uma foto # 44
Mais um convívio em família: halloween

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Mais um convívio em família: halloween

é o tempo que tem feito cá na cidade, há alguns dias. calorenta que sou, não caí na asneira de vestir a parka de penas, vesti uma camisa, a parka de primavera andou atada à carteira, à excepção no final da tarde, mais fresca, estamos em Novembro não é?, tive de a vestir.
precisava de umas coisinhas da Primark, loja que não ia desde inícios de Fevereiro, pensei que a hora do almoço seria a melhor, mas se tivesse fila, estava fora de questão entrar.
depois de almoçar, fui de carro, a meio do caminho, e com o tempo que fazia, comentei para o meu decote que devia ter ido a pé.
cheguei à loja ainda não eram duas horas, não havia fila, entrei.
pouca pessoas dentro da loja, os expositores têm bastante espaço entre si, não há cruzamento de pessoas, há setas para seguir. foi preciso a pandemia para ficar com melhor apresentação e aspecto de loja, não de feira.
de certa forma,em todas as lojas, e no centro comercial, as setas vieram trazer uma melhor organização ao espaço, que fique para sempre.
comprei as comisolas que gosto de usar por baixo das camisosas de lã, um fato treino do batman para o sobrinho neto ( tem ginástica no colégio) mais um não é demais, com a chuva a mãe vai muitas vezes secar a roupa à lavandaria self-service, e comprei umas pequenas decorações de Natal.
quando saí da loja,reparei que havia uma fila, não muito grande, mas o suficiente para as pessoas esperarem uns quantos minutos.
segui para a loja Kiko, comprei uns produtos de maquilhagem ( a pandemia faz-me gastar dinheiro nestas pequenas coisas, já que gastar em roupa, estou a zero, porque não preciso).
pensei passar na Tiger, desisiti, não me apetecia perder mais tempo por lá.


às três horas, estava a tomar café em casa.
acabei de pintar este móvel, ficou um resto de tinta que dá para pintar uma cadeira. ontem, passei a lixa para tirar a cera, hoje, o primário, amanhã, aplico a tinta branca.
fui buscar o menino ao colégio, combinei com a mãe esperarmos por ela no final da aula, no ginásio.
o miúdo ( 3 anos) conhece o caminho para a Brasileira, fizemos a vontade, tivemos que nos sentar para ele comer um bolo ( os primos cariocas também adoram a Brasileira, quando estão cá, é lugar garantido para lanchar) e neste final de tarde,com a temperatura que estava, foi bom desfrutar da esplanada.
era hora de o menino jantar, tomar banho, e dormir. regressamos a casa,mas ainda quis ver a água que cai da fonte no Largo de Santa Cruz.


ele gosta que eu vá para casa dele, choraminga se não entro no elevador, choraminga se venho embora quando está a comer, arranjo uma estratégia: dar de comer à gata, comprar iogurtes no supermercado, ou o " amanhã vou buscar-te ao colégio".
e fica bem.
em Apúlia, antes do confinamento do fim de semana, um dia de praia sereno, com as temperatura da água e do ar agradáveis.




E de repente, veio uma onda mais forte, se não estivesse atenta, levava-me as sapatilhas...levou a mensagem.


Fui buscar o carro ao centro, passei pelos restaurantes de Cedóvem, àquela hora chegavam clientes para almoçar.


Almocei na esplanada de um restaurante, apenas eu. Comi bem, estava saboroso,não ia deixar ficar mais de metade da dose, trouxe o que sobrou.
Uma gata preta andava de volta da mesa,queria comer. A dona do restaurante tirou-a dali, mas ela escapava-se, até que se sentou em cima das minhas pernas.Meiga, muito meiga.Tomara que a minha gata fosse como esta!

A dona deste restaurante lamentou amanhã não abrir, e disse-me que se a hora de fecho fosse às15:00h, não faltariam clientes, dava tempo para os servir e fechar a horas.
Segui para Ofir, os surfisitas andavam por lá, caminhei mais um pouco pela beira-mar.

Saí da praia, fui pelo pinhal, passei em casa da minha sobrinha ( vive no Rio de Janeiro) consegui falar com ela pelo whatsapp, disse-lhe que tinha uma visita.


Fui tomar café, estava o céu encoberto,mas a temperatura continuava agradável.

Gosto de Esposende, não dava tempo para fazer a marginal a pé, fui ver umas lojas giras.

Antes de regressar a Braga, ainda passei pela margem do rio.




Fui buscar o menino ao Colégio.
Quando a mãe chegou, fomos dar um passeio pelas redondezas, o menino na sua moto, deu show.

Dia 13, sexta-feira, foi um dia muito fixe, a não ser ter comprado uma raspadinha e ter saído o dinheiro da carteira, como sempre.
Fui levar o carro à oficina para o levarem à inspecção.
Passei pela Arcada, já se vê montar a árvore de Natal da cidade, o que me levou pensar fazer as decorações cá em casa.
Já fui buscá-las à garagem, assim não perco a vontade.
É a primeira vez que vou fazer as lides natalícias em Novembro.
Este ano não vou comprar decorações, há que poupar dinheiro, uso o que tenho.

(imagem da net)
sem superstições, é o Dia Mundial da Bondade, temos um dia cheio de sol, a temperatura está agradável (cuidado à noite que arrefece bastante) é o dia para distribuir sorrisos, carinhos e conviver com as pessoas que mais gostamos.
quando devíamos estar a vestir os casacos de pele e de pêlo?!
Lembro-me que há muitos anos, a minha imã mais nova estudava em Coimbra e numa das minhas consultas em Lisboa, passamos por lá para a levarmos connosco.
Estava muito calor nessa altura...E foi em novembro.
Apeteceu-me ir à praia, mas há coisas que preciso fazer hoje, fui caminhar, viver a cidade sem carro.
O sol quente, um dia de primavera em novembro com as cores do outono.
E recordei aquele calor de novembro de há anos.
fotografias do meu telemóvel
Hoje foi o almoço de aniversário da sobrinha que vive em Lisboa.
Estavamos quase todos, também a sua melhor amiga e o marido vieram. Senti a falta da Filipa e dos meus sobrinhos netos cariocas (que vêm em dezembro para o Natal).
O dia estava maravilhoso, todos vestiamos roupas frescas, nem nos dias de primavera quando os queremos quentes para arrumar os agasalhos do inverno.
No quintal, com um sol quentinho, a tarde foi de conversa, de recordações da adolescência, de viagens, de férias, dos familiares que partiram.
As cadelas, a Kim e a Google, estavam super felizes com tanta gente em casa.
E o pôr-do-sol dizia-nos que amanhã vamos ter outro dia quentinho...e estamos em novembro!
e pela primeira vez na minha vida (acreditem que é verdade) que neste mês de novembro monto a árvore de natal, já no canto da sala, à espera dos novos bonecos que vou comprar, aqui.
com frio, chuva e trovoada.
Começam as tarde de domingo, embrulhada numa mantinha, TV ligada (não nos canais de música pimba, que já deviam ter acabado há muito), ver um filme, ler, tomar um chá ou uma chocolate quentes, umas bolachas com compota, ou geleia, ou marmelada... deixar a tarde acontecer.
Que mudança brusca, hein!
(imagem Pinterest))