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O que acho?

por Maria Araújo, em 23.03.18

 

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que é um absurdo e um abuso.

Vendo os votos, parece que as pessoas vão para as consultas reparar  o que o médico veste, se traz meias às riscas, se tem piercing na ponta do dedo, se a médica tem o eyeliner mal definido, se a saia é rachada ao meio, se o perfume dela é patchouli.

São estas pequenas coisas que mostram o quão pequena e "inteligente"é a nossa sociedade.

 

 

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fico irritada

por Maria Araújo, em 13.03.18

quando vou ao WC fora de casa o automático da luz liga com os nossos movimentos... mas por muito breves segundos.

E fazemos xixi aàs escuras, e vai-se lavar as mãos, a luz acende, e de repente, apaga-se, mãos molhadas,  movimentamos o corpo para que ela ligue.

Nao sei por que carga de água a luz se apaga com a pessoa lá dentro.

Por que não ficar ligada pelo memos um minuto?

E também desatino quando quero pendurar a carteira e o casaco e não há um cabide para tal função.

Tudo isto já me aconteceu imensas vezes, nos mais variados lugares. Mas num hospital?! Shit!

 

 

 

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a cidade

por Maria Araújo, em 24.02.18

Na 5ª feira, depois do almoço, com tempo para dar um salto à Foz do Arelho, deixei a visita à cidade de Caldas de Rainha para 6ª feira, perguntei na bilheteira a hora do transporte: "às 17h30", foi a resposta. Estava fora de questão,  três horas era o tempo que desejava ficar lá.

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Alterei os planos, fui conhecer o centro da cidade: o Parque D.Carlos I. Mal passei o portão percebi que estava num extenso parque onde, àquela hora, pessoas de todas as idades passeavam e/ou sentadas nas esplanadas dos cafés existentes deliciavam-se com o sol quentinho da tarde fria de inverno. 

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Do belo mas degradado edifício que chama a nossa atenção lamentei o seu estado, imaginei alguém com muito dinheiro capaz de fazer daquela espectacular construção um hotel termal.

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O lago é o centro das atenções das crianças e adultos, o Museu José Malhoa ao fundo, o Parque das Merendas, o campo de ténis, as várias estátuas, as despidas árvores que ladeiam os caminhos, estarão, na estação que se aproxima, repleta de folhagens verdes darão um cenário lindíssimo ao longo do parque e um lugar ainda mais apetecível a todos.

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Na loja Bordalo Pinheiro foi-me dito que o edifício foi comprado, será um hotel num futuro breve. Fui procurar a sua história e encontrei-a aqui.

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Um parque que fez as minha delícias, saí pelo lado oposto, que entrara, vejo à minha frente a loja de fábrica Bordallo Pinheiro.  Subi ao 1º andar, o outlet, para ver as oportunidades, comprei três peças a um preço bastante simpático.

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Seguindo pela rua paralela ao parque, cheguei ao Hospital Termal Rainha Dona Leonor, fui ter à da Praça da Fruta. Fotos aqui e ali...

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... estava nra hora de regressar a Óbidos para um pequeno passeio pela Muralha e saborear a deliciosa ginginha em copo de chocolate.

 

 

 

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o médico

por Maria Araújo, em 12.12.17

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Há 4 anos que não ia à consulta de otorrinolaringologia no hospital onde fui operada há 15 anos.

O médico esteve ausente, por doença, cerca de 2 anos, procurei um especialista aqui na cidade para as consultas de rotina.

Soube, no ano passado, que o médico recuperara, que regressara ao trabalho.

Há dias, lembrei-me de marcar consulta para ele, visto que me acompanhou ao longo destes anos todos e sempre tive confiança nele, estava na hora de voltar.

Fui hoje. Quando lhe disse que não ia à consulta há 4 anos, ele dizia 2, até que foi ver a minha ficha e confirmou que sim, 2013 foi o último ano que lá estive. 

Óbvio que não referi que o motivo da minha ausência fora o seu estado de saúde. Não me competia tocar no assunto. Disse-lhe que neste período de tempo tinha consultado um médico cá da cidade quando tivera um zumbido no ouvido esquerdo; que fizera audiograma, que estava normal, que ultimamente não tenho tido zumbidos nem dores.

Depois de examiná-los, comentou que não tenho pólipos no nariz, a garganta está bem. 

Ora, ao longo deste 16 anos de consultas, este médico sempre mostrou ser uma pessoa serena e pouco faladora. Por vezes sentia-me pouco à vontade com o silêncio que se gerava no consultório, dava-me a sensação que estava de mal com a vida.

Colegas minhas mudaram de médico, achavam-no antipático. Eu sempre afirmara que gostava dele, era feitio seu falar pouco com o paciente, que apesar de ser um homem de poucas falas, confiava nele.

Na estrada, pensava como iria encontrá-lo. Mais frágil? Mais calado?

Uma hora de espera, como sempre, para esta consulta, mal entrei, sorri. Contrariamente ao que pensara, está com bom ar, um pouco mais velho, como é natural, mas com uma postura dinâmica, simpática, comunicativa.Teria sido uma grande luta, com certeza.  

E na despedida, comentou que gostou muito de me ver.

E eu fiquei muito  contente de ver que ele está bem.

Para o ano, volto.

 

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os exames médicos

por Maria Araújo, em 15.11.17

 

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Ontem, ao fim da manhã, fiz exames médicos: mamografia e ecografias à mama e  tiróide.

Sábado, fizera as análises ao sangue que são fundamentais para os exames que vou fazer na próxima sexta-feira. Foi-me dito que estariam prontas na próxima 5ª feira.

Na segunda-feira, recebi uma SMS do Hospital a comunicar que estas estavam prontas, podia aceder ao portal x e ver os resultados.

Achei estranho, pensei que houvesse engano, não dei importância.

Ontem, final da tarde, à espera da chamada da oficina, que não recebi, para ir buscar o carro, entrou nova SMS  do Hospital Privado que dizia que os exames estavam prontos. Para ter acesso a estes, devia aceder ao portal  x, digitar o número da guia y e introduzir a password  z.

Foi então que me lembrei da SMS de ontem, que não apagara. Segui as instruções.

Pela primeira vez tenho acesso a análises e exames via internet.

Tudo direitinho e explicado, já sei  os resultados, que comparei com os anteriores. Nada de ficar preocupada.

No próxima sexta-feira farei os outros exames... de rotina.

 

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no Hospital

por Maria Araújo, em 21.10.17

da Luz, para a minha consulta anual de oftalmologia, logo à entrada somos avisados que vai haver um um simulacro de incêndio, devemos reagir com naturalidade. Depois de passar pelo balcão, subo ao respectivo andar e, pela primeira vez, a sala de espera está abarrotar de utentes. Não há lugar para sentar. Prevejo que a consulta, marcada para as 11h, a correr bem, seja lá para as 12:30 h.

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fui ao Porto

por Maria Araújo, em 19.10.17

Tive uma consulta de higiena dentária com uma médica da minha cidade.

Gosto muito do trabalho pormenorizado que faz (pago uma nota grande menos 20).

A consulta estava marcada há cerca de 4 meses para as 11h.  Para chegar a horas, tenho de sair no comboio das 7h34, para em seguida apanhar o metro até à Casa da Música.

O problema é cá na cidade. 

Sair de casa às 8h10 para deixar o carro estacionado numa praceta onde não se paga estacionamento, pensava eu que o tempo chegava, e não me enganei, para depois descer a praceta, atravessar a rua para a estação de comboios, que são cerca de três minutos, e para chegar ao comboio um pouco antes da partida, uma vez que eu prefiro chegar e esperar sentada  que parta, a perder o comboio.

Esquecera-me que à hora que saí  de casa o movimento de carros junto à escola aqui da rua e na avenida da liberdade é intenso.

Estava habituada a sair para o trabalho às dez para as oito, não apanhava grande trânsito, chegava sempre a horas  de ir com as colegas tomar café.

Apanhei fila nas duas ruas, cheguei à praceta e não tinha um lugar onde estacionar o carro. Deixá-lo no parque da estação àquela hora também era complicado porque não só apanhava trânsito, mas também tinha de procurar lugar no andar -2 e correr para o comboio.

Havia um espaço pequeno na entrada da rua que dá para as traseiras do prédio onde vive a minha irmã.  Vi o carro dela estacionado mas estacionei o meu nesse bocado de espaço. Saí do carro mas a traseira ficava fora do passeio  e que impedia os transeuntes de o atravessar, obrigando-os a dar a volta ao meu carro.

Uma senhora, que passava naquele momento, disse-me que não havia problema em deixar o carro estacionado desta forma, que a polícia não multava. Como eu achei que não estava bem, liguei à  minha irmã para saber se ia sair para o trabalho naquele momento. Ela tirava o caro eu estacionava no lugar dela.

Não. Ainda demorava algum tempo.

Eu já estava a desesperar, até que ela diz para eu deixar a chave e tratava de o estacionar no lugar do seu.

- E a chave?-, perguntei.

A empregada estaria hoje lá em casa, quando chegasse do Porto ia buscá-la.

Assim fiz. Abriu-me a porta, deixei a chave na caixa do correio.

Já no comboio, vejo uma moça sair deste com um cartão na mão. 

Tranquila que estava por ter chegado a horas, eis que de repente o comboio deixa a estação e me lembro que não validara a viagem.

"Ai, o cartão!", saiu-me da boca.

E diz o senhor que se sentava ao meu lado: "Agora não lhe adianta nada, fale com o revisor".

Tinha acontecido a mesma situação há um ano e a senhora que estava ao meu lado dissera-me que  não devia esperar que o revisor chegasse para ver o cartão, que eu devia ir à carruagem da frente, que apresentasse o cartão e o talão de pagamento que ele não multava.

Lembrei-me desta cena, levantei-me, fui à carruagem da frente. Lá estava ele.

Expliquei que carregara o cartão no dia enterior, que tinha o talão, que pedia desculpa mas atrasara-me a estacionar o carro e para não perder o comboio esquecera-me de o validar.

O revisor pegou nele, passou no leitor de mão e assim fiz a viagem sossegada da vida.

Bolas! Já aconteceu isto pelo menos quatro vezes.

Depois de tomar o 2º pequeno-almoço, fui para o metro, apresentei o cartão à funcionária para carregar. 

Mal lhe dou o cartão diz que não é aquele.

- Como assim?!-,  perguntei - Sempre que preciso de apanhar e o dou para carregar, vocês dizem que são válidos por um ano, e quando chego cá, ora mudaram, ora estão fora de validade. 

- Ah! Mas é que os cartões são outros. Mudaram.

Que remédio tive eu comprar novo cartão. 

Expliquei quais eram os meus destinos, por isso, seriam três viagens. Ela diz que não, que são quatro, eu digo que são três, até que:

- Vá carregue quatro. Quanto é?

- 5,20 euros.

"Bolas!", pensei.

Combinara almoçar com a Sofia, depois da consulta, meti-me no metro, tinha de mudar na Trindade e apanhar o que vai para o Hospital São João.

A Sofia tinha apenas 30 minutos para almoçar e voltava à Faculdade. Fomos ao centro comercial junto ao Hospital. A restauração estava completamente cheia de estudantes universitários,de  pessoas que viriam das consultas daquele e do IPO. 

Fomos a um dos balcões de saladas e sandes. Vi que tinha wraps ( gosto dos wraps do McDonald's), a funcionária perguntou-me se era de frango, vira nas ementas que levava legumes, não perguntei nada dos ingredientes que incluía, respondi que sim. A Sofia quis uma sande ( estava muito bem composta).

E detestei o que comi. A massa fria, uma pasta enjoativa, maionese que não suporto, a não ser que seja feita cá em casa.  

A Sofia dizia-me para pedir que aquecesse o wrap, mas já tinha comido metade, não fui. Foi mesmo uma decepção.

Preferia ter almoçado uma tosta quentinha.

Fui ver algumas lojas que não há cá na cidade. Comprei umas coisas para a Sofia e uma malha de uma marca que nem me lembrava dela de tão cara que é, que na minha juventude ia para a porta da loja de Braga para apanhar alguma nos saldos, malhas essas boas e que duram uma vida: Sidney.

Queria azul, mas não havia o meu tamanho e trouxe a verde.

Estava na hora de ir para o comboio. Na estação, não me esqueci de validar o cartão. Entrei no comboio, sentei-me.

Uns minutos depois, senta-se ao meu lado uma senhora, que me pergunta:

- Este comboio é para Braga?

- Sim, acho que sim. No placard indicava a linha 5.

- Mas eu acho que não é este. É o da frente.

- E há outro comboio à frente?

Ela não me respondeu e saiu.

Levantei-me e e fiz a pergunta ao casal de namorados que estava do outro lado.

- Sim-, diz ele.

Fez-se luz nesta mente. Já não é a primeira vez que entro no primeiro comboio, por vezes quase vazio. À frente  há um comboio que parte primeiro e cujo destino, àquela hora é Braga.

Saí do comboio colado ao"meu".

" Bolas, Maria! Sabes bem que o comboio desta hora que está ao fundo na plataforma é o que tem o teu destino".

E entrei, já com ele quase cheio.

Partiu um minuto após me sentar.

Ah! Afinal gastei duas viagens de metro. Saí na Trindade, desci a avenida dos Aliados e fui tomar café à pastelaria Ateneia/Arcádia.

As duas restante, espero eu que sejam válidas, ficarão neste novo cartão até Abril de 2018, altura da próxima consulta lá nas bandas da Boavista.

 

 

 

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hoje, deu-se a queda

por Maria Araújo, em 02.06.17

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Saía de uma consulta, descia o largo passeio, e sabendo que depois de atravessar a pequena passadeira junto uma saída de fornecedores do hospital, existe uma beira de passeio que acaba precisamente no meio do mesmo e capaz de provocar a queda de qualquer pessoa distraída.

Sempre que passo lá, comento: " um dia alguém vai cair aqui e magoar-se". Evitava-o, desviando-me, e seguia o meu caminho.

Hoje, deu-se a queda.

Saía da passagem de fornecedores um carro branco. Antes de eu atravessar a passadeira, a senhora que ia no carro passou primeiro, mas parou a meio.

Estava eu pronta para atravessar e, páro, também!

A senhora, que ia virar à esquerda, decide fazer marcha atrás, não me deixou passar e  vira à direita.

A comentar para o meu decote a asneira que ela fez, e porque não pode virar à direita (sujeita a vir um carro e baterem de frente), quando subi o passeio do outro lado, esqueci-me da tal beira que acaba no meio do passeio e katrapumba, estatelei os meus joelhos no chão.

Levantei-me de imediato. Ninguém por perto. Cheia de dores, mal conseguia dar um passo.

Passei as mãos por cima das calças a massajar os joelhos.

Vivo a 100 metros do hospital, nunca me custou tanto chegar a casa.

O joelho direito está inchado, custa-me a dobrá-lo.

Entretanto, a dor foi passando.

Só há pouco lembrei-me que devia pôr um pouco de gelo.

Está a melhorar.

Há duas ruas que vão dar ao hopsital. Vou passar a vir para casa por onde vou: pelo lado oposto.

 

 

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os telefonemas

por Maria Araújo, em 02.07.15

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Os meus vizinhos pensam que eu sou uma desmazaleda, não quero saber do carro que, coitado, está com o pneu furado, parece um carro abandonado, cheio de pó...

Acordei muito cedo a pensar no carro, não voltei a adormecer e às 9:05h estava a ligar para a oficina.

"(...) a minha chamada nem é para si, mas para o senhor S. Quero mostrar o quanto estou zangada convosco. Quando digo que não preciso do carro é relativo, porque preciso sempre para alguma coisa mais urgente ou para me deslocar para fora da cidade. Há uma semana que o carro está parado, eu entendo que possam ter muito serviço, mas não tiveram a consideração e a delicadeza de pegar no telefone e informarem-me que ainda não fora possível mudar o pneu"

"Ah, mas a senhora disse que um familiar seu ia mudá-lo..."

"Sim, mas na segunda-feira logo de manhã, também liguei a dizer que não fora possível ele vir cá e perguntei se me resolviam o assunto, a menina disse que sim, passei aí, deixei a chave e os documentos, uma vez que eu ia para fora. Se acham que não podem, digam e eu vou à recauchutagem aqui perto de casa e tento resolver o assunto. Sou vossa cliente há pelo menos 12 anos, mereço alguma consideração. Eu não tenho nada a apontar ao vosso trabalho, sempre foram eficientes, mas acho que desta vez está a ser demais."

"Ah, mas sabe que começam as férias, que há muito trabalho..."

"Eu sei disso e tenho sido compreenvia, entendo muito bem, mas mais uma vez digo que deviam ter tido alguma consideração e ligavam-me."

"O senhor S vai já buscar o carro, desculpe. Está a cair uma chamada, vou ter de atender."

Entretanto, vou tomar o meu banho matinal e vejo o minha barriga, braços e pernas cheia inchaços.

"Porra, será que isto é mesmo mosquito, melga, ou será outra coisa mais complicada!?"

E fui ao Hospital Privado Braga Centro para ver se conseguia uma consulta de dermatologia (ontem tive a sorte de ter uma de oftalmologia) mas não, só no dia 23 e como ainda não abriu a urgência, voltei para casa.

Liguei para a mesma rede, mas nos arredores, por sorte havia uma vaga para as 10.45h mas o médico só dava 15 minutos de tolerância.

Eram 10:15h, sem saber se tinha autocarro, pedi para marcar e, entretanto, saio apressada de casa, pergunto na paragem a hora do autocarro...só às 11horas e faltavam 20 minutos. Decidida a ir de táxi, fui à paragem na rua ao lado onde os vejo estacionados e hoje nem um havia.

Voltei para a paragem e às 11h  lá chegou o dito autocarro.

Entretanto, liguei para o hospital a informar que já estava no autocarro, se ainda era possível ter a consulta. A funcionária disse que ia avisar o médico, mas eu estava muito atrasada. 

Preparada para receber o não e ir à urgência, cheguei com 25 minutos de atraso...mas consegui. Esperei cinco minutos e entrei para a sala de consultas.

Felizmente os inchaços são mesmo picada de melga ou qualquer outro maldito insecto que me anda há um mês a deixar-me doida de coçar e com tantas marcas que tenho no corpo. Desta vez eram feias, fiquei mesmo preocupada.

Lá vou eu ficar pedrada com o anti histamínico, mais um gel que não o fenistil, chego a casa, vou à janela da cozinha espreitar e o carro ainda lá.

Fiz o almoço, a Sofia chegou,  estavamos sossegadas a almoçar. Depois do almoço,  fui à cozinha, voltei à janela e "o carro não está!".

Eram 13:50h. A minha sala de jantar tem três janelas que dão para as traseiras e logradouro, e não ouvi nada, nem sequer o motor do carro.

Onde andaria o meu pensamento?

Quem veio tinha a chave, não ligou a dizer que já estava em baixo e ia levar o carro.

O mais importante, finalmente, é que foi resolvido mas desconfio que se não tivesse ligado logo de manhã ainda não era hoje que vinham buscá-lo.

Uma revisão a pneus, instalação elétrica (o rádio não funciona) e mais umas pequenas coisas, espero ter o carro amanhã. Sábado preciso muito dele.

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Já é Natal

por Maria Araújo, em 24.12.14

e o dia foi mal começado prque fui à consulta que estava marcada para as 8:30, estava eu sozinha na sala de espera, às 8:45h chega um casal, levanto-me fui à funcionária perguntar por que ainda não tinham chamado.

Resposta dela " o doutor ainda não chegou".

Comentário meu: "Estão a gozar connosco? Num dia como o de hoje, marcam consulta cedo e o médico não está?"

Fui a primeira e entrei às 9:10h.

Enfim, dizem que nos hospitais privados não se espera, mas não é bem assim.

Se a hora de entrada do médico é às 9:00 h (não sei se seria à 8:30h) então por que obrigam os utentes a irem mais cedo?

Não há respeito.

Mas hoje é Natal.

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 (um cantinho do armário da cozinha)

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 (centro no armário da sala)

 

 

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(no hall)

 

 

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