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o que fica de um encontro

por Maria Araújo, em 09.10.17

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Novos amigos bloggers, pessoas simpáticas e simples que vieram de LisboaCascais, AlmadaBarreiro, para conhecerem quem já anda por estes caminhos desde Abril de 2015.

Regressaram as queridas e bem dispostas  e Isabel, que conheci no primeiro encontro.

Infelizmente algumas pessoas não puderam comparecer, uns por bons motivos, outros menos bons, mas foram carinhosamente lembrados: a Gábi (um abraço para si) , a Manu que marcou a sua presença com a maravilhosa e doce ginjinha" ( espero que tenha uma excelente estada nessas terras além Europa), o Pedro, a quem não cheguei a dizer um "olá e um abraço" porque a fila era grandita e entretanto distraí-me com outras coisas; o Professor João Paulo que, lá longe, em São Paulo, quis cumprimentar-me e agradecer a minha gentileza pela recepção que teve em Braga, quando por cá esteve, há dois anos.

Depois, foi conversa, fotos, risos, cantos.

A E, uma jovem mãe, simpática e divertida (conhecemo-la no encontro em Braga), que levou umas deliciosas trouxas, fez questão de levar-nos à Gare do Oriente e conversarmos um pouco mais.

O regresso foi em óptima companhia: Rui e esposa, a Janita e a Afrodite.

O nosso agradecimento vai para os organizadores deste evento que nos levaram até à Casa do Alentejo, onde estive várias vezes tão perto e não sabia.

Parabéns, Ricardo e Kok. Mostrastes que sabeis receber.

Para o ano estaremos de novo juntos, sabe-se lá, ou desconfia-se, numa qualquer cidade deste maravilhoso país, que poderia ser mais belo se o poupassemos dos terríveis incêndios que não nos deixam em paz, e porque uma minoria, parece-me, gosta de ver a floresta a arder.

A foto de grupo está demais, mas por respeito e consideração a algumas pessoas não publico neste cantinho. Fica o poema do Kok e  algumas fotos minhas.

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cinzas que flutuavam

por Maria Araújo, em 10.08.16

no ar, enquanto almoçava numa esplanada, a chuva que se prevê para a próxima semana ( e que seja razoável ) podia vir já, aliviaria o ar e apagaria os malditos incêndios que fustigam o país.

Preocupante o que está a acontecer na Madeira.

 

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O país

por Maria Araújo, em 02.01.15
não trabalha?

Fui ao Braga Parque por que tinha mesmo de ir, muito trânsito para o centro comercial, sigo para o parque exterior mais afastado do centro, estava cheio, fui estacionar o carro bem longe, arranjei um lugar numa rua sem arrumadores .

Entrei no centro e fiquei parva. Uma multidão de gente  passeava, tinha de pedir licença para passar, um autêntico fim-de-semana.
A restauração repleta, as lojas também, filas enormes para pagar. Entrei na Primark, muitos espanhois por cá, junto às caixas tinha o que eu queria, peguei, e nem dois minutos esperei. Paguei e saí da loja e do centro.

Ainda pensei procurar  numa qualquer loja de marca uma peça de roupa para oferecer à minha irmã que faz anos este mês, mas a confusão era muita.

Perguntei a mim mesma " hoje o país não trabalha?"

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famílias tradicionais

por Maria Araújo, em 11.07.14

(imagem da web)

 

 

Ontem, regressando do ginásio,  ouvia as notícias no carro. Uma que me chamou a atenção foi que Portugal teve a taxa de natalidade mais baixa da Europa, no ano de2013.

Com muitos jovens fora do país, muitos não tencionam voltar, com a falta de emprego e condições de vida para constituírem família, como pode a natalidade aumentar?


Tenho duas sobrinhas fora do país. A mais velha está no Rio de Janeiro, vem duas vezes por ano a Portugal (segunda-feira estará por cá a passar férias) tem um filho que faz dois anos no final deste mês; a outra, grávida de cinco meses, vive há oito anos na Irlanda.

 

Há cerca de uma hora, liguei à sobrinha do Brasil. Queria saber a que horas chega a Portugal e mais umas coisinhas sobre o meu sobrinho neto.

A sobrinha da Irlanda vem sempre a Portugal em junho. Nunca passa o Natal cá. O bebé dela nascerá em outubro.

 

Ora tendo eu onze sobrinhos, seis destes nos trintas, com idade para ser pais, os que vivem cá não querem ter filhos porque acham que não têm condições para isso.

 

Os que vivem fora do páis, não os temos nós aqui e isso deixa-nos com alguma tristeza por não podermos acompanhar o crescimento dos nossos sobrinhos netos.

Eu peço aos que vivem cá, embora estejam fora de Braga, que dêem o seu contributo para o aumento da natalidade, mas o pedido não pega.

 

Vendo o número de reformados que param no centro da cidade, os idosos que aumentam nos lares, as escolas que fecham por falta de crianças e a idade que avança a passos rápidos, dentro de alguns poucos anos, será este o país com mais idosos na Europa.

 

E  por falar  em natalidade, tenho pensado muito numa "cena" que presenciei aquando da minha última visita a Lisboa.

Passear em Lisboa e não visitar os Jerónimos e todos aqueles monumentos históricos de Belém, não é passear, pelo que nesse domingo à tarde, não havendo fila para entrar nos Jerónimos, desafiei  a minha amiga Lia a entrarmos.

 

Decorria uma cerimónia de ordenação de presbíteros, que a Lia fez questão de ver.

 

Mosteiro cheio, vi que, sentadas no chão, junto aos bancos, um grupo de crianças se entretinha a fazer desenhos. Três meninas com idades entre os 8 e os 5 anos, vestidas de igual, laços nos cabelos, um menino não teria mais de 4 anos, 2 meninas vestidos diferentes juntavam-se ao grupo.

 

Mais atrás, junto ao banco, um carrinho de bebé mostrava um menino que não teria mais de um ano. À minha frente, um homem jovem, nos 40tas, elegantemente vestido, alto, concentrava-se na cerimónia, observando de quando em vez o grupo de crianças.

 

A seu lado, sentada no banco, estava uma senhora  grávida de pelo menos 6 meses, que fazia o mesmo: deitava os olhos às crianças.

 

E eu perguntava-me "será que estas cinco crianças são filhos do casal?"

 

De repente, o menino do grupo levantou-se, dirigiu-se à senhora grávida e encosta-se a ela. Ela faz-lhe um miminho e o senhor separa-o da mãe e encosta-o a si.

 

Faltava o bebé que, no mesmo momento, solta um gemido de sono. O senhor volta-se e toca-lhe na perna para o tranquilizar.

Finalmente, uma senhora dos seus cinquenta anos, ora puxava, ora empurrava o carrinho do bebé e observava o meu quase espanto.

Não me pareceu ser familiar. Seria empregada?

 

Quando saímos do mosteiro, comento com a Lia: “Aquelas cinco crianças são filhos do casal.  Reparou como são jovens ainda? E a senhora deve estar nos seis, sete meses. Famílias com seis filhos já não se vêem. Mas percebe-se que é uma família de classe alta. Os filhos bem vestidos, o senhor também, é, com certeza, também, uma família com raízes muito religiosas.”

 

Apesar de a natalidade do nosso país ser a mais baixa da Europa, não deixei de mostrar uma grande admiração pelo casal: seis filhos em que o mais velho andaria pelos 7 ou 8 anos, e o mais novo está para nascer, fez-me lembrar as famílias tradicionais portuguesas, como os meus pais que, no mínimo , tinham seis filhos, com dezoito meses de “intervalo” entre cada um,  e algumas famílias chegavam aos 15 filhos. E eu conheço.

No meu rol de amigas, só uma delas tem quatro filhos. Todas as outras têm um ou dois.

 

Incentivem-se os jovens, proporcionem-lhes  emprego, um salário digno e um subsídio de apoio à natalidade, e Portugal terá os seus rebentos.

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NÃO QUERO MORRER…..

por Maria Araújo, em 15.03.14

Uma carta com data de fevereiro passado, recebida hoje, no meu e-mail, julgo ser de conhecimento de muitas pessoas, sobre um assunto que me toca e aos milhares de portugueses que se encontram em situação precária, " não quero morrer..."a carta de Júlio Isidro, aqui, no meu cantinho.

 

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Apareceu, por mão amiga, este texto de Júlio Isidro que dá para este fim de semana dar ânimo a todos os que bem pensam sobre o nosso futuro.

 

 

NÃO, NÃO ESTOU VELHO!!!!!!

NÃO SOU É SUFICIENTEMENTE NOVO  PARA  JÁ SABER TUDO!

 

Passaram 40 anos de um sonho chamado Abril.

E lembro-me do texto de Jorge de Sena…. Não quero morrer sem ver a cor da liberdade.

Passaram quatro décadas e de súbito os portugueses ficam a saber, em espanto, que são responsáveis de uma crise e que a têm que pagar…. civilizadamente,  ordenadamente, no respeito  das regras da democracia, com manifestações próprias das democracias e greves a que têm direito, mas demonstrando sempre o seu elevado espírito cívico, no sofrer e ….calar.

Sou dos que acreditam na invenção desta crise.

 

Um “directório” algures  decidiu que as classes médias estavam a viver acima da média. E de repente verificou-se que todos os países estão a dever dinheiro uns aos outros…. a dívida soberana entrou no nosso vocabulário e invadiu o dia a dia.

Serviu para despedir, cortar salários, regalias/direitos do chamado Estado Social e o valor do trabalho foi diminuído, embora um nosso ministro tenha dito decerto por lapso, que “o trabalho liberta”, frase escrita no portão de entrada de Auschwitz.

Parece que  alguém anda à procura de uma solução que se espera não seja final.

Os homens nascem com direito à felicidade e não apenas à estrita e restrita sobrevivência.

Foi perante o espanto dos portugueses que os velhos ficaram com muito menos do seu contrato com o Estado  que se comprometia devolver o investimento de uma vida de trabalho.Mas, daqui a 20 anos isto resolve-se.

Agora, os velhos atónitos, repartem o dinheiro  entre os medicamentos e a comida.

E ainda tem que dar para ajudar os filhos e netos num exercício de gestão impossível.

A Igreja e tantas instituições de solidariedade fazem diariamente o miagre da multiplicação dos pães.

Morrem mais velhos em solidão, dão por eles pelo cheiro, os passes sociais impedem-nos de  sair de casa,  suicidam-se mais pessoas, mata-se mais dentro de casa, maridos, mulheres e filhos mancham-se  de sangue , 5% dos sem abrigo têm cursos superiores, consta que há cursos superiores  de geração espontânea, mas 81.000  licenciados estão desempregados.

Milhares de alunos saem das universidades porque não têm como pagar as propinas, enquanto que muitos desistem de estudar para procurar trabalho.

Há 200.000 novos emigrantes, e o filme “Gaiola Dourada”  faz um milhão de espectadores.

Há terras do interior, sem centro de saúde, sem correios e sem finanças, e os festivais de verão estão cheios com bilhetes de centenas de euros.

Há carros topo de gama para sortear e auto-estradas desertas. Na televisão a gente vê gente a fazer sexo explícito e explicitamente a revelar histórias de vida que exaltam a boçalidade.

Há 50.000 trabalhadores rurais que abandonaram os campos, mas  há as grandes vitórias da venda de dívida pública a taxas muito mais altas do que outros países intervencionados.

Há romances de ajustes de contas entre políticos e ex-políticos, mas tudo vai acabar em bem...estar para ambas as partes.

Aumentam as mortes por problemas respiratórios consequência de carências alimentares e higiénicas, há enfermeiros a partir entre lágrimas para Inglaterra e Alemanha para ganharem muito mais do que 3 euros à hora, há o romance do senhor Hollande e o enredo do senhor Obama que tudo tem feito para que o SNS americano seja mesmo para todos os americanos. Também ele tem um sonho…

Há a privatização de empresas portuguesas altamente lucrativas e outras que virão a ser lucrativas. Se são e podem vir a ser, porque é que se vendem?

E há a saída à irlandesa quando eu preferia uma…à francesa.

Há muita gente a opinar, alguns escondidos com o rabo de fora.

E aprendemos neologismos como “inconseguimento” e “irrevogável” que quer dizer exactamente o contrário do que está escrito no dicionário.

Mas há os penalties escalpelizados na TV em câmara lenta, muito lenta e muito discutidos, e muita conversa, muita conversa e nós, distraídos.

E agora, já quase todos sabemos que existiu um pintor chamado Miró, nem que seja por via bancária. Surrealista…

Mas há os meninos que têm que ir à escola nas férias para ter pequeno- almoço e almoço.

E as mães que vão ao banco…. alimentar contra a fome , envergonhadamente , matar a fome dos seus meninos.

É por estes meninos com a esperança de dias melhores prometidos para daqui a 20 anos, pelos velhos sem mais 20 anos de esperança de vida e pelos quarentões com a desconfiança de que não mudarão de vida, que eu não quero morrer sem ver a cor de uma nova liberdade.

 

Júlio Isidro

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Coisas que me põem triste

por Maria Araújo, em 01.03.14

 

 

 

lido num blog:

 

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" Ontem à noite...

 

Quando vi a filhota mais velha a entrar no avião, enquanto abraçava a mais nova que não controlava o choro, senti uma vontade enorme de mandar este País às urtigas e apanhar o mesmo avião para nunca mais voltar..."

 

 

 

 

 

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Na página do Sapo

por Maria Araújo, em 11.12.13

está esta notícia, cujo link acabei de deixar neste blog em destaque, e a propósito de nos supermercados não se encontrarem os legumes tão frescos quanto desejaríamos.

Não sou fã de comprar legumes e frutas nos supermercados e grandes superfícies, salvo raras excepções, quando não tenho tempo para ir ao mercadinho.

Então, em finais de outubro, decidi increver-me aqui.

Escolhi, online, o cabaz mais pequeno (pago 7 euros), de 15 em 15 dias, para experiência.

No 1º cabaz ,as laranjas eram fracas e muito azedas. Reclamei via internet e pedi que enquanto estas não estivessem boas para consumo, substituíssem por um legume.

No cabaz seguinte, as laranjas eram melhores.

Já vai no 3º , gostei dos produtos, o aspecto é muito bom. Os legumes frescos e tenros, a fruta não é a mais bonita e perfeita, mas é boa e a variedade é a da época.

Pelo que tenho apreciado, os clientes vão satisfeitos com os cabazes que levam para casa.

Na semana passada, perguntei se havia a possibilidade de no próximo cabaz, antes do Natal (vou aproveitar a lembrança e fazer já a minha encomenda extra), aumentar os produtos e pagar à parte.

A resposta foi afirmativa. Pediram-me para  enviar um e-mail com a quantidade e os produtos que pretendo.

A experiência tem sido muito positiva.

Sinto-me satisfeita em ter aderido e ajudar os nossos produtores.

 

 

 

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A leste do país

por Maria Araújo, em 11.07.13

é como estou.

O trabalho tem sido intenso, as noites são mal dormidas (calor e não só), que me esqueço das notícias e que há um país que precisa da salvação.

Entretanto, a vida passa a correr, amanhã tenho as  Bodas de prata de uma amiga (vai ser a desforra da semana).

O que decidi oferecer, perguntam?

O casal tem tudo.

Decidi que isto vai ser, com certeza, uma bonita prenda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Estou com falta de paciência e...

por Maria Araújo, em 25.10.12

cansada, saturada, sem paciência, devido a vários factores, um deles, o que mais me está a massacrar, contando com os chicos espertos destes pais, a burocracia, um funcionário que diz isto, noutro dia ou outro diz aquilo, e mais tarde, outro acrescenta mais qualquer coisa que, depois de reclamação minha e farta disto tudo, me manda para o diretor :"ai que bom, é mesmo o diretor que eu queria". e este, que não acabou (pára com uma medicação e toma-se outra nova, mais 20 euros na farmácia, e daqui a 12 dias um exame aos ouvidos).

O caso com o diretor, que é uma diretora, está a ser resolvido. Serei contactada, em breve.

Finalmente!

 

 

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A (in)esperada reação

por Maria Araújo, em 01.05.12

E antes de ver um filme para aproveitar o descanso deste dia do trabalho/trabalhador, e já trabalhei aqui em casa, espreitei o SAPO e li isto .

Leia-se este comentário de uma cliente:

 

"Otávia Brito contou à Lusa que estava à espera que as portas reabrissem para ir fazer mais compras, depois de já ter gasto perto de 700 euros, valor que, sem o desconto, se cifraria em 1.400.

"Comprei sobretudo bebida, desde cerveja, a água, bebidas espirituosas, leite, mas também produtos de higiene e carne", refere, sublinhando que enquanto foi ao carro colocar as compras, as portas encerraram.

A cliente chegou ao supermercado cerca das 09:00, altura em que "estava ainda mais gente", mas não sabe se esperará até perto das 15:00 para fazer mais compras, hora estimada para a reabertura da loja."

 

Boa tática do grupo PD!

 

Parece que estamos num país dos subúrbios mais recônditos do 3º mundo, oh Deus!

 

 

 

(imagem retirado do FB, blogue da minissaia)

 

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