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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

Sete meses de Desafio de Leitura

Maria Araújo, 28.07.16

 

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(imagem do blog da MJ)

 

 

Quando li o post sobre o desafio lançado pela blogger eagoraseila, pensei que seria interessante  desafiar-me a ler um livro por mês (além do(s) que tenho na mesa de cabeceira que vou lendo um pouco enquanto o sono não chega) e porque ficaria a conhecer o género de livros e autores que as bloggers gostam de ler.

Cada participante escolhia um livro seu (o livro secreto) que poderia doá-lo e/ou tê-lo de volta no final do desafio e enviava-o por CTT para a blogger que a MJ nos indicava.

Uma das regras seria apontar e/ou sublinhar  as partes que mais gostou de ler: uma frase, um parágrafo, uma página.


Tenho muito livros nas estantes, alguns ainda à espera que os leia, escolhi o  único livro que tenho da autora Rita Ferro, “Uma Mulher Não Chora”,  por falar de mulheres independentes, sozinhas, no caso, a vida de uma mulher divorciada que procura ser feliz.

 

Dos livros que passaram pelo meu cantinho, foram, de facto, de variados géneros:

«O plano Infinito»,  Isabel Allende

«As Velas Ardem Até ao Fim»,  Sádom Márai

«A Luz», Stephen King

«Adultério»,  Paulo Coelho

«Lua de Mel  em  Paris», Elisabeth Adler

«A Sombra do Vento»,  Carlos Ruiz Záfon

«O Novíssimo Testamento», Mário Lúcio Sousa

 

Em «A Luz», Stephen King,  um livro de terror, li cerca de 100 páginas, demasiado descritivas  e exaustivas,  não faz de todo o meu género, desisti (desculpem-me, meninas, deve ser da idade).

Gosto do estilo de Carlos Ruiz Záfon, apaixonei-me pela  sua escrita em «O Jogo do Anjo», lido recentemente,  não foi possível cumprir o prazo de leitura de « A Sombra do Vento»  mas espero tê-lo de volta no final do desafio para continuar a trilogia e acabar em «O Prisioneiro do Céu».

 

Actualmente, leio «O Novíssimo Testamento – E se Jesus ressucitasse Mulher?», estou a adorar a escrita de Mário Lúcio Sousa, é um livro muito diferente do que estou habituada a ler.

 

Deixo-vos uma fotografia de uma das passagens que li, segunda-feira, na praia:

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Mais livros chegarão, continuo entusiasmada, foi uma excelente ideia da MJ. Nunca pensei  em desisitir (acho que devemos continuar,)  o cumprimento de prazos de leitura faz com que leiamos com frequência e, como já referi, variamos o género literário.

O único senão são as idas aos CTT ( só preciso de atravessar a rua) e ter de fechar a embalagem à frente do funcionário ( uma das vezes foi aberta para verificar se era mesmo um livro), mas nada que me impeça de continuar.

Não gosto de riscar nos livros, rasgo pedacinhos de papel que marcam as páginas que mais gostei de ler. O pior é quando à noite estou na cama a ler e não os tenho comigo. Uma coisa é certa: leio.

Quanto ao livro que escolhi, optei por um de leitura fácil, com um tema actual, de uma autora que não conhecia. Não me arrependi desta escolha, mesmo sabendo que algumas das participantes são mais exigentes nos seus gostos e preferências.

Boas leituras é o que se pretende.

Obrigada, MJ, pela iniciativa e pelo trabalho de tiveste e tens.

 

 

2014

Maria Araújo, 31.12.14

Um ano positivo, sem doenças (o mais importante), com menos dinheiro mas o suficiente para umas mini férias em Madrid, em Baiona, e um passeio por Sintra e Lisboa, de perceber que a vida passa  e que (finalmente) os jantares com as pessoas que mais gosto são os momentos mais deliciosos que tenho, de partilha de emoções, de risos e sorrisos, de lágrimas, de desabafos, de conversas picantes, de saudade dos nossos familiares que estão longe, dos que não estão entre nós, dos nascimentos  de mais dois sobrinhos netos, das responsabilidades, de viver sempre com entusiasmo cada dia e agradecer a Deus a proteção que deu à família e nas minhas 364 noites (falta a de hoje) que me deitava bem e à hora que me apetecia, acordava ainda melhor, e decidia o que fazer: cozinhar para os sobrinhos, caminhar, ir ao ginásio, passear, encontros para café, ler, meter-me no carro e gozar a minha praia.

Foi mais um ano de destaques no Sapo, Feliz Ano Novo para todos vós,  conheci bloggers simpáticos, gente boa com quem troco e-mails e comento nos seus cantinhos (e para o ano vem aí um almoço em Leiria), participei no PPC de Natal 2014 (a Sofia também), fiquei fã de jovens bloggers do Sapo, e, para acabar, uma SURPRESA: com outros bloggers, participo num grande desafio, e por que é uma surpresa não posso divulgar, mas garanto, quem se meteu com mulheres talvez não imaginasse que a SURPRESA desse tanta "pica", e ainda vai dar muito que contar. Assim o espero.

Mas a passagem do ano não é um dia importante para mim.

Na minha juventude tive excelentes passagens de ano em casa de um casal amigo dos meus pais. Ele era dentista, a sala de espera era, então, o nosso salão de baile.E quantos jogos fizemos nós! A dança da vassoura, das cadeiras, ríamos, cantavamos, víamos o fogo de artifício da varanda.

Crescemos, tudo mudou. Ia às festas fora de casa, bailes com muita gente, outros pouco atrativos, uma "seca", até ao momento em que concluí que a melhor passagem de ano que poderia ter era no meu cantinho, com a família e amigos. Nunca mais a festejei  fora de casa, em festas que não me diziam nada. Adoro ficar em casa a ver TV , ponho música, esperamos que venha a meia-noite, comemos os doze bagos de uva, abrimos a garrafa, brindamos ao novo ano, rimos e, mais uma vez, agradeço a Deus estar cá e bem.

Festas com alegria, de comer, de beber, de conviver, de  rir,  de ruídos dos irmãos e sobrinhos quando jogam pictionary e loto, até chegar ao extremo de pedir que falem mais baixo, só mesmo no Natal. Esta, sim, é a festa que mais cansaço me dá, mas também a que vivo com mais inetensidade porque tenho a família quase toda reunida.

2014 foi um ano bom e, como sempre, acabo este post escrevendo o que pensei e disse em cada ano que acaba:

"Se o ano que começa for tão positivo como o que acaba hoje, então vai ser um bom ano".

 

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 (imagem  daqui)

 

 

 

Calçado intemporal

Maria Araújo, 26.09.14

Enquanto eu seguia a moda, minha irmã mais velha não queria saber dela, da moda, e sempre calçou o que era o seu conforto. E tinha-os bem elegantes, apesar de eu lhe dizer que não se usavam.

Um calçado  intemporal que hoje invade as montras das lojas por onde passamos e que eu sempre gostei.

No ano passado,  esqueci a minha altura e apaixonada que fiquei, comprei estes que fazem a delícia dos meus pequenos pés.

A BAGATT fica no meu caminho para o centro da cidade e sempre que passo lá, páro...

 

 

TOM HILFIGER

 

 

 

 

 

BAGATT