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cantinho da casa

cantinho da casa

2024

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Começamos o ano, e não temos muito de que nos queixar em termos de neve e mau tempo por essa Europa, mas olhando aquele etiqueta do Sapo Blogs 2024, o frio que está, não nos deixa fazer nada.

Levei o sobrinho neto à terapia, de manhã cedo, depois foi para a escola.

Estava, aparentemente, bem.

Acabei de receber uma chamada da mãe, foi buscá-lo à escola, está com febre, e daqui a pouco vou para casa dela ( tem uma boa lareira), o menino fica mais confortável, enquanto ela volta à escola porque tem uma reunião com a professora e os pais.

E esta criança raramente fica doente.

Espero que não contagie ninguém da família.

 

 

o tempo que está cada vez mais quente mundo afora

Vendo as notícias parece que na China as temperaturas chegam aos 52º, não esquecendo que a Europa e os EUA também estão a sofrer o calor.

Esta cidade onde vivo é muito quente.

E eu não suporto temperaturas acima dos 30º, e sou criticada porque o calor é óptimo, que estamos no Verão, que é tempo de férias, e tal.

Sempre sofri com o calor, talvez porque no tempo em que trabalhava na empresa da família ,não havia ar condicionado, apenas as ventoinhas nos ajudavam a suportar o calor.

Ora, esta primeira quinzena do mês não foi tão quente quanto poderíamos esperar. Para mim esteve óptimo.

Na sexta.feira passada choveu, dediquei-me a fazer outras limpezas que a empregada não faz.

No sábado, aproveitando a temperatura mais fresca, fui a Ponte de Lima, estava lá mais quente, arrependi-me de não ter levado uma t-shirt .

Depois do jantar, saí, fui ao último dia de Nova Arcada Braga Blues, que era ao ar livre e, à cautela, levei uma écharpe.

Poderia ter levado um casaco, mas achei que a écharpe era suficiente.

Protegeu.  Mas a temperatura era a de uma noite de início de Outono.

E o certo é que trouxe a frescura da noite para casa, e não estava bem.

Quando me deitei, aconcheguei o lençol e a colcha,que não a tirei de propósito, para me sentir confortável.

Todos os dia, quando me levanto, abro as janelas, gosto que o ar entre e areje a casa. Nas horas de mais calor, baixo os estores e subo-os de novo depois do sol se pôr.

Ontem, estava um sol agradável, de manhã fiquei por casa, saí à tarde para tomar café com a sobrinha, que não a via desde a Páscoa.

Quando voltei para casa e entrei, senti-a fria. 

Fechei algumas janelas, mas o meu corpo estava desconfortável.

Apetecia-me vestir  camisola de algodão de manga compridas, mas eu sei que logo a seguir ia ter calor.

Sentei-me no sofá a ler, encostada a uma almofada, para aquecer as costas, a parte mais sensível do meu corpo.

E aqueci.

À noite, voltei a dormir com o lençol e a colcha de algodão, aconchegados ao corpo ( a preguiça de tirar uma manta fina era demais porque está tudo guardado) e dormi bem.

Afinal, quente que é esta cidade, também sofre no Verão estas descidas da temperatura que não são agradáveis.

Esta semana, sobem, mas espero que sejam as que temos aqui no mapa meterorológico.

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Entretanto, no próximo fim de semana, vou para o calor de Azeitão.

ó Sol, vê se me aqueces

De manhã, levantei-me, estava um sol bom, pus a roupa a secar nas cordas, que bom, finalmente!

Fui ao ginásio, não dei fé da temperatura que fazia, entrei no carro, estacionei no parque interior do ginásio, quando saí passei pelo supermercado, e regressei a casa.

Deixei o carro na rua, amanhã tenho de sair cedo, não me apeteceu deixá-lo na garagem.

Antes disso, fui pôr o lixo no contentor da rua.

Algumas nuvens no céu, o sol mais fraquito, foi então que senti um vento gelado, pensei melhor se valeria a pena a caminhada.

Decidi ficar em casa, fiz uma revisão às pastas de fotografias no PC.

Fui ver a meteorologia, e afinal, amanhã, a chuva está de regresso.

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A chuva faz falta, mas este outono e inverno, chega!

E já me arrependi de não ter ido passear.

Preciso, e quero, que o Sol venha de vez, quero a vitamina D, quero que me aqueça e enriqueça a minha  melanina.

Só mesmo esta canção para animar...

 

está frio

E hoje já me passou pela cabeça sair da cidade e ir passar o fim de semana fora.

Até pensei meter-me no Alfa , sair em Aveiro e deixar-me ficar por lá.

A minha sobrinha, que está fora do país, diz-me que vá para a casa da praia sempre que eu quiser.

Mas não tenho a chave.

Amanhã, pego no carro e vou matar as saudades do mar.

a praia em dia de chuva

Ontem fomos tomar café à praia.

Em dia de chuva ( felizmente só choveu quando regressávamos a Braga), tem um sabor diferente e especial.

Mas o vento era forte e frio.

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O frio não incomodava, estavamos preparados para ele, mas o vento, não.

O sobrinho neto queria brincar na areia, choramingou, mas com a bola que levou, depressa esqueceu a praia.

Fomos para casa, no pinhal estavamos protegidos do vento.

Pusemos a baliza dos primos, no relvado, jogamos à bola, cantamos canções de Natal.

Estava a anoitecer, demos um salto a Esposende.

E à entrada da ponte sobre o rio Cávado, está a árvore mais linda que vi.

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Demos uma volta pelas ruas de Esposende, cheias de luz, algumas mais bonitas que outras, havia demasiada mistura de cor.

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Junto ao Parque Infantil, tinha um carrocel para as crianças, com algum receio da minha sobrinha, porque os adultos não podiam acompanhá-los, o menino foi andar, mas as voltas nunca mais acabavam.

Estavam poucas crianças, caso contrário, com certeza que à quarta ou quinta volta, parava.

O miúdo gostou. E queria mais.

Na próxima semana, chegam os primos, vai haver festa de aniversário, convencêmo-lo que vai voltar, na próxima vez, com os primos ( a ver vamos).

E daqui ao Natal é um instante.

 

 

Braga, de manhã cedo

Hoje esteve um dia muito frio, deixei-me ficar por casa de manhã.

Com sol, gosto de ir  buscar o menino ao colégio, a pé.

 Hoje levei o carro.

Chegamos a casa, estacionei o carro na garagem Como é habitual, trago-o para casa, mas ele não queria, assim como não queria vir do colégio ( a primeira vez que ele manifestou vontade de ficar lá).

Decidi levá-lo a casa, aqui nas redondezas, ele queria andar na rua.

A mãe veio ter connosco.

Os meus sobrinhos netos vieram jantar a Braga, queriam ir à Brasileira.

Sentia-me desconfortável com o frio, ansiava vir para casa e vestir as malhas polares que uso.

Quando chegaram, disse que não ia lanchar, dei-lhes o meu abraço ( agora, só os verei nas férias de Verão).

Nas fotografias que recebi da minha irmã, que mora para os lados  do Campo das Hortas, confirma-se este frio que há muito não me lembro de sentir. 

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Outono castanho

Ontem, arrumei as roupas de Verão, trouxe para o roupeiro as de Outono-Inverno.

Também ontem, fiz umas visitas a alguns blogs, nem sempre tenho tempo para ler todos, e vi este post desta querida blogger que acompanho há uns quantos anos.

Hoje de manhã, tinha uma consulta no Centro de Saúde, sem saber o que vestir, olhei o roupeiro, tirei as calças  castanhas e uma camisola meia estação ( ainda não é tempo das malhas, pensei) da mesma cor, vesti um blusão de ganga.

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Não imaginava o frio que estava.

Apeteceu-me voltar a casa e vestir algo mais quente. 

Quando saí do Centro de Saúde, chovia.

Vim todo o caminho encolhida e com a gola do blusão a tapar o pescoço.

O Outono chegou a sério.

 

 

 

 

 

frio glacial?!

Fui à consulta anual de oftalmologia, no Hospital da Luz.

Numa mensagem que recebera, o utente não precisa de ir ao balcão principal, vai directaente à especialidade onde, no pequeno balcão da sala de espera, duas funcionárias fazem o serviço.

Pensei que seria rápido, mas não é. Além de a sala estar completamente cheia de utentes, forma-se uma razoável fila de espera, juntam-se os médicos que vêm ao balcão dar alguma instrução às funcionárias e/ou chamar o utente para a consulta.

Fui chamada com uma hora de atraso ( o normal, neste serviço). Azar meu esqueci-me de levar o livro  que leio actualmente.

Vale a simpatia do médico, que me trata por tu, que comentou que continuo elegante, que fui operada há nove anos,  já me conhece desde então, que o tempo passa depressa ( se passa!).

Examinou os olhos, estão bem, mas apesar de há um ano ter feito exames completos, achou que devia fazer novo exame às células, voltei para a sala de espera, estive mais trinta minutos à espera. Feitos estes, seria chamada para o médico comunicar-me o resultado, passaram outros trinta minutos. 

Entrei de novo, nada há que se tivesse alterado, despediu-se com um beijinho e: "vemo-nos dentro de um ano"

À saída, e verificando que as funcionárias do serviço também fazem a cobrança das consultas, não me apeteceu esperar, agora na fila mais pequena, desci e fui ao balcão  principal, que não tinha ninguém.

Hora de almoçar, o bar da praia estava fechado, o céu ora estava azul, ora as nuvens escondiam o sol, o vento norte era muito forte e frio. Desci à praia, por minutos.

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Antes de regressar a casa, ainda passei por Apúlia para comprar legumes frescos e flores.

No rádio do carro as notícias informavam que uma massa de ar frio e o vento forte faziam descer a temperatura aos 0º, prevendo-se queda de neve para Bragança. "Ou oito, ou oitenta", murmurei.

À medida que me aproximava da cidade, as nuvens escuras ameaçavam chuva e o vento continuava muito forte. Passei no horto, comprei amores e avenca.

No regresso a casa, uma carga de água fez-me o favor de tirar o pó do carro, que muito precisa de uma boa lavagem.

Em casa, calcei  umas meias quentes, que comprei recentemente, o frio chegou e parece que é para ficar.