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nem queria acreditar...

por Maria Araújo, em 23.08.19

mais uma tentativa de consulta de neurocirurgia, marquei na passada segunda-feira para hoje, às 18:00.

Comentei comigo que, desta vez, iria correr bem, eis que  às  09:25h recebo uma chamada, vejo o indicativo 22, reconheci o número, comentei " mais uma que não vai acontecer". Atendi, deixei a pessoa falar até que entro a descarregar, com educação, porque eu compreendo que estas pessoas estão a passar a informação, e expliquei que esta era a quarta consulta que era cancelada.

Pediu desculpa em nome do hospital,  disse-me que ia dar conhecimento das minhas reclamações, que vou ter resposta a esta, que sempre que precisasse que alguma coisa que a procurasse, que me elucidaria de tudo o que fosse necessário... Sugeriu-me outra data, mas eu não quis marcar nova consulta.

Nem quero pensar mais no assunto.

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a consulta de neurocirugia que não aconteceu

por Maria Araújo, em 12.08.19

Tenho um feeling muito bom ( pena que não o tenha para jogar no euromilhões ou na lotaria) .! E tive-o, hoje .

Depois da terceira tentativa de marcação de consulta de neurocirurgia, hoje, a consulta estava marcada para as 16:15h, fui a horas para dar entrada, subo ao andar respectivo, os minutos passavam, até que meia hora depois ouço a colaboradora chamar o meu nome, aproximei-me, convicta que ia entrar para o consultório, quando me diz que o médico estivera nesta unidade a dar consultas mas, entretanto, fora para o hospital Braga sul, se eu queria ir lá, ele estava até ao final do dia.

Palavra que ela disse!

Educadamente, e pedindo desculpa pelo que ia dizer pois não são elas que têm de ouvir as reclamações dos utentes, expliquei o que se passou nas duas vezes que tinha consulta da mesma especialidade, que desistia desta, e se o médico estava no outro hospital, deviam ter avisado pelo menos 15 minutos antes, não era depois de trinta minutos de espera que eu é que tinha de me deslocar ( 5km)  ao outro hospital, visto que  consulta fora marcada para esta unidade, que ia pedir o livro de reclamações. 

Desci, fui à recepção, pedi que anulassem a consulta para não pagar o que não tive, e pedi o Livro de Reclamações, onde registei tudo o que aconteceu desde a marcação da primeira consulta.

Eu considerei que foi uma falta de ética o ocorrido, mas Robinson Kanes tinha razão quando comentou isto no meu post:

"Falta de ética não direi. Falta de organização talvez... Hospitais privados não são muito diferentes do público, talvez os lençóis e os pijamas :-)"

É, sem dúvida, falta de organização.

Esperarei pacientemente a resposta à minha reclamação.

Antes de este hospital abrir em Braga, deslocava-me à Clipóvoa, agora Hospital da Luz.

Nunca tive problemas, nunca houve uma falha com as consultas, vou procurar a segunda opinião neste hospital.

 

 

 

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consultas canceladas

por Maria Araújo, em 07.08.19

Acabada a fisioterapia, e sentindo que o meu braço não está a 100%, decidi ouvir outra opinião, marquei uma consulta de neurocirugia no hospital privado, zona sul ( há dois).

Ontem de manhã,  tinha a consulta, fui mais cedo para fazer o check-in, ainda tinha tempo para tomar um café, dirigi-me ao bar.

Estava na pequena fila, quando o telemóvel tocou.

Atendi, uma voz feminina perguntava se eu era a Maria, confirmei que sim, e eis que me diz que estava a falar do hospital privado, das consultas de neurocirugia... Interrompi-a dizendo que estava lá dento, já fizera o check-in, e diz-me ela:

- Pois é! A senhora já está cá, mas eu queria informá-la de que a doutora não vem às consultas. Tente marcar para sexta-feira, que ela vem, ou então para outro médico.

Fiquei chateada, pois claro, porque a informação foi dada em cima da hora, e como percalços todos temos ( não sei se houve algum da parte da médica), não havia nada a fazer, dirigi-me ao balcão para marcar nova consulta.

Expliquei à funcionária o que acontecera, aceitei a consulta para hoje, ao fim da manhã, mas no hospital centro.

De tarde, estava com a minha sobrinha e o bebé, o telemóvel tocou, o indicativo era do Porto, atendi.

Uma voz feminia perguntou-me se era a Maria, confirmei que sim, e eis que me diz que estava a falar do hospital privado, que tinha uma consulta de neurocirurgia marcada para quarta-feira, às 12h, mas tinha a informação do doutor de que não ia dar consulta, se podia marcar para outro dia, embora as marcações sejam para o final do mês.

E foi então que " descarreguei" na senhora.

Expliquei o que acontecera, que sou de Braga, que não tinha qualquer problema em me deslocar a qualquer um dos hospitais, mas era uma falta de ética, sobretudo para quem vem de longe, avisarem os utentes em cima da hora da consulta.

A senhora respondeu-me que desconhecia o ocorrido, e de repente, pede desculpa porque tinha acabado de ver no computador que de facto a consulta da manhã havia sido cancelada, mas ela não tinha culpa de nada, apenas transmitia a informação do médico.

E marcamos nova consulta, para a próxima semana, no hospital do centro, mas para outro médico.

Seria o fim da picada na segunda-feira receber nova chamada a informar-me que o médico não dá consultas. E vai ser então que vou fazer uma reclamação por escrito, embora caia em saco roto porque em tempos fiz uma e até hoje não obtive resposta.

medico-house.jpg

 

 

 

 

 

 

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uma foto # 27

por Maria Araújo, em 07.07.19

1562490341503.jpg

Enquanto esperava a consulta para a minha gata ( ficou internada, está a soro, e vai fazer exames)  este Cantinho dos Gatos chamou-me a atenção.

Fui espreitar.

Servimo-nos de café, ou rebuçados, o valor que quisermos deixar é para apoiar uma associação de animais de Braga.

Àquela hora ainda não tinha tomado café,  estava a fazer-me falta o da tarde, só tinha 20€  na carteira, não tomei.

Quando for buscar a Kat, servir-me-ei de um miminho e deixarei a minha contribuição.

 

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mais uma do hospital privado

por Maria Araújo, em 07.06.19

18h20, ao balcão do hospital privado, uma jovem reclamava a marcação de uma ecografia para o seu filho, bebé, que, segundo percebi, a funcionária tinha marcado para ser executada neste hospital, a criança estaria em jejum por 4h, desde a hora do almoço.

As técnicas ter-lhe-iam dito que a criança não podia fazer aquele exame ali, pois teria de ser na sede, uma vez que lá há uma médica de imagiologia pediátrica, e que amanhã ela estaria na sede, que falasse com as meninas do balcão e remarcasse o exame para amanhã.

A jovem estava zangada, deviam ter visto isso, está a criança sem o lanche desde as duas horas, e porque é um bebé, deviam ter mais respeito, pedia que resolvessem  o assunto na hora, que queria o exame para amanhã sem falta, o erro foi deles,  tinham obrigação de fazer o possível para que a criança fizesse o exame.

A funcionária não sabia o que dizer, foi falar com a responsável do balcão. O exame só era possível na próxima terça-feira.

A jovem, educadamente, barafustava, que não queria mais nada com este hospital, que lhe devolvessem o dinheiro que havia pago pelo exame, que não dava o NIB pois se o  pagara  antes de o fazer, eles tinham de lhe devover o dinheiro, também na hora, não ia esperar pela transferência.

E com a sua insistência, deram-lhe o valor em dinheiro.

Então o que aconteceu?

Quando foi marcar o exame, a funcionária seleccionou-o no  para um determinado médico, mas considerou como um exame para um adulto, não verificou que se tratava de um bebé.

E assim fez a  mãe perder tempo, e a criança, que até estava bem disposta, estava sem comer o seu lanche desde as duas horas.

Eu ri-me. Não da jovem nem da criança, mas porque aconteceu exactamente o mesmo comigo no exame que vou fazer amanhã. Este não é feito neste hospital, mas na sede.

E andamos nós, os utentes, a perder tempo.

O mais caricato é que esta semana fui lá quatro vezes e ouvi várias reclamações dos utentes, ao mesmo tempo que verifiquei que os funcionários, todos jovens, não sabem o que fazer nem dar respostas. Nota-se alguma falta de preparação, e nisto o hospital só perde.

 

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no hospital público

por Maria Araújo, em 06.06.19

Uma pessoa recebe uma carta do hospital público para uma consulta, que não esperava, da especialidade de pediatria e marcada para uma hora  em que a obriga a sair do seu emprego, e depois de mais de uma hora de espera, entra com o filho no gabinete e a primeira coisa que a médica faz é perguntar porque está naquela consulta, a resposta foi, e muito bem:

" Não sei, senhora doutora. A senhora é a médica, não sou eu".

Houve mais...

A pessoa questiona a si própria o que é que foi lá fazer, concluiu que não trouxe nada de útil e perdeu uma tarde de trabalho. 

 

 

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o meu pé lesionado

por Maria Araújo, em 10.04.19

anti-gravity-yoga__medium_4x3.jpg

metade da aula de antigravity feita, eu, que sou cautelosa nos exercícios de "piruetas" ( como mostra a imagem) para que desfazendo-o o impacte no chão seja o mais leve possível, hoje, fi-lo de uma forma mais apressada, o pé esquerdo bateu com força no chão.

O pé doía, não consegui fazer os exercícios seguintes, saí da aula, fui pôr gelo.

Quando deixei o ginásio, a dor dominuíra, regressei a casa e o que fiz? Calcei uma liga que apertava demais o pé.

Tirei-a, fiz uma massagem no tornozelo, voltei a pôr gelo, o pé continuava inchado, as dores aumentaram, não conseguia andar.

Depois do almoço, fui ao hospital privado, evitei a urgência, pedi um ortopedista.

Foi feito o RX. Não há lesão. 
Conselho do médico: descanso, mais gelo e anti-inflamatório.

Se a dor se mantiver, dentro de três dias farei uma ressonância magnética.

E aqui estou eu a descansar o pé, com roupa para passar a ferro, e não fui buscar o bebé ao colégio.

 

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o que é normal num dia pode não ser no outro

por Maria Araújo, em 24.01.19

Tinha uma consulta para as 15:40h, em Vila Verde, fui cedo, precisava de estar em casa por volta das 16:30h , ia buscar o bebé ao colégio, seguia com ele para uma consulta, a mãe encontrar-se-ia comigo no consultório.

A consulta é rápida, faz-se  as picadas, calça-se as meias, vem-se embora. Nunca demora mais de quinze minutos.

Com ideia chegar por volta das 15:15 h, e sair de lá de molde a chegar a casa à hora que previra, a cerca de 4 km do hospital, deparei-me com uma longa fila de carros. 
"Ou são obras, ou um acidente" pensei. Os minutos passavam, não chegaria à hora que previra.

Quase trinta minutos depois, à medida que meia dúzia de carros seguiam o seu caminho e do outro lado o trânsito fluía com regularidade, eis que vejo o que era: uma nova rotunda está a nascer ali, um pouco antes de uma mais antiga que fica a cerca de 1 km daquela.

Passada a obra, estacionei o carro num grande parque onde se faz a feira, percorri os escassos metros a pé, entrei pelo parque de estacionamento do hospital.

Tirei a senha de consulta, tinha sete pessoas à minha frente, esperei, esperei, esperei.

Às tantas, um homem alto meteu-se à minha frente, não conseguia ver o écran com os números de chamada, até que chegou a minha vez... vinte minutos depois de tirar a senha.

Aproximo-me do balcão, mostrei a senha à senhora, diz-me que não era para o balcão A, que devia ir para C.

Quando reparei na senha, fiquei possessa comigo mesma.

Observava sistematicamente a minha senha,  C, via os números passarem, mas os  meus olhos diziam-me que era o A,  o meu número tinha sido chamado há algum tempo e eu nada.

Aproximei-me da funcionária, que atendia o homem que se metera à minha frente, expliquei o que se passara, pediu que esperasse um pouco.

Outra funcionária tentava ajudar esta a resolver o assunto dele, a especialidade que ele queria não tem acordo com o seguro que possui, eu fervia pela espera, a funcionária dizia que tinha de acabar o que estava a fazer para atender-me de seguida.

A hora da consulta passara há muito, até que chamou-me. Mas não resolveu nada, havia um problema qualquer no sistema, perguntou-me se já tinha ido à consulta. Expliquei-lhe o que aconteceu, ela pedeiu-me que fosse para a consulta que passasse lá no fim para pagar.

No corredor estariam cerca de dez pessoas, tinha a certeza que a maioria não ia para a consulta de esclerose. E não iam mesmo. A porta  do gabinete estava entreaberta, percebi que não estava nenhum utente, e bati.

A médica mandou-me entrar. E foi num instante que foi feito o tratamento.

Saí na direcção ao balcão, com uma senha nova, ainda esperei pelo menos dez minutos.

Saí do hospital.

Pensei na fila que me esperava, pensei seguir na direcção de Amares, arrisquei o mesmo caminho. A fila era comprida, decidi meter por uma estrada secundária, certamente que " avançaria" pelo menos uns oitocentos metros.

Na mouche!

Quando voltei à estrada, estava a pouco mais de cem metros da obra.

Consegui meter-me na fila, passei a obra, estava a 10 km de casa, não apanhei mais trânsito, fiz o resto do percurso num instante.

Entretanto, teria de ligar à minha sobrinha a dizer que não chegava a tempo de ir buscar o bebé.

Ligou-me, eu conduzia, não atendi o telemóvel.

Quando cheguei, liguei-lhe, já estava no consultório.

Eu garantira à minha sobrinha que chegava a tempo. Cheguei dez minutos atrasada.

 

 

 

 

 

 

 

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frio glacial?!

por Maria Araújo, em 27.10.18

Fui à consulta anual de oftalmologia, no Hospital da Luz.

Numa mensagem que recebera, o utente não precisa de ir ao balcão principal, vai directaente à especialidade onde, no pequeno balcão da sala de espera, duas funcionárias fazem o serviço.

Pensei que seria rápido, mas não é. Além de a sala estar completamente cheia de utentes, forma-se uma razoável fila de espera, juntam-se os médicos que vêm ao balcão dar alguma instrução às funcionárias e/ou chamar o utente para a consulta.

Fui chamada com uma hora de atraso ( o normal, neste serviço). Azar meu esqueci-me de levar o livro  que leio actualmente.

Vale a simpatia do médico, que me trata por tu, que comentou que continuo elegante, que fui operada há nove anos,  já me conhece desde então, que o tempo passa depressa ( se passa!).

Examinou os olhos, estão bem, mas apesar de há um ano ter feito exames completos, achou que devia fazer novo exame às células, voltei para a sala de espera, estive mais trinta minutos à espera. Feitos estes, seria chamada para o médico comunicar-me o resultado, passaram outros trinta minutos. 

Entrei de novo, nada há que se tivesse alterado, despediu-se com um beijinho e: "vemo-nos dentro de um ano"

À saída, e verificando que as funcionárias do serviço também fazem a cobrança das consultas, não me apeteceu esperar, agora na fila mais pequena, desci e fui ao balcão  principal, que não tinha ninguém.

Hora de almoçar, o bar da praia estava fechado, o céu ora estava azul, ora as nuvens escondiam o sol, o vento norte era muito forte e frio. Desci à praia, por minutos.

IMG_20181027_132643.jpg

 

Antes de regressar a casa, ainda passei por Apúlia para comprar legumes frescos e flores.

No rádio do carro as notícias informavam que uma massa de ar frio e o vento forte faziam descer a temperatura aos 0º, prevendo-se queda de neve para Bragança. "Ou oito, ou oitenta", murmurei.

À medida que me aproximava da cidade, as nuvens escuras ameaçavam chuva e o vento continuava muito forte. Passei no horto, comprei amores e avenca.

No regresso a casa, uma carga de água fez-me o favor de tirar o pó do carro, que muito precisa de uma boa lavagem.

Em casa, calcei  umas meias quentes, que comprei recentemente, o frio chegou e parece que é para ficar.

 

 

 

 

 

 

 

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O que acho?

por Maria Araújo, em 23.03.18

 

captura de ecrã.png

que é um absurdo e um abuso.

Vendo os votos, parece que as pessoas vão para as consultas reparar  o que o médico veste, se traz meias às riscas, se tem piercing na ponta do dedo, se a médica tem o eyeliner mal definido, se a saia é rachada ao meio, se o perfume dela é patchouli.

São estas pequenas coisas que mostram o quão pequena e "inteligente"é a nossa sociedade.

 

 

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