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cantinho da casa

cantinho da casa

fiz uma aula de pilates com aparelhos

Fiz uma reserva para uma aula de Pilates, para ontem à tarde.

Quando cheguei, o ginásio estava praticamente vazio.

Pensei nas férias, embora nesta quinzena  sempre visse as máquinas de cárdio ocupadas.

Todos os ginásios enviaram para os seus sócios as novas regras para frequentar o espaço para as aulas de grupo e dentro do ginásio, sabendo eu que poderá haver aulas fora, para quem não tem os certificados de teste ou de vacina.

Na repepção, mostrei o meu certificado digital de vacinação completa, pelo que já ficou lá "guardado", não preciso de o mostrar sempre que vou fazer as aulas.

Ora, percebi que era a única pessoa para a aula de Pilates, disse à professora que por mim não precisava de dar a aula, embora ela tivesse dito que tenho direito à aula, que a dava.

Insisti que eu poderia fazer outra coisa qualquer ( mas estava sem sapatilhas), lembrou-se do estúdio mais pequeno onde poderíamos ir as duas.

Antes, foi pedir autorização, descemos  para o estúdio onde se vêem as novas máquinas de Pilates, que já tinham captado a minha atenção e vontade de saber como vão funcionar estas aulas.

A professora disse-me que ia fazer de mim cobaia, se eu não me importasse,aproveitava para experimentar alguns desses aparelhos.

Óbvio que fiquei contente e curiosa, disse que sim, que até gostaria de experimentar, seria um privilégio para mim servir de cobaia.

Comentei que há muito tempo que não fazíamos a aula com a bola suíça, ao que ela foi buscar duas, e trouxe também duas faixas, por onde começamos o aquecimento.

Quando passei para o Reformer ( é este o seu nome), fiz vários exercícios de pernas e braços, que adorei.

A sensação que tive era de que o carrinho me ia tirar a estabilidade e não conseguiria controlá-lo.  Tudo foi feito com calma,  cuidado e controlo, acho que fiquei fã.

A professora ia monotorizando e corrigindo as posições do corpo, perguntava-me se estava a sentir dor ou se era demasido intenso.

Mas eu estava bem e a gostar muito.

Passamos depois para o barril escada (barrel ladder).

Ela exemplificou como deveria fazer, explicou-me os benefícios deste aparelho para a coluna vertebral, sobretudo lombar, que podia sentir algum desconforto na primeira vez, mas com o hábito sentiria um grande alívio.

Custou-me um pouco estar com a cabeça para baixo, mas quando me ergui e saí do aparelho, senti um bom alívio  na lombar.

Confesso que gostei muito de ter sido a primeira sócia a experimentar estes dois aparelhos (bendita a hora que ninguém apareceu para a aula de Pilates)  porque há mais aparelhos para explorar.

E acho que vou aderir a esta nova experiência, que não  vai fazer parte do programa geral de aulas, pois serão aulas à parte para douco mais de três ou quatro pessoas.

Não sei qual vai ser o custo mensal, mas acho que vou ser uma das que não vai deixar de lado esta modalidade fantástica, que eu muito cobiço nesta página do instagram.

Que venha Setembro.

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imagem daqui.

 

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imagem daqui

 

 

usei a máscara durante o treino

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imagem daqui

 

com o regresso ao ginásio, em junho, é obrigatório usar máscara a partir do momento que entramos no edifício, à excepção dos espaços onde fazemos o nosso treino, e em que nos foi dito que ficava ao critério de cada um fazer a aula com ou sem ela.

as regras são: pegar um colchão, passar o toalhete de desinfecção;  de seguida  desinfectar  as mãos, tirar a máscara, começar o treino.

a primeira vez, usei-a.

desde então, faço todos os procedimentos, depois tiro a máscara, embrulho-a num lenço de tecido de algodão que levo para este fim.

desde que "chegou" esta segunda pandemia, e os números começaram a subir de mais, pensei duas vezes usar a máscara durante o treino.

ontem, fui a uma aula de body balance, e sendo o estúdio pequeno não me senti segura, talvez porque nas aulas anteriores alguns  dos lugares marcados no chão estivessem vagos, a sensação de espaço era maior.

as aulas de segunda-feira e quarta-feira, são no estúdio grande, sinto mais segurança.

hoje, calhou que ficasse no fundo da sala onde se sente uma ventilação constante, estando ligado, ou não, o ar condicionado, que evito,  porque sou sensível ao frio, fico logo com o nariz congestionado.

decidi fazer a aula com máscara, com a certeza que a ventilação levar-me-ia a espirrar mais vezes que o habitual. era a única pessoa que "destoava" no grupo.

uma dada altura, espirrei, e comecei a sentir uma  enorme vontade de assoar o nariz, mas para isso tinha de tirar a máscara.

tentei aguentar mais um pouco até que me levantei, calcei as havaianas, saí do estúdio e fui à casa de banho assoar bem este nariz. e voltei à aula.

no final, fui tomar banho, sem tirar a máscara, tirei-a quando, no bar, tinha o café para tomar.

acabado de o beber, voltei a pô-la.

sou das poucas pessoas (há algumas) que acaba de comer e/ou tomar o café e volta a pôr a máscara.

as outras ficam frente-a-frente a conversar, sem elas, as máscaras.

mas faço isto em todo o lado,haja ou não distanciamentoo entre as mesas.

em conversa no whatsapp com uma das sobrinhas, que vai ao ginásio quando pode, e porque ela também partilha a mesma opinião no que se refere ao uso da máscara durante o treino, contei o que se passou.

pergunta imediata: " e que tal? aguenta-se bem?"

"claro que sim, e estou decidida a continuar".

então, pensemos: estamos constantemente a inspirar e expirar, o ar daquele espaço fica saturado. e há pessoas que parece não entenderem as instruções dos professores, que evitam que fiquemos de frente uns para os outros,e quando tal,como já aconteceu comigo, tenho uma de frente, e a quem disse que devia mudar a posição e ela me respondeu que quer assim.

confiamos uns nos outros, mas também não sabemos se há um que pode estar infectado, posso ser eu, logo, se a máscara me protege e aos outros, então o melhor será usá-la.

acho que vou ser a excepção, a partir de hoje.

não sou obsessiva, mas na minha idade todos os cuidados são poucos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Pilates funcional

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As aulas de Pilates de segunda e quarta-feira são muito procuradas, as senhoras mais velhas costumam ir muito cedo para o ginásio para conseguirem a senha, que é entregue trinta minutos antes da aula.

Há um número pequeno de aulas para reservas na APP, feitas com 24h de antecedência.

Se consigo reservar, óptimo, não quero ir para a fila, tenho até dez minutos antes da aula para a levantar, caso contrário, um mintuo de atraso, a senha vai para alguém que esteja à espera de uma vaga.

Há muitos e variados exercícios nesta modalidade, a professora, muito competente, profissional, simpática, e bonita, varia de aula para aula os exercícios, ontem, os últimos vinte minutos foram em dupla, o que me deu enorme prazer, sinto-me mais capaz de competir que se o fizer sozinha.

E há senhoras que se recusam ficar em determinados lugares do estúdio, outras acham que o espaço  que habitualmente ocupam é seu, ficam com ar de zangadas se alguém ( eu, por xemplo) arranjo um bocado e ali estendo o tapete e a toalha, e fico na minha, uma vez que lugares cativos são pagos e ali não existem.

Ora, quando a professora pediu para fazermos uma dupla com a companheira mais próxima, naquele espaço à minha volta as mulheres tinham par, eu não.

Procurei quem fizesse dupla comigo, vi uma senhora sem ninguém, fiz o gesto para me juntar a ela, mas ela fez uma cara de indignação, comentou qualquer coisa, pareceu-me que queria uma senhora da sua idade para se juntar a ela, talvez uma das "amigas" de café.

Olhei para a professora, que perguntou a uma jovem nos seus quarentas se não se importava de ir para o fundo da sala, havia uma senhora que não tinha par e eu ocupava o seu lugar.

Tinha comigo uma jovem brasileira, seria das primeiras brasileiras do ginásio com quem falei, numa altura que fizemos a aula de Antigravity, alta, um corpo bem estruturado; eu, baixa e magra, quão franzina, juntamos as mãos, os pés, fazíamos os exercícios bem coordenados, estavamos em sintonia, na respiração, nos movimentos, nos agachamentos, até que, num deles, as nossas mãos agarravam-se, ela puxava por mim eu fazia  flexão do corpo enquanto ela inclinava o seu para trás. De quando em vez, e porque sou mais velha, perguntava-me: " estou a magoá-la? por favor, se estou a exagerar, diga-me." E eu pedia que fosse um pouco mais longe...

Invertíamos a tarefa, eu dava o meu máximo de molde a puxá-la para que ela sentisse o exercício, não queria dar sinal de fraca, sem força.

Foram alguns minutos bem aplicados neste treino funcional, gerou-se naquele espaço, motivação, inter-ajuda, socialização.

No final, toda a malta saiu mais alegre. Eu fui fazer outra aula, o aquecimento estava feito. 

Na próxima, se conseguir reservar a aula, não posso esquecer de levar uma bola de ténis.

Fiquei curiosa, vou fazer o possível para fazer a aula.

totofobia?

Parece-me que isto não acaba, esta mulher é uma pérola da natureza.

Conseguira reservar pela APP, a aula de Pilates de hoje, não preciso de ir para a grande fila desde que levante a senha até dez minutos antes da aula. Um minuto mais tarde que chegue, a senha já foi entregue a alguém que tem esperança numa vaga ( já aconteceu ficar sem a minha senha...).

Começa a aula, a professora dá instrução para nos posicionarmos no setup básico, fecharmos os olhos...

Todas de olhos fechados, seguíamos a palavras da professora, eis que fomos interrompidas por  uma voz, quase esganiçada, que vinha do fundo da sala. Ninguém percebeu o que dizia.

Todas abrem os olhos, viram-se para trás, dizem que não entenderam o que disse. A professora pára a aula, pergunta o que se passa. 

A voz repete o que acabara de dizer e que foi mais ou menos isto:

" Professora, as pessoas fazem fila para levantarem a senha mas há sempre uma pessoa que fura a fila, põe-se ao lado, e recebe a senha, e depois há outra que espera pela sua vez e não há senha e só não digo o nome porque ela sabe quem é..."

Incrédulas, as mulheres, uma a uma,  diziam: " não estou a perceber".

Como na aula da semana,e enquanto a professora tratava do material, eu estava perto da voz e dissera exactamente o mesmo, mas só eu escutara, virei-me para trás e: " A professora não tem de ouvir isto. Se a senhora tem alguma queixa a fazer é  na recepção".

Quase ninguém ouviu o que eu disse devido ao burburinho que se gerou.

Boquiaberta, e sem nada entender, a professora perguntou, de novo, o que se passava.

A voz repete a sua questão, os olhos das mulheres em cima dela, a professora responde que não pode fazer nada, está ali para dar aula, esses assuntos são resolvidos na recepção.

E todas viram costas à voz e a aula recomeça.

Depois da aula, uma das senhoras pergunta-me:"O que queria a "socorro"? Ela é doida! Ela não sabe que a professora não resolve estas coisas? Se tem alguma reclamação a fazer que vá à recepção."

Fiz o sinal que deve ter um parafuso a menos. E a voz que interrompeu a aula era a a pessoa que chamo de totó, conhecida no ginásio pela "socorro".

Acho que ando com fobia a esta senhora, ainda vou ter muitas peripécias para contar aqui.

 

 

 

o corpo é que paga

 

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Este mês de Outubro,  as aulas de Pilates aumentaram  no ginásio e agora, também, com a modalidade de novos aparelhos, como a bola suíça ou de Pilates.

Sempre desejei experimentar a bola ( tenho uma que me ofereceram, mas preciso de a encher), fui à primeira aula na terça-feira. 

Completamente diferente, já fiquei fã

Três, quatro dias por semana, tenho ido ao final da tarde ao Porto.

Ontem, decidi que iria à aula se acordasse, não liguei  o despertador.

Ando extremamente cansada, não durmo horas suficientes. E quando acordo cedo e o sono não quer vir, levanto-me e vou ao ginásio.

Ora, hoje, às 7h já estava acordada. Tentei adormecer, mas  nada.

Fui fazer a aula.

Vim a casa deixar o carro, fui a pé à estação de comboios (vinte minutos) comprar o bilhete para a minha viagem a Lisboa da  próxima semana.

Almocei tarde. Durante o almoço os meus olhos queriam descanso.

Mas não há tempo.

Tenho a tarde com compromissos e depois destes, fazer a mala para o fim de semana em Lisboa

Sabe bem o exercício fisico, saio bem do ginásio,  mas com as noites de pouco dormir, o  meu corpo é que paga.

 

Holmes Place e a Refood

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A semana passada, depois de uma aula de Pilates, a professora alertou-nos para a caminhada que o Holmes Place e a Refood, "uma organização de actuação micro-local, criada para re-aproveitar excedentes alimentares e re-alimentar quem mais precisa", vão fazer no próximo dia dez, ao Bom-Jesus, e uma aula de Pilates, à chegada. 

Há uma lista de inscrições, colaboramos com 3 euros.  Não tinha levado dinheiro suficiente, fiz a inscrição ( paguei ontem).

No sábado fui à farmácia comprar a medicação habitual, a doutora que me atendeu levou-me à prateleira dos cosméticos e ofereceu-me umas amostras de cremes de rosto.

Informei-a dos cremes que uso de alguns tratamentos que faço no HP,  diz-me:
"  Frequenta o HP? No próximo dia 10 vou lá estar. O HP vai colaborar com a Refood numa caminhada ao Bom-Jesus. Eu faço parte da organização Refood, vou acompanhá-las na caminhada".

Fiquei satisfeita claro, é uma mulher jovem, muito simpática e simples, não imaginava que se interessasse  por estas coisas.

Como me engano!

Com alguma disponibilidade que tenho e se a Refood quiser voluntários, ainda me meto nisto.

 

 

 

 

 

 

mas eu nunca tive um filho!

Tenho uma aula de Pilates, paga à parte da mensalidade, com um número muito pequeno de pessoas. 

Éramos quatro, passamos a ser três porque uma das colegas teve de desisitir devido ao horário da escola.

Uma das colegas, também professora, não tem ido há quinze dias.

E nestes quinze dias, entrou um elemento novo. um homem nos seus 50.

Nestas aulas, usamos a bola Suíça ( Pilates), as bandas, o magic ring, o esparguete (usado na natação), materiais que não são possíveis aplicar nas aulas de grande grupo, com cerca de  trinta pessoas.

Ora hoje, a aula foi com a bola Suíça.

A maioria dos exercícios exigem abdominal forte que nos deixam a tremer e com dor. 

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Quando chegamos  ao exercício "ponte reversa" os pés ficam em cima da bola, os joelhos e as pernas dobradas (conforme imagem).Este consta em: levantamos as costas mantendo a coluna alinhada e vamos fazendo subidas e descidas do corpo , sempre com os pés pressionando a bola.

Depois, procurando o equilíbrio, levantamos alternadamente as pernas.

Um exercício que já havíamos feito, mas ele não.

No final de cada exercício a professora, uma profissional muito competente ( faz-se fila para conseguir senha para as aulas dela) pergunta-nos: " Como estamos?"

E há sempre uma queixa de dor, e depois o meu: " Bem!"

Mas custa! Custa muito!

Ora o senhor anda há pouco nisto, nem sempre aguenta. E quando a coisa complica solta um "aaaaaa" forte e alto. E deixa-se estender no colchão. 

Sai-nos algumas expressões de dor, alguns comentários, que dão para rir.

Ora na ponte reversa, o "aaaaaaaaaaaaa" dele foi tão dorido e alto que me saiu isto: " É pior que as dores de parto!"

A outra senhora, que é mãe, diz " É, é!"

E responde ele: " Deve ser, mas eu nunca tive um filho, nem posso ter, não sei como são."

Retroco eu: " Por isso mesmo. É que eu não fui mãe, também, não sei o que são as dores de parto! Mas estas sei."

A senhora responde-lhe: " Os homens não têm flexibilidade."

Comento: " Mas têm força."

A risota foi geral quando ele nos diz: " Agora estou assim, mas esperai mais dois ou três meses e ides ver como vou ter a vossa flexibilidade."

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O final da aula foi na barra para fazermos os alongamentos: coluna, braços e pernas.

Diz a professora: " Aproveitem que vos faz bem. Quando chegarem aos 80 vão agradecer o que sofreram."

É um facto. Há dor, há sofrimento.

Os resultados? São bons.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

o telelé

 

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A aula de grupo de Pilates começou com o estúdio completamente cheio.

Nem três minutos passaram, toca o telemóvel de uma das senhoras que estava ao meu lado direito e um pouco mais à frente.

Alguém comentou: " já só faltava este".

A senhora pôs-se de joelhos, arrebitou o rabo para mim, pegou no aparelho e, pelo que me pareceu, rejeitou a chamada. Voltou ao exercício.

Dois minutos depois, o telemóvel voltou a tocar.

A professora olhou-a, mas não disse nada.
Ela voltou à mesma posição, quase deitada no chão, o rabo arrebitado para mim,falava baixinho.

Voltou ao exercício.

Mais um minuto, o telemóvel interrompe a aula de novo.

Alguém comentou qualquer coisa que não entendi.

A senhora voltou a arrebitar o rabo. Via-se-lhe o fio dental lá no rego. Volta a estender-se no chão, desta vez demorou mais tempo a falar ao telefone.

Não se ouvia o que dizia, pois claro.

É preciso ter lata! Apetececeu-me dizer-lhe: " desligue o telemóvel, por favor!"

Sentou-se, voltou ao exercício, comentou para quem estava perto, algo como " que teimoso!".

Porra, teimosa foi ela em atender! Logo na primeira vez devia ter  desligado.

Não consigo entender por que diabo esta gente tem de levar o telemóvel para as aulas.

É por isto que estes adultos, pais e mães, não são exemplo para os filhos.

A professora é muito educada e simpática para todas nós, penso que não quer ser desagradável, mas acho que devia adverti-la de que não deve levar o aparelho para a aula, ou então, tirar o som para não incomodar.

Aliás, penso que é uma regra de proibição, em todos os ginásios, o uso do telemóvel durante as aulas de grupo.

 

 

 

 

 

 

fácil?

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Pensei que fosse mais fácil fazer a aula de Pilates com as bolas, quer sejam as pequenas, quer sejam as grandes. E custa, oh ,se custa!

E quando a professora aproxima-se de cada uma de nós e corrige as posições, de quando em vez,  escapa-se-nos um "ai!"

Mas sabe bem, é fantástico.

Quando dominar a bola de Pilates, vou comprar uma cá para casa.

Hoje, final do dia, depois das duas aulas de Pilates, fui para mais uma massagem Ritual Sacred Nature.

Há coisas tão pequenas que sabem tão bem!