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cantinho da casa

cantinho da casa

coisas deste dia de feriado

Fiquei de manhã com o sobrinho neto enquanto a mãe foi com o grupo do ginásio fazer umas actividades no parque da Rodovia

Tinha aula de Aerial Training, no ginásio, quando cheguei lá estava em cima da hora, e a aula já tinha começado. Mesmo assim, quando pensei que ainda poderia entrar, vi que os hammocks estavam todos ocupados, o que significa que a professora teria pensado que alguém não ia e permitira que outra pessoa ocupasse o lugar.

Tentei ir a uma aula de Total Condicinamento, não havia vagas.

Já que estava no ginásio, fui fazer o que não faço desde 2020: 35 minutos de tapete.

Saí do ginásio, vim fazer o almoço, assei castanhas sem ligar o forno e segui esta ideia. Algumas queimaram, sinal que da próxima vez tenho de usar a chama mais baixa logo no início do processo.

Estive uns quantos minutos ao telefone com a mana, a combinar o almoço de domingo, em sua casa, com uma parte da família.

Quando tive covid, há duas semanas, tirei as cortinas da sala e lavei-as. São seis, e pesadas. Elas são muito compridas, a gata sentava-se em cima delas, decidi cortá-las.

Mede aqui,mede ali, corta , alinhava, faz a bainha...e as dores nas costas também dão sinal.

Quatro estão nos seus lugares, faltam duas, ainda vai ser trabalho para hoje.

Entretanto, e depois de várias simulações na DECO, na ERSE e outros,decidi definitivamente tomar uma posição.

Fiz uma simulação aqui, vem na factura da EDP em "outras informações",isto:  " Para informações sobre ofertas de energia elétrica ou de gás natural, consulte o portal Poupa Energia da ADENE - Agência para a Energia em https://poupaenergia.pt, o simulador de preços de energia da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) em https://simulador.precos.erse.pt/ e o simulador de rotulagem de energia elétricada ERSE em https://simulador.rotulagem.erse.pt "

fui para esta última, poucos minutos depois recebi uma chamada.

A conversa do senhor indicava-me uma proposta para um fornecedor do mercado  liberalizado, com bons descontos,para gás e electricidade.

Confusa que estava, respondi que ia pensar.

Ficou de me ligar nesse mesmo dia, ao final da tarde, mas eu tive que sair, não  estive em casa até à horta de jantar.

Uma vez que online já há registo para o mercado regulado, e ouvindo este senhor, que tem feito muitos esclarecimentos no Instagram,  quando li num comentário que fez no seu blog que no mercado regularizado o preço é igual em todos os fornecedores, há pouco, entrei num deles, e fiz o registo.

Entretanto, este mês, já estou / estamos a pagar mais na EDP.

 

 

 

 

 

 

Leiria # 2

No regresso ao centro, dei uma passeio pelas ruas e praças mais conhecidasda cidade.

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Era cedo, ainda fui ver o Mercado de Santana. 

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Segui no sentido oposto para ver o Moinho de Papel, e o  Museu de Leiria ( fechado à hora que passei), fotografei o  antigo Liceu Rodrigues Lobo.

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Moinho de Papel

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No regresso, atravessei a pequena ponte pedonal sobre rio, fui ter a um espaço verde onde se realizava uma cena de cavalaria da Feira Medieval.

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Fui ao hotel, e regressei ao centro para comer a bifana e beber a cerveja, pois claro, já se dançava na rua.

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As filas para o leitão ( que não gosto) eram enormes, descobri uma tenda onde faziam o pão para o chouriço e as bifanas, e com um serviço bastante eficiente, a espera era no máximo de10 minutos, levei o copo e a bifana para um muro de jardim em frente à pequena fonte.

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Como eu, muitas famílias, jovens, mulheres e homens, sentavam-se onde houvesse lugar, e comiam o seu pestisco, ao mesmo tempo que viviam a festa.

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Depois fui dar uma volta pelas tendas. Comprei um fio dourado, feito por um artesão que tinha peças muito bonitas. Foram várias as pulseiras, feitas na hora, e personalizadas, para as crianças que por lá paravam com os pais..

No regresso ao hotel, a cinco minutos do centro, ainda tirei algumas fotografias.

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No dia seguinte, e porque desistira de ir à Praia de Pedrógão, uma vez que era sábado e havia apenas um autocarro para lá e ao final da tarde para cá, decidi ir a Alcobaça, que não conhecia.

O autocarro partia à hora do almoço, tinha tempo de ver a Igreja da Misericórdia / Centro de Diálogo Intercultural de Leiria, que passara no dia anterior mas não fora possível entrar porque teria lugar um concerto, fui aconselhada a passar no dia seguinte.

Mas antes disso, e porque adoro ver capelas no alto do monte, fui ver o Santuário de Nossa Senhora da Encarnação, que também o descobri que se via do quarto do hotel, e iluminada à noite ( não consegui uma fotografia decente), tirei de manhã, e como a curiosidade era grande, havia tempo para tudo, fui.

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" Roupa dos Brancos Mortos"

A reportagem que passou no Jornal da Noite da SIC, de ontem, fez-me repensar o modo como tratamos o que não usamos:

Cerca de 70% da roupa que doamos para caridade e depositamos nos contentores acaba em África. O mercado de roupa em segunda mão é antigo e pode até ser visto como sustentável. Mas a falta de qualidade da chamada fast fashion e a quantidade de roupa que consumimos criou um gigantesco problema ambiental e social.

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Não é segredo para ninguém que apenas uma parte da roupa doada é escolhida para agasalhar os pobres e despojados. A maioria é exportada, entrando assim na indústria mundial do mercado de roupa em segunda mão.

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fotos SIC

Reconheço que em tempos comprava roupa fast fashion, que gostava, não tirava as etiquetas até decidir se vestiria a peça, e caso achasse que afinal não queria, devolvia, trocava por outra.

Ou então, se a usava naquela estação, e no ano seguinte não gostava dela, ou não tinha nada a ver comigo, dava-a.

Compro peças de boa qualidade, que duram uma vida, que vou usando conforme a vontade de vestir ou não nessa estação. Até porque fico mais esquisita à medida que os anos passam, e usar  hoje o que usei em tempos, não quero, sobretudo quando a peça foi moda naquele ano e já não interessa mais.

Então, separo o que está utilizável para dar a alguém, que sei que vai usá-la, ou deixo no contentor de roupa, ou entrego no colégio que o meu sobrinho neto frequenta, e que é encaminhada para uma instituição de solidariedade..

Há dois anos que ando na onda das t-shirts, compro-as de marca, na feira, ou em lojas fast fashion que, mesmo que use só na época, sei que no ano seguinte, se não as vestir, uso-as em casa.

As que estão fracas,  fico sem saber o  que fazer porque acho que pô-las no contentor é deixar o velho ou rompido para as pessoas necessitadas, e isso não é correcto, mas também não tenho coragem de as pôr no lixo. Assim como o calçado em pele que estava guardado, a pensar  que na época seguinte iria usá-lo, finalmente perdemos o amor por eles foram  os  sacos de botas e sapatos de salto alto, meus e da minha irmã, para o contentor.

Ficaram umas sandálias novas, que estão no saco de roupa que vou dar a uma jovem brasileira a quem vendi um sofá, no ano passado, e que merece tudo o que  está em bom estado.

Ora, depois de ver o programa de ontem, fiquei a pensar nas t-shirts usadas que não quero pôr no lixo nem no contentor, mas que merecem ser reutilizadas. 

Gasto muitos discos desmaquilhantes, que vão para o lixo depois de usados, há muito que pensara  cortá-las para esse fim, mas às vezes a preguiça ultrapassa a vontade de pôr mãos-à-obra, deixava para depois.

Hoje foi o dia de pegar numa delas e cortar.

Verei o resultado, logo que as coser à mão.

 

ganhei duas maçãs

Precisava de passar no banco e ficando este a dois passos do provisório mercado municipal, a ideia era trazer o mínimo de compras, ia sem carro (uso carro para as grandes compras e para outras que fiquem longe de casa) decidi, hoje, fazer as compras fora do espaço habitual, passei, então, nas vendedoras que  vendem os seus produtos  num espaço à parte, sem bancadas.

Em nenhuma compra que fiz aceitei o saco de plástico que me ofereciam. Eu tinha vários sacos de papel do pão, deu para todos os produtos.

Em vendedores diferentes comprei de 1kg de tomate cherry, paguei 0,50 €; beringela , meloas e alface, paguei 2€; alho francês 0,50 €; ameixas 1€.

Vi uma senhora com um grande cesto de maçãs, ela pega num saco de plástico, digo que não quero o saco, vendo que eu tinha o de papel não mão, diz-me:

- Muito bem! Mas deixe-me usar o meu só para pesar e passo depois para o seu.

Depois de pesadas passou-as para o meu e comenta:

- Sabe que para o ano vai ser proibido usarmos sacos pequenos de plástico?  Olhe, acho muito bem. Antigamente, íamos comprar o pão, levávamos o saco,  íamos à mercearia, levávamos o saco. Este tempos modernos vieram alterar tudo e agora que o ambiente está como está, querem acabar com isto, e olhe que eu acho muito bem.E porque a menina está a poupar o ambiente, gostei muito do que fez, dou-lhe mais duas maçãs. 

E eu sorri.

Ainda comprei um ramo de flores 1,50€.

Os meu braços não podem carregar tanto peso, um quilo disto, outro daquilo, o certo é que vim carregada para casa.

 

a minha reciclagem

Há algum tempo que tomei a atitude de levar para as compras de mercado, os meus sacos de plástico (lavados  de outras utilizações), evitando o desperdício que as vendedoras do mercado têm sempre que uma cliente escolhe a fruta, os legumes, o que quer que seja. 

Já aconteceu não planear ir às compras mas passar por perto, aproveito para comprar  ovos, ou frutos vermelhos e vindo estes acondicionados em embalagens, trago-os, e na próxima ida, entrego-os.

Também guardei, em vez de mandar para a reciclagem, os sacos de papel do pão, para um dia lembrar-me de arranjar uma solução para os reutilizar.

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À medida que os de plástico ficavam gastos ou furados, separava-os para a reciclagem, não os tinha para as minhas compras, lembrei-me de fazer uso dos sacos de papel.

Se com os sacos de plástico as vendedoras do mercado olhavam para mim e riam-se quando lhes dizia que não queria os seus, quando me "apresentei" com os de papel, e ao mesmo tempo que eu dizia que os de papel têm de ser utilizados e que devíamos poupar tudo, os olhares foram de surpresa.

Um dos dias, uma delas comentou, tratando-me por tu ( que eu detesto, e eu trato-a por senhora): "olha que tu és muito inteligente!"

Hoje abasteci-me de sacos de papel, meti-os no carrinho das compras.

Quem me vê pôr a fruta nos meus sacos, observa-me, não diz nada.

Fui comprar flores, as vendedoras queriam que trouxesse os três ramos que restavam, eu não queria, não precisava, acabei por trazer, enquanto tirava o dinheiro para pagar, não reparei que os tinham metido num saco de plástico.

Fiz o pagamento, peguei nas flores, tirei-as, e disse: " Não quero o saco. Temos de poupar no plástico".

Mostraram um sorriso de espanto.

Agradeci, e segui com elas na mão.

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E são estas as minhas embalagens para as compras de mercado.

Falta-me usar o saco de pano, que tenho, para o pão.

 

P.S.:

(brevemente, um post sobre reaproveitamento móveis)

 

 

coisas do meu dia

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Fui ao Mercado Municipal, espreitei a zona dos talhos, que antigamente estavam apinhados de pessoas que iam comprar a carne para toda a semana, estava tudo vazio, não se viam talhos nem carne nem pessoas.

Espero que as próximas obras do mercado dêem vida ao que foi um grande Mercado Municipal e que hoje restringe-se à venda de legumes e frutas.

A vinda dos hipermercados e supermercados destruíram o nosso mercado onde havia uma certa confiança e familiaridade entre quem comprava e vendia.

Lembro-me de ir com a minha mãe, ajudá-la nas compras,  por vezes estávamos meia hora ou mais à espera, quer no talho quer no peixe, à espera da nossa vez, e de onde trazíamos de tudo, e com boa qualidade, para toda a semana.

Passei numa vendedora que legumes, que não a habitual, porque vi favas. Adoro-as na sopa, embora as pessoas digam que são deliciosas num arroz ou estufado, mas não aprecio. E a minha mãe cozinhava-as muito bem. Aliás, tudo o que ela cozinhava, excepto bolos, era bem feito. Dá-me umas saudades da comida da minha mãe!

Ora estava eu a comprar as favas, trouxe ovos biológicos, também, aproximam-se duas senhoras que perguntam o que era aquele legume.

A vendedora respondeu, mas elas não entenderam. 

Meti-me na conversa, disse o nome, que elas repetiram , e perante a pergunta " como se comem?",  expliquei que pode ser na sopa, no arroz ou estufadas. Pedi à vendedora uma, abri a vagem, retiro uma fava e ensinei como se tira a "pele".

Ficaram maravilhadas as duas senhoras brasileiras do interior do Estado de São Paulo que vieram viver para cá há pouco tempo, andavam a conhecer o mercado e os produtos.

Lembrei-me que está a chegar o mês das cerejas, mas este ano, com a chuva e o frio que tivémos nestes últimos dois meses, certamente que elas chegarão aos mercados para meados de Maio. Espero que com o calor destes dias traga muitas e boas cerejas.

Comprei flores que as vendedoras trazem do campo, e que prefiro-as às das floristas.

 

 

coisas do meu dia

Terça-feira, o dia que não vou ao ginásio, fui de manhã cedo tirar sangue para análise ao colesterol ( interrompi a medicação há 2 meses) porque se  aumentou mais que o do exame anterior, volto à medicação.

Precisava de fruta e legumes, fui ao mercado municipal. Estava fraco, poucas vendedoras, comprei verduras, que estavam a fazer falta, que, à excepção da sopa, não como há bastantes dias.

Aproveitei estar de carro, fui meter gasolina ( caaaaaaaara!) e fui na direcção do Ikea para fazer uma troca de um tacho que comprara a semana passada, e comprar uma base de candeeiro de mesa de cabeceira para o meu quarto.

Comprara, também, nos saldos um abat-jour para substituir um que já está velho, sem cor, pensara em trocar, também, mas desisti, iria experimentar com a base nova.

No parque de estacionamento, surge um chico esperto que, para cortar o caminho para a saída, entrou na via com sentido proíbido, quase batíamos de frente.

Feita a devolução do tacho, fui procurar o que queria, mas já não havia em separado. Tinha de comprar o conjunto, que não me interessava, dirigi-me à secção de iluminação.

Escolhi a base, o abat jour já não estava em saldo, paguei, fui ao restaurante para almoçar, o menu não me agradou, voltei ao carro.

Estava a sair do estacionamento, verifiquei que ao meu lado direito uma jovem saía de marcha atrás, dei-lhe prioridade... Mas fez exactamente o mesmo que o anterior chico esperto fez comigo. Não seguiu a seta, foi em sentido contrário. 

Não sei o que leva estas pessoas cortarem o percurso transgredindo as regras, neste caso, no parque de estacionamento. Faz-me cá confusão e por isso, desculpem-me ser mazinha, comento para os meus botões " que pena não aparecer alguém e bater..."

Cheguei a casa, montei o pé, coloquei o abat jour que comprara nos saldos, liguei e: "Oh, que bem que fica! Vou comprar igual para a outra mesinha. Por que não comprei dois abat jours nos saldos? O candeeiro completo ficou por 23 euros, vou pagar pelo que vou comprar, 33 euros", comentei.

Com um dia nublado e triste, a tarde foi por casa a arrumar as gavetas das novas mesas de cabeceira que mandei fazer antes do Natal.

Comprei várias caixas de arrumação para bijuteria onde guardei pulseiras, colares e brincos que não uso, ou só uso no verão.

 

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