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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

calor de Maio

Maria Araújo, 31.05.19

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Sabia que ontem e hoje o tempo estaria bom para a praia pois o vento é de Este. 
Pensei ir de manhã cedo, fazer três horas de praia. 

A noite de quarta-feira para quinta, dormi apenas 3h, ontem adormeci no sofá, não vi nada do  5 Para a Meia-Noite, ia acordando mas os meus olhos não queriam nada com a TV, às 23h30 fui para a cama.

Felizmente dormi tudo o que precisava, decidi não ir ao ginásio nem à praia., deixei-me ficar por casa. 

Também não fui à praia porque tenho uma consulta de clínica geral. Há dias que me dói o braço esquerdo, não sei se fiz algum esforço  extra que me apanhou a omoplata e o ombro, estando agora fixa no braço... Pensamos que tudo está bem, mas os ossos fazem-nos lembrar que o tempo dá os seus sinais, temos de estar alerta.

Se estamos a entrar no mês de Junho e a 20 dias do Verão, se agora está calor e me queixo, que será do Verão que vier que, dizem, será muito quente?

Gosto do Verão, mas não me dou com o calor.

 

 

MÃES

Maria Araújo, 06.05.18

Um Dia bonito, que tanto mereceis, sede as melhores MÃES do mundo. Pacientes, ensinando, educando, acarinhando, respeitando, amando, dizendo não quando é preciso.

E que novos valores, que são os vossos valores, os vossos filhos transmitam a este mundo belo, mas carente de amor.

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fui colher as Maias

Maria Araújo, 30.04.18

Diz a lenda que colhendo estas flores da urze na véspera do 1º de maio e pendurando-as, à noite, na porta, muma janela ou varanda, significa que durante o ano não vai faltar o pão em casa.

As histórias são diferentes de região para região, é uma  tradição que nem sempre cumpro, mas hoje, quando fui meter gasolina, e de propósito fora da cidade, encontrei-as num terreno do lado de trás da bomba.

As minhas Maias...

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Um poema de José Régio

 

Canção de Primavera

Eu, dar flor, já não dou. Mas vós, ó flores, 
Pois que Maio chegou, 
Revesti-o de clâmides de cores! 
Que eu, dar, flor, já não dou. 

Eu, cantar, já não canto. Mas vós, aves, 
Acordai desse azul, calado há tanto, 
As infinitas naves! 
Que eu, cantar, já não canto. 

Eu, Invernos e Outonos recalcados 
Regelaram meu ser neste arrepio… 
Aquece tu, ó sol, jardins e prados! 
Que eu, é de mim o frio. 

Eu, Maio, já não tenho. Mas tu, Maio, 
Vem com tua paixão, 
Prostrar a terra em cálido desmaio! 
Que eu, ter Maio, já não. 

Que eu, dar flor, já não dou; cantar, não canto; 
Ter sol, não tenho; e amar… 
Mas, se não amo, 
Como é que, Maio em flor, te chamo tanto, 
E não por mim assim te chamo?

 

 

Uma canção de Maio

 

 

vesti o biquini

Maria Araújo, 03.05.16

 

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e fui para a praia.

Barrei-me de protetor solar antes de sair de casa.

Cheguei, já se viam pessoas que gozavam este primeiro dia de primavera com temperatura de verão.

Um pouco de vento, mas aguentava-se.

Li metade das páginas do livro do desafio da MJ.

Fui almoçar, o sol era quente na esplanada do costume. Decidi ir para outra praia depois do pinhal de Ofir onde pudesse encontrar uma duna.

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E ainda bem que fui. Não esqueci de me besuntar com mais protetor, continuei a leitura do livro.

Uma hora depois, para primeiro dia foram horas suficientes a tomar a vitamina D, regressei a casa. Depois de um bom banho gostei do que vi: estou com um tom de pele bonito.

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