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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

desafio de leitura - o livro secreto

Maria Araújo, 21.01.21

 

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Já passaram cinco  anos que recebi o primeiro livro do desafio do Livro Secreto que a  MJ organizou.

Constava em escolher um livro nosso que andaria a circular, mês a mês, pela casa das pessoas que quisessem participar no desafio, até chegar ao seu dono.

Penso que na altura seríamos treze pessoa.

Acabado o primeiro, passamos para o segundo desafio, em 2017, desta vez com o dobro de participações,  prolongou-se por cerca de dois anos.

O tempo foi passando, saíram algumas pessoas, outras ficaram, como eu (enquanto tiver vontade e pude, continuarei neste desafio que tem trazido boas leituras).

Entretanto, a MJ saiu do grupo, ficou a Magda como CEO, novas participações, nova circulação, entramos na 3ª temporada, em 2019.
E o tempo passava, acabava uma temporada, começava-se outra, a pandemeia obrigou-nos a interrompar a circulação dos livros por alguns meses, retomamos no verão, acabou em Novembro passado. 
Foi-nos perguntado se continuávamos, estava a ser difícil a Magda continuar como CEO, entretanto, com a ajuda de um dos participantes, demos continuidade à viagem dos nossos livros.

Somos onze participantes, entramos no quarto desafio, começou este mês, recebi o primeiro livro desta temporada.
Caso para reflectir que os anos passam, e esta vontade de continuar é o estímulo para conhecer novas histórias, e perceber que o tempo que dedicamos ao livro só nos traz momentos de relaxe e de boas estórias para ler.

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os grandes descontos

Maria Araújo, 04.01.21

a semana passada, passei na Livraria Bertrand, um letreiro dizia que só nesse dia todos os livros tinham 20% de desconto e outros até 50%.

na verdade, a maioria dos que eu queria tinha apenas 10%. 

estava interessada na compra de " Margarida Espantada", o funcionário  perguntou-me se tinha cartão bertrand, embora já tivesse, em tempos, comprado vários livros, não me recordo de o ter, ou desfiz-me dele. 

lembrei-me de perguntar se  podia utilizar o de um familiar, e tendo resposta afirmativa, pelo número de telemóvel veria a ficha de cliente e faria o desconto.

antes de pagar, pedi autorização ao meu familiar.

no pagamento, a funcionária fez confusão, perguntava-me se queria usar os pontos do cartão. expliquei o que o colega me havia dito, eu só queria pagar com desconto em cartão, não usar os pontos que não me pertenciam.

desfeita a mesma, diz-me ela " temos aqui um livro com 50% de desconto, não quer levar?"

fiquei estupefacta a olhar para ela.

apesar de só ter 10% no livro que queria, comprar um livro que desconhecia por metade do valor, não estava nos meus planos, respondi que não.

mas ela insistia que era um bom livro, que é um romance que acontece durante a guerra, um bom autor, que valia a pena aproveitar, e tal.

insistia na venda do livro, o meu pensamento dizia-me " o livro deve ter pouca saída, estão a despachá-lo por metade do preço", e a persistência era tal que eu, que não sou das que compra  dois e traz um grátis, que nem era o caso, já não queria ouvir a mulher, trouxe o livro.

não gosto deste género de marketing, não gosto de trazer o que me impingem.

desconhecia esta forma de vender livros, tinha outros em mente, trouxe o de um autor que não conheço.

e assim se gasta dinheiro sem querer.

lendo a sinopse, o livro parece ter uma história interessante.

 

# fique em casa 11

Maria Araújo, 26.03.20

Mais um dia dentro de casa,fiz outras tarefas diferentes das habituais.

Acabei de ler o livro "O Pianista de Hotel".

Convicta que o final seria o que eu esperava, não. Fiquei a olhar a capa do livro, comentei para mim " que pena, porque teria de acabar desta forma?!masfoi uma boa estória".

Aguardo os livros que estão para chegar,entretanto,vou ler o do desafio de leitura.  Não conheço o livro,mas pela sinopse, talvez este livro nos dê alguns ensinamentos sobre como mudar os nossos comportamentos ou como será o mundo depois da pandemia.

Pensei, nestes dias de isolamento, pôr música neste cantinho.

Hoje,enquanto lia alguns blogues ouvia música dos anos 80.

Saí à rua no final da tarde,por volta das19h30, para pôr o lixo na rua e a reciclagem nos contentores.

A lua, em quarto crescente, estava tão linda( não tenho máquina fotográfica xpto,peguei no telemóvel e tirei esta foto

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Entretanto, #ficaemcasa

coisas minhas

Maria Araújo, 21.05.19

Decidi pintar o quarto maior da casa, (foi o quarto dos meus pais) é agora  o que eu chamava de escritório, embora só o usasse quando tinha aquele computador antigo, com  a impressora e o scanner, que o ocupavam uma grande secretária, esta também com pouco uso, pensei pô-lá à venda na OLX, acabei por dá-la.

Os lap top vieram facilitar o trabalho, era na mesa da sala, ou com ele em cima das pernas, sentada no sofá, que trabalhava, ficava a sala sozinha, isto é, tinha por companhia as estantes cheias de livros, questionava-me o que me passava pela cabeça  comprar colecções que não tiveram qualquer uso. Comprava para os sobrinhos e eles não os quiseram.

Nas arrumações de Verão, um a um, costumo limpar os livros, separar os que não interessam para os mandar para a reciclagem, desistia, voltavam às prateleiras. 

Tinha combinado com o meu colega  pintar, ainda este mês, essa sala.

Compradas as tintas, combinara vir uma quarta-feira, o dia mais viável para ele.

Pedi-lhe que me ligasse dois dias antes de vir, precisava de tirar os livros e a tralha que ia pondo lá, inclusive as cadeiras das crianças para os automóveis, dos meus sobrinhos netos estavam nesta sala desde Janeiro, quando regressaram ao Rio, fotografias, peças de decoração, tudo era para ser tirado.

E hoje, ao início da tarde, ele ligou-me a dizer que amanhã vem pintar a sala.

Depois de uma consulta, que foi rápida, vim para casa fazer o serviço.

Novamente me perguntei por que tenho tantos livros que não interessam a ninguém, o que vou fazer deles.

Desta vez, separei-os. Preciso procurar onde os deixar, dar. Não sei!

Até à hora de ir buscar o bebé ao colégio, estive a acarretar tudo , está a sala com um sofá e as estantes vazias.

A mãe do meu sobrinho neto foi à fisioterapia, fui passear com o bebé, às 19:00h voltei à sala, passei a mopa pelo tecto e pelas paredes, convinha limpar o pó antes de pintar.

E com tudo isto, depois de jantar, tratei de arrumar a roupa que passei a ferro de manhã.

Há muito que não me sentia rota de cansaço, adormeci no sofá.

Amanhã de manhã, ele vem cedo pintar a sala e eu tenho de ir a Ofir tratar de um assunto da casa da praia da minha sobrinha.

Se ele não fosse meu colega não deixava a casa entregue, adiava para outro dia.

E se há dias que são de algum relaxe, hoje foi demais.

não costumo trocar presentes

Maria Araújo, 15.03.19

mas hoje, fui  trocar dois, de aniversário, um pack Mimos & SPA,  e umas calças denim MD, por outros artigos que me interessavam.

Trouxe umas calças clássicas, meia estação, para os dias de primavera. Ainda tentei trazer uma peça da nova colecção, mas os vestidos são compridos, as saias midi, as calças muito largas e/ou com bolsos do lado, não me (re)vejo nesta onda.

Segui para a FNAC, troquei o pack por um livro. Desta vez, fui pela leitura que faço dos posts sobre livros desta querida blogger, escolhi o autor Japonês, que não conhecia, Haruki Murakama, trouxe " Ouve a Canção do Vento" e " Flíper, 1973". 

Já de saída do centro comercial, voltei atrás, precisava de um calendário pequeno de 2019, mas não havia o que queria, dei uma volta pela loja que me faz perder a cabeça e a carteira: Tiger.

Numa das prateleiras vi o que todos tivemos na infância, continuou pela adolescência e, agora, ainda perco a cabeça, porque me fascina brincar : as bolas de sabão.

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O meu sobrinho neto bebé fica siderado com as bolas de sabão, adora tocar-lhes, faz o beicinho para soprar,bate palminhas, é uma brincadeira que nos diverte.

Não tinha cá em casa, trouxe duas embalagens por um euro.

E gastei dois euros em compras ( comprei sementes de calêndula), na Tiger, na minha ida às trocas de presentes de aniversário, no centro comercial.

 

 

 

 

 

gastar dinheiro em livros

Maria Araújo, 18.07.18

O filho de uma minha amiga vai no final do mês, em voluntariado, para a Guiné Bissau, leva material escolar para as crianças.

Quando ela perguntou se tinha por casa livros, lápis,  cadernos, respondi que não, mas que faria muito gosto em ajudar o filho, compraria algum material para as crianças. Pediu-me que não gastasse dinheiro, que procurasse em casa ou pedisse  aos familiares com filhos.

O que disse é para ser feito, fui hoje ao Continente ver o que há de novo de materais escolares.

Comprei duas dúzias de lápis, uma embalagem com esferográficas azuis, borrachas, uma caixa de 24 lápis de cor e  outra marcadores.

Faltam os cadernos, a ver na Staples.

Perto destas prateleiras  vi várias bancadas com livros com desconto que vão dos 10% aos 40%.

Dei várias voltas às bancadas, procurava os autores Elena Ferrante e Carlos Ruiz Záfon( deste autor li "'O Jogo do Anjo"),  não os encontrei.

A oferta é muita, vale a pena gastar uns euros e aproveitar os descontos, mas o que queria não vi, até que numa das prateleiras opostas às bancadas, encontro livros da  autora que procurava com um pequeno desconto de 10%.

Os livros estão caros, este tem um desconto de 1,80€ , não era de mais, comprei.

Tenho  bastantes livros que esperam que os leia, mas vou voltar, vi livros de autores que gosto com 20 e 30% de desconto.

Gastar dinheiro em livros é um.prazer para os amantes da  leitura, passem  lá, quiçá os vossos preferidos tenham um bom desconto.

 

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