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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

o respeito

Maria Araújo, 16.12.19

em Agosto passado, li este post sobre vários artigos sobre refugiados,  fiquei impressionada do que li das mulheres e crianças do povo rohingya, documentado com fotografias de  K. M. Asad. De entre as muitas fotografias deste autor, sobressai a de uma mãe com o filho ao colo,e que foi  capa da revista  National Geographic, desde então, comecei a seguir este fotógrafo no Instagram.

Hoje, chamou-me a atenção uma fotografia em que se vê uma mulher a construir uma  tenda para si e o filho,  não porque seja diferente de muitas outras que publica , mas porque fala de  respeito pelas mães.

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Infelizmente, muitas são as mães que, após  separação do  cônjuge, sozinhas, lutam pelos filhos, pela educação e crescimento destes, procurando dar-lhes qualidade de vida,  são desrespeitadas pelos próprios companheiros e /ou maridos, sofrendo afrontas como se fossem  as culpadas da má sorte que a vida lhes deu.

No nosso Mundo em Movimento, há mulheres que não foram feitas para o amor, foram feitas para amar...os seus filhos.

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coisas do meu dia

Maria Araújo, 27.03.17

 

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Costumo marcar na APP as minhas aulas no ginásio, com 24h de antecedência.

Até ver, só uma vez não consegui a marcação.

As senha para as aulas de Pilates esgotam. Quem não marca, e porque as senhas na APP andam pelas cinco, tem de ir antes das 9h, hora a que começam a entregá-las, para conseguir uma.

Quem marcou, tem de levantar a sua até dez minutos antes de a aula começar. Um minuto de atraso, entregam a quem não conseguiu ao balcão.

Cheguei ao ginásio por voltas das 9:10h. Não me lembrava que tinha marcado a aula, aguardei que a funcionária me desse a senha.

E ela olhava para mim. Estava convencida que eu ia fazer uma aula de aparelho, não preciso de senha.

E foi quando, de repente, lhe disse: " Eu marquei a aula". 

Quando me dirigi ao estúdio, a fila não era grande, ainda faltavam cinco minutos para a professora abrir a porta.

Odeio encostar-me às pessoas, mas parece-me que há quem goste.

Sinto um corpo encostado ao meu. Virei-me. Uma senhora diz-me: "chegue-se mais para a frente".

Olhei-a com ar de parva e respondi: " Desculpe, mas eu odeio colar-me às pessoas" (usei a palavra colar propositadamente).

Ela acrescenta: " Também eu, mas é para dar mais espaço".

Não me mexi.

Ela virou costas e pôs-se na conversa com outra senhora. E já estava a ver que esta queria passar à frente quando a professora abriu a porta para entrarmos ( civilizadamente e na sua vez).

E eu sei porque elas querem ser as primeiras. Vão a correr pegar nos colchões para ocuparem o lugar habitual na sala, como se houvessem lugares cativos.

Irritam-me, estas pessoas.

 

 

 

 

óbvio que "less is more"

Maria Araújo, 16.09.16

sou fã do blogger The Sartorialist, adoro ver as fotografias de moda urbana, de pessoas comuns.

Hoje, entrei no seu canto, fiquei de queixo caído com esta, embora não tenha nada contra.

 

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Quando se diz que "less is more"  não quer dizer que as mulheres mostrem todos os seus atributos, mesmo que o calor aperte, e, pelo que li, o autor também não gostou.

Na verdade, não vejo elegância e estilo nestas duas mulheres.

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