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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

depois de Chaves,Amarante

Maria Araújo, 21.09.20

Ainda sobre as mini férias em Chaves, e porque decidimos passar por Amarante, saímos de Vila Real...

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pouco faltava para metermos pelo Alto Douro Vinhateiro, mas não havíamos planeado  ficar mais de dois dias fora de casa,ficará para uma próxima  saída, de preferência sem COVID.

Chegamos a Amarante,carro estacionado, surge-nos a Igreja de São Gonçalo.

Nãofaltavam turistas, portugueses e espanhois, nas esplanadas e  a fotografar o exterior da Igreja.

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passamos pelos claustros

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Gostei da abóbada, com as figuras  de São Gonçalo, São Tomás, São Domingos e São Pedro Mártir (a precisarem de restauro).

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No exterior, era imprescindível atravessar a Ponte sobre o Rio Tâmega e fotografar tudo o que nos aliciava a vista.

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e do outro lado da ponte, espreitei esta linda entrada e verifiquei que é um Hotel Michelin 5 estrelas, 2020.

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Hotel Casa da Calçada Relais & Châteaux

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Estava na hora de regressarmos a casa, não sem antes procurarmos uma pastelaria para comprarmos aquele doce muito conhecido em Amarante: o doce fálico ( semelhante às  tíbias de Braga).

 

# fique em casa 9

Maria Araújo, 24.03.20

Ficar em  casa todo o dia, não fiquei.

Fui fazer umas pequenas compras ao Lidl (vou de carro,sinto-me mais segura).

À minha frente, na fila, estava apenas uma pessoa.

Lá dentro, achei que tinha mais pessoas que as vinte( penso que é o máximo em todo estes lugares), tinhamos de nos desviar o suficiente para manter alguma distância.

Penso que ainda têm alguma coisa a mudar. Talvez entrarem 20 pessoas, o normal,mas quando saíssem dez,entravam duas ou três.

Também na zona do pão é onde se  concentra mais pessoas.

Depois do almoço, fui a casa da sobrinha, enquanto ela trabalhava, eu brincava com o filhote.

Depois da hora do tele trabalho,fomos dar uma volta pelo quarteirão.

O menino precisava de sair.

Levamos, pelaprimeira vez, o triciclo,que ele adorou.

Evito o máximo que posso sair de casa, mantenho a distância.As saídas têm sido de dois em dois dias.

O Sapo mudou a "casa" Mail.

Dou os parabéns à equipa, destaco a área dos contactos,agora de fácil acesso e visibilidade, já apaguei uns quantos que não me lembro quem são...também ando por cá desde 2008.

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Vila Viçosa

Maria Araújo, 09.03.20

Depois das visitas à praia de Monsaraz e Herdade do Esporão, almoçámos em Reguengos, fomos visitar Vila Viçosa.

Estrada sem fim, contam-se pelos dedos as curvas que tem (cinco, no máximo)  a estrada nunca mais acabava ( a volta custou menos a fazer),  lá chegamos a Vila Viçosa.

A praça principal estava fechada, havia um desfile (bem grande) de Carnaval.

Não parámos para o ver, fomos ver o Castelo.

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As laranjeiras carregadas de laranjas, davam cor e vida às ruas da vila.

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Entramos no Santuário de Nossa Senhora da Conceição.

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Seguimos em direcção do Paço Ducal, queríamos vê-lo por dentro.

O miúdo adorou ver os patos ( nunca vira ao vivo).

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Paço Ducal

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Fiquei deslumbrada com o espaço.

Do lado oposto, a fachada da Igreja dos Agostinhos ( infelizmente, fechada).

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Com pena nossa, já passava da hora, não vimos o interior, perdemos um bela oportunidade de ver isto ( que trouxe do instagram deste blog).

Seguimos em direcção à Praça da República, foi então que vi a casa de Florbela Espanca.

O desfile estava no fim, fui dar uma espreitadela à Igreja da Misericórdia e de  São Bartolomeu.

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Regressamos a Monsaraz,o dia seguinte seria o último da nossa estada nesta lindíssima aldeia alentejana.

 

Monsaraz é linda!

Maria Araújo, 22.02.20

aqui publico algumas fotografias do telemóvel (há muitas na máquina fotográfica).

Pequeno-almoço em casa, em Lisboa, um mini bolo que a sobrinha fez.

Estava delicioso

O meu sobrinho neto, delirou com as velas acesas.

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Saímos de Lisboa em direcção a Reguengos, estivemos numa fila de trânsito em Palmela, fomos abrigadas a segui na direcção de Setúbal, voltarmos para trás para entrarmos de novo na auto-estrada uns quilômetros mais à frente do local do acidente.

Chegamos a Reguengos era hora de almoçar, o menino tinha de comer

A minha sobrinha dizia que os restaurantes que nos aconselharam estariam na entrada de Reguengos e eis que o.primeiro que me foi sugerido, apareceu-nos, ficamos logo por ali.

Estava cheio, mas a espera não ia além de vinte minutos.

Entretanto, pedimos a sopa para o menino.

As azeitonas e o pão da região foram o petisco de entrada, que me souberam pela vida.

Veio para a mesa borrego assado no forno e migas com  espargos.

A sobremesa foi sericaia. 

Estava tudo muito bom.

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Seguimos em direcção a Monsaraz, fizemos o check-in, fomos à muralha.

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ficamos encantadas com o lugar, as maravilhosas paisagens que a nossa vista alcança e, para acabar bem  a tarde, o sol deu-nos uma bela cor quando se despediu deste lindíssimo lugar.

Andamos muito a pé, o menino acompanhou-nos sem hesitar ( andar no carrinho com um piso irregular seria para o deixar irritado e ele adora andar).

Agora, dorme um sono tranquilo.

Amanhã, há mais.

do fim-de-semana # 2

Maria Araújo, 01.05.19

Visita feita à igreja, hora de almoçar, passámos pelos restaurantes de Fão, que estavam cheios, a espera era de 30 a 40 minutos.

Com um bebé era complicado esperarmos e a fome já apertava. Lamentamos não ter reservado mesa. Mesmo que levássemos o almoço para casa teríamos de esperar. E desistimos.

Sem alternativa para uma boa refeição, decidimos almoçar umas sandes no café-bar do costume, junto à praia.

Há jovens, contratadas nestes fins de semana de bom tempo, que deviam ser mais educadas e ter maior atenção com os clientes. Estão a prestar um serviço, olham para os cliente como se estivessem a fazer um favor, têm o dever de esclarecer as alternativas que podem oferecer se o serviço está demorado.

Estávamos com fome, perguntamos quanto tempo poderia demorar o serviço, a resposta foi seca, mas quando dissemos que poderiamos pedir uma entrada, a postura foi outra. Acabamos por não a pedir, a espera para servir a entrada demorava, também. Mas  as sandes chegaram à mesa em pouco tempo.
Depois do café, fomos à praia, queríamos pôr o bebé a andar na areia.

E ele adorou. Mexia os pés, as mãos pegava a areia, batia palmas, ria-se.

Regressámos a casa, fomos brincar para a relva, piscina limpa e a encher, estavamos só nós três por conta daquele espaço.

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O bebé pontapeava a bola, ia atrás dela. Sentado na relva fazia a sua ginástica do momento e que só as crianças têm agilidade e flexibilidade, aquilo que dei o nome de Pilates Baby.

E passamos para o baloiço.

Foi uma alegria imensa. Ria-se perdidamente.  A mãe segurava-o por trás, mas ele escorregava.

E eu aproximei-me, pus as suas mãozinhas fofas nas cordas, que não as largou, e eu por trás segurava-o pelas coxas e movimentava o banco para a frente e para trás, o miúdo delirou andar de baloiço ( sai  à tia avó e à mãe).

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Antes de regressarmos a Braga, passámos pela loja onde, por quem lá passa sente a frescura dos bons produtos que invadem as nossas narinas: a frutaria e mercearia.

Ao balcão estava uma senhora, a primeira vez que a vi na loja, que ao mesmo tempo que atendia um casal,  resmungava com o filho, que teria cinco anos, um reguila, com a resposta na ponta da língua.

Não ouvi metade da conversa, estava com o meu sobrinho neto ao colo e enquanto a mãe fazia as compras, eu escolhia umas maçãs, abstrai-me do que se passava por lá, até um determindado momento.

A cliente falava alto, não sei o quê, pois ouvia-se o som da televisão do canal do povo, até que passa à minha frente, estava eu a escolher maçãs, viu-me  com o bebé ao colo,  "saca" das bananas que tocam nas maçãs e uma cai ao chão. Pediu desculpa, não apanhou a maçã, e eu deixei-a no chão, não tinha como pegar nela e pô-la na caixa, de novo se põe à minha frente para escolher maçãs, até que a senhora do balcão, que me pareceu não gostar de ver a cliente ignorar-me, perguntou-me se queria que pegasse no bebé enquanto eu escolhia a fruta. 

Agradeci. A minha sobrinha tinha as compras feitas, pegou nele, eu fui escolher os morangos.

E foi então que ouvi algures como: "Ó Rui ( nome fictício) estás farto de comer gomas, pára com isso!".

Deito os olhos ao miúdo, vejo um pequenote de cabelo loiro, muito parecido com a senhora do balcão, que com ar de rufia lança de novo a mão ao saco das gomas.

De repente, e para que o miúdo deixasse de assaltar o saco das gomas, ouvi-a dizer:

" Ó Rui, olha que lindo bebé. Não queres ter um irmão como ele?!"

Responde  ele, grosseiramente: " Era o que tu querias, já temos a Luísa ( nome fictício)"

O pai da criança entra na loja, a mãe pede-lhe que leve o saco das compras da minha sobrinha, ao carro.

Eu agradeci, disse que o levava.

Já perto do carro, comento com a minha sobrinha que percebia-se que o miúdo dominava os pais,  era um mal educado, eles nada fizeram.

E foi então que ela me contou o que eu não ouvira antes.

O casal cliente que estava na loja, picava o miúdo para ouvir as asneiras que dizia.

Quando saíam da loja, perguntaram pelo pai, ao que a resposta dele foi: " O meu pai foi prós copos", no preciso momento que o pai entrava na loja.

Quando a mãe lhe falou do bebé, meu sobrinho neto, e a resposta foi, " Era o que tu querias, já temos a Luísa", virou-se para a minha sobrinha que o observava, e faz-lhe o gesto que todos nós conhecemos:

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E é isto que acontece em muitos lares portugueses. Não há regras, não há valores, não há respeito, não se incute o mínimo de educação.

Depois, mais crescidos, vão para a escola e tornam-se uns arruaceiros. Desafiam tudo e todos e a escola não consegue dar resposta ao que esta sociedade lhe dá.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

do fim de semana # 1

Maria Araújo, 28.04.19

Sábado, pela primeira vez,  fomos à actividade "Sessões Pais & Bebé" nesta biblioteca, assistir ao conto " A Carochinha e o João Ratão",  para crianças dos 12 aos 36 meses de idade.

Além da história,  pretendia-se que as crianças tomassem  contacto  sensorial com os objectos que faziam parte da história.

A história demorou o tempo suficiente para as crianças a ouvirem, a maioria portou-se muito bem contrariamente a alguns pais que falavam muito alto e perturbavam a actividade.

No final, os miúdos brincavam com legos, pequenas garrafas de plástico com areia, brinquedos, enquanto outros sentavam-se à volta de uma pequena mesa para a sessão de pintura.

Eu e a minha sobrinha não estávamos à espera que o bebé ( meu sobrinho neto) tivesse um comportamento exemplar. Sempre atento à história, era a canção que captava a atenção dos miúdos, na interacção com os outros bebés, na brincadeira com os materiais que, pelo tacto, visam promover o desenvolvimento da criança.

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Depois da sessão, fomosao lanche numa esplanada, e um passeio pelo centro da cidade. O bebé, que adora empurrar o carrinho, lá foi de mão dada com a mãe, a outra tia avó empurrava o carrinho e eu fotograva a cena.

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Combináramos passar o domingo na praia, passaríamos por Fão, almoçaríamos por lá, queríamos ver o tapete de flores feitos de pétalas de camélias, pampilos, cravos e cardos, para a festa do Bom Jesus de Fão, estando o tempo com sol, aproveitaríamos, também, para levar o bebé à praia e deixá-lo sentir a areia nos pés.

Deixámos o carro no parque do aldeamento, fomos pelo paredão junto ao rio Cávado em direcção a Fão.

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Chegamos à praça, não vi o tapete de flores na rua.

Aproximamo-nos da igreja, lá estava ele aos pés do altar, lindo e cheio de luz.

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Um espelho permitia que víssemos o outro lado do tapete.

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Subi as escadas que me levaram atrás do altar para tirar uma fotografia de outro ângulo quando escuto um homem que, sentado junto a uma mesa, presumo que guardava o crucifixo do Senhor onde tinha a seus pés uma bandeja com dinheiro, me disse que teria uma perspectiva mais bonita de todo o tapete se subisse as escadas que  dão acesso ao coro, estas do lado direito da igreja.

Comentei que esperava ver o tapete na rua,a resposta foi que há um tapete que é feito na rua, sim, de quatro em quatro anos e quando a imagem do Senhor dos Passos vai no cortejo da procissão. 

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E assim o fiz...

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pelo Porto

Maria Araújo, 15.04.19

Um encontro com um casal amigo, saímos de Braga pela manhã, com chuva, para um passeio, tinhamos pensado visitar a Casa da Música, que a nossa amiga não conhecia.

 

Casa da Música 

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O casal costuma almoçar, de quando em vez, neste lugar, e que as meninas de Braga não conheciam, Porto Business School,  localizado nas bandas da Senhora da Hora. 

Passem por lá, é um espaço calmo, aberto a quem quiser almoçar ou tomar uma bebida,  com uma esplanada e um jardim propícios à conversa, sem pressa.

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Depois do almoço, o Sol abriu, fomos passear pelo jardim. 

E sentados na esplanada, aproveitei para tomar a minha vitamina D. 

 

Porto Business School

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Desta vez regressamos mais cedo a casa,  outras visitas ficarão para o próximo encontro, nas férias de verão. 

Coisas do meu dia# o abrigo

Maria Araújo, 29.08.18

 

 

 Bebé no carrinho, fomos para a praia de manhã, levamos o termos com a sopa, o tupperware com a fruta.

Chegamos lá, montamos o abrigo para menino  no limite da área das barracas.

Estava vento.

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Um casal observava-nos a montá-lo.

Montada este, a minha irmã adormecia o menino,  quando ouço uma voz atrás de mim.

Pedia desculpa mas não podia ter "a tenda" naquele lugar, que não reparara que estávamos a montá-la, teria avisado a tempo.

Respondi que conheço as regras mas como estava no limite do espaço das barracas não haveria problema.

"Basta uns metros mais ao lado, olhe ali naquele bocado de espaço já pode"disse ele.

E o casal não tirava os olhos de nós.

Sozinha, tirei as espias, peguei no abrigo e levei-o para onde ele pediu.

Com uma das espias na mão prendo-o, as outras deixara junto à cadeira do bebé, a minha irmã andava de um lado para outro a adormecê-lo.

De repente, ouço uma voz masculina que me pergunta se quero ajuda.

Agradeci, disse que tinha as outras espias para pôr, então segurava a tenda, ia buscá-las.

Assim fiz. Agradeci, já não precisava de nada.

O bebé dormia no colo, deitámo-lo dentro, ficou tranquilo, protegido do vento e nós também.

A minha irmã perguntou-me de onde surgira o senhor que prestara ajuda, respondi que não vira, que fora muito simpático, e o casal que nos observava, e que podia ter perguntado se queríamos ajuda, nada fez.

Provavelmente, observavam se sabiamos montar o abrigo, ou comentavam qual de nós seria a mãe, já que não temos cara de quem tem um filho bebé.

Uma coisa é certa:  fosse eu a ver a cena,  teria feito o mesmo que o senhor, que surgiu não sei de onde,  e que veio em meu auxílio.

Continuo a afirmar que levar um bebé para a praia exige muita logística.

Faço pouquíssima praia, mas passa-se bem o tempo. Passeia-se pelo paredão, pelos passeios do pinhal, pela piscina ao final da tarde, ora dá-se a sopa, vem a hora da sesta,  depois a papa, mais uma sesta, está na hora de jantar, a mãe chega do trabalho, cabe-lhe a vez de cuidar dele  até dormir o soninho da noite.

Assim se passaram nove dias, no fim de semana acabam as nossas férias, tenho apenas 4h de praia.

Mas sabe bem cuidar dele, lindo, muito sorridente e bem disposto.