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a Noite já passou

por Maria Araújo, em 03.09.18

 

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mas deixo as poucas fotografias do que foi a minha noite branca de sábado passado.

Tive o prazer de abraçar uma colega e amiga da minha amiga de coração, a M, e com quem passamos férias em Palma de Maiorca,  há cerca de  25 anos, desde então nunca mais nos vimos.

Foi muito bom rever esta jovem mãe de gémeos, um rapaz e uma rapariga, que têm agora 19 anos. 

Foi uma noite quente, uma noite com música, luz, dança, convívio. Deitei-me às 4h.

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fico irritada

por Maria Araújo, em 13.03.18

quando vou ao WC fora de casa o automático da luz liga com os nossos movimentos... mas por muito breves segundos.

E fazemos xixi aàs escuras, e vai-se lavar as mãos, a luz acende, e de repente, apaga-se, mãos molhadas,  movimentamos o corpo para que ela ligue.

Nao sei por que carga de água a luz se apaga com a pessoa lá dentro.

Por que não ficar ligada pelo memos um minuto?

E também desatino quando quero pendurar a carteira e o casaco e não há um cabide para tal função.

Tudo isto já me aconteceu imensas vezes, nos mais variados lugares. Mas num hospital?! Shit!

 

 

 

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para vós

por Maria Araújo, em 23.12.17

 

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os apliques

por Maria Araújo, em 22.04.17

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O candeeiro da mesa de cabeceira obriga-me a posturas incorrectas e as dores de coluna incomodam, à noite, quando leio na cama.

Nos vários sites de decoração que costumo ver, gostei dos apliques de parede à cabeceria da cama.

Procurei no site do Ikea e do Leroy Merlin e encontrei o que queria.

Em inícios de Março, passei no Ikea e comprei dois apliques ( iguais ao da imagem) para ter luz directa para o livro, e sentada ou deitada na cama, pudesse ler confortavelmente.

Não me atrevo a mexer em máquinas de parafusos eléctricas, faço muitas outras bricolages acessíveis às minha mãos, então os apliques aguardavam as mãos de um perito na coisa.

Tenhos dois irmãos que são fantásticos em todo o género de bricolage, mas o tempo é pouco para cá virem. 
Hoje, veio cá o mais velho. Quando viu os apliques, resmungou de imediato que aquilo não prestava, que eram de fraca qualidade, que temos a mania de ir ao Ikea e há coisas melhores no nosso mercado.

E tem razão.

Abre uma das embalagens, coloca na parede para eu dizer que altura queria e, de repente, ele experimenta a flexibilidade e segurança da extensão e verificamos que ela não se segura. Ou seja, quando me sentasse a ler e quisesse orientar a luz para o livro, a extensão caía.

Ele diz-me que esteticamente ficam mal, vêem-se os fios, não são uma boa opção para o fim que eu queria. 

A máquina de parafusar não chegou a trabalhar, porque desisti de os pôr.

As lâmpadas LED são sempre úteis, mas os apliques vou devolvê-los.

Nada foi usado, presumo que os aceitam, até porque o talão não tem qualquer indicação do prazo de validade para devolução.

Conclusão: nem tudo o que vemos nas lindas imagens de decoração ficam bem ou são o que parecem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Lisboa é...

por Maria Araújo, em 20.11.16

muito mais interessante nesta época do ano.

Menos turistas, anda-se melhor nos transportes e nas ruas.

Pena que há muitas obras e atrasa os transporte.

Receei não chegar a Santa Apolónia a horas de apanhar o Alfa para Braga.

Fui ver a loja COS com uma linha intemporal, linda, com peças que são o meu estilo, fiquei encantada com a colecção.

Mas são peças caras, porém, de boa qualidade. 

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Desci a avenida,  passei a estação do Rossio, mais à frente encontrei a loja Mundo Fantástico da Sardinha.

A loja está um pouco espalhafatosa, mais parecia uma loja de brinquedos, mas delirei com as paredes cobertas com latas de sardinhas.  Divididas por décadas, cada ano tem registado um acontecimento importante e um nascimento célebre que marcaram esse ano:

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 O 25 de Abril

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 Portugal vencedor do Europeu de Futebol

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Descolinização da Colónias Portuguesas.

Ano de nascimento da minha primeira sobrinha

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Gosto de passar no MUDE ( em obras) e ver o que está em exposição, segui para a Praça do Comércio.

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E lembrei-me que o sol estaria a pôr-se, fui na direcção do rio.

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 Uma banda tocava e cantava samba, a senhora idosa  dava show de dança,  os transeuntes paravam para ( a) ver a banda.

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 E foi então que a máquina fotográfica entrou em acção perante o lindíssimo pôr-do-sol ( fotografias do meu iphone, neste post)

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Segui pela rua Áurea, este lindo edifício, antigo Banco Totta e Açorescaptou-me a atenção.

Passei em A Padaria Portuguesa, era hora de lanchar, não havia pão de sementes, comi uma torrada de pão saloio e um pingo.

O pingo chegou primeiro. A torrada demorou cerca de 15 minutos e torrada demais. Se não estivesse paga, não esperava por ela (para a fama que A Padaria tem, o serviço não é nada de especial ).

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As decorações de Natal começam a aparecer, dão vida à noite nas ruas. 

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No dia seguinte fui à consulta de manhã, não foi demorada, saí mais cedo do que imaginara.

Marcara viagem de regresso para as 16h, tinha tempo para dar um salto ao MAAT. 

Na paragem do autocarro, um funcionário da carris ajudava os estrangeiros.

Lembrei-me que não é costume haver fucionários por ali, perguntei qual o transporte que deveria apanhar para Belém. Informou-me que tinha o eléctrico e que estava ali para vender bilhetes.

E foi quando contei que há dois anos e em Abril passado, fora a Belém com amigas e que os autocarros estavam cheios não conseguiramos chegar à máquina para obter os bilhetes.

Explicou-me que a venda de bilhetes na paragem começou em setembro, porque as pessoas queixavam-se disso e do receio de pagarem multa. 

Aproveitei para perguntar qual o autocarro que deveria apanhar quando saísse de Belém e em direcção a Santa Apolónia.

O "28", respondeu-me.

Agradeci todas as informações, vendeu-me o bihete para o eléctrico, que achei muito caro. Paguei 2,85  ‎€.

Fui ao MAAT, não vi o interior, apenas queria fotografar.

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O tempo ameaçava chuva, decidi comer algo leve antes de apanhar o autocarro "28".

Fui ao café restaurante à saída do espaço MAAT. 

Oito funcionários que contei. Três do lado de dentro do balcão, dois do lado de fora, os restantes na cozinha ( vieram à porta, vi-os), poucos clientes almoçavam, esperei vinte minutos pela tosta.

Quando o simpático funcionário a trouxe à mesa, pediu desculpa e justificou que a tostadeira estava avariada. 

Mas compensou. A tosta vinha companhada de umas batatas fritas que me fizeram esquecer o tempo de espera.

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Quando deixei o restaurante, chovia bastante. Dirigi-me para a paragem.

Encontrei o mesmo funcionário da carris com quem falara de manhã. Falava ao telemóvel,  perguntei ao colega se aquela era  a paragem do autocarro "28".

"Não, é aquela ali", respondeu-me.

Cerca de quinze minutos depois, vejo ao longe o autocarro 728. As pessoas entraram e, de repente, pensei: "Será que é este o  meu autocarro?" 

Dirigo-me à porta, fiz a pergunta ao condutor, que  não me deu resposta, fechou-a e arrancou. 

Olhei o placard que indicava o tempo de espera dos próximos autocarros. Não havia nenhum "28".

Consultei o mapa na paragem. Estava lá o número 728. Os meus olhos seguiram as paragens e lá estava Santa Apolónia.

Fiquei lixada. Ninguém diz o número completo. Se o autocarro é o setecentos e vinte e oito, porque dizem vinte e oito?

Passou o 728 na direcção oposta, volto ao placard que indicava sete  minutos para chegar à minha paragem.

Calculei que iria dar a volta perto dos Jerónimos, tem paragem por alguns minutos onde entram os estrangeiros. A senhora ao meu lado comentou que se viesse cheio não pararia.

"Como?!", comentei. " Tenho de apanhar o comboio, nem que me meta à frente, ele tem de parar."

Observei de novo o placard, os minutos que faltavam eram os mesmos, aquilo não avançava (não sei que raio de sistema de contagem dos minutos é aquele. Um minuto demora três a passar, bolas!). 

Passaram quinze minutos desde que ele passara no sentido oposto, chegou.

Diz a senhora: " Não vem cheio, tem sorte".

Entrei, ia dizer o destino, comentou a condutora: " não precisa dizer para onde vai, é tarifa única, paga 1,85 €"

"Bolas", comentei para os meus botões " no eléctico paguei 2,85‎€, aqui tem um percurso maior e pago 1,85 ‎€?"

E lá partiu.  Contente porque o trânsito andava, embora com muitas paragens, eis que após passarmos a Praça do Comércio,vê-se a confusão das obras.  E o autocarro não avançava. E eu a perder a paciência.

Mas chegámos.

Chovia imenso. A maioria dos passageiros saiu em Santa Apolónia.

Faltavam quinze minutos para o Alfa partir.

Aos senhores da carris, por favor, não confundam as pessoas. 

Se alguém quer saber qual o autocarro que deve apanhar, não digam, no caso, o "28". Digam o "728".

Estava sujeita a perder o comboio.

 

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para o item 1, aconselho a visitar este site que me tem orientado nas perguntas que, por vezes, faço a mim própria quando verifico aquilo que me parece haver um problema no meu frigorífico.

 

para o item dois, que tal estas?

 

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 (Paris)

 

 

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à administradora do condomínio

por Maria Araújo, em 22.07.16

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" o quê? eu?!"

quando escrevi este post, e com intenção de procurar um electricista credenciado, lembrei-me que o vizinho do 3º andar, uma pessoa atenta a tudo o que é preciso reparar no prédio, poderia ter feio o mesmo, liguei para o café.

segundo ele, tinha dado fé de que a luz não desligava, que achava que o sistema de cronometragem avariara, que não tinha nada a ver com o contador, que viria cá ver o que poderia fazer.

e veio.

mostrou-me o aparelho, ia levá-lo a um electricista, com certeza não terá reparação e o mais certo será pôr um novo, pediria um orçamento, ficaríamos sem luz até hoje.

de manhã fui fazer umas compras, quando cheguei fui ver se tinha correio na caixa.

o inquilino do 1º andar deixara um post it, a reclamar a falta de luz, cujo título é: "À administradora do condomínio".

murmurei para mim: "o quê? eu?! não sou administradora de nada, aqui nem há administradores!"

ora,  há cerca de 18 anos, a ex-inquilina do 3º andar era a responsável por receber a luz do prédio.

quando vendeu o apartamento, pediu-me que ficasse com esta responsabiidade, até porque o contador está no nome da inquilina da fracção ao lado, a primeira pessoa a vir virver para este bloco de apartamentos, em 1963.

aceitei, fui à EDP acertar pormenores de nome e facturação, aderi à conta certa e, desde então, passei a cobrar a energia no final do ano e após acerto de facturação.

nunca comprei uma lâmpada que fosse para substituir as avariadas, que sempre foi feito com a boa vontade do inquilino do 3º andar, que toma a iniciativa de tudo o que nota ser preciso reparar, fala comigo, pede opinião de como fazer com os outros inquilinos, por vezes adiámos coisas importantes porque sabemos que eles não vão aceitar (o dono do r/c,  que não conheço, não quer saber disto para nada, interessa-lhe receber o aluguer do andar, em 15 anos pagou-me uma vez a luz, está sempre de pé atrás se o prédio precisa de obras) até que, no ano passado, resolvi escrever uma carta a todos (excepto o atrás referido) a pedir que contribuissem com 20 euros, que seriam entregues ao inquilino do 3º andar, para repor gastos de lâmpadas que colocara ao longo destes 15 anos que vive cá.

ora o vizinho do 1º andar, que não fala com ninguém, é um louco que não suporta ouvir barulho, que me arranjou imensos problemas quando fiz obras cá em casa,  que não me pode ver, que dá a volta ao quarteirão quando me/nos  vê sair ou entrar no prédio, provavelmente pensa que eu me julgo a dona do prédio.

tudo o que faço dou a conhecer ao inquilino do 3º, e ele a mim, porque somos as pessoas mais activas e atentas e agimos quando é necessário.

o certo é que não sou, nem quero ser administradora de nada, a não ser da minha casa,  e feliz ficaria eu se alguém, ou ele, quisesse assumir a porra da facturação da luz. há 15 anos que entrei no prejuízo e mendigar aos outros o que me pertence, não é para mim.

 

 

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vem sol

por Maria Araújo, em 15.02.16

espalha a tua luz e calor, enche-nos de coisas boas, porque a gente merece e o mundo precisa.

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Ai, que me doeu!

por Maria Araújo, em 04.03.15

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Mas já está paga, não penso mais no assunto.

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E fez-se luz

por Maria Araújo, em 19.12.14

na minha rua.

Será que foi a minha chamada "que deu luz"?

O que importa é que já não estamos às escuras.

 

 

 

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