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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

dia 17 de Fevereiro

Maria Araújo, 17.02.20

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que dizem ser o dia mundial/ internacional do gato.

Mas também há quem diga que é o dia 8 de Agosto.

Seja ou não seja, a minha gata não dormia aos pés da minha cama desde o Outono e até ontem.

Este época de Inverno, tem procurado o sofá da sala ou o do escritório para dormir.

Ontem, deitei-me no sofá da sala a fazer uma sesta, sentou-se em cima de mim, adormecemos as duas, até o telemóvel tocar.

Depois, ao final da tarde, fui dar com ela no canto da minha cama e à noite, quando fui dormir, lá estava ela, de novo, a um canto da cama.

Pensando eu que ela ia sair do quarto, em vez disso, deixou-se ficar.

Deitei-me. E ela ficou, também, a dormir.

Acordou-me às sete horas, como sempre, para abrir a porta da varanda.

Voltei para a cama e adormeci.

Felizmente, o telemóvel despertou-me para me levantar e ir ao ginásio, pois tive um pesadelo cujo tema era elevadores. Odeio sonhar com elevadores e comboios. São sempre negativos e turbulentos.

Então, sendo ou não o dia mundial do gato, aqui fica uma foto acabadinha de tirar à Kat, que se senta numa cadeira da sala a apanhar este bocado de sol que entra pela janela.

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ela gostaria

Maria Araújo, 03.05.17

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de adoptar este gatinho, que não tem nome,  que trouxe da ABRA para o alimentar como fez com  o Mickey com quem ela passava 24 sobre 24 h a cuidar dele.

Hoje levamos o gato bebé à veterinária.

No regresso a casa, a Sofia diz-me que gostava de ficar com ele.

Fiz-lhe entender que já tem dois gatos, que indo estudar para fora (diz que os vai levar) não pode ter 3 gatos que lhe darão muito trabalho e não pode adoptar todos os gatos que traz para cuidar. 

"Eu sei", respondeu-me. 

 

 

E o Mickey está crescido, lindo, malandro, brincalhão.

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foi pelo cão, não foi por ela

Maria Araújo, 28.10.16

 

 

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 (Destrucion, que não tem uma pata, e o Mickey)

 

A Sofia precisava de levar os gatos à clinica veterinária. Pediu-me para a levar.

Um no colo, outro na caixa, lá fomos.

Atrás de nós, entrou uma senhora com a filha que levavam um cachorro muito bonito. O pequeno estava doente, percebia-se muito bem.

Quando a veterinária perguntou quem estava primeiro, a Sofia disse que era ela. Olhando para a senhora, que ainda estava a dar os dados do cão, disse que lhe dava a vez.

Ela respondeu: " pois, é que..." e não acabou a frase.

E eu atrás chamei à atenção da Sofia. Não foi por que a Sofia lhe desse a vez, foi por que a senhora entrou para a sala e nem um obrigada lhe disse.

Entramos para uma das salas de consulta. Elas estavam na sala do lado.

Quando passaram perto de nós, o cachorro ia com soro para uma sala de observações.

Passado cerca de quarente minutos, mãe e filha, regressaram. Pararam em frente a nós a falar com a veterinária. O cachorro, com o soro, veio também numa casota, parecia mais animado, embora tivesse ficado lá.

A senhora viu-nos, saiu da sala, ignorou-nos.  Estavamos à espera que agradecesse, mas não.

A Sofia comentou: " Não custava nada agradecer-me por lhe  ter dado a vez. Foi pelo cão, que está doente, não foi por ela. Fossemos nós que estivessemos no seu lugar, agradecer-lhe-íamos mais que uma vez."

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(o Mickey, não parava de brincar)

 

A veterinária veio então tratar dos gatos. Começou pelo Mickey. De repente, a funcionária entrou, deu-lhe o telefone, estava a dra não sei das quantas que queria falar com ela. A vet saiu da sala e lá estivemos mais 15 minutos à espera.

Mas quando regressou, teve atitude correcta de pedir desculpa pela demora.

Pareceu-me ser uma veterinária competente e meiga para os animais e isso fez esquecer o tempo que estivemos lá: 1:10h. 

 

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(Destruction nem se mexia de assustado que estava, mas deixou que cuidassem dele) 

 

foi pelo cãozito, não foi por ela

Maria Araújo, 28.10.16

A Sofia precisava de levar os gatos à clinica veterinária. Pediu-me para a levar.

Um no colo, outro na caixa, lá fomos.

Atrás de nós, entrou uma senhora com a filha, que levavam um cachorro muito bonito. O pequeno estava doente, percebia-se muito bem.

Quando a veterinária perguntou quem estava primeiro, a Sofia disse que era ela. Olhando para a senhora, que ainda estava a dar os dados do cão, disse que lhe dava a vez.

Ela respondeu " pois, é que..." e não acabou a frase.

E eu atrás chamei-a à atenção da Sofia. Não foi por que a Sofia lhe deu a vez, foi por que a senhora entrou para a sala e nem um obrigada lhe deu.

Entramos para uma das salas de consulta. Elas estavam na sala do lado.

Quando passaram perto de nós, o cachorro ia com soro para uma sala de observações.

Passado cerca de 40 minutos, mãe e filha, regressaram. Pararam em frente a falar com a veterinária. O cachorro, com soro, veio também numa casota, parecia mais animado, embora tivesse ficado lá.

A senhora viu-nos, saiu da sala e não olhou para nós.  Estava à espera que agradecesse, mas não. A Sofia comentou: " Não custava nada agradecer-me por lhe  ter dado a vez. Fi-lo pelo cão que está doente, não foi por ela. Fossemos nós que estivessemos no seu lugar,agradecer-lhe-íamos mais que uma vez."

A veterinária veio então tratar dos gatos. Começou pelo Mickey. De repente, a funcionária entrou, deu-lhe o telefone, estava a dra não sei das quantas que queria falar com ela. A vet saiu da sala e lá estivemos mais 15 minutos à espera.

Mas quando regressou, teve atitude correcta de pedir desculpa pela demora.

Pareceu-me ser uma veterinária competente e meiga para os animais e isso fez esquecer o tempo que estivemos lá: 1:10h.