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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

o sol quando nasce é para todos

Maria Araújo, 31.12.20

uma foto do nascer do sol que tirei em Agosto passado, na cidade de Chaves.

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queria  terminar o dia e o ano com uma fotografia do pôr-do-sol, mas as nuvens não ajudaram, fica o de 2019, quando não sonhávamos que um ano depois ficaríamos confinados nesta Passagem do Ano.

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Que venha 2021.

Saúde para todos... E, por favor, não esqueçam as regras da DGS.

Com esta lindíssima marcha de Strauss, desejo-vos um Bom Ano.

 

 

 

pôr-do-sol diferente

Maria Araújo, 26.03.19

18h45m saímos da auto-estrada A3 em direcção a Vermoim, Maia.

Quem vai na direcção do Aeroporto e/ou Maia, depara-se com uma paisagem de prédios em que sobressai a Torre do Lidador , também conhecido por Isqueiro.

O pôr-do-sol, por detrás dos prédios, é fantástico.

Sempre que quero tirar uma fotografia, e não sendo eu a condutora do automóvel, não tenho o telemóvel à mão,  é impossível encostar o carro à berma, o trânsito de final do dia é intenso. E nunca consegui captar a luz  do anoitecer daqueles dias de Janeiro, e,  hoje, o que nunca vira.

Ao longe, viam-se algumas nuvens escuras e, por trás da torre, uma  réstia delas estendia-se para o lado do Sol, encobrindo-o ligeiramente.

Por sua vez, este era "senhor" de um tom vermelho e laranja,  cor de fogo intenso, parecendo-nos ainda mais grandioso.

" Que maravilhoso pôr-do-sol!", exclamamos.

Nenhuma de nós tinha máquina fotográfica, nem telemóvel. E lamentamos ter deixado escapar um pôr-do-sol e um céu vermelho diferentes.

E foi então que me lembrei deste maravilhoso texto.

 

 

 

 

fim de tarde

Maria Araújo, 23.02.18

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em Óbidos, fui à muralha fotografar o pôr-do-sol. Ofegante da subida, quando cheguei à parte de trás, já só tinha um resto de luz , mas consegui a fotografia.

Do lado nascente, era esta a cor da paisagem.

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Desci as vielas íngremes em direção à rua principal, cheia de lojas de recordações e de bebidas, para comprar e beber a ginginha e umas lembranças.

Muitas das lojas àquela hora fechadas, entrei na primeira que vi aberta.

Estava cheia de jovens espanholas que também compravam "recuerdos".

Não tinha trocos, cartão multibanco só para compras superiores a 10 euros, ia deixar para hoje, mas na casa ao lado vejo uma caixa multibanco, levantei dinheiro e voltei  à loja. E ainda bem, pois hoje não voltei nem sequer para a Festa do Chocolate( fica para outro post).

Mais abaixo, passava junto à padaria,um espaço onde, do lado de fora, se vê cozer o pão, a janela  aberta deixava sair o  cheiro quente e chamava a atenção dos turistas que vêem  o trabalho incansável da senhora que o leva ao forno, tira-o depois de cozido, enfeita os cestos que, por sua vez, nos deixam indecisos na escolha de tão apetitoso e variado cereal.

Pergunta-se que pão é este, aquele e o outro, optei pelo de batata doce.

Ao balcão, as espanholas viam os doces e os gelados artesanais, um casal comia fatias de pizza com excelente aspecto, estava confuso comprar ao balcão.

E o pão era delicioso!

Desci a rua, mais à frente fui à ginginha com copo de chocolate. Humm, adoro!

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À saída da Muralha, reparei neste lindíssimo tecto...

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Foi a última noite em Óbidos, uma vila simpática, bonita, atractiva aos estrangeiros, sobretudo japoneses, que vi com fartura.

Estou de regresso a casa para descansar das noites mal dormidas que habitualmente tenho quando estou fora de casa ( e não estranhei o colchão e a almofada do hotel).

Coisas minhas.

 

 

 

pelo pinhal de Ofir

Maria Araújo, 29.10.17

Sábado quente, fui à praia para apanhar um pouco de sol. 

Apeteceu-me caminhar e recordar as caminhadas que fazíamos na nossas férias de um mês de praia, há muitos anos. O mar não era obstáculo a passar os rochedos colocados pelo homem para proteger as dunas e as casas da sua invasão durante o inverno. 

Cruzava-me com jovens, casais, outros caminhantes que faizam o percuro no sentido contrário.

Uns metros mais à frente da praia de Ofir, meti no pinhal na direcção das torres de Ofir.

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Estava na hora de seguir pelo pinhal e esperar pelo pôr-do-sol, nas Pedrinhas, onde deixara o carro.

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A discoteca, que está a festejar 25 anos, onde passei umas quantas noites a dançar até ficar farta e regressar a casa, às tantas da madrugada, por vezes com nevoeiro intenso para a condução no regresso a casa.

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Chegada às Pedrinhas, sentada na areia, onde mais pessoas esperavam o pôr-do-sol, clicava aqui e ali o silêncio do fim de tarde das pessoas que passeavam os seus cães.

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 Chegou a hora do sol se deitar...

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Boa semana.