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cantinho da casa

cantinho da casa

sem factura

Este fim de semana, estive no Porto.

Fui ver Candlelight, "o melhor dos Queen" e "Coldplay vs Imagine Dragons"

Tinha comprado os bilhetes online no início de Novembro, assim como procurei um hotel por perto e reservei na mesma altura.

Quando fiz o check-in, o senhor que estava na recepção  pediu-me o cartão de cidadão e disse que tinha de pagar na hora.

Eu respondi que sim, e paguei com o cartão.

Entregou-me o talão de pagamento, e pensando eu que ia dar-me a factura, não.

Não perguntei nada.

Já aconteceu datem-me no check-out.

Peguei no talão e fui para o quarto.

É a primeira vez que não recebo factura.

Em todos os hotéis por onde tenho passado, seja de 3* , 4* ou  5*, pediram-me para aguardar um momento para me darem a factura.

Recebi da Booking o inquérito de satisfação, não me lembrei de referenciar este pormenor.

Gosto de ler os comentários  e verifiquei que algumas pessoas fazem referência a isto.

Na minha opinião, a factura devia ser obrigatória sem ter de o cliente a pedir, seja onde for.

Quem cobra é que deve pedir o número do NIF.

Se o cliente não quer factura com NIF, o problema é seu.

 

 

sobre o fim de semana no Porto

A Sofia, minha sobrinha, fazia questão que eu e a mãe fossemos ver o espectáculo de lançamento do CD " As Muitas que Sou", da TUNAFE, no sábado,dia 4.

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Queríamos evitar fazer a viagem de noite, e por isso estava fora de questão levar carro, sugeri que fossemos de comboio. 

Confesso que cada vez mais estou fã do comboio Alfa, e dos Expressos, quando quero fazer uma viagem mais longa.

Costumo usar a plataforma Booking para procurar hoteis, pelo que, 15 dias antes, directamente do telemóvel, o primeiro hotel que decidi pesquisar foi o Pestana Palácio do Freixo.

No Verão passado pensei dar um passeio pelos jardins e visitar o hotel, mas  a oportunidade não surgiu, era este evento o motivo para passar lá a noite.

Surgiu-me um quarto twin com promoção se a reserva fosse feita por telemóvel.

Liguei à minha irmã, disse que gostaria de conhecer este hotel e os jardins, e porque fica em frente ao Rio Douro.

Respondeu de imediato que sim, que precisava de descansar (isto porque lhe disse que tem piscina interior e exterior, e SPA).

Fiz a reserva para uma noite.

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E por incrível que pareça, dois dias depois, estava a receber um e-mail que  dizia que não fizera o pagamento, aconselhando a clicar no link que enviavam. Ora se o pagamento ia ser feito no local, porque havia de clicar no link?

Liguei para o hotel, expliquei o que se passava, a resposta foi que era fraude, e pediram-me que informasse  a Booking.

Entretanto, também tinha um e-mail da Booking que alertava que vários clientes se queixaram que haviam recebido e-mails fraudulentos.

E durante esse tempo e até dois dias antes de ir para o Porto, recebi quatro e-mails fraudulentos.

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Foi uma surpresa quando, no check-in, nos disseram que íamos ficar num quarto com vista para o rio Douro. 

Ficamos deslumbradas com o interior do hotel.

A minha irmã foi ver a capela ao lado da sala de check-in, e quando nos levaram ao quarto, foi-nos explicado que estes não ficavam no Palácio, mas num edifício ao lado, que fora uma fábrica de moagem.

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Antes, foi-nos mostrado onde ficava a sala para o pequeno-almoço, a piscina e o SPA.

Começamos por descer num elevador, e à medida que passávamos por salas e corredores, lindíssimos, senti que era um labrinto para mim. E foi, porque me perdi quando fui para a piscina 

Voltamos a subir,  passamos por um corredor exterior com telhado de vidro que ligava o palácio ao edifício , a antiga fábrica de moagem, onde ficam os quartos.

À saída do elevador para o nosso quarto, este móvel.

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Um quarto grande, uma cama enorme, janelas viradas para o rio e para o Palecete.

Uma mesa que fazia de mesa de cabeceira ,e de apoio, entre a cama e um sofá junto à janela virada para o rio.

Em frente, um televisor e uma mesa com uma máquina de café, uma cafeteira eléctrica para chá. Café e pacotes de chá para nos servirmos.

No roupeiro,o pormenor de um guarda-chuva, para nos servirmos, se fosse necessário, os roupões e chinelos para usarmos na piscina, e numa das gavetas, um secador de cabelo ( profissional) . Na casa de banho, tinha o modelo que todos os hoteis usam.

Antes de usufruirmos da piscina e do SPA, fomos dar um passeio pelos jardins:

Mais fotos, aqui.

A minha irmã esquecera-se do fato de banho, decidiu marcar uma massagem à cabeça e ombros, eu fui para a piscina.

Um ambiente muito tranquilo e acolhedor.

Houve um senão: a água estava muito fria.

Entrei, nem um minuto estive lá. Mas havia algumas mulheres corajosas.

Embrulhei-me no roupão, bebi um chá, fui ao banho turco e voltei para a espreguiçadeira para usufruir do descanso e do ambiente.

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Saímos do hotel para jantar e seguimos para a FEUP.

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Cerca de uma hora e meia de espectáculo, foram convidados alguns elementos de uma das tunas masculinas da faculdade, que cantaram fado de Amália e de Coimbra, muito bem cantado.

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Seguiu-se a TUNAFE, com as novas e lindas canções.

Uma tuna que sabe o que faz e canta. 

E, como da primeira vez que fui ver o espectáculo de tunas das várias universidades, quando se vê na tela " O Tempo não  Pára", percebi que era durante a canção que passaria o vídeo das fotografias de cada tunafa com a respectiva família, ou mães, ou  pais, e/ou  madrinhas.

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A Sofia pedira-me uma fotografia actual, e sem que a mãe soubesse, e porque eu queria fazer-lhe uma surpresa, lembrei-me da cerimónia de finalistas eimposição das ínsignias quando estava no final do mestrado.

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A festa acabou com as primeiras estudantes que fundaram a TUNAFE que estavam sentadas à nossa frente, muitas delas com mais de 40 anos, e mães, com certeza, foram chamadas ao palco, juntaram-se as tunas masculinas que também participaram no espectáculo, para cantar o hino da TUNAFE.

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Foi um bocado de noite muito bem passado.

Os CDs estavam à venda, comprei um.

Nessa noite não dormi nada.

No dia seguinte, de manhã, fomos surpreendidas com um pequeno-almoço completo e muito variado.

Adoro o pequeno-almoço de hotel, mas como o que me satisfaz, não caio no exagero: iogurte com cereais variados, goji, chia,uma fatia de pão com compota ( o que como habitualmente em casa):. Abuso, sim, da fruta e dos doces  miniaturas, e do sumo, que em casa raramente bebo, porque não criei este hábito. Prefiro a água.

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Na noite anterior, antes de jantarmos, a minha irmã decidiu comprar um fato de banho. Passamos no shopping junto ao estádio do Dragão,  foi, depois do pequeno-almoço, dar um mergulho na piscina antes do check-out.  Estando ela avisada que a água é fria, preparou-se mentalmente para isso e foi.

Isto porque na noite de sábado, quando chegamos ao hotel, um jovem espanhol, de Vigo, acompanhado de uma jovem italiana, de Nápoles, aproximou-se de mim, estava eu a ver uma sala com as mesas preparadas para algum evento, ele comentou que a sala estava muito bonita, que gostava muito do hotel, que  havia estado noutro de 5* , lá no Porto, mas este era muito bonito.

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Contudo, e pela primeira vez, não compreendia por que a água da piscina estava muito fria. Ele não fora capaz de entrar, mas a companheira fora mais corajosa e andara por lá a nadar. Questionava-se se haveria algum problema com  a caldeira, não entendia porque o hotel não aumentava a temperatura da água pelo menos no fim de semana, com muitos hóspedes.

Depois do pequeno-almoço, e enquanto a minha irmã foi para a piscina, voltei aos jardins e, de um pequeno morro que fica em frente ao hotel, fui ver a paisagem, lá de cima, e tirar fotografias.

Ainda tinha tempo, fui ver as salas do hotel. Na noite anterior, e à hora que chegamos, o bar estava fechado,  fui ver e fotografar  aqueles tectos, os espelhos, os recantos, o bar.

 

Ah! Havia um hóspede fixo.

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Estava à porta do hotel, na noite de sábado.

Super tranquilo, parecia que estava à espera dos hóspedes do fim de semana.

De manhã, o recepcionista disse que estava debaixo de uma mesa, no hall. "É o gato do hotel",  comentou

Tentei  vê-lo e fotografá-lo à luz do dia, mas não consegui.

Antes de regressarmos a casa, a minha irmã queria ver o Mercado do Bolhão, que estava fechado, demos um passeio pela Rua de Santa Catarina, e descemos, para a Estação de São Bento, onde a Sofia iria ter connosco e despedir-se de nós.

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Em casa, fui à net ler sobre este Palácio que, em  2014, captara a minha atenção quando, a partir da Régua, desci o Rio Douro de barco.

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o velhinho hospital

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Lancei um desafio ao grupo da família para descobrirem que edifício é este da fotografia, que tirei ontem, quando passei perto.

Passo aqui com frequência,  há uma semana reparei nas obras, procurei na internet, li que vai ser um lar de dois que já existem, que serão transferidos para este edifício,.E terá uma unidade de cuidados continuados ( há muito que se falava nesta).

A notícia data de 2021 e dizia que as obras começariam este ano.

E não falhou.

Vê-se na fotografia que todo o interior está a ser destruído.

A fotografia foi tirada junto ao Palácio do Raio, que era o edifício mais antigo do hospital, outrora uma albergaria e convento da Ordem dos Templários, que foi extinto e aproveitado para um hospital que ficaria com o nome de São Marcos.

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Subindo a Rua de São Lázaro, e na continuação do Palácio, encontra-se a Igreja de São Marcos. À esquerda a Farmárcia da Misericórdia, e à direita, o agora Hotel Vila Galé.

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quando a hesitação nos leva a voltar para trás

Combinara, para ontem, depois do almoço, tomar café com uma amiga que vive em Esposende.

Este ano só tive um dia de praia, em Junho, fui de manhã tomar um pouco de sol para Ofir, para o lugar habitual, longe das torres e da multidão, onde são poucos os banhistas que frequentam esse pedaço de praia não vigiada, mas extensa e com dunas, para o caso haver vento e não levar o corta-vento.

Já na auto-estrada, lembrei-me, de repente, que ligara o ferro para passar os calções e uma t-shirt,  e não  me recordava de o ter desligado.

Um gestomecâmico na minha cabeça, desligo-o pouco antes de acabar de passar a peça, mas desta vez, não me lembrava nada.

Hesitei se o teria desligado, não me sentia segura ir para a praia e pensar que me esquecera,que poderia provocar um incêndio, saí na portagem de Barcelos, dei a volta na rotunda da EN e voltei para trás para entrar de novo na auto-estrada.

E quando entrei em casa e fui espreitar o ferro, foi um alívio: estava desligado.

E voltei, auto-estrada afora, cheguei à praia, tentei arranjar estacionamento na estrada do pinhal  perto da casa da minha sobrinha ( quando a casa está alugada, não gosto de pedir na recepção que me deixem estacionar o carro, não gosto de ser chica-esperta, seria oportunismo da minha parte) encontrei o lugar ideal, que costuma estar ocupado, não tinha nenhum carro, ali ficou ele tão bem estacionado que cabiam mais dois atrás, e fui para a praia.

Estava vento NW, não era forte, mas por volta das 13h00, como sempre, fica mais forte, fui para a duna mais próxima. E que bem que ali se estava.

Saí da praia por volta das 14h30, queria almoçar e seguir para Esposende.

Habitualmente, há anos, costumo almoçar num bar das torres, mas tendo nesta época muita gente, o serviço é demorado.

Quando fizemos praia em junho, tentamos saber se o bar do Hotel Axis tem serviço de esplanada ( no caso jardim) também para quem não é hóspede do hotel.

Já nos conhecem de tomar café, responderam-nos que sim.

E ficamos fãs e clientes.

Então, ontem, voltei lá.

A esplanada estava cheia, mas consegui uma mesa.

O serviço demorou um pouco, mas com um ambiente tão agradável, não custou esperar.

O pessoal é muito simpático e prestativo.

Escolhi um bife com fiambre no pão de sementes, e para beber, o panachê do costume. E tomei café ( passava da hora de o tomar, não esperei para tomar em casa da minha amiga)

Paguei nove euros.

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O facto de ser um hotel, que poderia ter preços mais altos,  são semelhantes aos dos cafés e,como referi, fiquei cliente.

Fui a Esposende, deixamo-nos estar no jardim a conversar. De repente, o vento traz nuvens cinzentas, de nevoeiro, as pessoas vazaram da praia.  Mas foi momentâneo, porque o sol voltou.

Era hora de regressar a casa.

Decidi vir pela EN103. O que me arrependi! Parte da estrada interdita, tive que fazer um desvio e apanhá-la mais à frente, mas o pior  foi o trânsito intenso e lento entre Esposende e Barcelos.

Quando passei a ponte, acalmou. Conhecendo eu a EN e o tempo que demoraria a chegar a casa, meti na auto-estrada Barcelos -Braga, a que fizera de manhã quando vim a casa confirmar se o ferro estava (des)ligado. O trânsito era intenso, também, na auto-estrada, havia filas na portagem. Tenho via verde, cheguei rápido a casa.

O mês de agosto é o mês das férias, mas o regresso a casa é insuportável e o trânsito na cidade insuportável é.

Acho que até à próxima quarta-feira, que vou de férias, não volto à praia.

Se à semana há muito trânsito, ao fim de semana, nem vale a pena tentar.

 

depois de Chaves,Amarante

Ainda sobre as mini férias em Chaves, e porque decidimos passar por Amarante, saímos de Vila Real...

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pouco faltava para metermos pelo Alto Douro Vinhateiro, mas não havíamos planeado  ficar mais de dois dias fora de casa,ficará para uma próxima  saída, de preferência sem COVID.

Chegamos a Amarante,carro estacionado, surge-nos a Igreja de São Gonçalo.

Nãofaltavam turistas, portugueses e espanhois, nas esplanadas e  a fotografar o exterior da Igreja.

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passamos pelos claustros

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Gostei da abóbada, com as figuras  de São Gonçalo, São Tomás, São Domingos e São Pedro Mártir (a precisarem de restauro).

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No exterior, era imprescindível atravessar a Ponte sobre o Rio Tâmega e fotografar tudo o que nos aliciava a vista.

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e do outro lado da ponte, espreitei esta linda entrada e verifiquei que é um Hotel Michelin 5 estrelas, 2020.

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Hotel Casa da Calçada Relais & Châteaux

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Estava na hora de regressarmos a casa, não sem antes procurarmos uma pastelaria para comprarmos aquele doce muito conhecido em Amarante: o doce fálico ( semelhante às  tíbias de Braga).

 

chaves # 4

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Descemos a Rua Direita, com as suas lindas janelas e varandas que, infelizmente, grande parte delas precisam de restauro.

Fomos na direcçãso das Termas,não só queríamos ver como eram,como beber da água  terapêutica, que jamais imaginaria que a sua temperatura fosse de 76º.

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A fonte de onde brota fica no exterior,mas está um pouco abandonada, fomos ao jardim onde tem um espaço semi-fechado, uma senhora dá a cada pessoa um copo,de vidro, com água, que queimava as mãos. Fomos beberricando esta água curativa que sabia mal. Mas bebi-a. A minha amiga, não. 

Pensáramos que era posssível visitar o interior das termas, mas deixou de haver visitas.

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Fomos buscar o carro, saímos de Chaves em direcção a Vidago. 

Na ânsia de ver o Hotel Vidago Palace e dar um passeio pelos Jardins.

A decepção foi grande quando nos foi dito que devido à  pandemia não havia visitas.

Ficamos pela entrada...

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Seguimos para Vila Real, almoçaríamos por lá e passaríamos por Amarante.

Conheço o Palácio de Mateus, ainda o tenho na minha memória visual, não fomos lá, mas arrependi-me de não ter ido.

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Câmara de Vila Real

 

Depois do almoço, seguimos para Amarante.

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visita a Chaves # 2

Quando fizemos o checck-in, a jovem funcionária da recepção disse-nos isto: " Fizemos um upgrade dos quartos, vão ter um suite para vós"

Olhamo-nos e sorrimos. "Uma suite?!"

Ofereceram-nos dois convites com direito a bebida ou jogar nas máquinas do Casino no valor de 2euros ( não era muito, também não estavamos à espera,iríamos à mesma ao bar, sendo oferta, melhor).

Subimos ao quarto, digo,à suite. E do elevador este magnífico lustre decristal chamava a nossa atenção.

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O mobiliário era preto. Nas paredes, e à excepção do corredor, os quadros do quarto e da entrada não tinham nada a ver com o tipo de decoração. Adorei a  enorme casa de banho, o melhor da suite, e as duas varandas, uma que dava para a piscina e a outra para a cidade, ambas com vistas fantásticas ( vídeo do hotel aqui).

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"A cama dá para três pessoas",  disse a minha amiga. Era confortável e à nossa espera tinhamos dois bombons ( que só vi à noite quando abri a cama).

Tinhamos roupões e chinelos para usar na piscina do SPA.

Levamos as nossas toalhas para usar na piscina exterior, não foram precisas porque também tivemos direito a dois cartões com a oferta das toalhas do hotel, no balcão do SPA. 

Fomos para a piscina exterior. Ainda havia a do SPA.

Estava cheia a agenda para marcação de massagens no SPA, não tive hipótese,nem para o dia seguinte,apenas aproveitei a piscina, estava à espera de jactos, que não tinha, a não ser para os pés.

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Do lado de lá da piscina, tirei a fotografia do nossa suite (andar de cima varanda da direita).

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Decidimos não jantar no centro da cidade, ficariamos pelo restaurante do hotel, o preço,sem bebidas, era acessível.

No restaurante, reservamos um mesa no exterior, perto da piscina, o ar condicionado lá dentro era demasio  frio e nenhuma de nós aguenta.

Para entrada comi uma deliciosa sopa de espinafres, a minha  amiga comeu  bacallhau. O prato que escolhemos bife, barrosã, grelhado, acompanhada de arroz de feijão vermelho. A sobremesa era variada, quisemos as iguarias da região ( muito doce) e que a minha amiga adora.

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Depois de jantar fomos conhecer o hotel e o casino ( não entramos,não nos interessava).

Os vários bares, gostei dos bares, àquela hora sem clientes.

Depois da nossa bebida no bar do casino,regressamos ao quarto.

Desfrutamos daa varandas, a temperatura estava excelente, eu só queria captar em fotografia  aquela paisagem noturna com a lua a iluminar a cidade ( a máquina fotográfica não fez melhor que isto):

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Quando me deitei, decidi acordar cedo e aproveitar aquela paisagem para fotografar o nascer do dia e do Sol.

 

passeio por Chaves # 1

Há algum tempo que pensara visitar Chaves. Tenho lido alguns roteiros sobre esta cidade que não visitava há quase 30 anos, e dar um passeio pelos jardins do Vidago Palace Hotel, em Vidago.

Não podia ir mais de três dias, não queria deixar a gata muito tempo sozinha, tenho a família fora, ninguém para cuidar dela, então desafiei a minha amiga N,que  manifestara interesse em ir comigo para onde quer que fosse, assim como ela precisava muito de sair e distrair-se, tratei de fazer a reserva neste hotel, que uns familiares seus recomendaram.

Check-in a partir das 15:00h,estacionamos o carro para vermos onde ficavam os três restaurantes em vista, dois deles ficam um ao lado do outro,tirei a primeira fotografia.

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Seguimos para o centro,a fome apertava, mas quando quisemos ir a este, já não serviam almoços. Ouvia-se cantar ao vivo,estava cheio,fomos então ao do lado.

Cheio, também, ficamos em lista de espera, éramos os últimos, ninguém podia estar dentro do espaço, sentamo-nos numa mesa da esplanada do café em frente, o funcionário ia chamando à medida que saíam clientes.

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Entramos depois das 14:30h, fomos comendo as entradas, o serviço não demorou. 

Depois da refeição, pensamos ir fazero check-in,mas ficando fora dacidade, decidimos, apesar do calor, ver o que fosse possível, ao final da tarde seguíamos para o hotel, tinhamos uma piscina à nossa espera.

Descemos a rua em direcção ao Castelo, a entrada não era por onde pensaramos,seguimos na direcção do rio. Estavamos na margem direita,o que viamos enchia-nos os olhos e,à sombra das árvores, tratamos de fotografar o lindo espelho que é o rioTâmega.

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E atravessamos a Ponte de Trajano

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Vimos a cúpula de uma igreja, fomos espreitar. A igreja de São João de Deus, pequena, com uma abóbada que lhe dá bastante luz.

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Seguimos na direcção do Jardim do Tabolado, na margem esquerda, arborizado, tranquilo, com acessos pedonais, a serenidade do rio Tâmega, faz inveja a esta bracarense que gosta de jardins. 

Um coreto,um  parque infantil, as piscinas, a ponte de pedras,poldras, que atravessam o rio.

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Atravessamos a ponte pedonal, que o liga à outra margem, esta comercial, as cadeiras deste bar (fechado) convidavam a uma bebida fresca.

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E acabamos esta primeira visita com o regresso ao nosso hotel, para o check-in e um bom banho na piscina do hotel.