Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Festival Internacional de Jardins

por Maria Araújo, em 31.05.15

 

Pnte de Lima.png

em Ponte de Lima, de Maio a Outubro.

Este ano o tema é a Água no Jardim, com onze participantes nacionais e internacionais :

- The Tamed Water -  República Checa

- H2O - Brasil

- Water Cycle Garden- Irlanda.

- Wuthering Garden - Itália.

- Make a Wish- Portugal.

- Aquarium - Polónia.

- Água, 1 ano no Jardim - Portugal.

- La Casa del Agua  - Espanha.

- Jardim Sensorial - Portugal.

- Le Jardin FA D'EAU - França.

- Infinite Reflections - Áustria.


O  Festival apresenta, também,  a 1.ª Edição do Festival de Jardins Escolinhas de Ponte de Lima.

Ponte de Lima ofecere ao visitante de tudo um pouco: golf, rio, canoagem, piscina, lazer, gastronomia, vinhos, feiras, caminhadas...E não se esqueçam que a gastronomia desta vila é sensacional.

Se passarem por lá, visitem, que vale a pena.

A minha visita aos Jardins foi assim...sem filtros. 

 

Água Domesticada

ponte lima 002.JPG

 

H2O

ponte lima 010.JPG

 

O Jardim do Ciclo da Água

ponte lima 020.JPG

 

Jardim dos Vendavais

ponte lima 021.JPG

 

A Água - Pedaço de Vida Subaquática

ponte lima 045.JPG

 

Água - Um Ano no Jardim

ponte lima 046.JPG

 

Jardim Sensorial

ponte lima 063.JPG

 

 O Jardim Fa d'Eau

ponte lima 068.JPG

 

Reflexos Infinitos

ponte lima 085.JPG

 

 

 Jardins Escolinhas de Ponte de Lima 

 

ponte lima 023.JPG

ponte lima 024.JPG

ponte lima 025.JPG

ponte lima 027.JPG

ponte lima 030.JPG

 

ponte lima 038.JPG

 

ponte lima 035.JPG

 

 

 

 

 

 

Início

Autoria e outros dados (tags, etc)

As nossas cestas

por Maria Araújo, em 28.02.15

il_570xN_688165103_l1s2.jpg

 

 No Jornal da Noite, passou a notícia do jovem Nuno Henriques que teve a ideia de recuperar a tradição do fabrico de cestos de junco, uma herança da família, fazer o seu negócio e expandi-lo.

Os únicos artesãos do fabrico da cestaria são pessoas de avançada idade, mas o jovem empresário quer dar a conhecer ao mundo esta linda tradição dos cestos portugueses, como aqui refere:

Todo este processo está ameaçado a acabar. Não há artesãos jovens que queiram aprender este trabalho e mesmo a apanha do junco no sul de Portugal, também ela perfeitamente manual, não encontra mãos novas. Mas antes que isso aconteça eu gostaria de partilhar e valorizar esta bela parte da minha herança cultural consigo (da página de Toino Abel).

 

Aqui no norte também se faziam, felizmente ainda se mantém a tradição, eram vendidos nas feiras e em lojas de cestaria. Em Braga havia uma loja, as Cesteiras que, infelizmente, já não existe, onde se vendia de tudo o que se fazia cá em Portugal, de norte a sul, em verga e junco: chapéus, baús, malas, cestas, cadeiras, tabuleiros, camas de criança...

Lembro-me de, em miúda, gostar muito destes cestos e de os ver nas mãos das empregadas domésticas (minha avó paterna tinha uma cesta grande que era usada para a empregada ir às compras ao mercado e à mercearia) e das lavradeiras que iam vender para o mercado (ainda hoje se vêem nas vendedoras mais velhas). Eram cestas usadas para as compras, pelas  mulheres de condição social baixa.

Nessa altura, vivia-se mal. As mulheres faziam docinhos, pequenas coisas de artesanato, rendas, tudo o que fosse possível vender de porta em porta para ganhar alguns trocos para o sustento da família. E estes cestos andavam nas suas mãos.

Minha mãe era uma mulher muito habilidosa na costura, bordados e tricot. Fazia pequenas coisas para a casa, sacos para o pão, panos de cozinha, os babeiros (alguns bordava-os) para mim e para a minha irmã mais velha, os remendos nas calças dos meus irmãos.

Costumava comprar retalhos a uma velhinha, muito limpa, que trazia os retalhos muito bem dobrados, cobertos com um pano branco bordado, dentro do cesto. Batia à porta, eu descia com a minha mãe para ver as novidades dos retalhos que eu tanto gostava. Adorava mesmo mexer naqueles pequenos tecidos tão arranjados e dobrados. A senhora falava muito baixinho, era de uma humilde imensa e minha mãe, uma boa cliente da senhora, muitas das vezes, penso eu, devia comprar mais para a ajudar que por necessidade.

Os anos passaram, as mercearias deram lugar aos supermercados e mercadinhos, o mercado das lavradeiras foi  quase esquecido, as sacas de pano foram substituídas por sacos de papel e de plástico, os remendos deixaram de se fazer, tudo passou a descartável e os cestos deixaram de ser usados na cidade.

il_570xN_688163833_e65i.jpg

Mas os tempos também ajudam as pessoas a procurar alternativas ao desemprego e a recorrer ao que antigamente se fazia.  E  "Toino Abel" está a desenvolver um bonito negócio e a divulgar  lá fora o que de muito bom de artesanal se faz neste país.

toino abel.png

E foi então que vim pesquisar se a nossa cestaria andava por aqui... E encontrei  a marca  Toino Abel, do jovem que foi notícia no Jornal da Noite.

Tem uma página em português e inglês onde explica como começou este seu negócio, a história da família, de como são feitos os cestos, de quem os faz, onde são feitos e o vídeo que mostra como se fazem as asas das cestas.

Um negócio em expansão, com necessidade de mão d'obra mais jovem para dar continuidade a uma tradição familiar tão bonita e moderna.

il_570xN_637540833_f4q9.jpg

Os cestos andam aí, chamam a atenção das mulheres portuguesas (esta blogger adora-os) e poderá ser a mala da moda urbana para o próximo verão e para a praia, porque não os lindos cestos com o design "made in Portugal"?

E há  modelos para todos os gostos. Eu gostei de todos.

 

 

il_570xN_626276372_pzqf.jpg

 

 

il_570xN_637545585_gi72.jpg

il_570xN_688164613_pkk7.jpg

 

il_570xN_626277746_kxb2.jpg

 

 

 

Início

Autoria e outros dados (tags, etc)

Um mundo de juventude em Braga

por Maria Araújo, em 12.08.12

Domingo, um dia calmo para passear na cidade.

Fui em direção à Casa dos Coimbras. À porta via-se um grupo substancial de pessoas. Atravessei a rua , aproximei-me.  O vestuário de alguns fizeram-me perceber que eram jovens oriundos de vários países do mundo.

Parei e tirei umas fotos.
Do jardim saíam mais jovens. Despertou-me a atenção, atravessei a rua na sua direção e encontro um grupo que tirava fotografias.

Aproximei-me e perguntei se queria que lhes tirasse uma foto.

Uma jovem de Jerusalém deu-me o telemóvel e "click!", já está.

Conversámos um pouquito, o suficiente para saber que no grupo os países eram diversos: Malásia, Egito, Israel e Brunei. Faltou saber a da última do grupo.

Depois de várias perguntas feitas à "je", comentaram que a cidade é simpática, o centro histórico é bonito e antigo, adoraram tudo o que visitaram, e hoje, era último dia da sua estada na cidade e em Portugal.

Falou-se nas fotos, no FB e no blogue, quando vejo a Israelita com o tablet e pede-me para escrever os meus contactos.

Escrevi, sorriram, agradeceram e despedimo-nos. 

Continuei a tirar as minhas fotos  com a minha humilde maquineta, quando se ouviu a voz de um dos bracarense, os senhores da organização da Capital Europeia da Juventude, pedir para se organizarem e seguirem a guia.

E eu segui o meu caminho.

Quando regressava a casa, perto do Museu Pio XI,  quatro jovens Indianos, aproximaram-se e perguntaram-me: "Can you tell us where is this restaurant?", mostrando o iphone onde estava escrito «Expositor».

Localizei-me. Pareceu-me que estavam distantes.

De repente, lembrei-me que à esquerda, descendo a rua, atravessando a rodovia e seguindo em frente chegavam lá. Seriam 10 minutos apenas.

E, discretamente, sem que a maioria dos Bracarenses se aperceba, a Capital Europeia da Juventude acontece.

As fotos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Início

Autoria e outros dados (tags, etc)


foto do autor


desafio dos pássaros



o meu instagram


1º desafio de leitura - 2015 2º desafio de leitura - 2017 3º desafio de leitura - 2019

desafio




Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D


Encontros - eu fui

IMG_2230 (2).JPG MARCADOR