria condensação devido à chuva.

Não cheirava a queimado, a temperatura estava normal, mas o fumegar continuava.

Abri o capot, estava tudo normal, reparei que um tubo canelado tinha um fissura, isto é, estava rompido.

Não pensei mais. Liguei para a oficina, expliquei o que se passava, disseram-me que não podiam ver o carro, estavam com muito trabalho, que chamasse o reboque que levaria o carro para lá.

Quando chegou o reboque, e foi muito rápido, o senhor foi ver o carro e disse que era normal aquele tubo estar rompido, que o problema não era dali, que de certeza que precisava de água. 

Eu respondi que o carro tinha estado na oficina há pouco tempo, que o carro tem muitos anos e nunca fui eu que tratei de pôr água, sempre  deixei que a oficina se encarregasse de tudo.

O carro foi embora, e fiquei ali, sozinha, longe de casa.

A sobrinha queria ir buscar-me, mas eu disse que não viesse, que pediria um táxi.

Entretanto, não tinha o número de táxis, fui a pé, com as compras, até perto do Braga Parque, lá poderia apanhar um táxi.

A cerca de 200m do centro comercial, reparei numa paragem de autocarro, vi o  horário, vi que passa perto de casa...mas era no senttido inverso.

De repente, vem o autocarro, parou, perguntei para onde ia: " avenida central",respondeu o motorista.

Meti-me no autocarro, saí na primeira paragem desta avenida que ficaa cerca de 400m de casa.

Saco das compras( qb pesado) num braço, de x em x minutos passava para o outro, desde a entrada no autocarro até chegar a casa, foram dez minutos. 

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Ouvi na rádio do carro que vem uma vaga de calor para o início da semana,  mas as noites serão frescas ( tinha de ser, ainda é cedo para as noite quentes).

"um tempo excelente para ir até à praia" , comentei.

Se não fosse a gata, que não sai de casa, e o colégio do menino, alugava uma casa e passávamos um mês ou dois por lá ( a casa da sobrinha está  alugada até abril, senão ia de  borla).

Com a proibição de sair do concelho, não arrisco, o que me deixa desanimada. Também pensei ir durante a semana, mas receio que a polícia ande  a jeito.

Eu não desobedeço às regras de emergência e do" fique em casa", mas não falta quem o faça e tem uma sorte do caraças.

E eu tenho saudades da praia, daquele  pinhal, dos almoços na varanda, de ouvir os pássaros,de andar a brincar com o sobrinho neto junto à piscina, no escorrega, pelo meio dos pinheiros,da floresta encantada dos meus sobrinhos netosque estão longe do país.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

o sol desta manhã

Preparada para sair de casa e conduzir até à praia ( sair um pouco deste confinamento)  com o Sol da manhã que não esperava, de repente lembrei-me que poderia ter um problema: andar a passear pelo pinhal ( quem sabe encontraria o Nuno Lopes e Rita Blanco,em filmagens por Ofir), ou  pela praia, e ser abordada pela GNR . E eu não tinha como me desculpar. E desisti.

Passei a manhã sentada a ler, na marquise desta casa onde entrava o Sol tão bom!

Agora de tarde, voltaram as nuvens. Mas não chove.

 

fui picada pela primeira vez

dias de nortada na praia, segundo uma amiga que está de férias lá para Norte, hoje, acordei cedo. saí da cama antes que mudasse de ideia, preparei sandes e fruta.

se estivesse  nortada e  não aguentasse o vento,ia visitar uma amiga a Esposende. e não levei o pára-vento.

quando cheguei, não me atrevi a procurar estacionamento perto da praia, já se viam muitos carros na recta que dá acesso ao paredão, logo que visse um lugar estacionava.

e assim fiz.  tinha de andar cerca de dez minutos até à esplanada,queria tomar café. para meu contentamento, estava um vento suave e a temperatura muito agradável.

muita gente na praia, decidi ir pela estrada junto ao pinhal, queria  isolar-me, há muito espaço onde eu gosto de apanhar o sol e banhar-me no mar, e também ver se aquele e-mail que enviei para a Câmara de Esposende ( que por sua vez reencaminharam para a GNR local) tinha surtido efeito.

e SIM, há pilaretes por todo o lado, toda a zona de dunas está vedada ao estacionamento.

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cruzei-me com a GNR, que fazia a ronda.

bingo!

mesmo assim, ainda há alguns carros estacionados nos lugares destinados aos peões e áreas de pinhal para piquenique.

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a maré vaza, a temperatura agradável, sem estar quente de mais, o vento era sereno ( estive na praia até às 15:00h).

li, e ouvi recentemente de um médico, que para recebermos a vitamina a D necessária, não precisamos de aplicar o protector solar antes de ir para a praia. o ideal é chegar à praia e tomarmos o sol  nos primeiros dez ou quinze minutos sem o protector, e depois disso, sim, aplicar sempre que necessário, o que tenho feito.

então, fui ao mar, a água estava um pouco fria, mas banhei-me.

ora estando a maré vaza ( eu não sou muito fã porque tenho receio dos peixes-aranha), quando saía do mar, senti uma picada.

e poucos segundos depois, a dor intensa deixou-me preocupada. não via o pé vermelho, mas  passava os dedos e doía-me mais.

frequento estas praias do norte desde criança, nunca havia sido picada por um peixe-aranha,não sabia o que fazer, estava longe do centro. 

liguei à minha sobrinha, pedi conselho,aconselhou-me a procurar  com os nadadores-salvadores, eles  ajudavam.

e lá fui pela beira-mar,de havaianas nos pés, não fosse picada de novo.

muita gente na praia, não consegui ver os jovens.

vi um barraco de aluguer de barracas, pus a máscara, aproximei-me, apareceu-me um homem a quem perguntei onde andavam os nadadores-salvadores. respondeu-me que estavam na linha da praia, apontou numa direcção bem preto e lá estavam eles.

fui ter com eles,  dei bom-dia.

sorriram ( desconfiaram o que queria) contei o que se passou, um deles perguntou-me se doía o pé, há quanto tempo tinha acontecido, e comentou que fui a primeira pessoa do dia a ser picada, que estes dias tem sido demais, que eu não estava a chorar

"chorar?!, perguntei.

"sim!, todos choram"

"dói-me, mas porque havia de chorar, aguento a dor",respondi.

" venha comigo!", diz um.

os colegas ficaram, eu fui com ele, ele simpatiquíssimo dizia que estava admirado porque eu não chorava.

comentei que desde criança que frequento as praias e nunca fora picada, tinha chegado a minha vez, não era motivo para chorar.

levou-me a um café em cima da praia, mandou-me sentar e explicou que ia pôr o pé num recipiente com água quente que tentasse suportar o tempo que pudesse e depois disto, quando sentisse que a dor era menor, que caminhasse na areia seca, mais quente, que em pouco tempo a dor desaparecia.

e voltou a dizer que era muito corajosa, que não chorava ( acho que ele estava a meter-se comigo,caramba, um jovem que podia ser meu filho ).

voltei ao meu lugar, lá ao fundo na praia e onde deixara o guarda-sol e o saco com as minha coisas. cheguei, deitei-me na toalha, não voltei ao mar,deixei o pé sentir a areia quente, e a verdade é que a dor passou.

quando for ao banho e que a maré vaza, vou de havaianas ( não é nada agradável estar no mar com os chinelos).

cerca de meia hora depois, ouvi um choro.

via-se uma adolescente sentada na areia, os pais e os avós davam-lhe assistência, a miúda fazia perrice, doia-lhe o pé, pois claro...e  fui ter com eles.

expliquei o que me aconteceu e o que o nadador-salvador me aconselhou fazer.

mas estiveram pouco tempo ali, acabaram por sair da praia.

e o vento norte não nos veio chatear deixei-me estar na praia até cerca das 15:00h, porque, entretanto, combinara tomar café  com uma amiga que tem apartamento na praia, desde Março, quando  começou o confinamento,que faz a vida toda dela lá.

levei-a ao jardim do hotel Axis.

nunca lhe passara pela cabeça entrar no hotel para  tomar café naquele pedaço de jardim.

ficou deslumbrada  com o espaço e com a vista que tinha sobre a praia.

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"quando quiser desfrutar desta calma e não misturar-me com a multidão nas esplanadas, venho cá tomar o café".

e agradeceu-me muito por a levar lá. e vamos repetir.

 

 

o egoísmo/ comodismo dos banhistas

sábado passado, fomos à praia, uma das minhas sobrinhas tem casa num condomínio dentro de uma área de pinhal protegido, por vezes, deixamos o carro estacionado no parque mas só o fazemos quando ela está em casa.

tendo ido de férias para o Algarve, e apesar de termos o cartão,que nos esquecemos de levar, para entrar no recinto, nesta altura do ano tem um segurança na entrada, não nos sentíamos à vontade para entrar e estacionar o carro.

a minha sobrinha dissera para nos identificarmos como familiares da casa x, mas resolvemos dar uma  volta por toda a área de acesso à praia para tentarmos encontrar um lugar para o nosso carro..

na volta que demos, enchi o meu telemóvel de fotografias das viaturas que ocupavam os caminhos para os peões,tinhamos de circular pelomeioa da estreita estrada, asdunas escondiam alguns carros,outros nas curvas, e dentro da área protegida, era "o salve-se quem puder, este lugar é fixe" esquecendo que o ambiente ressente-se destes invasores da natureza.

não havendo lugar, tínhamos connosco uma criança de 32 meses  que adora andar e correr, então o melhor seria deixar o carro estacionado no parque do condomínio da casa da sobrinha.

demos a volta, vimos um agente da GNR  que controlava o acesso dos banhistas à praia, parámos o carro,falámos com ele e alertámos para o estacionamento indevido na área do pinhal, ao que ele comentou que as multas são de 250 euros,porque é uma zona protegida, que não podia fazer nada a função dele era ali, com certeza que os colegas responsáveis pelo trânsito iriam fazer uma ronda pelo pinhal, que as pessoas não respeitam nada nem ninguém. e agradeceu a nossa preocupação.

quando chegamos ao recinto do condomínio, identificámo-nos ao segurança, ele abriu o portão. mas achamos que ele não acreditou, até porque naquele condomínio há um hotel, e muitos proprietários alugam as casas durante a época balnear,qualquer pessoa pode dizer que vai para a casa x. 

fomos para a praia.depois das 15:00h , fui tomar café, verifiquei que nenhuma das viatura fora multada e algumas, como a da foto,  infringiam  

comentei com os meus familiares que ia participar à Câmara, escrever um e-mail e incluir algumas das fotografias,aquelas que achei serem as que melhor mostravam o egoísmo e o comodismo.a falta de civismo e de respeito pela natureza e por aquele tão belo pinhal que devemos cuidar e preservar.

ontem, fui à praia, verifiquei que um das áreas habitualmente de estacionamento que sei que a GNR ignora, o acesso à praia estava vedado ao estacionamento, apenas tinha uma pequena entrada para as pessoas.

ainda ontem à noite, lembrei-me que talvez a Câmara tivesse dado uma resposta ao meu e-mail,e, sim,lá estava ela.

quem o escreveu foi de uma cortesia inesperada. agradeceu o cuidado, confessou que ao longo dos anos tem vindo a fazer o melhor possível para proteger toda a área deste concelho, com sinalização, pilaretes, inclusive contactar  regularmente os agentes da GNR para agirem em conformidade, e que o meu e-mail fora encaminhado,também, para esta entidade.

este fim de semana, vou voltar à praia, vou fazer o percurso do pinhal,vou armar-me em polícia e ver como estão estacionadas as viaturas. e se nada foi/for feito, o próximo e-mail será para a GNR local.

um exemplo entre muitos:

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Coisas do meu dia# o abrigo

 

 

 Bebé no carrinho, fomos para a praia de manhã, levamos o termos com a sopa, o tupperware com a fruta.

Chegamos lá, montamos o abrigo para menino  no limite da área das barracas.

Estava vento.

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Um casal observava-nos a montá-lo.

Montada este, a minha irmã adormecia o menino,  quando ouço uma voz atrás de mim.

Pedia desculpa mas não podia ter "a tenda" naquele lugar, que não reparara que estávamos a montá-la, teria avisado a tempo.

Respondi que conheço as regras mas como estava no limite do espaço das barracas não haveria problema.

"Basta uns metros mais ao lado, olhe ali naquele bocado de espaço já pode"disse ele.

E o casal não tirava os olhos de nós.

Sozinha, tirei as espias, peguei no abrigo e levei-o para onde ele pediu.

Com uma das espias na mão prendo-o, as outras deixara junto à cadeira do bebé, a minha irmã andava de um lado para outro a adormecê-lo.

De repente, ouço uma voz masculina que me pergunta se quero ajuda.

Agradeci, disse que tinha as outras espias para pôr, então segurava a tenda, ia buscá-las.

Assim fiz. Agradeci, já não precisava de nada.

O bebé dormia no colo, deitámo-lo dentro, ficou tranquilo, protegido do vento e nós também.

A minha irmã perguntou-me de onde surgira o senhor que prestara ajuda, respondi que não vira, que fora muito simpático, e o casal que nos observava, e que podia ter perguntado se queríamos ajuda, nada fez.

Provavelmente, observavam se sabiamos montar o abrigo, ou comentavam qual de nós seria a mãe, já que não temos cara de quem tem um filho bebé.

Uma coisa é certa:  fosse eu a ver a cena,  teria feito o mesmo que o senhor, que surgiu não sei de onde,  e que veio em meu auxílio.

Continuo a afirmar que levar um bebé para a praia exige muita logística.

Faço pouquíssima praia, mas passa-se bem o tempo. Passeia-se pelo paredão, pelos passeios do pinhal, pela piscina ao final da tarde, ora dá-se a sopa, vem a hora da sesta,  depois a papa, mais uma sesta, está na hora de jantar, a mãe chega do trabalho, cabe-lhe a vez de cuidar dele  até dormir o soninho da noite.

Assim se passaram nove dias, no fim de semana acabam as nossas férias, tenho apenas 4h de praia.

Mas sabe bem cuidar dele, lindo, muito sorridente e bem disposto.