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Dia da Terra

por Maria Araújo, em 22.04.19

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 29 anos depois, para lembrar que o planeta está em sofrimento, que temos obrigação de o poupar, de o proteger, de o respeitar, e para que possamos vivê-lo  em pleno e deixá-lo saudável para as gerações futuras, a primeira imagem que fui buscar aqui  da História do Dia da Terra.

 

 

 

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as minhas arrumações

por Maria Araújo, em 03.03.18

no escritório, continuaram hoje com a limpeza dos livros.

" Belezas de Portugal 1915", junto aos antigos dicionários, o livro que nunca lhe dera a atenção devida, ponho-o de lado para o ver com mais pormenor, continuei as minhas arrumações.

Um livro que abrange muitos temas do início século XX, não só do país, mas também da Europa e do mundo, consta  de relatos de factos históricos e religiosos, crónicas, poesia, contos, escritores, páginas de ilustrações católicas, estas com  fotografias de pessoas comuns, reis, rainhas, pinturas, guerra, arte, escultura, anedotas históricas, publicadas na Revista Literária de Informação Gráfica  da época.

Não me recordo de o meu pai ter contado se o comprara ou trouxera juntamente com a mesa antiga que herdara da mãe. A capa teria sido substituída, está como nova.

Passarei  a transcrever alguns textos que li, antigos mas interessantes, assim como fotografias de muitas aldeias e cidades de Portugal da época.

 

Anedotas Históricas - Ditos e Pensamentos

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Jefferson

 

Franklin, quer pela grandeza do seu talento, quer pela inteireza do seu carácter, representou, em França, os Estados Unidos  duma maneira brilhante. Sudeceu-lhe Jefferson .

Quando este eminente estadista chegou a Paris, o ministro francês  disse-lhe:, seguidamente a um afectuoso acolhimento:

- Vindes substituir Mr . Franklin...

Jefferson apressou-se em interromper:

- Franklin é insubstituível, eu apenas lhe sucedo.

Estas palavras grangearam-lhe a consideração pública  e acreditaram-no mais firmemente que todas as credenciais.

 

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uma história

por Maria Araújo, em 25.09.17

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Feito o "check-in" na organização do Passeio da Memória, e enquanto não chegavam as pessoas, estava eu a conversar com a minha irmã sobre a doença, e da nossa amiga Alice, quando, ao meu lado, vejo uma ex-colega de trabalho, que faz parte do grupo "Café Memória", na Brasileira, entra na conversa e aponta-nos algumas senhoras doentes de Alzheimer que, com os familiares, participavam na caminhada.

Contou, então, a história de uns vizinhos seus: um casal com filhos, a mãe de um dos conjuges e um cão.

Tendo a mãe Alzheimer, a minha colega visitava a senhora, dava-lhe algum apoio, e à família. O cão, já velhinho, e sem que a doente lhe desse mais atenção, levou-o para sua casa e cuidaria dele.

O tempo  foi passando, a minha colega visitava-a quase diariamente, até que um dia, com a autorização da família, decidiu levar o cão e verem  a reacção de ambos.

O cão saltou, brincou no seu colo, farejou a casa como se nunca tivesse saído de lá, mas a senhora não o reconheceu.

Levou-o de novo para casa. Nesse mesmo dia, à noite, estava tudo sossegado, não se ouvia o cão. Foram dar com ele morto debaixo da mesa da sala.

O cão morrera de paixão.

E as lágrimas da minha colega foram as nossas lágrimas, também.

 

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Antes de a caminhada iniciar, fez-se o aquecimento com algumas coreografias de Zumba, partimos, então devidamente equipadas, para o nosso passeio pelas ruas da cidade.

 

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Um gesto que me emocionou foi quando soube por uma das participantes que alguns turistas que passavam pelo local do encontro, quiseram participar neste Passeio da Memória. Vi e fotografei duas senhoras, mas haviam mais.

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O final foi junto à Brasileira, o local de encontro do grupo "Café Memória"  cuja missão consiste em:

A missão do CAFÉ MEMÓRIA consiste em reduzir o isolamento social em que muitas das pessoas com demência e os seus familiares e cuidadores se encontram, contribuindo para a melhoria da sua qualidade de vida. Pretende ainda sensibilizar  a comunidade para a relevância crescente do tema das demências, diminuindo, assim, o estigma que lhe está associado.

 

Acabou a caminhada, junto à Brasileira, com o rufar dos tambores executado por um grupo de jovens que também já nos habituou à sua encantadora exibição.

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Lisboa

por Maria Araújo, em 10.04.17

Uma viagem com um pequeno atraso de quinze minutos, pensei que chegaria a tempo de dar um salto à Gulbenkian para ver a Exposição de Almada Negreiros.

Ficaria alojada em casa da minha sobrinha, que mora a cerca de 500m da Gulbenkian.

Deixei a minha mochila no El Cort Inglês ( que jeito dá guardarem a bagagem) e segui na expectativa que conseguiria aproveitar aquele bocado de tempo para ver a arte de Almada Negreiros.

Mas a sala da exposição estava fechada, a última visita orientada tinha entrado há pouco tempo.

O funcionário aconselhou-me a passear pelos jardins, e lá fui dar uma volta  por este pequeno paraíso mesmo ao lado da confusão de trânsito que "desagua" na Praça de Espanha.

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Embora não tenha muita paciência para andar em recintos fechados fui ver as novidades no El Corte Inglês. Uma volta rápida pela roupa, desci e encontrei a secção de artigos para praia.

Fui ter com a minha sobrinha ao Jardim de Água, os cães passeavam com os seus donos. E o Scott, o cão dela, mete-se com todo os cães que vê. 

No dia seguinte levantei-me cedo, a primeira consulta estava marcada para as nove horas. Leva-me cerca de trinta minutos, a pé, de casa à clínica.

Faço uma boa higiene dentária em casa, não falho as consultas, de seis em seis meses, ora no Porto, ora em Lisboa, estou de parabéns, comentou a médica. A segunda consulta foi logo a seguir. Feita a "inspecção" dentária, estava tudo excelente, há nove anos que sou elogiada pelo cuidado que tenho em nunca falhar uma consulta.

"Visita de médico" diz a assistente quando o doutor R comentou que não precisava de lá ir em Outubro. Volto à clínica no Porto. 

Despedidas feitas, saí em direcção à estação de Sete Rios para apanhar o autocarro que me levaria ao Palácio Marquês de Fronteira.

Na mouche, pois cheguei antes do meio-dia. As visitas são durante a manhã. A pouco e pouco juntou-se um bom grupo, a maioria estrangeiros.

Foi-nos explicado que veríamos a ala principal, uma vez que a outra ala é habitada pelo actuais membros da família.

Para tirsteza minha, não é permitido tirar fotografias.

Fiquei com imensa pena porque o interior é lindo. Predominam a azulejaria portuguesa e holandesa, no caso da Sala dos Painéis ou de jantar. A Sala das Batalhas e a Biblioteca foram as que me cativaram.

Indescritível a quantidade de livros nas estantes, assim como os objectos de decoração na Biblioteca, sobretudo os dois globos, o celeste, o terreste, e o piano. As janelas dão para os jardins. A guia abriu uma das janelas e avisou-nos que era a única oportunidade que tínhamos de, do interior, tirarmos fotografias aos jardins.

 

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A Sala das Batalhas contem painéis de azulejos com figuras alusivas às batalhas da Restauração. E no campo de batalha lá está a figura do guerreiro João de Mascarenhas que viria a ser Marquês de Fronteira. Foi a minha sala preferida.

Nesta sala tem um grande tapete que tem uma história muito interessante. 

Parece que fora encomendado para a cerimónia de casamento do segundo Marquês mas tendo o palácio passado por obras, a factura era demasiado alta não havia dinheiro para o pagar. 

Mais tarde a Fundação comprou-o e lá está ele na parede da bela Sala das Batalhas.

Passamos à sala dos Painéis ( jantar) com azulejos holandeses, que não gostei. Mas o mobiliário e a peças da Indía compensam a decoração da sala.

As duas salas privadas da família, Sala dos Quatro Elementos e a Sala de Juno, esta recheada de fotografias, leva-nos para o ambiente familiar, as conversas, as leituras, o ambiente calmo daquele espaço. Um grande retrato  de uma senhora do século XX (disse-nos a guia que era mãe do  Marquês de Fronteira, falecido em 2011),  ocupa uma parte da parede da Sala Juno.

Feita a visita ao interior da casa, passamos ao exterior: o terraço e os jardins.

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Continua...

 

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O Mudo

por Maria Araújo, em 06.09.16

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A semana passada fomos almoçar a um restaurante na praia, muito conhecido cá no norte. 

A história desta casa, que tem muitos anos, era eu uma criança, vem de os seus donos, um casal, serem mudos.

O espaço era uma cabana de pescadores sito no lugar conhecido por Pedrinhas e que fica a 1 km de Apúlia, com o nome de "Os Mudos".

O casal fazia umas excelentes sardinhas assadas, passou para a confecção de outros peixes e mariscos. Restaurante sempre cheio, fazia-se e faz-se fila para almoçar.

O tempo passou, deixamos de passar férias nesta praia.

O restaurante continuava a servir os clientes que vinham de todos os cantos do país. 

Quando a semana passada decidimos comer umas sardinhas assadas, fomos lá. Deparei com um espaço completamente remodelado, apresentável, comparado com "Os Mudos" de há longos anos.

Entramos. Ao balcão, do lado esquerdo da porta, estava um homem nos seus 47 anos, alto, que controlava os lugares e as mesas,  que perguntou o que queríamos.

"Almoçar" respondemos os três, " e se possível, na esplanada".

A minha irmã dirige-se à esplanada, e diz o homem com voz arrogante: " A senhora não pode ir para aí".

Parvas olhámos para ele, diz a minha irmã: " Mas eu só vou espreitar a esplanada, não vou ocupar nada".

Volta a repetir ele: " Não pode ir para aí".

Se não fosse pelo nosso amigo, juro que me vinha embora.

Fui à casa de banho, quando regressei, eles estavam sentados à mesa. "Não gostei nada da arrogância do homem", comentei.

Os funcionários, muito simpáticos, andavam de um lado para o outro  sempre atentos aos pedidos dos clientes

No final do almoço, a jovem funcionária perguntou-nos se estavamos bem, ao que aproveitei para fazer a pergunta sobre os mudos, os donos do restaurante.

E foi então que soube da história. Os mudos morreram há anos, o filho ficou com o restaurante que por sua vez passou o negócio para o filho ( o homem que estava ao balcão).

O pagamento é feito num outro balcão. Estava ele, de novo, a controlar tudo,  dirigimo-nos lá, a minha irmã pega no cartão multibanco marca o código, mas não dá. Repara que o código é de outro cartão que também o levava consigo, faz a troca. O homem olhava-a, eu olhava-o, ele não articulava uma palavra.

A minha irmã marca  código e diz-lhe: "Quero a factura, se faz favor".

Ele dá-lhe o cartão, o talão e a factura, ainda sem articular uma palavra. Não saiu um obrigado daquela boca.

Saímos do restaurante e comentei; " Homem antipático e arrogante, não sei como o restaurante tem tantos clientes. Por mim, não ponho cá os pés, nunca mais!"

Hoje, fui cedo para a praia. Decidi tomar café no lugar do costume.

Quando cheguei a porta estava fechada. Achei estranho, vira um casal na esplanada de cima.  O café mais próximo era em Apúlia, aproveitei para fazer a minha caminhada. 

Passando à porta de " O Mudo" (é o nome actual) vi uma senhora sentada no banco, cá fora. A porta estava aberta, entrei para perguntar se serviam café.

Ao mesmo tempo que entro, sai uma senhora de porta-moedas na mão, deduzi que tomara lá café, ou não. 

Na grande máquina de café, vi ele, o dono e perguntei: " dá para tomar um café?"

Da mesma maneira que falara para a minha irmã, o mesmo tom de voz arrogante respondeu-me: " Não, não sirvo café".

Saí. Não fiquei surpresa porque esperava esta resposta quando vi quem ele era. Mas estou certa que nunca mais entro naquele lugar e se depender de mim, se alguém me perguntar como é o restaurante, respondo que não conheço.

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uma linda história dos pastéis de Belém...

por Maria Araújo, em 23.01.16

 

 

em filme.

 

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Histórias com gato dentro

por Maria Araújo, em 27.11.15

 A Marta do blog o marta-o meu canto e membro do Clube de Gatos  do Sapo pediu aos membros deste clube que divulgassem o seguinte desafio, que convido a participarem se tiverem uma  bonita história real, ou fictícia, para contar.

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"Histórias com Gato Dentro"

 

Em que é que consiste este desafio? É muito simples.

Já vos contámos várias histórias sobre os nossos bichanos. Agora, chegou a vossa vez.

 

Este desafio é para todos os leitores e visitantes, que tenham uma história para contar sobre os seus gatos, ou sobre outros que conheçam. Gostávamos de ter histórias originais, e reais mas, se quiserem participar e não têm nenhuma história com gatos, podem dar asas à vossa imaginação, e criar a vossa própria história!

As histórias deverão ser enviadas para o email marta.isabel.segao@hotmail.com, com o assunto "Histórias com Gato Dentro", e no email a vossa identificação, e a menção se a história é real ou fictícia. À medida que forem chegando, irão sendo publicadas aqui no blog (com ou sem identificação, conforme o preferirem).

Têm até ao dia 31 de Dezembro para participar. Iremos depois proceder à escolha da melhor história, e oferecer um presente surpresa! 

Mais tarde, vamos juntar as vossas histórias às dos membros do clube e, se tivermos histórias suficientes, talvez possamos tentar editar um livro com o mesmo título do desafio.

O que vos parece? Vamos lá participar?! Ficamos à espera das vossas histórias!

 

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"Je suis le bébé"

por Maria Araújo, em 15.11.15

Uma história doce que trouxe de um blog muito especial.

 

 

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a pré temporada...

por Maria Araújo, em 12.08.15

 

 

 

quem vê este vídeo e antes de saber ou ler quem o fez, comenta "temos aqui uma fonte inspiradora de moda; Françoise Hardy" .

a nostalgia dos ícones da moda, da canção e do cinema dos anos 60 e 70 estão de volta e em "uma história de moda", o estilo da cantora francesa Françoise Hardy, a voz que se ouve neste vídeo, foi  inspiração para o filme de lançamento da coleção de outono-inverno,desta marca, realizado pelo conhecido fotógrafo Mario Testino.

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 recebo e-mails da marca, tenho espreitado o lookbook, hoje precisava de sair, o tempo arrefeceu, o povo substituiu a praia pela cidade, as ruas estão cheias de turistas e emigrantes que misturam o português com o francês, passei na loja, entrei e fui as novas tendências.

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o preto, "cruzes credo, tanto preto" predomina na pré temporada de outono, dei uma volta às prateleiras, muitas saias pretas, em pele, blusões, blazers, vestidos anos 70, calças largas pelos joelhos ( que vestem as personagens da novela da SIC, "Mar Salgado") que outrora usei e agora não gosto..."como mudamos os nossos gostos!"

 

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gostei do modelo de uma camisola que é o meu estilo, em azul e preto, mas tenho uma com as mesmas cores que comprei no outono passado. perguntei à menina se havia outros tons; "não, não há".

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as calças de ganga slim, as que gosto de vestir, andam por lá, gostei do castanho terra e o verde, mas como ainda é cedo para pensar nas roupas de inverno, mais tarde decido se opto por um par de uma destas cores

 

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um modelo de calças de ganga ligeiramente largas com botões dos lados, giras, muito giras, não é peça que me faça gastar dinheiro neste estilo porque sei que raramente visto e ficam arrumadas no roupeiro.

finalmente os acessórios, especialmente os lenços, que adoro, são  lindos de morrer mas muito caros. no geral a marca tem melhorado na qualidade, mas os preços têm aumentado demais.

 

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o verão ainda tem muito para dar, as lojas mostram as pré temporadas, apetece ver as coisas novas, mas comprar, ainda não...só de olhar para elas, ai, que giras! ... mas fazem calor !

 

 

 

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quando a cidade vive a sua história

por Maria Araújo, em 24.05.15

parece que a vida fica mais simples, vai-se para a rua (o tempo também ajuda, "obrigada,São Pedro"), há festa, há alegria, há animação, há GNR para a reinação.

"Reviver Bracara Augusta" começou na quarta-feira e acaba hoje.

É, na minha opinião, das melhores festas de rua que a cidade tem, seguida, nos  últimos três anos, e aquando de "Braga Capital Europeia da Juventude", a Noite Branca.

O São João, festa da cidade, já teve o seu período áureo no século passado, cheio de multidão que, até ao amanhecer, subia e descia a avenida principal da cidade.As camionetas vinham dos arredores cheias de foliões, que de tão cansados estavam da noite, dormiam as poucas horas que tinham para a romaria do dia 24, ao relento ou dentro dos autocarros...mas isso no tempo em que se podia andar à vontade na rua.

Com abertura dos grandes centros comerciais os horários de trabalho à noite, muito mudou. Só mesmo os mais jovens, os que já estão de férias, para se aguentarem na noite e para a bebedeira.

Desde então, porque já não tenho paciência para andar no meio da multidão, são poucas as vezes que vou gozar a noite de São João.

Adiante. Então, as minhas festas de rua são Braga Romana e a Noite Branca.

Este ano, com o centenário do Theatro Circo, não faltam programas. Seleciono alguns,  não posso ir a todos,  "olhem, não páro!"

Fazendo o resumo por fotografia e vídeos, com a manhã de hoje no Parque da Rodovia em que o Fitness Club fez as aulas de zumba e body balance ao ar livre, fica a minha reportagem destes quatro dias de folia.

Hoje é o encerramento de "Reviver Bracara Augusta". Vi o programa da noite, estou decidida a acabar em grande esta festa de grande importância cultural para a cidade, o país e o mundo (muitos turistas levam a nossa história além fronteiras).

 

quinta-feira

 

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sexta-feira

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Concerto GNR

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 sábado

 

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domingo

"Mexe-te Braga"

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