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o que gosto de ver nos blogs dos outros

por Maria Araújo, em 17.01.17

The sartorialist

 

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Sete meses de Desafio de Leitura

por Maria Araújo, em 28.07.16

 

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(imagem do blog da MJ)

 

 

Quando li o post sobre o desafio lançado pela blogger eagoraseila, pensei que seria interessante  desafiar-me a ler um livro por mês (além do(s) que tenho na mesa de cabeceira que vou lendo um pouco enquanto o sono não chega) e porque ficaria a conhecer o género de livros e autores que as bloggers gostam de ler.

Cada participante escolhia um livro seu (o livro secreto) que poderia doá-lo e/ou tê-lo de volta no final do desafio e enviava-o por CTT para a blogger que a MJ nos indicava.

Uma das regras seria apontar e/ou sublinhar  as partes que mais gostou de ler: uma frase, um parágrafo, uma página.


Tenho muito livros nas estantes, alguns ainda à espera que os leia, escolhi o  único livro que tenho da autora Rita Ferro, “Uma Mulher Não Chora”,  por falar de mulheres independentes, sozinhas, no caso, a vida de uma mulher divorciada que procura ser feliz.

 

Dos livros que passaram pelo meu cantinho, foram, de facto, de variados géneros:

«O plano Infinito»,  Isabel Allende

«As Velas Ardem Até ao Fim»,  Sádom Márai

«A Luz», Stephen King

«Adultério»,  Paulo Coelho

«Lua de Mel  em  Paris», Elisabeth Adler

«A Sombra do Vento»,  Carlos Ruiz Záfon

«O Novíssimo Testamento», Mário Lúcio Sousa

 

Em «A Luz», Stephen King,  um livro de terror, li cerca de 100 páginas, demasiado descritivas  e exaustivas,  não faz de todo o meu género, desisti (desculpem-me, meninas, deve ser da idade).

Gosto do estilo de Carlos Ruiz Záfon, apaixonei-me pela  sua escrita em «O Jogo do Anjo», lido recentemente,  não foi possível cumprir o prazo de leitura de « A Sombra do Vento»  mas espero tê-lo de volta no final do desafio para continuar a trilogia e acabar em «O Prisioneiro do Céu».

 

Actualmente, leio «O Novíssimo Testamento – E se Jesus ressucitasse Mulher?», estou a adorar a escrita de Mário Lúcio Sousa, é um livro muito diferente do que estou habituada a ler.

 

Deixo-vos uma fotografia de uma das passagens que li, segunda-feira, na praia:

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Mais livros chegarão, continuo entusiasmada, foi uma excelente ideia da MJ. Nunca pensei  em desisitir (acho que devemos continuar,)  o cumprimento de prazos de leitura faz com que leiamos com frequência e, como já referi, variamos o género literário.

O único senão são as idas aos CTT ( só preciso de atravessar a rua) e ter de fechar a embalagem à frente do funcionário ( uma das vezes foi aberta para verificar se era mesmo um livro), mas nada que me impeça de continuar.

Não gosto de riscar nos livros, rasgo pedacinhos de papel que marcam as páginas que mais gostei de ler. O pior é quando à noite estou na cama a ler e não os tenho comigo. Uma coisa é certa: leio.

Quanto ao livro que escolhi, optei por um de leitura fácil, com um tema actual, de uma autora que não conhecia. Não me arrependi desta escolha, mesmo sabendo que algumas das participantes são mais exigentes nos seus gostos e preferências.

Boas leituras é o que se pretende.

Obrigada, MJ, pela iniciativa e pelo trabalho de tiveste e tens.

 

 

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gostos são gostos,

por Maria Araújo, em 06.11.15

e cada um tem os seus.

não gosto disto.

 

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imagem, the sartorialist

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Calçado intemporal

por Maria Araújo, em 26.09.14

Enquanto eu seguia a moda, minha irmã mais velha não queria saber dela, da moda, e sempre calçou o que era o seu conforto. E tinha-os bem elegantes, apesar de eu lhe dizer que não se usavam.

Um calçado  intemporal que hoje invade as montras das lojas por onde passamos e que eu sempre gostei.

No ano passado,  esqueci a minha altura e apaixonada que fiquei, comprei estes que fazem a delícia dos meus pequenos pés.

A BAGATT fica no meu caminho para o centro da cidade e sempre que passo lá, páro...

 

 

TOM HILFIGER

 

 

 

 

 

BAGATT

 

 

 

 

 

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Por que gosto da Mafalda?

por Maria Araújo, em 08.08.14

 Porque há momentos em que a bagunça é saudável e relaxante.

 

 

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Hummm, é mesmo isto!

por Maria Araújo, em 25.10.13

 

 

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"La vie en rose ?!"

por Maria Araújo, em 02.03.10

 

 

 

 

Ontem decidi ver o filme “something’s gotta give ”. Um filme cujos protagonistas principais são pessoas maduras, com vidas muito diferentes.

 

 

 

Alguns comentários simples sobre o que penso das mulheres e homens nos seus 50as.

 

 

 
Ela, Erica de nome, a escritora célebre, divorciada, madura, com uma vida tranquila e certa ( a mesma vida que têm todas as mulheres maduras, classe média, livres e adultas), tem uma filha cujo namorado Harry, um homem de 63 anos, solteiro, com uma dose diária de Viagra, sempre levara uma vida de boémio com mulheres com idade abaixo dos trinta anos.
Estando sua mãe fora, Marin, a filha, convida-o para um fim de semana na casa da praia(uma bela casa, um mar fantástico, uma praia limpa e convidativa ao passeio matinal e de fim de tarde). Mas contrariamente ao previsto, sua mãe aparece. Pensando ser um ladrão, liga à polícia. Entretanto, Marin aparece na cozinha e diz que é o seu novo namorado.

 

Erica e o namorado de Marin entram em choque. Depois de solucionado os equívocos e algumas brigas características de duas pessoas de sexo diferente mas com idades idênticas, e sendo ele o namorado da filha, acaba por permitir que ele passe a noite em sua casa.
Depois do jantar, enquanto arrumam a loiça, Erica e a irmã conversam sobre este bizarro homem que namora Marin. Ouvem um estrondo e os gritos de Marin. Dançavam na sala. Ele sentira-se mal. É levado de urgência para o hospital. Um jovem médico de 36 anos, assiste-o.
Após o diagnóstico e tratamento, o jovem dá as recomendações necessárias para o restabelecimento de Harry, homem que julgara ser marido de Erica.

 

 Vendo a bela mulher madura(sim, uma atraente e sexy mulher) que se apresenta à sua frente, fica seduzido pelo seu encanto e simpatia.(Não costumo acreditar nestas atracções de homens mais jovens por mulheres mais velhas, mas…!) Uns dias depois, o jovem médico convida-a para jantar

 

É aqui que começa a verdadeira história entre Erica, a mulher madura e os dois homens.

 

(Como esta mulher, pensamos que já não somos motivo de atracção de qualquer homem, quer seja numa festa quer passe por nós na rua…Sentimos que já estamos arrumadas e deixamo-nos ficar tranquilas no nosso cantinho, fazendo o que melhor sabemos fazer. Gozar a nossa casa, um livro, as tarefas domésticas, o deixarmo-nos estar, simplesmente.)
Durante o jantar o jovem diz-lhe que a admira e que ela “mexeu” com ele.

 

Ela comenta que os homens da idade dela não olham para as mulheres da sua idade, por que havia de um jovem olhar para para ela?
Ele diz-lhe que ela é que pensa que os homens não a olham.

 

(Sim. É o que a maioria das mulheres maduras pensa e diz).
E dá-lhe um beijo. Sentindo o perfume suave e agradável que ela exala, ela comenta “é apenas sabonete”. E ele diz-lhe “ o cheiro é sexy”. (Os elogios são inebriantes. Entendemo-los. Mas não queremos acreditar neles)
Regressando a casa, o namorado da sua filha, sentado na cama, sente-a entrar. Online, contacta-a. Ela assusta-se. (Sim. O susto, a ansiedade, a expectativa do que vai ser escrito e lido torna-nos sensíveis, cuidadosas…A nossa defesa perante os homens).
Responde-lhe e diz que está com fome . Ele convida-a a ir até à cozinha. Encontram-se frente e frente de roupão vestido. ( A sensação de ver uma pessoa que acabámos de conhecer à nossa frente imobiliza-nos. Mas somos sempres nós a reagir. Somos determinadas. Vamos em frente!)
Ambos começam a olhar-se e a perceber que afinal há qualquer coisa que os atrai.( Sim. Sentimo-la…a atracção).Ele estranha a solidão dela. Erica explica-lhe que depois do divórcio fora mais difícil ficar sozinha e não conseguia dormir. (A mulher enfrenta a solidão. Refugia-se no trabalho, nos filhos.) Com o tempo habituara-se e ocupava agora a cama só para si. (O tempo encarrega-se de limpar o caminho. Nós vamos apanhando as pedras desse caminho. Vamos juntando-as. Criamos defesas. Partilhamos emoções: Construímos a nossa própria vida).

 

A conversa é interrompida pela chegada de Marin , que percebeu o clima entre os dois. Erica, perde a fome , desiste e vai dormir.

 

No dia seguinte, e porque precisava de andar, ele convida-a para passear pela praia. (Os homens percebem que as mulheres maduras têm a beleza, o charme, a firmeza das mulheres que sabem o que querem) Falam das pedras brancas que ela tem espalhadas pela casa. (As pedras, os beijinhos do mar, as conchinhas, os búzios são carinhos que gostamos de ter no nosso cantinho. Dão-nos o poder da reflexão, da felicidade, da alegria de viver, da tranquilidade. Tenho-as também aqui, neste cantinho)  Ele chama-a a atenção de não ter pedras escuras em sua casa (O interesse que eles despertam nas nossas pequenas coisas. Nós pensamos que os homens não dão importância aos pormenores mais pequenos da nossa privacidade).Apanha uma escura e oferece-a. (São estes pequenos gestos que nós desejamos, apreciamos, queremos)

 

Mais tarde ele repara que a pedra fora colocada por cima das pedras brancas, destacando-se das outras. ( Quando um homem nos agrada e desperta o nosso coração gostamos de ver a marca da sua presença ali , bem ao alcance da nossa vista. Tocá-la. Sentir nela a atenção que ele nos deu)
Ela que vivera uma vida sozinha vê-se, de repente, confrontada com dois homens. Um jovem de 37 anos e o namorado de 63 anos, da sua filha.(Quando acontece alguma coisa boa, quase sempre vem outra atrás. E ficamos perdidas nos nossos pensamentos e emoções)
Uma atracção muito grande aproxima-a de Harry.(Nós queremos homens experientes, sensatos, conhecedores da vida e cúmplices)
À noite ela prepara um jantar, à luz das velas. Uma conversa entre adultos foi o passo para que os dois se perdessem num beijo longo, que ela não sentia há muitos anos. (O beijo. O mais bonito acto de carinho entre duas pessoas que se querem e desejam). Caem nos braços um do outro. Surpreendentemente, ele descobre que esta mulher madura tem muito mais para dar que qualquer uma das jovens com quem namorara. (As mulheres maduras estão mais conscientes da sua sexualidade. Sentem, gozam, partilham, vivem com intensidade) Ela, Erica, fica apaixonada pelos beijos espectaculares que ele lhe dá. (beijos de mulher e homem maduros são libidinosos, quentes, selvagens)

 

Completamente excitada, eles entregam-se ao prazer do sexo. A camisola de gola alta que ela veste, incomoda-o. Ela abre a gaveta da mesa de cabeceira, tira uma tesoura e pede-lhe que a corte . (Mulher madura quer. Mulher madura vive. Mulher madura sente) Corta a camisola de baixo para cima, sob o olhar libidinoso dela.

 

Entregam-se os dois ao prazer daquele momento. Ela diz-lhe que adora sexo. Que pensara que já tinha “fechado a loja”. (Todas nós mulheres maduras pensamos que, com a idade, perdemos a libido. Mas ela está aqui, dentro de nós, guardada. Escondida.)
Ele fica surpreso com as palavras de Erica e diz-lhe que se sente “esmagado” (Os homens sentem-se pressionados se a mulher mostra interesse e desejo. Têm medo de se deixarem envolver pelo semtimento) Regressa ao quarto dele. Ela fica desiludida. Há muito tempo que não sabia como era dormir com um homem. Deita-se. Uns minutos depois, ele volta ao quarto dela e deita-se na sua cama.(O calor, o abraço, a respiração, a sensação de ter alguém do nosso lado é reconfortante)

 

De manhã acordam com o despertador. Não sabem as horas. Ela não consegue ver que horas marca no relógio. Pega nos óculos dele …

 

Combinam um encontro em Paris nos aniversários, ela em Janeiro, ele em Fevereiro. Paris, frio, amor, romantismo
Erica diz à filha que está apaixonada mas que tem de aprender a não se envolver. (Exacto. O receio impede-nos da envolvência que desejamos. E deixamos passar o tempo, as oportunidades…)
Pede a Marin para encontrar um homem da sua idade, se apaixone, se envolva e sofra por amor. (Sofrer de/ e por amor mexe com o nosso corpo, os nossos sentimentos. Vibramos, sentimos, choramos, rimos. Mas acima de tudo amamos…de verdade. Com maturidade)
Ele regressa também à cidade. Despede-se de Erica e diz-lhe que “ela é uma mulher para amar”.(Sim. Há mulheres que vivem para amar. Que sabem amar.). Ela não entendeu as suas palavras Harry regressa às festas, à vida de playboy mas sente que já não se diverte como anteriormente. (Quando alguém entra na vida de outro alguém nada é como dantes).Contudo, continua a sair com mulheres mais jovens .(Os homens não gostam de mostrar os seus sentimentos. Enganam-se a si próprios. Sofrem. Não querem ser eles.)

 

É convidada pelo médico para um jantar. Ela não aparece. Sua filha havia pedido ajuda. O pai ia casar com uma jovem e ela sentia-se revoltada. Erica foi jantar com o ex-marido, a filha e a noiva dele. (O sacrifício, a resolução dos problemas sempre delegados para a mãe  e mulher)

 

Durante o jantar vê o seu apaixonado com uma mulher mais jovem.(A dore a revolta que se sente quando se vê a pessoa amada na companhia de alguém)

 

Sai do restaurante. Ele segue-a. Os dois entram numa pequena discussão. Ela acha que não tem de mudar. (Pois, nós mulheres fazemos muitos sacrifícios durante uma vida inteira, por que temos de ser nós a ceder?)

 

Ele diz-lhe que “as mulheres querem tudo ou nada, mas ele só quer ser amigo dela”. (É uma característica da mulher. A mulher é exigente, determinada. Não chega a amizade. A mulher quer mais. Quer companheirismo, cumplicidade, partilha. lealdade.)
Ele tem uma dor no peito e volta ao hospital. Dor de amor.
 E o jovem sozinho no restaurante comenta com o empregado que teve uma tampa.
Erica nunca mais se lembrara do jantar.
À noite , no computador, contava a sua irmã que estava apaixonada, descobre que os óculos não são os dela. Desata num choro compulsivo. E a partir daqui, começa a escrever a sua história de amor.
De repente, ele aparece online e “fala” com ela. (Mais um palpitar do coração. Ansiedade. Expectativa Defesa)
 Ele escreve “I miss y …“, mas não acaba.
Ela escreve que tem de desligar o computador..
Ele apaga a frase inacabada. (O eterno receio de manifestar as suas emoções. )
Erica começa a sair com o jovem médico, que a admira cada vez mais. Envolve-se com ele.(Mesmo por amizade a mulher precisa de viver emoções fortes.)
Harry vai visitar Marin que casara com um homem da sua idade. Estava grávida. (A realização das mulheres jovens. O casamento, os filhos)
Harry pergunta-lhe pela mãe. Responde-lhe que está a festejar o seu aniversário em Paris.
Lembra-se do que combinara. Mete-se no avião. (Quando a mulher decide faz. Eles não têm o mesmo poder de decisão, de aventura. Percebera finalmente que não podia deixar passar mais tempo. Amava-a. Não poderia perdê-la).Aparece no restaurante que Erica lhe falara naquela noite em que dormiram juntos.
Ela vê-o. A surpresa é grande.
Ele aproxima-se, senta-se e conversam. (Mantém a sua postura de mulher madura, decidida, segura, apaixonada).
Aparece o jovem médico que fica surpreso com a presença de Harry. Este percebe que há compromisso dos dois, resolve deixá-los, mas eles  convidam-no para jantar.
Quando ele pergunta as horas, ela mostra-lhe o pulso. Ele não consegue ver as horas.
Ambos pegam nos seus óculos e verificaram que cada um deles ficara com os óculos do outro. Contudo, nunca nenhum fizera questão de os devolver. Ele entrega os dela. Ela os dele.
O jovem médico percebe neste gesto a cumplicidade e intimidade entre os dois.(Um simples objecto que os unia)

 

Despedem-se. O casal vai para o hotel, de carro. Harry vai a pé. Recusa a boleia. Pára numa das pontes sobre o rio Sena e observa Paris à noite. Reflecte no que havia sido a sua vida.(Os homens resignam-se. Não lutam. Perdem .Ficam sós).Um carro pára. Erica sai do carro e aproxima-se dele. Ao som da bela música “La vie en rose”, Harry diz-lhe “Foi fácil recuperar do ataque de coração. Dela é que não. Com 63 anos foi a primeira vez que se apaixonou”.(Por vezes é tarde demais…Para ambos os sexos.)
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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