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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

Gripe A (H1N1)

Maria Araújo, 02.02.15
 

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A gripe anda aí em força e parece que tão cedo não vai para outras paragens. Aqui em casa não bateu à porta, e espero que não bata, mas as minhas amigas andam de rastos.

A maioria das pessoas tentam combatê-la com antibióticos mas não é disso que precisam.

Precisam, sim, de prevenir e há gestos essencias e básicos a seguir.

"As únicas vias de acesso para o vírus da gripe são as narinas, a boca e a garganta. Em relação a esta epidemia tão vastamente propagada, apesar de todas as precauções, é praticamente impossível não estar em contato com portadores do vírus que a promove.

Contudo, alerta-se para o seguinte: o problema real não é tanto o contato com o vírus, mas a sua proliferação.

Enquanto estamos em boa saúde e não apresentamos sintomas de infecção da gripe A (H1N1), há precauções a serem tomadas para evitar a proliferação do vírus, o agravamento dos sintomas e o desenvolvimento das infecções secundárias. Infelizmente, estas precauções, relativamente simples, não são divulgada suficientemente na maior parte das comunicações oficiais.

Eis algumas precauções:

1. Como mencionado na maior parte das publicidades, lave as mãos frequentemente.

2. Evite, na medida do possível, tocar no rosto com as mãos.

3. Duas vezes por dia, sobretudo quando estiver em contacto com outras pessoas, ou quando chegar a casa, faça gargarejos com água morna contendo sal de cozinha.

Decorrem normalmente 2 a 3 dias entre o momento em que a garganta e as narinas são infectadas e o aparecimento dos sintomas. Os gargarejos feitos regularmente podem prevenir a proliferação do vírus. Não devemos subestimar este método preventivo simples, barato e eficaz. Os vírus não suportam a água morna contendo sais.

4. Ao menos uma vez por dia, à noite, por exemplo, limpe as narinas com a água morna e sal.

Assoe o nariz com vigor, e, em seguida, com um cotonete para ouvidos (ou um pouco de algodão) mergulhado numa solução de água morna com sal, passe nas duas narinas.

Este é um outro método eficaz para diminuir a propagação do vírus. O uso de potes nasais para limpeza das narinas, contendo água morna e sal de cozinha, é um excelente método para retirar as impurezas que albergam os vírus e bactérias; trata-se de um costume milenar, da India.

5. Reforçe o seu sistema imunológico comendo alimentos ricos em vitamina C. Se a vitamina C for tomada sob a forma de pastilhas ou comprimidos, assegure-se de que contêm zinco, a fim de acelerar a absorção da vit.C.

6. Beba tanto quanto possível bebidas quentes (chás, café, infusões etc.). As bebidas quentes limpam os vírus que se podem encontrar depositados na garganta e em seguida depositam-nos no estômago onde não podem sobreviver, devido ao pH local ser ácido, o que evita a sua proliferação."

 

 

 

 

 

 

Feitas as contas

Maria Araújo, 22.10.12

nunca gastei tantos euros com uma gripezita, que nem sequer à cama fui porque não tive nem costumo ter fevre, a verdade é que a tosse continua, a obstrução do ouvido esquerdo também, o nariz inflamado...

Então temos:

1ª consulta - 10 euros ( centro de saúde)

2ª consulta -  5 euros  (centro de saúde, unidade familiar)

3ª consulta -  4 euros  (hospital privado)

     

total ..........19 euros

 

medicação:

 

1ª toma -  11,80 euros

2ª toma -  18,55 euros (um dos medicamentos não é comparticipado)

3ª toma -  10,90 euros

 

total ....... 41,25 euros

 

Saíram da carteira 60,25 euros

Espero ficar por aqui.

 

 

 

 

 

 

E o que se gastou, desnecessariamente, nas escolas?

Maria Araújo, 21.08.12

Quando foi dado o alerta, já se previa isto.  Tudo bem, havia que proteger a saúde dos cidadãos, mas neste caso, ui, muito pior.

Levou-se ao exagero. As crianças brincavam com eles (os aparelhos) , passavam várias vezes nos pavilhões para desinfetarem as mãos, gozavam com as pessoas.

Mas tiveram "vida curta". Acabou-se o líquido, acabou-se o dinheiro, acabou-se a brincadeira.

Mas os aparelhos estão lá, todos, nas paredes.

Um negócio da China.

Não! Um negócio das grandes empresas famacêuticas.

 

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