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cantinho da casa

cantinho da casa

eu sei que sou chata

mas cada dia que passa fico  apreensiva com os números  da pandemia a subirem mais e mais, saio à rua para as minhas compras e ir buscar o sobrinho neto ao colégio.

E não me canso de ouvir e ler este jovem médico, que tem dado muito que falar nas redes sociais e média.

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E esta jovem, médica de família, nortenha, que publica pequenos artigos/ dicas e podcasts muito interessantes, no seu instagram, como este sobre a COVID19 e o SNS.

Hoje, mais infectados, mais óbitos( certamente idosos).

Dói-me alma.

 

 

sobre a COVID19 -"os profissionais de saúde não se fazem numa fábrica"

sigo no Instagram este médico,que admiro de mais, e sempre que leio todas as suas publicações, todas pertinentes e sábias, e envio-as para os meus contactos.Já tenho quem o admire tanto quanto eu.

e hoje, sem grande tempo para mais, fiz  captura de imagens no meu telemóvel para publicar neste cantinho mais um dos seus testemunhos sobre a COVID19.

reflictamos um pouco nisto e tenhamos o bom senso de respeitar as normas da DGS, que eu acho que devia impor o uso da máscara na rua, também, e de todos os que trabalham no SNS, e contribuamos nesta luta contra o vírus. 

sem nós, ninguém consegue vencer nada.

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" isto não é sobre mim, é sobre eles"

Foi no meu Instagram que cheguei a este jovem médico.

Tem um livro publicado, " O Mundo Precisa de Saber" sobre o seu trabalho  nos vários países de África e Ásia, realizou, agora, o sonho de ver  traduzido para inglês, precisa da nossa ajuda. Citando o autor: " ...  pronto para viajar pelo planeta, e por isso  preciso de contactos, ideias, sugestões sobre como entrar em diferentes países com os meus sonhos  humanitários colocados num livro.

Se você acredita  que as histórias ao vivo  do Congo, Afeganistão, República  Centro-Africana, Síria, Sudão, do Sul, Iêmen, etc..., devem ser contadas ao mundo, por favor ajudem-me  sobre como atravessar  diferentes  fronteiras com o meu livro! Nunca vamos parar de sonhar.!

Por favor, ajudem-me! Por favor partilhem!

( Se para este  propósito gostar de receber uma cópia digital, por favor envia-me uma mensagem).

E para que o livro chegue longe, vejam estes links, leiam as suas histórias, e partilhem-nas também. O altruísmo é um sentimento que  faz falta neste mundo vulnerável e cheio de incertezas.

https://www.gustavocarona.com/  ou no Instagram,  https://www.instagram.com/gustavocarona/

 

Entretanto, deixo um vídeo, de 2018, que vale a pena ver e ouvir:

e a sua presença  no Telejornal, em Janeiro passado.

 

à oitava foi de vez

Conforme escrevi aqui, o hospital marcou uma consulta para esta segunda-feira, ao princípio da tarde. Liguei no mesmo dia de manhã a pedir que a consulta passasse para última hora de consultas, tinha uma viagem ao Porto com probabilidade de cancelar caso não chegasse a tempo.

Fui ao Porto, tudo correu bem, não apanhámos muito trânsito, cheguei a horas, fui para o Hospital. Esperei cerca de quinze minutos ( desta vez acreditei que teria a consulta, havia mais pessoas para a especialidade).

Um médico jovem e simpático ouviu o que me levou a procurá-lo, viu a ressonância magnética, explicou-me o que se passava com a minha coluna, confirmou que tenho bicos de papagaio.

Não tendo, agora, dores, não há necessidade de operar, talvez quando for velhinha, até porque, disse " a sua coluna está a envelhecer".

Resolvido e esclarecido o que queria, não esqueci que tenho de escrever uma carta à admninistração a expor o que aconteceu com as sete consultas marcadas e das quais nenhum médico compareceu, e porque ainda não recebi a resposta a esta reclamação.

 

 

 

 

a consulta de neurocirugia que não aconteceu

Tenho um feeling muito bom ( pena que não o tenha para jogar no euromilhões ou na lotaria) .! E tive-o, hoje .

Depois da terceira tentativa de marcação de consulta de neurocirurgia, hoje, a consulta estava marcada para as 16:15h, fui a horas para dar entrada, subo ao andar respectivo, os minutos passavam, até que meia hora depois ouço a colaboradora chamar o meu nome, aproximei-me, convicta que ia entrar para o consultório, quando me diz que o médico estivera nesta unidade a dar consultas mas, entretanto, fora para o hospital Braga sul, se eu queria ir lá, ele estava até ao final do dia.

Palavra que ela disse!

Educadamente, e pedindo desculpa pelo que ia dizer pois não são elas que têm de ouvir as reclamações dos utentes, expliquei o que se passou nas duas vezes que tinha consulta da mesma especialidade, que desistia desta, e se o médico estava no outro hospital, deviam ter avisado pelo menos 15 minutos antes, não era depois de trinta minutos de espera que eu é que tinha de me deslocar ( 5km)  ao outro hospital, visto que  consulta fora marcada para esta unidade, que ia pedir o livro de reclamações. 

Desci, fui à recepção, pedi que anulassem a consulta para não pagar o que não tive, e pedi o Livro de Reclamações, onde registei tudo o que aconteceu desde a marcação da primeira consulta.

Eu considerei que foi uma falta de ética o ocorrido, mas Robinson Kanes tinha razão quando comentou isto no meu post:

"Falta de ética não direi. Falta de organização talvez... Hospitais privados não são muito diferentes do público, talvez os lençóis e os pijamas :-)"

É, sem dúvida, falta de organização.

Esperarei pacientemente a resposta à minha reclamação.

Antes de este hospital abrir em Braga, deslocava-me à Clipóvoa, agora Hospital da Luz.

Nunca tive problemas, nunca houve uma falha com as consultas, vou procurar a segunda opinião no Porto.

 

 

 

foi um dia quase não

Há dias que tudo corre bem, outros menos bem e fico passada, por vezes, sem paciência.

Hoje, fui buscar o sobrinho neto ao colégio, a mãe foi ter comigo para o levarmos ao centro de saúde.

Não havendo lugar por perto para estacionar o carro, saí  com o bebé, a consulta estava marcada, e tinha um número de ordem, queria dar entrada, entretanto.

Com o bebé no meu colo, esperei atrás da linha amarela do chão, a senhora que devia atender-me estava ocupada com um utente, eis que chega o meu número, dirijo-me ao balcão, entrego o papel da consulta, diz-me ela: " é com aquela colega, mas depois de a atender tem de tirar a senha".

Não percebi o que quis dizer com isto, visto que o papel tinha um número e eu estava com um bebé no colo.

Ok, voltei para trás da linha amarela, uns minutos depois sai a pessoa que estava a ser atendida, a funcionária pede-me para me aproximar, entrego-lhe o papel da consulta e diz-me: " qual é o número do utente?"

Antes de sair do carro, a minha sobrinha passou-me os documentos de saúde, passei o bebé para o braço direito, a mão esquerda na à minha carteira, consigiu descobrir o cartão de vacinas e entreguei-o:

" Não tenho o cartão comigo, a minha sobrinha foi estacionar o carro, mas o livro das vacinas tem o número do utente".

Com cara de poucos amigos, diz-me ela: " o bebé não tem cartão de cidadão? E a senhora devia ter tirado a senha".

Insisti que não tinha o cartão, que a sobrinha tinha ido estacionar o carro, logo que ela chegasse, dava-lho e perguntei se tinha tirar a senha à mesma ao que respondeu: " claro que sim, mas eu agora estou a fazer o serviço por si e não devia".

Fiquei muito chateada, a sala estava cheia, eu estava com o bebé no colo, tratou-me como uma ignorante, sentei-me numa cadeira. 

A minha sobrinha chegou, pedi-lhe para ir à funcionária mostrar o cartão do menino, pois eu já estava a ferver.

Quando expliquei o que acontecera ficou furiosa, comentava: " é por estas coisas que prefiro o privado" ( mas o menino precisa de ter médico de família no serviço público, foi para isso que marcamos consulta).

À tarde, o bebé estava com febre ( há virose no colégio, estão muitas crianças doentes), fomos para a urgência de uma clínica pediátrica.

Compreendo que não é fácil lidar com os utentes, há de tudo,  mas também não custa nada tratarem estes com alguma simpatia, sobretudo quando se trata de crianças.

Não quero mais nada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

seria bom ficar uma noite

Fui levar a minha irmã ao hospital para ser operada às varizes, era a segunda da lista, tinha entrada marcada no hospital para as 13h.

Sou pontual, às 13h15 saía eu do hospital, ainda vim almoçar a Braga.

Embora tivesse sido operada há 6 anos, estava ansiosa. Um livro para se distrair, eis que uma hora depois de a deixar, recebo uma SMS a dizer que ainda não tinha entrado para a sala de cirurgias.

Claro que não, pois se tinha uma pessoa à frente, calculo que no mínimo duas horas seriam necessárias para  chegar a sua vez. 
A minha resposta foi " À hora que tiveres de sair, diz, nem que seja de noite".

Entretanto, as SMS entravam, quase desmaiou a meter o catéter, que tinha dores horríveis, que tiveram de metê-lo noutro sítio,  porque nunca mais chegava a sua vez. Acabei de receber nova SMS, são 17h, a dizer que ainda está na enfermaria que nem às 9h da noite sai do hospital.

Minha resposta: "O melhor será ficares a noite aí, descansas, e amanhã vou-te buscar. Mas se saíres de noite, amanhã não vais trabalhar".

Resposta: " Ok, farei o que os médicos me aconselharem".

Compreendo o seu desespero, sei o que é marcarem uma hora e estar impaciente à espera da sua vez.

Ainda bem que está atrasada porque se fosse a horas, é sua intenção ir trabalhar amanhã, teria de fazer 100km.

Ela põe a empresa em primeiro lugar e eu não aceito este sacríficio.

 

um sonho

Numa semana sonhei duas vezes que a minha garagem foi assaltada.

A porta estava aberta, levaram tudo ( só tem tralha).

Lembro-me que falei "Que bom, não havia nada de útil para levar. Limparam a garagem! Só não levaram o carro porque ele não estava lá". 

Esta noite sonhei de novo.

Lembrei-me do nosso Freud, procurei explicação para este sonho e encontrei isto:

 

"SONHAR COM ASSALTO /SER ASSALTADO – Boas notícias surgirão na sua vida. Embora pareça negativo, este sonho indica que muitos dos seus problemas serão resolvidos."

 

Problemas resolvidos?

Fui à consulta médica para mostrar todos os exames que fiz, um autêntico chek up,  porque emagreci e não devia ( nem com o Natal recuperei o peso), à excepção do colesterol alto, o teimososo,  tudo está bem.

E aquela dor de coluna/anca que me levou à urgência em Dezembro, parece que é muscular.

Para tirar teimas, vou fazer os seguintes exames:

eco ginecologica; eco renal; eco partes moles ( não articular)

É que a dor, agora mais ténue, continua lá, junto à anca.

Se forem estes os problemas, óptimo!

 

 

 

 

 

o médico

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Há 4 anos que não ia à consulta de otorrinolaringologia no hospital onde fui operada há 15 anos.

O médico esteve ausente, por doença, cerca de 2 anos, procurei um especialista aqui na cidade para as consultas de rotina.

Soube, no ano passado, que o médico recuperara, que regressara ao trabalho.

Há dias, lembrei-me de marcar consulta para ele, visto que me acompanhou ao longo destes anos todos e sempre tive confiança nele, estava na hora de voltar.

Fui hoje. Quando lhe disse que não ia à consulta há 4 anos, ele dizia 2, até que foi ver a minha ficha e confirmou que sim, 2013 foi o último ano que lá estive. 

Óbvio que não referi que o motivo da minha ausência fora o seu estado de saúde. Não me competia tocar no assunto. Disse-lhe que neste período de tempo tinha consultado um médico cá da cidade quando tivera um zumbido no ouvido esquerdo; que fizera audiograma, que estava normal, que ultimamente não tenho tido zumbidos nem dores.

Depois de examiná-los, comentou que não tenho pólipos no nariz, a garganta está bem. 

Ora, ao longo deste 16 anos de consultas, este médico sempre mostrou ser uma pessoa serena e pouco faladora. Por vezes sentia-me pouco à vontade com o silêncio que se gerava no consultório, dava-me a sensação que estava de mal com a vida.

Colegas minhas mudaram de médico, achavam-no antipático. Eu sempre afirmara que gostava dele, era feitio seu falar pouco com o paciente, que apesar de ser um homem de poucas falas, confiava nele.

Na estrada, pensava como iria encontrá-lo. Mais frágil? Mais calado?

Uma hora de espera, como sempre, para esta consulta, mal entrei, sorri. Contrariamente ao que pensara, está com bom ar, um pouco mais velho, como é natural, mas com uma postura dinâmica, simpática, comunicativa.Teria sido uma grande luta, com certeza.  

E na despedida, comentou que gostou muito de me ver.

E eu fiquei muito  contente de ver que ele está bem.

Para o ano, volto.

 

é uma lesão

Os meus sobrinhos netos regressaram ao Rio ( chegaram hoje de manhã), fico muito preocupada com as viagens que fazem  sempre que vêm e regressam. Durmo mal, penso muito neles.

Esta noite, a ajudar a falta de sono, tive a dor no joelho que era muito forte do lado interno. Mal conseguia mexer a perna, não conseguia andar, foi um suplício.

Coloquei uma almofada debaixo da perna, nada me aliviou.

Tentei aguentar, mas por volta das 4h, levantei-me e fui tomar um anti-inflamatório.

Deitei-me. Adormeci.

Às 9:27h, acordei com o telemóvel. Assustei-me, vi o nome. A minha irmã queria saber se os nossos sobrinhos netos tinham chegado ao Rio.

Respondi que a hora prevista era esta, ia ver o estado de vôo ( ela estava convicta que seriam 7 horas de viagem).

Levantei-me e fui ao hospital privado para tentar uma consulta  de ortopedia para hoje e, sim, consegui-a para as 11:30h.

Depois de contar ao médico a minha longa caminhada, o tipo de exercícios que faço no ginásio, a dor localizada no joelho, disse-me que é uma lesão muscular.

Receitou-me uma medicação para ser feita até 7 dias, se tiver dor.

Caso ela passe em 2 ou 3 dias, páro.

Se continuar, tenho a prescrição para uma ressonância magnética.

Aconselhou-me não voltar a fazer uma caminhada tão longa.

As minhas amigas podem fazer os plans para a próxima caminhada, mas sem mim.