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"Baixa Terapia"

por Maria Araújo, em 09.11.18

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Para rir com prazer, surpreende pelos assuntos que foca: as relações entre casais, os filhos, o jogo, o álcool, o desemprego, tudo tratado de uma forma cómica. Cada personagem oculta algo do seu passado que não pretende revelar aos outros, ao mesmo tempo que as mensagens surgem, crescendo a tensão, e prendendo o público que aguarda com expectativa o que vem a seguir.

Com o decorrer da acção, uma personagem menos activa vai-se revelando numa caracterização inigualável  de gestos  entre o cómico e  o trágico.

E é nesta personagem, e seu marido, que a trama se desvenda.

O silêncio do público é quase aterrador.

As lágrimas vêem-me aos olhos, garanto que aos olhos da maioria da plateia.

E o final é surpreendente.

 

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 Depois do espectáculo, há um bate-papo com a plateia.

António Fagundes, terra-a-terra, como é sua característica, põe as pessoas à vontade, não deixa ninguém sem resposta.

 

 

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às vezes fazem-me de idiota?!

por Maria Araújo, em 04.10.18

Há precisamente uma semana, uma pessoa falou em comprar um presente de aniversário para alguém por quem temos uma considerável estima.

Como eu havia falado nisto, uma semana mais tarde a pessoa e mais uma colega foram deliciar-se com um tratamento, que gostaram muito,  falaram-me em comprar um voucher para oferecer a alguém que nós estimamos. E pediram-me para tratar da compra.

Eu concordei, respondi que nunca comprara um voucher neste sítio, ia ligar para saber como fazer para o adquirir.

Com uma delas por perto, fiz várias ligações, não conseguidas, elas deixaram o ginásio, eu regressei a casa.

Em casa tentei ligar do telefone fixo, consegui, obtive o esclarecimento que pretendia.

Cautelosa que sou, queria o ok das outras pessoas para comprar o voucher, até porque quem o pagaria era eu, esquecera-me que nuncative os seus contactos ( nem quero).E lembrei-me do messenger.

A pessoa costuma estar ligada, enviei a mensagem, não obtive resposta. Esperei até ao final da tarde, enviei segunda mensagem, e nada.

Passou o fim de semana,  zero resposta.

Segunda-feira,  à volta de uma mesa do bar sentava-se a pessoa, a colega, e mais quatro pessoas.

Aproximei-me, cumprimentei todas, perguntei à pessoa se lera as mensagens que enviara.

Com uma expressão no rosto de quem não entendeu nada, ou eu estava a ser parva, todas olharam para mim,  virou-se para o grupo e diz qualquer coisa sobre o fim de semana.

Sentindo-me ignorada, não obtendo resposta à minha pergunta, toquei-lhe no ombro e disse que depois falava com ela. Saí dali indignada.

Dez minutos depois, viu-me,  aproximou-se e perguntou-me: "Então M, o que foi que aconteceu?"

A minha vontade era dizer que não fora nada, que nada tinha importância, mas como respeito as pessoas, e ela é simpática e damo-nos bem como colegas,  expliquei -lhe.

E respondeu-me que tem outras contas no FB, ultimamente não ia à que eu conheço, que o problema do presente estava resolvido ( perguntei-me se alguma vez houvera problema), e nesse preciso momento pára para cumprimentar alguém.

Eu segui o meu caminho.

Passaram três dias, e entretanto a pessoa  já foi à sua conta de FB onde tem a mensagem que enviei, não respondeu com um pedido de desculpa, não me disse se ofereceram algum presente e o quê, e eu continuo a fazer figura de idiota porque sei que resolveram outra coisa e não me incluíram no grupo. 

Se tivesse comprado o voucher, como me foi pedido, e não fosse eu cautelosa, iriam dizer que tinham comprado outra coisa, ficaria eu com ele nas minhas mãos, com um gasto que não queria ter nesta altura.

Perante isto, prometera a mim mesma ignorar tudo  que se passou .

Hoje, falei com todas como se nada tivesse passado. E elas falaram comigo como se nada tivesse passado.

Mas fiquei aborrecida, porque quando alguém me pede alguma coisa e mostro disponibilidade, faço o que está ao meu alcance para colaborar.

Já vi que com algumas pessoas não vale a pena. Que não me peçam nada, não alinharei em nada.

Como em "Os Tubarões": estou fora!

 

 

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o melhor para 2017

por Maria Araújo, em 31.12.16

Sou um pouco altruísta, é verdade, mas também penso e gosto muito de mim.

Se o ano de 2016 foi o concretizar de alguns objectivos que queria ver definitivamente cumpridos, e foram ( não devo um cêntimo dos empréstimos que tinha, ao banco),    não faço planos para 2017.

Aliás, não sou pessoa de os fazer, porque a experiência diz-me que nem sempre cumpro e/ou consigo realizá-los.

Então, vou vivendo cada dia com as decisões que tomo de véspera ou uns dias antes, ou decido hoje, por vezes, o que quero fazer hoje.

Para 2017 desejo que as pessoas que gosto muito, consigam ter força suficiente para vencer o cancro.

Um beijinho especial à CC, à Lu, à Fátima, e à Alice.

Feliz Ano para todos(as).

 

 

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Estamos a 35 dias

por Maria Araújo, em 26.11.15

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do final de 2015 e já se recebe as sms das operadoras móveis a informar o seguinte:

"A 01-01-2016 entram em vigor novos preços e condições. Saiba mais em xxxxx.pt ou pelo 707 xxx xxx. Obrigado."

Aguardo o final de ano em que receba uma sms a informar que os tarifários vão descer de preço.

 

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Só não deixei mensagens...

por Maria Araújo, em 23.11.15

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mas roupa e comida devidamente embalada que coloquei em sítios bem visíveis, junto à escola secundária, perto de casa.

Há quem leve.

Só não deixei mensagens. Mas posso começar a fazê-lo.

 

 

 

 

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O kit

por Maria Araújo, em 21.04.15

 

Sábado passado, fui jantar com uma amiga. Desde outubro do ano passado que não jantávamos juntas. Tomavamos café, esporadicamente, ou falavamos por telefone.

As poucas amigas de coração que tem, sou uma das que ela gosta de conversar, de desabafar, de ouvir opiniões.

Combinámos ir a pé, estacionou o carro em frente à minha porta, foi buscar a mala que estava no banco de trás.

De repente, comentou: "Vou mostrar-te uma coisa que tenho aqui. Mas não te rias. Vais achar ridículo, mas tinha de fazer alguma coisa."

Com o braço tapava uma embalagem de algo que não consegui ver o que era.

E repetiu: "Não te rias."

E eu já me ria do que ela dizia.

Disse: "Eu não sei andar de bicicleta e tenho uma na minha garagem. Então, decidi que, sozinha, vou aprender a andar no jardim da minha casa e para não fazer má figura comprei este kit estabilizador e..."

E eu desatei a rir. Ela também.

Mas o pior é que tenho de admitir que eu também não sei andar de bicicleta.

Em criança, os meus pais não me deram bicicleta. Quando os meus irmãos mais novos a tiveram,  era eu adolescente, tentei uma vez, duas, mas desisti.

Hoje arrependo-me de não ter arriscado.

As minhas outras amigas desafiam-me a aprender com elas. Eu digo que não.

Ontem, o meu irmão mais novo enviou-me um link de uma suposta escola no Porto onde ensinam a pedalar.

Lá ninguém me conhece, pensei arriscar. Enviei uma mensagem, aguardo resposta.

Sendo o horário e o preço viáveis, quem sabe daqui a um ano entro na volta a Portugal em bicicleta...para mulheres.

 

 

 

 

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Dia de São Valentim

por Maria Araújo, em 14.02.15

 

Sem Título.png

 a minha mensagem de carinho para os amigos e amigas deste cantinho é com música.

 

"I Wanna Dance With Somebody"

 

 "Treasure"

 "A Sky Full Of Stars"

 

"Love Never Felt So Good"

"How deep is your love?"

"XO"

 

"We found love"

 

 

 

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Convites recusados

por Maria Araújo, em 16.08.14

 

Convite para um fim de semana na aldeia, recusado. Convite para passar o dia na praia, recusado.

Ficou alinhavado passar o fim de semana em Vila do Conde e à noite bebermos um copo no Forte de São João.

Hoje de manhã enviei mensagem a confirmar.

Acabei de receber chamada.

Não é possivel.

Como a próxima festa do vinil, no último sábado deste mês (já não vou há um ano) será no Forte de São João, a proposta é ir a malta de Braga (estarei por Madrid, se tudo correr bem) festejar o final da época balnear.

E como no próximo fim de semana vão cinco mulheres passar 3 dias a Baiona (quem tem filhos, os pais ficam com eles) a noite de hoje fica sem efeito.

Por casa neste sábado cheio de sol e com vontade de sair à rua, tomei uma decisão: vou tirar as fotos do pôr-do-sol, deste ano, algures no monte de Santa Maria Madalena, Falperra.

 

Pôr-do-sol no Bom Jesus, em agosto(um mês muito quente) de 2013.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mais aqui.

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Antes de sair

por Maria Araújo, em 17.06.12

 

 

 

 

 

 

para o batizado e comunhão do último dos onze sobrinhos que tenho, porque em breve vou ser tia avó, quero deixar aqui a minha missiva à Seleção Portuguesa; "joguem bem, mostrem que são uma equipa coesa, que têm orgulho em Portugal" (apesar da aberrações que se comentem por estes país fora).

Ontem, no ginásio, festejámos em grande e estivemos convosco, cantando ao som das músicas a vós dedicadas.

"Como uma força que ninguém pode parar, força nas canetas!"

Bom jogo!

Boa sorte Seleção.

 

 

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Sincronismo

por Maria Araújo, em 12.06.09

«E imediatamente se deu conta.

  

          Sincronismo!

 

Esta  era a palavra de que tinha andado à procura acordado e a dormir. (...)

Lembrava-se agora claramente de ter lido textos sobre essa ideia dos discípulos de Jung, a ideia de que as coisas confluem com sincronismo na vida para trazer a mensagem necessária, a aprendizagem precisa, os recursos indispensáveis.

 

E lembrou-se também daquela frase mítica:

 

«Só quando o aluno está preparado é que o mestre aparece»

 

(...) «Sincronismo», pensou ele enquanto copiava o mail no seu processador de texto no seguimento do anterior e ordenava ao seu PC  que os imprimisse a ambos juntamente.

(...) «Sincronismo» , repetiu ele para si próprio, talvez para se consolar.»

 

(Um romance virtual sobre o amor real)

 

 

 

 

«Sincronismo», sim, talvez para me consolar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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