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metade da aula de antigravity feita, eu, que sou cautelosa nos exercícios de "piruetas" ( como mostra a imagem) para que desfazendo-o o impacte no chão seja o mais leve possível, hoje, fi-lo de uma forma mais apressada, o pé esquerdo bateu com força no chão.
O pé doía, não consegui fazer os exercícios seguintes, saí da aula, fui pôr gelo.
Quando deixei o ginásio, a dor dominuíra, regressei a casa e o que fiz? Calcei uma liga que apertava demais o pé.
Tirei-a, fiz uma massagem no tornozelo, voltei a pôr gelo, o pé continuava inchado, as dores aumentaram, não conseguia andar.
Depois do almoço, fui ao hospital privado, evitei a urgência, pedi um ortopedista.
Foi feito o RX. Não há lesão.
Conselho do médico: descanso, mais gelo e anti-inflamatório.
Se a dor se mantiver, dentro de três dias farei uma ressonância magnética.
E aqui estou eu a descansar o pé, com roupa para passar a ferro, e não fui buscar o bebé ao colégio.

As aulas de Pilates de segunda e quarta-feira são muito procuradas, as senhoras mais velhas costumam ir muito cedo para o ginásio para conseguirem a senha, que é entregue trinta minutos antes da aula.
Há um número pequeno de aulas para reservas na APP, feitas com 24h de antecedência.
Se consigo reservar, óptimo, não quero ir para a fila, tenho até dez minutos antes da aula para a levantar, caso contrário, um mintuo de atraso, a senha vai para alguém que esteja à espera de uma vaga.
Há muitos e variados exercícios nesta modalidade, a professora, muito competente, profissional, simpática, e bonita, varia de aula para aula os exercícios, ontem, os últimos vinte minutos foram em dupla, o que me deu enorme prazer, sinto-me mais capaz de competir que se o fizer sozinha.
E há senhoras que se recusam ficar em determinados lugares do estúdio, outras acham que o espaço que habitualmente ocupam é seu, ficam com ar de zangadas se alguém ( eu, por xemplo) arranjo um bocado e ali estendo o tapete e a toalha, e fico na minha, uma vez que lugares cativos são pagos e ali não existem.
Ora, quando a professora pediu para fazermos uma dupla com a companheira mais próxima, naquele espaço à minha volta as mulheres tinham par, eu não.
Procurei quem fizesse dupla comigo, vi uma senhora sem ninguém, fiz o gesto para me juntar a ela, mas ela fez uma cara de indignação, comentou qualquer coisa, pareceu-me que queria uma senhora da sua idade para se juntar a ela, talvez uma das "amigas" de café.
Olhei para a professora, que perguntou a uma jovem nos seus quarentas se não se importava de ir para o fundo da sala, havia uma senhora que não tinha par e eu ocupava o seu lugar.
Tinha comigo uma jovem brasileira, seria das primeiras brasileiras do ginásio com quem falei, numa altura que fizemos a aula de Antigravity, alta, um corpo bem estruturado; eu, baixa e magra, quão franzina, juntamos as mãos, os pés, fazíamos os exercícios bem coordenados, estavamos em sintonia, na respiração, nos movimentos, nos agachamentos, até que, num deles, as nossas mãos agarravam-se, ela puxava por mim eu fazia flexão do corpo enquanto ela inclinava o seu para trás. De quando em vez, e porque sou mais velha, perguntava-me: " estou a magoá-la? por favor, se estou a exagerar, diga-me." E eu pedia que fosse um pouco mais longe...
Invertíamos a tarefa, eu dava o meu máximo de molde a puxá-la para que ela sentisse o exercício, não queria dar sinal de fraca, sem força.
Foram alguns minutos bem aplicados neste treino funcional, gerou-se naquele espaço, motivação, inter-ajuda, socialização.
No final, toda a malta saiu mais alegre. Eu fui fazer outra aula, o aquecimento estava feito.
Na próxima, se conseguir reservar a aula, não posso esquecer de levar uma bola de ténis.
Fiquei curiosa, vou fazer o possível para fazer a aula.

Este dia começou logo de manhã com um carro estacionado em frente ao portão que dá acesso às garagens.
Os pais têm de deixar os filhos à porta da escola, esquecem-se que o dia também começa de manhã para quem vive nesta rua.
Verifiquei se alguém subia a rua, que fosse o dono(a) da viatura, e a tirasse dali. Mas não. E buzinei, uma, duas vezes.
E no passeio, a meio da rua, vi um grupo de mulheres que conversava. Pensei se não seria uma delas a dona da viatura.
Esperei cerca de três minutos, já estava a prever chegar tarde ao ginásio (apanho trânsito dos papás que deixam os filhos à porta das várias escolas da zona) e perder a senha da aula de Pilates com Bola.
Sem paciência, espreitei, de novo, para o fundo da rua. Vejo uma das mulheres do grupo aproximar-se.
Ninguém, aqui na rua, fica chateado que deixem os carros estacionados, por breves minutos, em frente às entradas para as garagens, levem os filhos à porta da escola, sobretudo se estes são pequenos, e há funcionários a supervisionar, mas venham de imediato tirá-las e não fiquem a conversar como se não houvesse dia para os utentes desta rua.
Mas esta teve um desplante!
Propositadamente, e para que o meu carro fosse visto, deixei-me ficar a ocupar o passeio. Ela aproximou-se, dirigiu-se para o seu carro e diz: " desculpa!"
O quê?! Desculpa?! Mas a fulana conhece-me de algum lado?! Olha-me esta!", comentei para o meu decote.
Os carros faziam fila na rua e eu fervia com o pára, arranca, até que segui para o ginásio por um caminho diferente, consegui chegar a horas.
Já na aula, e hoje com menos pessoas que o habitual, com muito ou pouco espaço, as senhoras não têm a noção deste, senti-me claustrofóbica porque estavam quase em cima de mim, peguei no meu tapete e na bola, fui para o fundo da sala.
A aula seguiu o seu ritmo, até que num dos exercício o professor pediu que todas ficassemos de frente para o meio da sala, e como há quem não entenda, explicou: "Imaginem uma linha que passa a meio, quero que todas se virem de frente para ela".
No estrado, e para que todas percebamos o que vamos fazer, ele coloca-se de lado quando quer exemplificar um exercício.
Mas há a totó.
A totó ficou de frente para mim, isto é, fez o contrário do que o professor pediu. Fiz-lhe o gesto que tinha de se virar para o meio da sala.
Perguntou ao professor por que tem de se virar. Este, ao mesmo tempo lhe dá a resposta, acrescenta ela: "Ah! Mas eu prefiro fazer na mesma posição que o professor toma para explicar " .
E ele acrescentou que era mais conveninente seguir o que pedira, mas que fizesse como entendesse.
E ela fez como entendeu para si.
Quando tal, a totó estava fora do seu tapete, os seus pés tocavam os meus, ajeitei-me para que não esbarrássemos com as bolas e continuou até ao exercíco seguinte que era executado deitadas em cima do tapete. E a totó só percebeu que estava a fazer tudo mal quando se viu no chão e fora do tapete. E foi então que se desviou de mim.
A senhora tem falta de neurónios. Diz coisas fora de contexto, o/a professor (a) diz uma coisa, a maioria da vezes ela faz ao contrário, porque não ouve as instruções, não tem destreza motora.
Ontem, na aula de antigravity , e já se percebeu que ela não tem capacidade para fazer uma aula destas, além de não conseguir acompanhar os exercícios, a maioria são de equilíbrio, e porque não entende as instruções, põe-se em risco e compromete o trabalho da professora, que orienta.
Não sou contra ela tentar desafiar-se, mas o senão é que ela não consegue perceber o que a professora diz.
Depois, ouve-se um " socorro!" e lá vai a professora ajudá-la a sair da confusão que se mete.
Todos temos mais agilidade para umas coisas, menos para outras, e eu sou péssima a cortar um papel ou a desenhar uma boneco, fazer um risco.
Mas no que se trata de actividades físicas, vou para as que acho que sou capaz de fazer, não me faço de esperta e desafio o que sei ser impensável arriscar.
À quarta-feira, há aula de bike à mesma hora que tenho, também, uma aula.
Saio mais cedo de casa, costumo fazer aquecimento na passadeira, desço para o estúdio cinco minutos antes da aula começar.
Hoje, soube que as pessoas vão cerca de dez a quinze minuto mais cedo, fazem fila à porta do estúdio de bike, querem ser as primeiras a entrar, fazem questão de ocupar sempre as mesma bicicletas.
E eu queixo-me, às segundas e quartas-feiras, de umas quantas chicas-espertas que não se põem na fila, mas ao lado desta, olham-nos com ar de safadas, entram à nossa frente, po~em a toalha no chão para que ninguém ocupe o espaço que é seu, vão buscar o colchão.
Estou na fila, entro na minha vez, pego no colchão, fico num qualquer lugar onde tenha espaço. Mas quando tenho oportunidade, faço o mesmo, isto é, pouso a toalha no chão num bocado de espaço onde não sinta o ar condicionado, ( e porque fico doente) e vou buscar o colchão.
Hoje, cada pessoa olha para o seu umbigo, ninguém respeita ninguém, qualquer que seja a idade ( e os mais velhos são do pior).
Eu passo-me.
.
Estive quinze dias ausente do ginásio, porque não foi mesmo possível ir às minhas aulas.
Regressei ontem, diz-me o funcionário da recepção:
-Há algum tempo que não a vejo. Está tudo bem consigo?
No bar, cruzo-me com outro, faz-me a mesma pergunta.
Hoje, fui fazer duas aulas, estava uma funcionária, muito simpática, faz o mesmo reparo e pergunta.
E eu que pensava que passava despercebida.
É bom saber que as pessoas se preocupam connosco.
tive a minha aula de Pilates, pequeno grupo, trabalhamos com o magic ring, estou toda partida.
Depois de um mês sem esforço, vou à aula de Antigravity fazer os exercícios invertidos e descomprimir a coluna vertebral, que já me fazem muita falta.

Levantei-me cedo, queria ir ao ginásio recuperar os 10 dias sem fazer exercício, queria senha para a aula de Pilates.
Entretanto, fui tomar café, e antes dacaula fui ao WC junto ao bar.
O espaço tem um para mulheres, outro para homens e um maior para pessoas com deficiência motora.
Estava eu a fazer o meu xixi quando alguém tentou abrir a porta, ao mesmo tempo que pergunta se está alguém. Obtendo a resposta afirmativa, pergunta:"vai demorar muito?"
Sou rápida nas casas de banho fora de casa, respondi que não, mas na verdade a minha vontade era ter dito que sim.
Nem um minuto passara, quando saí e não vi ninguém.
Depois de lavar as mãos, passo junto à casa de banho das pessoas com deficiência motora, a porta de correr estava aberta, eis que vejo a senhora descontraidamente sentada na sanita.
Além do nojo que me faz ver pessoas sentadas na sanita pública, que odeio, nao consigo perceber por que nunca fecham a porta.
É que já foram muitas as vezes que apanhei as mulheres a subirem as cuecas.
Inconcebível!

ao Santuário do Sameiro que o HP organizou de apoio aos estudantes de Medicina da UM, que vão em serviço de voluntariado para o Quénia, não teve a adesão do ano passado( apoio à Refood), esperava ver um substancial número de sócios.
Poucos mas bons, seríamos 30, metemos pelo monte em direcção ao Santuário do Sameiro, cerca de 5 KM.
Uma vista da cidade, os vestígios do inesquecível incêndio de 15 de Outubro, à nossa frente.



A natureza recompõe-se, o verde sorri, nem tudo se perde


Um percurso que nos levou 1h40, chegamos ao Santuário mais cedo do que imaginara.


Um lanche, uns breves exercícios de relaxamento, a descida era feita por nossa conta e risco.
Passei pelo Santuário, um colega que conheço há muitos anos, das noites de Pacha, acompanhou-me, entretanto, juntou-se a nós um pequeno grupo de brasileiros que decidiram fazer a descida a pé pelo Bom Jesus, seguiríamos por Fraião para irmos ao ginásio buscar os carros.

Descemos o parque do Bom Jesus, que àquela hora já estava cheio de turistas.


O ano passado, dia 10 de Junho, fotografei esta casa quando caminhávamos para o Bom Jesus, este ano no sentido oposto e com a mesma decoração.
Foram cerca de 2h de caminho, 4km, nas calmas, e em agradável cavaqueira.

Uma semana sem ir ao ginásio, vim de Lisboa muito cansada, sábado fui à aula de Pilates.
Costumo levar uma mala com tudo o que preciso, uns dias mais pesada que outros, habituei-me a ela.
Depois da aula, mala na mão, dirigia-me para as escadas que dão acesso à recepção. Ao lado delas há o estúdio de bike.
A mala tem rodas. Como é costume quando saio dos balneários, puxo-a até às escadas, páro junto destas, pego nela e subo-as.
Ora no sábado fiz este gesto habitual, estava a decorrer a aula de bike, parei, olhei para um dos colegas de Pilates para lhe adeus, como sempre o faço também, quando escuto uma voz de homem que me diz: " quer que leve a mala? está pesada?"
Olho para trás, vejo um jovem que não teria mais de 30 anos, lindo, barba de poucos dias, uma voz bonita.
Respondo que não, que não é preciso, que a mala não está pesada, que é hábito meu parar nas escadas para pegar nela.
Comenta: "mas eu levo-lhe a mala"
E fiquei sem jeito. Nunca naquele ginásio, alguém, velho ou novo, se ofereceu para levar a mala. E há dias que vai mais pesada, é verdade.
Agradeci, de novo, disse que estava habituada, que desta vez nem estava muito pesada.
Fiquei para trás, não queria que visse o sorriso que me fez vir ao rosto e porque queria apreciar melhor o jovem.
Ter a simpatia de um homem lindo, que podia ser meu filho, oferecer-se para levar a minha mala, não acontece com frequência, e com maduras como eu ( estava de costas quando se ofereceu para levar a mala, certamente não estava à espera que veria uma mulher madura com corpo de menina, ahahah!).
embora o frio ainda seja de Inverno, a Primavera chegou e o pessoal invade o ginásio.
Cheguei às 10h e, contrariamente ao habitual, a esta hora com muitos lugares de estacionamento, geralmente estaciono nos primeiros lugares do parque,hoje dei a volta ao parque tinha apenas dois lugares no fundo.
Isto prova que o pessoal anda a preparar a Páscoa, as viagens até ao Algarve, embora as previsões não sejam as melhores, quiçá, Brasil ou outros roteiros turísticos, para se bronzearem.
