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cantinho da casa

cantinho da casa

o Natal já chegou

Antecipei-me, fiz a árvore no fim de semana.

Gastei dinheiro em pilhas, não pus luzes que gastem energia eléctrica.

Só faltam as pequenas pinhas, que estarão numa caixa, na garagem.

Vi um gatinho de Natal na loja Homa, foi a única peça que  comprei. Tudo é de anos anteriores.

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Adoro ver a 🌲 neste cantinho.

 

 

mais um sonho de Natal

idealizados por estes companheiros, Jose;  Isabel; Olga , e que se tornou uma realidade para todos os que participaram com  o seu conto.

Grata aos três, que trabalharam ao longo do ano para que este livro, que vai ter a sua apresentação oficial, no próximo dia 3 de dezembro, na Ericeira (gostaria de estar presente, mas neste fim de semana não posso), fosse publicado antes do Natal.

Parabéns a todos os participantes.

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que semana!

Pois bem, quando pensamos que temos todos os cuidados e que só pode acontecer aos outros, de repente, ele bate-nos à porta e, seja o que Deus quiser.

Eu evito falar do assunto covid, sempre tive cuidado, não largo a máscara em lado nenhum, inclusive no ginásio, em que sou a única pessoa que faz a aula com ela, mas, neste Natal,  ninguém imaginava que poderia ter a " surpresa" de receber uma chamada a informar que a pessoa x está infectada.

Fiz teste antigénio, alguns dos meus familiares também fizeram.

No dia 25, à hora de jantar, o meu irmão foi visitar-nos, como sempre, quando o Natal não é connosco, e levou o filho mais novo.

Eu fui das pessoas que esteve mais tempo perto dele. Quer o pai,quer o filho, estavam berm.

Na terça-feira de manhã, recebi uma chamada da minha cunhada a comunicar que o filho mais novo,o que foi visitar-nos, tem covid.

Como reagi? 

Como seria normal, não entrei em pânico. Ouvi-a.

Ele tinha estado no fim de semana anterior com uns amigos, na quarta-feira com outros, um deles ligou a avisar que estava infectado.

O meu sobrinho fazia testes antigénio e auto teste quase todos os dias, porque costuma ir visitar os avós.

Depois de contactar o SNS24, fez o teste, que foi positivo, daí o telefonema.

Comuniquei a todos os familiares que estiveram juntos no Natal, e, à tarde, fui fazer o teste antigénio, que deu negativo.

Durante o almoço e o início da tarde, foram várias as tentativas de ligar para a linha SNS24, mas era de todo impossível.

Pela hora de jantar, soube que o meu irmão tinha conseguido, tratei de ligar, de imediato, e consegui.

Quatro horas depois da ligação, recebo a mensagem com as intruções e os códigos para marcar o teste.

Não era de risco, ficou marcado para hoje de manhã.

A Sofia, minha sobrinha, também tinha marcação meia hora mais cedo, fomos as duas.

Fomos a um drive thru nos arredores da cidade.

E foi rápido.

Estou bastante tranquila. Faz hoje cinco dias que estive em contacto com ele, não tive, nem tenho, sintomas, assim como os familiares.

Saí para fazer o teste, aproveitei e fui comprar máscaras FFP2 (tenho máscaras qb)  que são as que acho mais seguras.

Entretanto, tenho estado por casa.

Amanhã, saberei o resultado.

 

foi tudo!

Não me considerao uma pessoa muito gulosa.

Em criança, sim, era bastante, e à excepção de formigos (mexidos), e das rabanadas ( como uma por ano, acabada de fritar) que me enjoam frias, gosto dos doces de Natal que se fazem cá em casa.

No tempo da minha mãe, havia na mesa frutas cristalizadas, que eu adorava, figos secos com nozes, que adorava, aletria, que adorava, leite creme torrado, que adorava...

Quando a minha mãe faleceu, fui mantendo a tradição de toda a doçaria que ela fazia.

À medida que tomei consciência de que o açúcar não era bom para a saúde, mas o pecado da gula, aqui ou ali, de vez em quando sabe bem, fazia, e faço, os doces tradicionais ,mas a aletria e o leite creme, que ninguém lhes tocava, deixei de fazer, assim como deixei de copmprar as frutas cristalizadas.

Costumava comprar uma caixa de biscoitos sortidos, mas a tentação era muito, depressa desapareciam, deixei estes também de lado.

Mas por esta altura, nas prateleiras do supermercado, saltam à vista uns pacotes desses biscoitos.

Acho que as pessoas deixaram de comprar as caixas e estes pacotes, demasiados atractivos às nossas gulas, chamam a minha atenção, e se estão em promoção, a tendência é para pegar num e pô-lo no carrinho de compras.

Há alguns anos que isto acontece.

Depois, dói-me a consciência porque, à tarde, com um chá, sabe muito bem, vão uns quantos.

Trouxe comigo, mas prometi a mim mesma que este ano é só compraria um.

Hoje, a empregada esteve cá em casa, e eu tenho estado fora, nem me lembrei que acabara o queijo, não preparei o pão para o lanche.

Entretanto, cheguei a casa, ela  estava cá, lembrei-me dos biscoitos, e, num saco de papel pequeno, meti algums e dei-lhe. E disse que os comprara porque são uma tentação, mesmo que sejam foleiros e cheios de calorias.

Ela sabe que eu não sou de guloseimas, e respondeu que " perdoa o mal que faz, pelo bem que sabe".

Fui buscar o sobrinho neto ao colégio, fomos fazer umas compras com a mãe, quando cheguei a casa, estava cheia de fome, e não tenho mais nada: peguei no pacote comi os que restavam.

Então, para remediar a gula, o jantar vai ser pescada cozida.

Quando for ao supermercado, e se passar na prateleira onde esté este doce sortido, não vou comprar.

Eu comprei porque são de Natal,adoro-os comer nesta época, e todos os anos compro um pacote.

Por isso, mais doce sortido, não!

Espero resistir, até porque, este final de semana, tenho o aniversário de um sobrinho neto.E o Natal está aí, e não posso, nem quero, abusar.

Aqui estão eles:

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a praia em dia de chuva

Ontem fomos tomar café à praia.

Em dia de chuva ( felizmente só choveu quando regressávamos a Braga), tem um sabor diferente e especial.

Mas o vento era forte e frio.

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O frio não incomodava, estavamos preparados para ele, mas o vento, não.

O sobrinho neto queria brincar na areia, choramingou, mas com a bola que levou, depressa esqueceu a praia.

Fomos para casa, no pinhal estavamos protegidos do vento.

Pusemos a baliza dos primos, no relvado, jogamos à bola, cantamos canções de Natal.

Estava a anoitecer, demos um salto a Esposende.

E à entrada da ponte sobre o rio Cávado, está a árvore mais linda que vi.

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Demos uma volta pelas ruas de Esposende, cheias de luz, algumas mais bonitas que outras, havia demasiada mistura de cor.

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Junto ao Parque Infantil, tinha um carrocel para as crianças, com algum receio da minha sobrinha, porque os adultos não podiam acompanhá-los, o menino foi andar, mas as voltas nunca mais acabavam.

Estavam poucas crianças, caso contrário, com certeza que à quarta ou quinta volta, parava.

O miúdo gostou. E queria mais.

Na próxima semana, chegam os primos, vai haver festa de aniversário, convencêmo-lo que vai voltar, na próxima vez, com os primos ( a ver vamos).

E daqui ao Natal é um instante.

 

 

do Natal

A chuva veio em força, finalmente, embora a dispense porque entrar no carro, e sair,  com o sobrinho neto, que tem natação, vai ser uma ginástica do caraças.

Este ano, comprei uma árvore grande, a outra já tinha muitos anos, era pequena,e a família dizia que estava na altura de comprar uma grande, por isso, foi feita no dia um.

As  poucas decorações que fiz, estão prontas, mas gosto de ter uma vela grande, com três pavios, e ainda não as vi.

Tudo o que tinha de pendurar foi posto na árvore, fica uma foto dela.

A Kat anda de volta dela, e adora roer as pontas.

Quando tal, vai dar-lhe uma desenteria.

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