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simpatias que me fazem sorrir

por Maria Araújo, em 14.05.18

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Uma semana sem ir ao ginásio,  vim de Lisboa muito cansada, sábado fui à aula de Pilates.

Costumo levar uma mala com tudo o que preciso, uns dias mais pesada que outros, habituei-me a ela.

Depois da aula,  mala na mão, dirigia-me para as escadas que dão acesso à recepção. Ao lado delas há o estúdio de bike.

A mala tem rodas. Como é costume quando saio dos balneários, puxo-a até às escadas, páro junto destas, pego nela e subo-as.

Ora no sábado fiz este gesto habitual, estava a decorrer a aula de bike, parei, olhei para um dos colegas de Pilates para lhe adeus, como sempre o faço também, quando escuto uma voz de homem que me diz: " quer que leve a mala? está pesada?"

Olho para trás, vejo um jovem que não teria mais de 30 anos, lindo, barba de poucos dias, uma voz bonita.

Respondo que não, que não é preciso, que a mala não está pesada, que é hábito meu parar nas escadas para pegar nela.

Comenta: "mas eu levo-lhe a mala"

E fiquei sem jeito. Nunca naquele ginásio, alguém, velho ou novo, se ofereceu para levar a mala. E há dias que vai mais pesada, é verdade.

Agradeci, de novo, disse que estava habituada, que desta vez nem estava muito pesada.

Fiquei para trás, não queria que visse o sorriso que me fez vir ao rosto e porque queria apreciar melhor o jovem. 

Ter a simpatia de um homem lindo, que podia ser meu filho,  oferecer-se para levar a minha mala, não acontece com frequência, e com maduras como eu ( estava de costas  quando se ofereceu para levar a mala, certamente não estava à espera  que veria uma mulher madura com corpo de menina, ahahah!).

 

 

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tu não existes!

por Maria Araújo, em 16.03.18

ou " quem me dera ter uma irmã como tu", eram, e são,  as palavras das minhas amigas e das colegas de trabalho. E porquê? 

Porque muitas vezes sacrifico a minha vida, as minhas vontades, os meus planos, ajudando os outros ( já fui muito mais altruísta).

Contrariamente ao normal neste cantinho, este post vai ser longo, vou contar a história que foi o dia de ontem, na partida para o Porto.

A Sofia é um dos elementos da TUNAFE  que vai em digressão pela Suíça, Aústria e Alemanha, parte hoje ( com este tempo ruim) de autocarro ao final do dia (liguei-lhe há minutos estão prestes a embarcar).

Terça-feira, a mãe teve alta da cirurgia que fez às varizes ( devia ter ficado a descansar pelo menos dois dias, opinião minha) voltou ao trabalho na quarta-feira, a Sofia pediu-lhe que fosse jantar com ela ao Porto e levasse umas coisas que precisava para a viagem.

Ora tendo a mãe de conduzir cerca de 150km, desaconselhei-a a fazê-lo, disse à Sofia que eu ia ao Porto, de comboio, almoçávamos juntas, aproveitaria para ir ao Museu Soares dos Reis ver a Exposição de Almada Negreiros, caso o tempo não agravasse.

Ora na quarta-feira era impossível sair de casa, deixei para quinta-feira.

Ontem, com chuveiros de quando em vez, tinha de ir, comprometi-me, não a queria desiludir, cheguei à estação por voltas das 11h10, os dois  habituais guichets  abertos, o dos comboios urbanos estava fechado, fui para uma das filas  e...cerca de 20 minutos depois, os passageiros que compravam bilhetes nos dois guichets eram os mesmos quando lá cheguei. As  duas filas aumentavam, ninguém despachava quem viajava para o comboio que partia para o Porto às 11h34m.

À minha frente, uma senhora dizia que estava ali há 30 minutos. Os dois homens que eram atendidos olhavam para trás, perceberam que estavamos desesperadas para comprar o nosso bilhete, mas era a sua vez, o funcionário explicava a viagem que eles queriam fazer, Alto Douro, pelo que entendemos, até que saí da fila e perguntei ao funcionário se era possível chamar um colega que abrisse outro guichet e despachasse as pessoas que queriam seguir viagem para o Porto. 

Resposta pronta, foi simplesmente. "não!"

Voltei para o meu lugar, as pessoas atrás de mim reclamavam, até que me lembrei das máquinas.

Sou sincera, nunca carreguei o cartão ou comprei bilhete nas máquinas. Sempre resolvi a compra ao balcão. Não queria, de modo algum, esperar 1 hora pelo próximo comboio, combinara a hora com a Sofia, faltavam três minutos para o comboio partir, dirigi-me à máquina, mas... Onde diabo  ponho o cartão?!  Via tudo, menos a ranhura do cartão de viagem.

De repente, vejo passar uma jovem, que tinha acabado de carregar o cartão, e peço-lhe ajuda.

Ela diz que não pode ajudar-me porque tem de apanhar o comboio.

Uns segundos depois, volta atrás, diz-me onde devo pôr o cartão, e a partir daí , agradeci já não precisava de mais nada, sabia fazer o resto das operações.

Cartão carregado, vem a senhora que estava à minha frente na fila e pede-me que carregue o seu ... Quando quer meter a nota de 20 euros para fazer o pagamento, a operação estava indisponível.

Aflita porque tinha de trocar o dinheiro, não tinha moedas, precisava de ir naquele comboio, digo-lhe que eu pago a viagem, ela sai da minha beira, tenta ir ao balcão, volta, entretanto, levo a mão à minha carteira, tiro as moedas e paguei ( metade do valor por  ser pensionista reformada e com  + de 65 anos).

Validamos os cartões, entramos no comboio, aliviadas, a falar sobre o assunto fila CP, a lentidão no atendimento ao público ( já passei por várias situações destas, não tão demoradas, e por isso é que eu gosto de ir a tempo, caso aconteça algo inesperado), sentou-se ao meu lado, queria chegar a Campanhã para trocar o dinheiro e pagar-me  a dívida. Disse-lhe que saía em São Bento, perguntou-me com poderia fazer para me pagar, se lhe dava o meu NIB.

Não respondi, pensava para mim mesma que se ficasse sem o dinheiro pelo menos tinha desenrascado alguém, o que ninguém faz, comentava para mim mesma, até que me lembrei que nunca apanhara o Metro em São Bento sempre o apanhara em Campanhã. E comuniquei-lhe que de facto fizera confusão, que saía na mesma estação.

Quando chegamos, pede-me que espere um pouco. De tão rápida que foi, não teria passado um minuto, está ela à minha frente com o dinheiro da viagem que o entregou e agradeceu-me o gesto, despediu-se e foi embora.

Se as minhas amigas e/ou colegas estivessem comigo, diriam " tu não existes!".

Entretanto, ainda no comboio, dá-se algo insólito.

Vira na fila um jovem negro que ora ocupava a fila onde eu estava, ora ocupava a do lado. Todos nós queríamos seguir viagem, e com o meu desenrasque na compra do bilhete na caixa automática, nunca mais me lembrei de nada, até que  no comboio, quando o revisor se aproxima dele, que estava sentado mais à frente, percebemos que não tinha bilhete.

Pela conversa do revisor, que foi de uma educação de se tirar o chapéu, percebemos que, como nós, o jovem  teria tentado comprar o bilhete mas já em cima da hora para partir, teria questionado o funcionário que ter-lhe-ia dito que podia comprar no comboio, que explicasse o que se passara na bilheteira...Só que havia um problema: o jovem não tinha dinheiro, queria pagar com cartão multibanco.

O revisor tentava explicar que não tinha máquina multibanco, o que é que iria fazer perante isto. O jovem insistia que ao balcão lhe disseram que falasse com ele e que teria o bilhete.

O revisor ligou para a bilheteira. Os comentários que se ouviam era que o jovem não tinha dinheiro, que houve um mal entendido, que ia, então, resolver a situação.

Depois de desligar, explica ao jovem que o funcionário confirmou que podia comprar o bilhete no comboio, mas que ele não dissera que não tinha dinheiro, que pagaria com o cartão.

E eu a pensar entrar em acção. Convidar" a senhora a meu lado, a quem eu desenrasquei num momento de aflição, a pagarmos a viagem do jovem, ela não precisava de me pagar a dívida. Mas desisiti. Pensei assumir sozinha, ao memso tempo que reflecti que não seria a primeira vez que o jovem viajava nos comboios urbanos e saberia que o bilhete não se compra no comboio, inclusive pagar com o cartão multibanco.

Desfeito o equívoco, numa das pequenas folhas de pagamento de bilhetes, o revisor regista os dados do jovem, o seu nome como fiador do bilhete, pergunta-lhe quando volta a viajar no comboio, diz que tem x dias para ir à bilheteira em Campanhã e pagar o bilhete, caso não resolva a situação, ele,  e como funcionário da CP terá de fazer uma participação.

Comentei com a minha companheira do lado que estas situações nas filas de espera  só causam transtornos a todos.

Ter-se-ia evitado constrangimentos se o guichet de comboios urbanos fosse aberto apenas naquele momento e depachasse os utentes que pagam os bilhetes, sujeitos a estas situações que deixam envergonhados qualquer pessoa, como fiquei quando uma altura, numa viagem que fiz também para o Porto, não sabia que tinha de validar o bilhete, entrei no comboio e quando o revisor me perguntou porque não validei o bilhete, fiquei com cara de parva a olhar para ele.

Safei-me de uma multa porque expliquei que desconhecia essas novas regras, que raramente usava o comboio urbano, e só  depois de mostrar o talão de pagamento da viagem ( que devemos ter sempre connosco, assim como os de Metro) e ele ter confirmado que tinha adquirido o bilhete uns minutos antes, aceditou em mim e validou o blihete, porque se não tivesse retirado da máquina a prova de pagamento,  a coisa ia correr mal para mim.

 

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orgulhosa

por Maria Araújo, em 03.10.15

quando leio notícias destas.

Pena que estes cérebros estejam fora do país, como sempre.

 

maria-pereira-8140.jpg

(imagem,revista Visão)

 

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A importância de um beijo

por Maria Araújo, em 15.02.15

 

 

imagesTGV7NJP0.jpg

Um médico, já reformado - com mais de 70 anos - separou-se da esposa e encontrou uma nova cara metade: uma bela e jovem "gata" de 25 anos!
Um dia, já esta nova "relação" durava há alguns meses, encontraram um casal de médicos, ex-colegas dele, da faculdade, e resolveram ir jantar juntos para confraternisar e relembrar "velhos tempos".
O médico amigo estava tão impressionado com a jovem companheira do antigo colega que, quando as duas mulheres foram juntas ao "WC", não se conteve e perguntou-lhe como é que ele tinha conseguido a proeza de conquistar uma mulher daquelas e como é que se estava a aguentar com a diferença de idades.

Com a maior calma do mundo o "nosso homem" respondeu:
- Para manter um bom relacionamento com uma mulher muito mais nova, o importante é "onde você a beija"!
O outro, intrigadíssimo, perguntou:
 - E onde é que tu a beijas ? ? ?
Sem perder nem a calma nem a compostura, o "nosso homem" respondeu:

 - Eu beijo-a em Paris, em Nova Yorque, em Londres, em Roma, em Veneza, no Mónaco, em Istambul, em Tóquio, no Rio de Janeiro ...
...teve de interromper, porque as duas mulheres estavam a voltar para a mesa !

 

 

 

 

 

 

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Há coisas que me tiram do sério

por Maria Araújo, em 30.08.13

e que, com muita paciência, às vezes, aguento. 

Uso pouco o telefone fixo, mas não quero privar-me de o ter. Há alturas, poucas, que ponho a conversa em dia com as amigas e sou capaz de estar ao telefone 1 hora, pelo que não se justificava pagar cerca de 15 euros de linha, porque o que gasto em chamadas é pouco.

No início do mês fui pedir o pacote de chamadas PT de 9,99.

Muito bem, a partir desse dia passaria a pagar este valor com chamadas grátis para os números começados por 2...

Ora, ao receber a fatura eletrónica, qual não é o meu espanto e vejo o valor a pagar 26,52,  muito superior ao que habitualmente pago (média de 18 euros).

Imprimi a fatura e fui à PT/MEO/TMN, aqui bem perto de casa.

Fui atendida por um jovem que perguntou: "em que posso ajudá-la?"

Expliquei o que se passava.

Pegou na fatura, verificou o valor, pousou-a junto ao pc, dedos no teclado...Durante 20 minutos não articulou uma única palavra, um único som. Após este tempo disse "aguarde um momento".

Levantou-se entrou num gabinete e regressou.

O ar condicionado incomodava-me. Senti frio. Coloquei-me junto ao balcão na posição lateral de modo a que o ar não me "batesse" nas costas, parte do corpo que sou demasiado sensível à temperatura.

De vez em quando, disfarçava um bocejo e com o corpo fazia girar o banco onde se sentava.

Passado mais 15 minutos, peguei no telemóvel e comecei a escrever uma mensagem sobre o que estava acontecer. Penso que o jovem percebeu e comenta:"tem de aguardar mais um pouco porque estão a acertar a fatura".

Agradeci e continuei o que escrevia.

12:57h, diz o jovem, que mastigava uma chiclete: "o assunto está resolvido, vai ser debitado na sua conta o valor x e na próxima fatura vai aparecer o acerto que fizemos".

Perguntei: "Vão enviar uma nova fatura do valor que vai ser debitado?"

Respondeu: "Provavelmente, sim". E nada mais articulou.

Sem pôr em questão o profissionalismo do jovem, penso que nós, clientes, merecemos algo mais como (e sem a chiclete na boca): "A senhora tem de aguardar um pouco...o processo está a ser verificado... demora algum tempo a obter uma resposta".

É tudo uma questão de atitude que, a mim, como cliente, me faz sentir que estou a ser simpaticamente atendida.

 

 

 

 

 

 

 

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Some sweet

por Maria Araújo, em 28.04.13

 

 

 bra cupcakes to the sweetest  CCStyleBook

 

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Maquilhagem

por Maria Araújo, em 09.04.13

A propósito deste post , tenho uma aluna de uma turma de apoio ao estudo, com 11/12 anos, que  costuma trazer os olhos pintados com sombra e lápis.

No início do ano, discretamente, comentei que é muito jovem para se maquilhar. Ela ria-se e dizia que gostava, e que a mãe não se importava com isso. 

Deixei de comentar (fi-lo 2 ou 3 vezes).

A miúda fica nos lugares da frente.
Hoje, fiquei estática a olhá-la. Ela tem uma pele morena. Hoje, o seu rosto estava castanho...de base , a cor que as jovens entre os 18/ 30 anos usam. Se nestas acho demasiado pesado, ver numa pré adolescente, deixa-me sem palavras.

Mas se a mãe autoriza, quem sou eu para dar conselhos?

A maquilhagem está na moda, mas não se abuse dela.

 

 

 

 

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Cara(s)

por Maria Araújo, em 19.10.12

Costumo receber a "Caras" no meu e-mail.

A maioria das vezes, não a abro, não tenho tempo para ler/ver este tipo de revistas.

Acabei de entrar no correio eletrónico e vejo esta jovem, mundialmente famosa, que, verdade seja escrita, já lhe achei mais piada(mas é bonita)... Não fosse o namorado que tem, "ai, homem bonito!", acho que nem sequer o blogue dela espreitava.

Gosto do seu jeito de vestir. Peças simples e  modernas,  com algum classicismo à mistura.

Mas nem tudo fica bem. Gente famosa também falha nas roupas que escolhe.

Alguns "looks" que usou nos desfiles de moda (retiradas da revista Caras).

 

Ela

 

 

 

 

Ela & ele

 

 

 

 

 

 

(foto geral)

 

 

 

adoro

 

 

  o preto, a cor da moda de outono

 

 

não gosto de tigresas, mas nela fica bem.

 

 

 detalhes bonitos

 

elegantíssima

 

 

elegante

 

não gosto:

 saia

 

saia demasiado comprida, modelo sem graça

 

 

 

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Uma foto de verão #3

por Maria Araújo, em 03.08.12

 

Cheguei ao campo de jogos, nos arredores da cidade, onde a Sofia e uma amiga costumam passar o final da tarde.

Comentei: "hoje não há ninguém no campo".

Acrescenta a M: "está alguém numa cadeira de rodas".

Quando parei para que saíssem do carro, vi um jovem, em tronco nu, que agilmente atirava a bola de basquete, de longe, com uma rapidez impressionante e, com a mesma rapidez, movimentava a cadeira para aqui e acolá, ora apanhando a bola, ora encestando-a.

As duas miúdas aproximaram-se e envolveram-se no movimento do jovem, alternando os lançamentos.

Foi desta forma que captei as várias fotos de verão, num campo de jogos, onde os jovens passam o tempo, enquanto os pais trabalham.

 

 

 

 

 

 

 

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Inevitável

por Maria Araújo, em 17.05.12



 

 

A cada dia que passa somos confrontados com estas notícias

Não consegui escrever uma palavra que fosse deste jovem senhor.

Esta senhora, fez-me vibrar nas noites de discoteca, por este norte acima.

 

 


 

 

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